No dia seguinte voltamos à praia, mas dessa vez Clara não só tirou o top do biquíni, para minha surpresa e excitação, ela tirou lentamente e de forma sensual a calcinha fio-dental. Na praia estavam casualmente os caras que havíamos visto na primeira noite no bar, que ficaram petrificados ao ver o corpo escultural da minha mulher. Toda essa atenção claramente a agradava, a excitava, a esquentava… e a mim também. Um dos rapazes até assobiou quando minha mulher ficou completamente nua e os outros aplaudiram. Tive que deitar de bruços para que as pessoas na praia não percebessem minha ereção, mas isso parecia não importar aos rapazes, que ficavam passando na frente da minha mulher com os paus bem duros. Ela se divertia com isso e comentava: "Olha, a dele é mais grossa que a sua… e aquela mais comprida… e aquele ali, coitada da mina que estiver com ele, nem cócegas vai fazer". Ao meio-dia o calor estava insuportável, então Clara foi para a água… e atrás dela os 4 jovens. Eu observava atento da toalha, tentando pensar em outra coisa para minha ereção baixar. De repente os rapazes se aproximaram da minha mulher, brincando, jogando água nela, por frente e por trás, a cercaram e ficaram conversando por alguns minutos com a água na altura do peito. Os peitos de Clara apareciam e desapareciam na água como duas boias marinhas. De onde eu estava não ouvia, mas via que ela conversava com todos, sorria, ria… Um a um os jovens foram saindo da água, já com o pau mole, parece que a água fria tinha feito efeito, então tentei o mesmo e fui para a água. Me aproximei da minha mulher, que me esperava com um grande sorriso e me deu um beijo de língua muito apaixonado que não ajudou em nada a baixar meu pau. Quando ela separou a boca da minha, a aproximou do meu ouvido, apertou meu pau com as mãos e me disse em voz baixa: "Agarrei todos eles… e punhetei os quatro". Ela me olhou nos olhos com cara de menina boa e inocente que nunca quebrou um prato, He made a face and kissed me again. I grabbed her by the ass, lifted her up, and penetrated her right there standing up. It was a quick but very intense fuck. I imagined my wife's hands on those young guys' dicks and it turned me on more and more. I felt like my heart was about to explode, but something else exploded—my cock inside her, filling her pussy with cum. She came with me while kissing me and telling me how much she loved me. I don't think anyone on the beach noticed what had happened, only the young guys were watching us, and as we came out of the water, they greeted my wife, even blowing her a kiss. She finished me off, and the rest of the day passed calmly without any other incidents, except for the excellent mood we were both in and how complicit we felt. When we returned to the hotel, we were surprised not to see Manolo. Instead, there was an older lady who told us it was the boy's day off. That night, after dinner, we wanted to go to the pool again, but it was closed. They didn't tell us why, but said if we wanted to relax, we could go to the spa, which had a jacuzzi. We went to the room to change and headed down to the spa. The bubbling hydro-massage under the soft glow of blue lamps turned the steam into a sensual mist. Clara slipped into the water before me, her black bikini shimmering beneath the surface like a second skin. Suddenly, much to Clara's delight, the concierge appeared. "Good evening, am I disturbing you? Today is my day off, and since I have nowhere to go, I came to relax in the jacuzzi." Clara's face lit up, and I felt a little jealous but also excited—I wanted to see how far we could take this. Manolo remained by the loungers, frozen, his eyes following her every movement as if afraid it was all a dream. "Aren't you joining us, Manolo?" she asked suddenly, resting her arms on the edge of the pool. Her voice was sweet but laced with a challenge that made the young man tremble. "The water is... perfect for sharing." She said this with full intention. The concierge— Ele engoliu seco, os dedos agarrando a borda da toalha que carregava sobre o ombro. Olhou para a entrada da área da piscina, como se certificando de que ninguém mais estivesse por perto. —Não devia… —murmurou, embora já estivesse se aproximando—. Os hóspedes… —Somos os únicos aqui —interrompi, recostando-me para trás para que o jato d'água massageasse minhas costas—. E as regras do hotel não proíbem ser gentil e atender todos os pedidos dos clientes, né? Clara riu baixinho, seus pés brincando debaixo d'água com minha perna. Manolo, após um último instante de dúvida, deixou a toalha cair e tirou a camisa. Seu torso era magro, pálido, marcado pela sombra de uma tatuagem no lado. Entrou no hidromassagem com o cuidado de quem teme se queimar.
—Que bom te ver sem esse traje engessado —comentou Clara, deslizando em sua direção até que seus joelhos quase se tocassem sob a água—. Você devia relaxar mais frequentemente. O rapaz assentiu, embora sua mandíbula permanecesse tensa. Eu observava, mordendo o interior da bochecha para conter um sorriso. Clara sempre teve um talento inato para extrair o lado selvagem dos homens mais tímidos.
—Clara, escuta —disse de repente, como se tivesse acabado de lembrar de algo—. Na praia hoje você não usou sutiã. Por que usar agora?
Ela me olhou, sustentando meu olhar com uma centelha de cumplicidade. Depois, sem desviar os olhos dos de Manolo, levou as mãos às costas e desatou o nó do biquíni. O tecido flutuou por um instante antes de afundar na água, revelando seus seios, firmes e coroados por mamilos rosados e duros como duas moranguinhas maduras. Manolo conteve um gemido. Suas mãos se agarraram à borda da hidromassagem, e sob a superfície turva, notei o movimento involuntário de seus quadris. O volume em seus shorts de nadar era evidente, uma curva tensa se formava no tecido, seu pau implorava para sair da prisão e ele se esforçava tanto para evitá-lo que cada movimento traía o que tentava esconder.
—Melhor assim —sussurrou Clara, aproximando-se mais dele até que seus seios roçassem seu peito—. Não acha, Manuel?
O rapaz não respondeu. Sua respiração era um mantra acelerado, e quando Clara pousou uma mão em sua coxa, ele saltou como se tivesse levado um choque.
—Senhora, eu… —balbuciou, mas ela tapou sua boca com um dedo.
—Shhh —murmurou—. Aqui não há senhoras. Só… pessoas e fantasias.
A água parecia ferver ao nosso redor. Minha própria excitação crescia ao ver como Manuel perdia o controle, como seus olhos se turvavam com um desejo que já não podia conter. Clara, sempre a mestra, deslizou a mão alguns centímetros mais acima em sua coxa, aproximando-se da costura do short.
—Que tal se…? —começou a dizer, mas um som distante a interrompeu: passos no corredor. exterior. Manolo se levantou de repente, espirrando água. Seu rosto estava congestionado, dividido entre o pânico e a frustração. — Preciso… preciso dar uma olhada nisso — murmurou, saindo da banheira de hidromassagem com dificuldade. O volume do pau dele na calça molhada era impossível de disfarçar.
Clara se recostou em mim, satisfeita, enquanto o via fugir com a toalha cobrindo a cintura. — Coitadinho — sussurrou, mordendo minha orelha. — Acho que demos a ele algo em que pensar para o próximo plantão.
Eu ri, embora soubesse que aquela fuga era só um respiro. Manuel tinha cruzado um limite, e na noite seguinte não haveriam passos no corredor para salvá-lo.
Quando ficamos sozinhos, tirei meu short, ela tirou o thong, sentou em cima de mim e começou a cavalgar lentamente. O orgasmo mútuo foi quase inevitável, veio depois de movimentos quase imperceptíveis. Quando terminamos, perguntei se ela queria transar com Manuel. — Vai acontecer o que tiver que acontecer — ela disse e me beijou apaixonadamente.
Ficou com tesão? Quer ler o final? Eu leio pra você ou tlgrm @eltroglodita
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