Comendo minha comadre grávida

Comendo minha comadre grávidaAí vai a continuação de quando comi minha comadre grávida. Como contei, eu comia ela quando ainda era só namorada do meu amigo, ele nunca soube, ou pelo menos é o que eu acho, mas me afastei um pouco deles porque arrumei uma namorada e a gente tinha planos diferentes. Nesse tempo que me afastei foi quando ela engravidou. Pela amizade que a gente tinha, eles decidiram que eu seria o padrinho do bebê e uma irmã da minha comadre seria a madrinha, e com ela também tenho uma história, mas isso fica pra outra vez... Bom, isso aconteceu numa tarde que a gente tava numa festa num sítio meio longe de casa. Eu ia levar minha namorada pra casa umas 10 da noite, e a Kary, minha comadre, me pediu se eu podia dar uma carona porque meu compadre não queria ir embora ainda, mas ela já tava cansada. Falei que sim, sem problemas, só deixava elas em casa e voltava pra festa. Fomos, deixei ela primeiro e depois fui deixar minha namorada. Quando tava voltando pra festa, minha comadre me ligou falando que tinha esquecido uma coisa no meu carro e perguntou se eu podia voltar. Cheguei na casa dela, e ela saiu de pijama: um shortinho que mal cobria a bunda e uma blusinha fina, meio desabotoada, mostrando os peitos e sem sutiã, dava pra ver os bicos. Tava uma delícia, os peitos tinham crescido por causa da gravidez. Entreguei o que ela tinha esquecido, e ela falou:

- Ela: "Tá me olhando tanto assim?"
- Eu: "Nada, só tava vendo como o bebê vai mamar bem quando nascer."
- Ela: "Haha, bobo! Você é sem vergonha mesmo, hein? Já vai? Queria te contar uma coisa, mas não quis falar na frente da sua namorada. Quer entrar?"
- Eu: "Claro." E entrei na casa dela, sentamos na sala onde já tinha comido ela antes. Minha mente já tava voando só de ver aqueles peitos.
- Ela: "Sabe, é uma coisa bem pessoal, mas pelo que já rolou entre a gente e pela confiança que tenho em você, queria te contar."
- Eu: "Fala, o que foi? Tá me assustando!"
- Ela: "Não, não é nada de ruim. Só que o Daniel não me toca mais, segundo ele, diz que tem medo de machucar ou prejudicar o bebê, mas o ginecologista já falou que não tem problema, pelo contrário, que o sexo ajuda, e a verdade é que os hormônios me deixam louca, vivo com tesão e me tocar não é suficiente, e ele não quer me comer. Nesses 4 meses de gravidez, só fizemos uma ou duas vezes. (Ela acariciava minha perna enquanto me contava isso) E eu sei que você tem sua namorada e vocês se amam, mas...
- Eu. Quer que eu te faça o favor ou o quê? Em tom de sacanagem e meio debochado.
- Ela. (já acariciando meu pau por cima da calça e mordendo o lábio) Então sim, ou você também não tá afim de me comer? Ou é muito fiel pra sua namoradinha?
- Eu. A verdade é que desde que te vi, bateu um tesão de te comer do jeito que você tá agora...

A gente começou a se beijar e na hora eu desabotoei a blusa dela e comecei a acariciar os peitos dela enquanto ela acariciava minha pica por cima da calça, que já tava dura. Ficamos assim uns minutos, entre beijos e carícias.
- Ela. Pode chupar minha bucetinha? Tô morrendo de vontade de sentir sua língua no meu clitóris.

Fomos pro quarto dela e continuamos nos beijando enquanto eu tirava o short e a calcinha dela. Deitei ela, abri as pernas, acariciei a bucetinha dela — já tava toda molhada — e comecei a chupar aquela boceta gostosa e enfiar meus dedos. Depois de uns minutinhos chupando, ela se contorceu e começou a gemer. Tinha gozado.

Eu levantei, me aproximei e ela começou a tirar minha calça e minha cueca. Meu pau saiu disparado na cara dela. Ela pegou com a mão e enfiou na boca. Devorou ele. Dava pra ver que ela tava adorando meu pau: puxava, enfiava na boca, chupava minhas bolas. Nunca tinha chupado tão bem assim.

Depois de uns minutos me chupando, ela se deitou, abriu as pernas e falou: "Vem logo e mete essa pica gostosa, tô morrendo de vontade de ter ela dentro de mim." Acariciei a bucetinha dela — tava bem molhadinha e quente — me posicionei... E comecei a esfregar meu pau nos lábios dela, dava pra ver como meus fluidos e os dela se misturavavam, eu dava umas batidinhas com meu pau na bucetinha dela, dava pra ver que ela tava adorando, tinha uma carinha de puta, parecia outra pessoa. Ajeitei e enfiei de uma vez, ela suspirou e continuou me olhando com aquela carinha de puta e falava, que gostoso, pai, tava mesmo precisando sentir um pau dentro de mim, me come, faz de mim sua puta que nem antes, eu tava metendo e tirando – cê gosta, bebê? Gosta do meu pau? – sim, pai, que pau gostoso você tem, me come, que delícia – adoro como você é putinha, que gostosa você fica assim com essa barriguinha e esses peitos que cresceram, tão uma delícia, e comecei a apertar os peitos dela enquanto falava isso e continuava metendo. Aí ouvi meu celular tocando, não liguei, continuei na minha, enchendo de pau a puta da minha comadre, mas o celular não parava de tocar, pensei que fosse algo importante e fui pegar o celular, era meu compadre, mostrei o celular pra minha comadre e falei olha quem tá me ligando, ela só riu e me puxou pra cama e falou deita, pai, eu deitei e ela ajeitou meu pau e começou a sentar gostoso, e meu compadre continuava ligando, falei deixa eu atender pra ver o que ele quer... - Meu compadre. E aí, compadre, cadê você? Não vai voltar pra festa? - Eu. Vou sim, mané, já tô indo, chego em uns 10 minutos, precisa de algo? - Ele. É que cê tá fazendo aí, compadre, tão ouvindo uns barulhos estranhos, te peguei no flagra? - Minha comadre ouviu ele perguntar isso e começou a gemer, e eu falei pois é, compadre, mas já tô indo praí - Ele. (óbvio que ele achava que eu tava com minha namorada, nem imaginava que quem eu tava enchendo de porra era a mulher dele) Que inveja, compadre, parece que sua mulher tá aproveitando, então não vou te atrapalhar mais, continua no seu que eu te espero aqui. - Eu. Fechou, compadre, já tô indo (minha comadre continuava gemendo e falando, que gostoso, pai, desliga logo, você vai ter tempo pros seus amigos depois, falando isso) (entre gemidos) — Caralho. O compadre continua dando pra esposa dele aqui na minha frente. E a ruiva atendeu a ligação. Só largou o telefone e ela começou a se mexer mais gostosa e gemer mais alto — que gostoso, pai, que pau gostoso, adorei que o cara nem percebeu que quem você tá comendo é a esposa dele, ela me dizia isso entre gemidos, começou a se contorcer e gemer mais, tava tendo outro orgasmo, parece que excitou mais ela saber que o marido ouviu ela recebendo pica de outro, deitei ela de novo e coloquei na beira da cama e comecei a meter mais forte e duro nessa posição, ela continuava gemendo e dizendo que adorava como eu comia ela, senti que ia gozar e gozei dentro, tirei e falei vem chupar, puta, ela ajoelhou e começou a limpar minha pica dos nossos fluidos, puxava minha pica como se estivesse espremendo tentando tirar mais porra, tirei da boca dela e dei uns tapinhas com a pica nos peitos dela e coloquei de novo na boca, mas já tava ficando mole, falei que já tinha que ir, começamos a nos trocar e me despedi dela com um beijo bom e outra apalpada, — Ela. Valeu mesmo por me comer, não sabe o quanto eu precisava, (enquanto me acariciava a pica por cima da calça e eu apertava a bunda dela) a gente pode continuar se vendo? — Eu. Eu também adorei, também sentia falta do teu corpo e com essa barriguinha ficava mais tesão te comer e gozar dentro de você, e claro, bebê, adoraria continuar te comendo, mas temos que ter cuidado com seu marido e minha namorada. — Ela. Se a gente se combinar, dá! A gente se beijou de novo e fui pra festa com meu compadre, quando cheguei todo mundo começou a zuar que eu já tava bem descarregado, minha comadre pegou na minha pica, óbvio por cima da calça, e falou já vem bem cansadinho o bebê, se ela soubesse que onde ele tava com a mão era a esposa dele me dando sentada kkkkk. Continuei vendo minha comadre durante toda a gravidez, sempre dava um jeito. a oportunidade de ir na casa dela pra comer ela ou ela vir na minha, ela deu à luz faz pouco e já tá me falando que assim que passar a quarentena quer que eu continue comendo ela, e quem sou eu pra negar a pica pra essa puta...

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