Até aquele momento, nunca tinha conseguido transar com o Arturo, só tinha chupado ele, mas nada além. No meu trabalho, me deram ingressos pra ir num congresso em Cuba, passagem de avião e hospedagem pra mim e um acompanhante. No começo, pensei em ir com meu marido, mas era o momento perfeito pra viver outro romance, e com isso me refiro ao Arturo. Fui na casa onde ele trabalha e, quando cheguei onde ele tava, ele me recebeu com um beijo na boca e um apertão na bunda. Eu deixei, porque não tinha ninguém por perto. Contei sobre o congresso e que queria que ele fosse comigo se passando por meu marido. Ele perguntou pra quê, e eu respondi:
Eu — Quero ter uma viagem com você como meu marido e fazer coisas só nós dois.
A — Isso quer dizer que agora você vai me dar essa buceta?
Eu — Por isso que quero que você vá, quero que a gente foda a viagem inteira.
A — Tá bom, love. Quando a gente vai?
Eu — Depois de amanhã.
A — Beleza!
Me despedi dele e fui pra casa. De noite, quando meu marido chegou, contei pra ele:
Eu — Ei, love, me convidaram pra um congresso em Cuba, é depois de amanhã.
E — Que bom, love. Então a gente vai depois de amanhã?
Eu — Desculpa, love, só me deram um ingresso, e além disso, quem vai ficar com as crianças?
E — Você tem razão, love. Eu adoraria ir com você.
Eu — Eu também, vou ficar sozinha no hotel, entediada, mas são só duas semanas, love.
E — Tá bom, eu fico com as crianças.
Eu — Obrigada, meu amor. Quer que eu te recompense por ser tão bonzinho?
E — Agora não, love, tô cansado.
Eu — Bom, tudo bem então.
E — Se você quiser, te levo no aeroporto.
Eu — Não, tava pensando em ir de caminhonete e deixar no estacionamento.
E — Não, love, como assim? Eu te levo.
Eu — Tá bom, love.
Não queria que ele me levasse, porque como ia fazer pra ele não perceber que eu ia com o Arturo? Mas tudo bem, já daria um jeito. No dia seguinte, comecei a arrumar minha mala. Coloquei só biquínis sexy pra desfilar pro Arturo, shorts bem curtinhos, só fio dental e cropped, saias bem curtas e justas, só roupa que me fizesse ela ver a vadia. A história do congresso era verdade, mas eu só tinha pego os ingressos pra ir pra Cuba de graça, não ia assistir ao congresso. Chegou o dia, entrei no banho e comecei a me vestir, coloquei uma tanga, uma legging e uma blusa, mas o mais importante era meu plug de pedrinha enfiado no meu cu, coloquei lá porque queria realizar uma das minhas fantasias, mais pra frente vocês vão conhecer. O voo saía às 9 da noite, então saímos de casa às 7, o Arturo já tava lá fora com a mala dele, então quando a gente tava na caminhonete ele viu e encostou. E- Arturo, como cê tá? A- Tô bem, e o senhor? E- Também tô bem, pra onde cê vai com essa maletinha? Não espera ir andando, né? A- Vou pro aeroporto, chefe, meus irmãos tiveram um problema na cidade deles e vou pra lá com eles. E- Que bom, a Naomi também vai pro aeroporto, ela vai pra um congresso, se quiser a gente te leva. A- Por favor, muito obrigado, chefe. Arturo subiu na caminhonete e a gente seguiu pro aeroporto. E- Então cê vai pra sua cidade. A- Sim, chefe, já tô com saudade, vou ver minha véia pra dar o que ela precisa. E- hahaha Meu marido ficou bem incomodado com a linguagem vulgar do Arturo, e ele não tava falando da velha dele pra comer ela, tava se referindo a mim como a véia dele. A- Tô com uma vontade de meter até levar com esse pauzão, mas desculpa, patrão, pela linguagem, é que tô muito pilhado. E- Não se preocupa, hahaha, tudo normal. Chegamos no aeroporto e meu marido ajudou a gente a descer as malas, se despediu de mim com um beijinho na boca e falou pro Arturo. E- Tô deixando ela na sua mão, não deixa ninguém encostar nela ou fazer nada que eu não saiba aqui no aeroporto. A- Sim, patrão, eu cuido enquanto a gente tiver no aeroporto, ninguém encosta nela. O que meu marido não sabia é que ninguém ia me tocar além do Arturo, e ele ia me tocar do jeito que quisesse. A gente entrou no aeroporto e começou a fazer o check-in e tudo, até que chegou a hora da segurança, passamos minha mala pelo raio-x. Segurança e tudo certo, até que chegou minha vez de passar pelo arco de detecção de metais e ele começou a apitar. Rápido, um policial veio até mim e passou o detector de metais pelas minhas bolsas e pelo tronco, mas não apitou. Então me mandaram de volta pro arco e ele apitou de novo. Isso se repetiu até que um dos policiais passou o detector na minha bunda e disse: "Tá aí, tira isso, por favor." E eu, em voz alta, respondi: "Eu... não posso agora." "Por que não?" "Eu teria que abaixar minha calça e me despir pra tirar." "O que é?" "É um plug anal, mas é de metal, e eu tinha esquecido que ia apitar." Os policiais, ao saberem o que eu carregava, mudaram a cara pra uma expressão de safadeza. Eu tava excitada, porque muita gente tinha me ouvido e tava me olhando. Arturo não sabia o que tava rolando, porque já tinha passado do filtro de segurança e não deixavam ele voltar. Essa era minha fantasia: me sentir uma putinha e ser descoberta usando brinquedos sexuais. Um policial me acompanhou até o banheiro pra eu tirar o plug e mostrar que não era nada que ameaçasse a segurança. Entrei num cubículo, tirei o plug, me vesti de novo e saí pra onde o policial estava. Mostrei o plug pra ele, que ficou perplexo com minha confiança em exibir meu brinquedo. Ele me pediu pra me apoiar na pia, me inclinando um pouco pra frente, pra passar o detector na minha bunda. Passou e não apitou mais. Ele disse: "Obrigado, senhorita, pode passar." Peguei minha mala e fui embora com meu plug na mão. Continua...
Eu — Quero ter uma viagem com você como meu marido e fazer coisas só nós dois.
A — Isso quer dizer que agora você vai me dar essa buceta?
Eu — Por isso que quero que você vá, quero que a gente foda a viagem inteira.
A — Tá bom, love. Quando a gente vai?
Eu — Depois de amanhã.
A — Beleza!
Me despedi dele e fui pra casa. De noite, quando meu marido chegou, contei pra ele:
Eu — Ei, love, me convidaram pra um congresso em Cuba, é depois de amanhã.
E — Que bom, love. Então a gente vai depois de amanhã?
Eu — Desculpa, love, só me deram um ingresso, e além disso, quem vai ficar com as crianças?
E — Você tem razão, love. Eu adoraria ir com você.
Eu — Eu também, vou ficar sozinha no hotel, entediada, mas são só duas semanas, love.
E — Tá bom, eu fico com as crianças.
Eu — Obrigada, meu amor. Quer que eu te recompense por ser tão bonzinho?
E — Agora não, love, tô cansado.
Eu — Bom, tudo bem então.
E — Se você quiser, te levo no aeroporto.
Eu — Não, tava pensando em ir de caminhonete e deixar no estacionamento.
E — Não, love, como assim? Eu te levo.
Eu — Tá bom, love.
Não queria que ele me levasse, porque como ia fazer pra ele não perceber que eu ia com o Arturo? Mas tudo bem, já daria um jeito. No dia seguinte, comecei a arrumar minha mala. Coloquei só biquínis sexy pra desfilar pro Arturo, shorts bem curtinhos, só fio dental e cropped, saias bem curtas e justas, só roupa que me fizesse ela ver a vadia. A história do congresso era verdade, mas eu só tinha pego os ingressos pra ir pra Cuba de graça, não ia assistir ao congresso. Chegou o dia, entrei no banho e comecei a me vestir, coloquei uma tanga, uma legging e uma blusa, mas o mais importante era meu plug de pedrinha enfiado no meu cu, coloquei lá porque queria realizar uma das minhas fantasias, mais pra frente vocês vão conhecer. O voo saía às 9 da noite, então saímos de casa às 7, o Arturo já tava lá fora com a mala dele, então quando a gente tava na caminhonete ele viu e encostou. E- Arturo, como cê tá? A- Tô bem, e o senhor? E- Também tô bem, pra onde cê vai com essa maletinha? Não espera ir andando, né? A- Vou pro aeroporto, chefe, meus irmãos tiveram um problema na cidade deles e vou pra lá com eles. E- Que bom, a Naomi também vai pro aeroporto, ela vai pra um congresso, se quiser a gente te leva. A- Por favor, muito obrigado, chefe. Arturo subiu na caminhonete e a gente seguiu pro aeroporto. E- Então cê vai pra sua cidade. A- Sim, chefe, já tô com saudade, vou ver minha véia pra dar o que ela precisa. E- hahaha Meu marido ficou bem incomodado com a linguagem vulgar do Arturo, e ele não tava falando da velha dele pra comer ela, tava se referindo a mim como a véia dele. A- Tô com uma vontade de meter até levar com esse pauzão, mas desculpa, patrão, pela linguagem, é que tô muito pilhado. E- Não se preocupa, hahaha, tudo normal. Chegamos no aeroporto e meu marido ajudou a gente a descer as malas, se despediu de mim com um beijinho na boca e falou pro Arturo. E- Tô deixando ela na sua mão, não deixa ninguém encostar nela ou fazer nada que eu não saiba aqui no aeroporto. A- Sim, patrão, eu cuido enquanto a gente tiver no aeroporto, ninguém encosta nela. O que meu marido não sabia é que ninguém ia me tocar além do Arturo, e ele ia me tocar do jeito que quisesse. A gente entrou no aeroporto e começou a fazer o check-in e tudo, até que chegou a hora da segurança, passamos minha mala pelo raio-x. Segurança e tudo certo, até que chegou minha vez de passar pelo arco de detecção de metais e ele começou a apitar. Rápido, um policial veio até mim e passou o detector de metais pelas minhas bolsas e pelo tronco, mas não apitou. Então me mandaram de volta pro arco e ele apitou de novo. Isso se repetiu até que um dos policiais passou o detector na minha bunda e disse: "Tá aí, tira isso, por favor." E eu, em voz alta, respondi: "Eu... não posso agora." "Por que não?" "Eu teria que abaixar minha calça e me despir pra tirar." "O que é?" "É um plug anal, mas é de metal, e eu tinha esquecido que ia apitar." Os policiais, ao saberem o que eu carregava, mudaram a cara pra uma expressão de safadeza. Eu tava excitada, porque muita gente tinha me ouvido e tava me olhando. Arturo não sabia o que tava rolando, porque já tinha passado do filtro de segurança e não deixavam ele voltar. Essa era minha fantasia: me sentir uma putinha e ser descoberta usando brinquedos sexuais. Um policial me acompanhou até o banheiro pra eu tirar o plug e mostrar que não era nada que ameaçasse a segurança. Entrei num cubículo, tirei o plug, me vesti de novo e saí pra onde o policial estava. Mostrei o plug pra ele, que ficou perplexo com minha confiança em exibir meu brinquedo. Ele me pediu pra me apoiar na pia, me inclinando um pouco pra frente, pra passar o detector na minha bunda. Passou e não apitou mais. Ele disse: "Obrigado, senhorita, pode passar." Peguei minha mala e fui embora com meu plug na mão. Continua...
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