Queria contar minha história, que trago guardada bem lá no fundo de mim há um tempinho, e resolvi compartilhar com os leitores desse tipo de situação.
Nasci no primeiro de janeiro de 1975, num lugar campestre da geografia colombiana (Guasca, Cundinamarca), onde sempre tinha o que fazer: bichos domésticos, serviços de casa e as tarefas da escola. Morei lá direto até terminar o primário, com 11 anos. Depois nos mudamos pra capital da república (Bogotá) em busca de melhores oportunidades de estudo, trabalho e vida social. Lá, na casa dos meus pais, terminei o ensino médio aos 16 anos e comecei a faculdade, que não consegui terminar porque conheci e casei com Alberto, com quem tive meu único filho aos 18 anos (Marcel), quando estava no meio do curso de Psicologia.
Faz um ano que me separei do meu marido. Ele sempre me sustentou financeiramente e sexualmente, mas não aceitou que eu continuasse estudando, então tive que arrumar um emprego num banco. Ele vivia com ciúmes de todos os meus colegas de trabalho, principalmente porque eu tinha que me vestir de forma elegante, mas não muito chamativa: saia até a parte de cima do joelho, camisa de botão e blazer — o padrão desse tipo de instituição financeira. Ele ia de vez em quando pagar contas de serviços públicos, cartões, etc., mas sempre esperava até ser a vez do caixa que eu atendia. E aí, como é normal, a saia subia até a metade das pernas, e ele achava que eu ficava assim o tempo todo pra provocar os clientes e colegas, sendo que nem passava pela minha cabeça fazer isso. Em casa, me visto de forma casual (short, blusa e chinelo), e na rua vou de jeans, blusas com um decote, blazer e botas de couro ou tênis.
Desde então, não transei com ninguém, só me masturbo uma ou duas vezes por semana ou quando, por algum motivo externo, me dá vontade de ter um orgasmo, tipo quando vejo alguém gostoso na TV, no cinema ou na rua. Mesmo assim, consegui controlar bem esse aspecto da minha vida pessoal. Tento me distrair ao máximo com as ocupações do meu trabalho e do escritório. Continuo trabalhando e juntando dinheiro pra, no futuro, conseguir terminar meus estudos universitários. Tenho meu próprio apartamento na cidade, uma casa de campo perto de Guasca e um emprego fixo e bem pago, então não tenho nenhum problema financeiro pra viver dignamente com meu filho Marcel, que tá começando a faculdade agora.
Mas o problema que tô enfrentando agora é que, por acaso, fui testemunha das investidas amorosas do meu filho com a namorada que ele tem há uns três anos, a Andrea: uma loira espetacular, de pele branca e corpo quase perfeito, pernas longas, uma bunda um pouco avantajada e peitos grandes e bem firmes.Andrea e Marcel tinham ido passar um tempo gostoso na nossa casa de campo, sem saber que eu tava lá porque tinha pedido o dia.

compensatório por trabalhar aos sábados, então tinha decidido ir pra fazenda descansar da correria típica da cidade. A surpresa pra mim foi enorme ao ver eles entrando muito agarradinhos e despreocupados na casa, por isso me escondi atrás das cortinas do sótão, de onde dava pra ver a sala toda. Andrea deu um beijo na boca do Marcel e passou a mão no volume da virilha dele, e se mandou com um olhar safado pro banheiro, dizendo pra ele relaxar que tinha uma surpresa pra ele naquele dia.
Depois de uns dez minutos, ela voltou pra sala, totalmente transformada como nunca tinha visto: um vestidinho minúsculo branco, de alcinhas finas no ombro, decote não muito marcado, que ficava bem justinho marcando a figura jovem e feminina dela (tinha acabado de fazer 18 anos, quase da mesma idade do meu Marcel); usava umas meias cor da pele super fininhas, quase transparentes, que iam até onde começa a bunda, tudo finalizado só com uns sapatos de salto de uns 12 centímetros de altura. Ela se aproximou dele andando devagar e bem sensual, deixando o cabelão solto se mexer livremente nas costas. Os olhos do Marcel ficaram enormes diante daquele espetáculo erótico, esperando o que ia rolar. Ela chegou perto, abraçou ele e deu um beijo de língua de alto nível erótico, e colocou a perna direita dela por cima da perna esquerda do Marcel, e quando levantou até a cintura, pude ver metade da bunda linda e provocante dela, além da cinta-liga gostosa que segurava as meias na cintura. Eu tava ficando louca e precisava urgentemente ir ao banheiro me masturbar, por causa da quantidade de lubrificação que tava escorrendo pela minha bunda, não tinha nada praticamente ao meu alcance, só minhas mãos com os dedos recém-lavados.
Depois, Andrea se abaixou devagar até ajoelhar no chão, soltou o cinto da calça do Marcel, baixou a calça dele até o chão e começou uma lambida de leve por cima do short e da pica do meu filho, que já tava quase escapando daquela cueca que apertava cada vez mais enquanto a Andrea continuava com a paquera erótica. Daí ela puxou a cueca dele pra baixo de vez e na frente dela ficou exposta por inteiro a pica do meu filho, um pau longo e muito bem definido, toda vez que eu via aquilo, jorrava uns líquidos da minha buceta e escorria pela minha virilha que já tava toda molhada fazia tempo. Por uns instantes, eu não sabia o que fazer, se saía do meu esconderijo e entrava de cabeça pra participar da ação que eu tava vendo ou se ficava ali até o fim, essa última seria minha decisão por motivos óbvios, mesmo que meu subconsciente gritasse pra eu fazer outra coisa.Então começou a sessão de sexo oral que nunca vou esquecer e que me marcou pra sempre: a Andrea começou a acariciar a haste da pica que meu filho tinha, bem devagar e suavemente com a ponta da língua, desde a ponta da pica até percorrer ela toda até a base dos colhões; primeiro por baixo e depois por cima e pelos lados, até deixar ela completamente molhada e lisa, como pude perceber ao ver ela passando as duas mãos, uma após a outra, naquele membro ereto, igual quem ordenha as tetas de uma vaca antes da tirada. Depois, com as duas mãos, pegou meu filho pelos lados das pernas e começou a chupar a ponta da pica, completamente dura, com a boquinha de puta insaciável, mas mal deixava entrar a pontinha rosada e tirava ela toda de novo, pra depois pegar ela de novo entre os lábios sem usar as mãos. Aos poucos, num boquete que durou aproximadamente

5 minutos, que pra mim foram uma eternidade, ela começou a deixar aquela pica entrar devagarinho na boca dela, depois bem lentamente e com toda a lascívia deixava ela sair completamente, pra em seguida pegar de novo e meter rapidinho até a profundidade que tinha alcançado na investida anterior. Quando chegou no limite máximo que a boca dela permitia, com um esforço parecido com o que as cobras fazem quando estão engolindo as presas, ela começou a se forçar pra ir o mais fundo possível, até que finalmente alcançou a raiz daquela pica linda que ela tinha como um ídolo, adorando fervorosamente com a língua e a boca de uma atriz pornô treinada nesses assuntos. Depois voltava pro mesmo ritual: deixar sair bem devagarinho e depois engolir de novo até onde a boca permitia, pra finalmente fazer o processo de se esforçar e deixar entrar totalmente pela garganta. Isso dava pra perceber pelos gestos típicos e instintivos de expulsar o que com tanto carinho e dedicação ela tava chupando com gosto.Quando meu filho Marcel começou a ter os espasmos pré-orgásmicos, a puta safada tirou o pau da boca completamente e afastou a cabeça com cuidado, sem soltar as pernas do meu Marcel. Ela esperou uns dois minutos sem voltar ao ataque, sempre olhando com tesão pro meu pobre anjinho, que parecia estar quase desmaiando diante daquela cena: ver a cara de vagabunda satisfeita da própria esposa na frente do pau dele, duro, comprido, todo inchado e brilhante por causa da umidade da mistura dos líquidos pré-seminais que escorriam pela uretra do pau do meu filho e da saliva que a boca da safada da Andrea soltava. O ato seguinte foi o que definitivamente marcou meu desejo irrevogável de ter o pau do meu filho dentro de mim: Andrea deu as três últimas mamadas até a raiz dos colhões e mandou ele deitar no chão, enquanto ela, ajoelhada, ajustou o vestidinho que estava usando, esticou ele o máximo que pôde, juntou as pernas, se abaixou com o olhar fixo na cara do Marcel, que já estava deitado no chão, colocou a mão direita do outro lado do corpo do meu filho e deixou a esquerda alisando e arrumando o cabelo para o lado esquerdo da cabeça, pra não atrapalhar a grande mamada antes da penetração que ela tinha preparado pra aquela linda e gostosa rola, que agora subia na vertical como um obelisco apontando pro teto da casa. Ela fez um gesto parecido com o de quem já tivesse o pau inteiro dentro e fosse deixar ele passar pra garganta, e começou a deixar ele entrar bem devagar, movendo a língua com toda a lentidão pra dar boas-vindas àquele pau liso que estava entrando naquela boquinha totalmente relaxada. Agora ele entrava até o fundo da garganta da Andrea sem nenhuma interrupção no meio, o nariz dela batia na barriga pubiana do meu Marcel pra depois começar a retirada igualmente lenta daquela delícia de pau daquela boca ávida por ficar permanentemente ocupada. por aquele cilindro de carne pulsante. Esse entra e sai durou uns dois minutos, no final dos quais ela se aproximou de gatinhas da bolsa e tirou uma fita métrica flexível. Ao voltar pro local onde estava o objeto da sua adoração sexual, disse ao Marcel com sua voz de puta irreprimível que precisava saber as medidas daquela coisinha tão gostosa e saborosa que ela tava chupando e que ia ter em instantes dentro das suas entranhas, ao que meu filho só balançou a cabeça. As medidas que ela falou em voz alta: comprimento = 21 centímetros pela parte da barriga púbica e 23,5 pela parte dos testíbooties, dos quais 5 eram correspondentes ao comprimento da cabeça; de novo um boquete até o fundo e tirada pra tirar as próximas medidas: largura na ponta = um centímetro, largura na junção da cabeça da pica com o respectivo tronco = 3 centímetros e largura do tronco = 5 centímetros. Mais um boquete daqueles já descritos.


antes, mas dessa vez com movimento circular da cabeça enquanto deixava a rola entrar e sair na boquinha faminta de sexo puro, e a medida final: profundidade da piroca linda e gostosa do meu filho: 4 centímetros. No final desse ritual, a putinha da Andrea deixou a fita métrica de lado e, olhando fixo nos olhos do meu Marcelito amado, disse que aquele pauzão que ele tinha conseguido erguer era produto do amor dela por aquele membro que, em total repouso, ela mesma tinha medido: 8 centímetros de comprimento (3 dos quais eram o tamanho da cabeça) e 9 centímetros de circunferência da haste. Depois, passou a perna direita por cima do corpo do meu filho e deixou cair no chão pra ficar completamente ajoelhada, aberta e pronta pra tirar a calcinha de lado e devorar de vez aquela maravilha irresistível de rola que tinha conseguido inchar ao máximo e deixar totalmente dura, já sabendo que ia chupar uns 23 centímetros de prazer infinito. No começo, não deixou nem encostar na virilha dela, arqueou o corpo, esticou de novo o vestidinho branco até onde deu e deu o beijo final no meu Marcelito na boca completamente aberta, lambeu o rosto dele todo e desceu fazendo a mesma coisa até chegar nos mamilos do Marcel, onde ficou chupando eles por um bom tempo, sempre sem deixar a virilha dela encostar no obelisco de 21 a 23 centímetros de altura que tinha debaixo dela, totalmente à mercê dela.
Depois foi descendo mais devagar até o umbigo dela, onde enfiou a língua e lambeu as laterais, pra finalmente descer quase instantaneamente até a ponta da pica e dar a última chupada, e a saudação final, de boas-vindas às entranhas dela. Depois de mais ou menos um minuto, percebendo que a respiração do meu filho tava passando de suspiros pra gemidos, a puta revelou a surpresa final que tinha preparado: se arqueou de novo até alcançar a boca do meu Marcel e desceu com uma lentidão desesperadora a cinturinha de pilão até conseguir encontrar a ponta do mastro com as partes mais íntimas dela. Pensei que ela ia afastar a calcinha pra liberar a passagem pra pica do meu filho, mas não, a safada se sentou devagar e, quando terminou a penetração, pude ver claramente que nunca tinha usado nada por baixo e que o ato sexual já tava consumado. Começou uma respiração ofegante contínua e mútua entre aqueles dois corpos, montando e sendo montado, mas a Andrea queria levar tudo ao extremo: subia e descia devagar, intercalando movimentos repentinos de penetração quase instantânea com penetrações bem lentas, mas com movimentos circulares da bunda dela, agora claramente linda e gostosa. O vestidinho tinha subido totalmente até a cintura dela e dava pra ver claramente as meias arrastão presas pelos quatro prendedores da cinta-liga branca coberta de renda. Que espetáculo ver aquela cena linda de trepada primitiva, de penetração pura e deliciosa de um pau grosso e comprido numa buceta completamente depilada, aquela bunda branca reluzente subindo e descendo lenta e rapidamente, sempre tentando engolir aquele pedaço de carne que tinha dentro dela, ver como aquelas meias de seda presas pela cinta-liga se mexiam no ritmo daquele corpo precisando ser comido sem parar, ver as caras da Andrea que mostravam o prazer profundo que ela tava sentindo, a cara dela totalmente transformada numa tigresa e puta ao mesmo tempo (quando virava pra olhar pra trás, mordia os lábios e passava a língua para umedecê-los e sentir mais prazer), ver o pau do meu filho completamente brilhante e mergulhado naquele corpo lindo daquela puta que estava se esbaldando... enfim, também saber que na minha mente só passavam as mesmas cenas, mas eu substituindo aquela gostosa que estava cavalgando o pau do meu Marcel, pensar que um dia teria que ser eu quem estivesse em cima daquele falo gozando igual naquele momento a Andrea fazia, que no futuro seria a Marta Patrícia quem estaria dando pra

próprio filho, que ele sentisse o mesmo ou mais prazer do que a puta da namorada dele estava dando e que eu não conseguia descrever por não ver o rosto dele.
Chegou o momento em que Andrea, e ao mesmo tempo meu corpo, estavam chegando ao clímax do paroxismo, tendo um grande orgasmo por tanto tempo adiado, mas ao mesmo tempo tão bem preparado e realizado. Finalmente, os gemidos e gritos de Andrea pedindo para Marcel meter tudo e com toda a força, esquecendo que era ela quem estava no comando e que tudo o que acontecesse dependia apenas da velocidade que ela imprimia no corpo de puta dela e, principalmente, naquela bunda linda e sedenta que balançava entre as duas belas pernas que se apoiavam levemente no chão. Quando finalmente completou aquele interminável orgasmo feminino, indicou para meu filho ficar parado, ela sentou completamente naquela roça totalmente engolida entre as pernas e entranhas dela e se encolheu totalmente como se quisesse espremer ou apertar ao máximo aquele pedaço de carne que estava invadindo o buraco do amor dela, permanecendo ali por uns dois minutos a mais. Finalmente, tirou completamente o minivestido que estava no corpo dela (mostrando que também não usava sutiã sobre os peitos lindíssimos) e levou a boquinha dela até o membro ereto do meu filho (a quem pude ver novamente o rosto de total gozo e prazer infinito), deu umas três chupadas a mais e naquele momento veio o orgasmo do meu Marcel, a porra seminal invadiu a boca daquela puta totalmente satisfeita com o trabalho dela, engoliu até onde conseguiu e o resto escorreu pelos cantos dos lábios dela e pelo tronco da rola do meu Marcel, a boca de Andrea continuava freneticamente o percurso ao longo daquele belo exemplar de rola em erupção, até que tudo terminou num espasmo total e relaxamento muscular daqueles corpos cheios de sexo por todos os lados. Assim, ficaram dormindo por uns 15 minutos, momento que aproveitei para sair do meu esconderijo e começar minha... Saí de casa pra voltar correndo pro apartamento na cidade, precisava enfiar alguma coisa grossa, comprida e lisa dentro de mim, algo que me fizesse pensar que era a piroca do meu Marcelito. Meu Deus, antes de sair, quando passei pelos corpos exaustos e completamente dormidos dos amantes, não sei como, mas veio na minha cabeça aproveitar aquele momento e peguei com minhas mãos aquela piroca adormecida, e com a fita métrica tirei as seguintes medidas: comprimento = 13 centímetros e circunferência no meio do tronco = 12 centímetros; além disso, e foi o mais difícil de acreditar, me abaixei e dei uma chupada naquele troféu que um dia devia ser meu e que estaria dentro de mim. A rola instintivamente reagiu e começou a ficar dura, mas não aguentei mais aquela tentação e saí o mais rápido possível da minha própria casa, levando na minha boca o néctar cujo sabor esperava um dia comparar com a mistura dos meus fluidos vaginais e o sêmen do meu filho; me consolei sabendo que tudo era pelo bem futuro das minhas intenções de comer aquela piroca linda do meu Marcel, que não consegui mais tirar da minha cabeça.Ao chegar no apartamento, procurei desesperadamente na geladeira algo parecido com um pau e encontrei umas cenouras compridas, com proporções adequadas às minhas intenções e necessidades. Só tive tempo de correr pra vestir uma blusa de alcinhas e uma saia de trabalho que parecia uma minissaia. Depois disso, sentei devagar naquela hortaliça que fazia as vezes de uma rola ereta igual à que vi na casa de campo — a do meu próprio filho! Cheguei rápido ao orgasmo tão reprimido que eu tinha e caí exausta no chão, e fiquei assim por uma hora, até que chegou o inevitável: o sentimento de culpa e remorso, o de arrependimento e a promessa de que faria de tudo pra não cair na tentação de comer meu adorado Marcelito.

Ao anoitecer, quando eles voltaram muito alegres e, como sempre, bem apaixonadinhos, fiquei tranquila ao saber que não tinham me visto nem em sonhos na casa de campo. Só cumprimentei eles com beijo nas bochechas e notei que estavam banhadinhos e perfumados, igualzinho a mim.Em um relato posterior, descreverei detalhadamente as ideias que agora se aglomeram na minha mente sobre como pensei em seduzir meu filho e conseguir ter seu pau ereto dentro do meu corpo, que já está pedindo por isso aos berros, apesar de minha mente me dizer para não fazer, que isso vai contra o que é socialmente estabelecido. Por favor, aquelas mães que já conseguiram superar um problema parecido com o que me atormenta agora, ou os filhos que viveram esse mesmo tormento, ou, por último, o leitor ou leitora deste relato, peço que me escrevam seus conselhos e ideias para realizar meu sonho de dar para o meu próprio filho sem fracassar na tentativa. Podem fazer isso no meu e-mail, que estarei consultando na esperança de obter apoio e suporte para meu desejo incontrolável de ter relações incestuosas com meu filho Marcel. Inicialmente, pensei nas seguintes coisas para desenvolver algumas ideias que tenho a respeito, as quais comentarei no segundo relato que postarei nesta mesma página assim que possível: a) comprar uma roupinha parecida com a que a puta da Andrea estava usando no dia do relato que acabei de contar; b) dar uma primeira visão das minhas pernas e calcinhas para meu filho ao tornar realidade a ideia errada do meu marido de que eu vivia excitando os clientes e colegas da instituição onde trabalho ao usar a saia levantada pela correria normal desse tipo de atividade (lá, na verdade, eu a arrumo toda hora por vergonha que normalmente sinto); c) seduzi-lo no meu apartamento, mas de uma forma bem sutil ou subliminar, que não pareça que quero ser comida a qualquer custo; d) convidá-lo para dançar em uma balada e dar um jeito de excitá-lo ao máximo, ainda não tenho certeza se levo ele ao clímax máximo e como ele ali mesmo; e, e) levá-lo a duas sessões de cinema pornô no Teatro Esmeralda Pussycat, quase o único desse gênero que resta em Bogotá. Quando se tornarem realidade as Diferentes situações que tenho em mente, vou descrevendo em detalhes em novos contos.
Aguardando suas contribuições, ideias e ajuda, para este autor que deseja que vocês se libertem sexualmente e realizem todos os seus sonhos.
Nasci no primeiro de janeiro de 1975, num lugar campestre da geografia colombiana (Guasca, Cundinamarca), onde sempre tinha o que fazer: bichos domésticos, serviços de casa e as tarefas da escola. Morei lá direto até terminar o primário, com 11 anos. Depois nos mudamos pra capital da república (Bogotá) em busca de melhores oportunidades de estudo, trabalho e vida social. Lá, na casa dos meus pais, terminei o ensino médio aos 16 anos e comecei a faculdade, que não consegui terminar porque conheci e casei com Alberto, com quem tive meu único filho aos 18 anos (Marcel), quando estava no meio do curso de Psicologia.
Faz um ano que me separei do meu marido. Ele sempre me sustentou financeiramente e sexualmente, mas não aceitou que eu continuasse estudando, então tive que arrumar um emprego num banco. Ele vivia com ciúmes de todos os meus colegas de trabalho, principalmente porque eu tinha que me vestir de forma elegante, mas não muito chamativa: saia até a parte de cima do joelho, camisa de botão e blazer — o padrão desse tipo de instituição financeira. Ele ia de vez em quando pagar contas de serviços públicos, cartões, etc., mas sempre esperava até ser a vez do caixa que eu atendia. E aí, como é normal, a saia subia até a metade das pernas, e ele achava que eu ficava assim o tempo todo pra provocar os clientes e colegas, sendo que nem passava pela minha cabeça fazer isso. Em casa, me visto de forma casual (short, blusa e chinelo), e na rua vou de jeans, blusas com um decote, blazer e botas de couro ou tênis.
Desde então, não transei com ninguém, só me masturbo uma ou duas vezes por semana ou quando, por algum motivo externo, me dá vontade de ter um orgasmo, tipo quando vejo alguém gostoso na TV, no cinema ou na rua. Mesmo assim, consegui controlar bem esse aspecto da minha vida pessoal. Tento me distrair ao máximo com as ocupações do meu trabalho e do escritório. Continuo trabalhando e juntando dinheiro pra, no futuro, conseguir terminar meus estudos universitários. Tenho meu próprio apartamento na cidade, uma casa de campo perto de Guasca e um emprego fixo e bem pago, então não tenho nenhum problema financeiro pra viver dignamente com meu filho Marcel, que tá começando a faculdade agora.
Mas o problema que tô enfrentando agora é que, por acaso, fui testemunha das investidas amorosas do meu filho com a namorada que ele tem há uns três anos, a Andrea: uma loira espetacular, de pele branca e corpo quase perfeito, pernas longas, uma bunda um pouco avantajada e peitos grandes e bem firmes.Andrea e Marcel tinham ido passar um tempo gostoso na nossa casa de campo, sem saber que eu tava lá porque tinha pedido o dia.

compensatório por trabalhar aos sábados, então tinha decidido ir pra fazenda descansar da correria típica da cidade. A surpresa pra mim foi enorme ao ver eles entrando muito agarradinhos e despreocupados na casa, por isso me escondi atrás das cortinas do sótão, de onde dava pra ver a sala toda. Andrea deu um beijo na boca do Marcel e passou a mão no volume da virilha dele, e se mandou com um olhar safado pro banheiro, dizendo pra ele relaxar que tinha uma surpresa pra ele naquele dia.Depois de uns dez minutos, ela voltou pra sala, totalmente transformada como nunca tinha visto: um vestidinho minúsculo branco, de alcinhas finas no ombro, decote não muito marcado, que ficava bem justinho marcando a figura jovem e feminina dela (tinha acabado de fazer 18 anos, quase da mesma idade do meu Marcel); usava umas meias cor da pele super fininhas, quase transparentes, que iam até onde começa a bunda, tudo finalizado só com uns sapatos de salto de uns 12 centímetros de altura. Ela se aproximou dele andando devagar e bem sensual, deixando o cabelão solto se mexer livremente nas costas. Os olhos do Marcel ficaram enormes diante daquele espetáculo erótico, esperando o que ia rolar. Ela chegou perto, abraçou ele e deu um beijo de língua de alto nível erótico, e colocou a perna direita dela por cima da perna esquerda do Marcel, e quando levantou até a cintura, pude ver metade da bunda linda e provocante dela, além da cinta-liga gostosa que segurava as meias na cintura. Eu tava ficando louca e precisava urgentemente ir ao banheiro me masturbar, por causa da quantidade de lubrificação que tava escorrendo pela minha bunda, não tinha nada praticamente ao meu alcance, só minhas mãos com os dedos recém-lavados.
Depois, Andrea se abaixou devagar até ajoelhar no chão, soltou o cinto da calça do Marcel, baixou a calça dele até o chão e começou uma lambida de leve por cima do short e da pica do meu filho, que já tava quase escapando daquela cueca que apertava cada vez mais enquanto a Andrea continuava com a paquera erótica. Daí ela puxou a cueca dele pra baixo de vez e na frente dela ficou exposta por inteiro a pica do meu filho, um pau longo e muito bem definido, toda vez que eu via aquilo, jorrava uns líquidos da minha buceta e escorria pela minha virilha que já tava toda molhada fazia tempo. Por uns instantes, eu não sabia o que fazer, se saía do meu esconderijo e entrava de cabeça pra participar da ação que eu tava vendo ou se ficava ali até o fim, essa última seria minha decisão por motivos óbvios, mesmo que meu subconsciente gritasse pra eu fazer outra coisa.Então começou a sessão de sexo oral que nunca vou esquecer e que me marcou pra sempre: a Andrea começou a acariciar a haste da pica que meu filho tinha, bem devagar e suavemente com a ponta da língua, desde a ponta da pica até percorrer ela toda até a base dos colhões; primeiro por baixo e depois por cima e pelos lados, até deixar ela completamente molhada e lisa, como pude perceber ao ver ela passando as duas mãos, uma após a outra, naquele membro ereto, igual quem ordenha as tetas de uma vaca antes da tirada. Depois, com as duas mãos, pegou meu filho pelos lados das pernas e começou a chupar a ponta da pica, completamente dura, com a boquinha de puta insaciável, mas mal deixava entrar a pontinha rosada e tirava ela toda de novo, pra depois pegar ela de novo entre os lábios sem usar as mãos. Aos poucos, num boquete que durou aproximadamente

5 minutos, que pra mim foram uma eternidade, ela começou a deixar aquela pica entrar devagarinho na boca dela, depois bem lentamente e com toda a lascívia deixava ela sair completamente, pra em seguida pegar de novo e meter rapidinho até a profundidade que tinha alcançado na investida anterior. Quando chegou no limite máximo que a boca dela permitia, com um esforço parecido com o que as cobras fazem quando estão engolindo as presas, ela começou a se forçar pra ir o mais fundo possível, até que finalmente alcançou a raiz daquela pica linda que ela tinha como um ídolo, adorando fervorosamente com a língua e a boca de uma atriz pornô treinada nesses assuntos. Depois voltava pro mesmo ritual: deixar sair bem devagarinho e depois engolir de novo até onde a boca permitia, pra finalmente fazer o processo de se esforçar e deixar entrar totalmente pela garganta. Isso dava pra perceber pelos gestos típicos e instintivos de expulsar o que com tanto carinho e dedicação ela tava chupando com gosto.Quando meu filho Marcel começou a ter os espasmos pré-orgásmicos, a puta safada tirou o pau da boca completamente e afastou a cabeça com cuidado, sem soltar as pernas do meu Marcel. Ela esperou uns dois minutos sem voltar ao ataque, sempre olhando com tesão pro meu pobre anjinho, que parecia estar quase desmaiando diante daquela cena: ver a cara de vagabunda satisfeita da própria esposa na frente do pau dele, duro, comprido, todo inchado e brilhante por causa da umidade da mistura dos líquidos pré-seminais que escorriam pela uretra do pau do meu filho e da saliva que a boca da safada da Andrea soltava. O ato seguinte foi o que definitivamente marcou meu desejo irrevogável de ter o pau do meu filho dentro de mim: Andrea deu as três últimas mamadas até a raiz dos colhões e mandou ele deitar no chão, enquanto ela, ajoelhada, ajustou o vestidinho que estava usando, esticou ele o máximo que pôde, juntou as pernas, se abaixou com o olhar fixo na cara do Marcel, que já estava deitado no chão, colocou a mão direita do outro lado do corpo do meu filho e deixou a esquerda alisando e arrumando o cabelo para o lado esquerdo da cabeça, pra não atrapalhar a grande mamada antes da penetração que ela tinha preparado pra aquela linda e gostosa rola, que agora subia na vertical como um obelisco apontando pro teto da casa. Ela fez um gesto parecido com o de quem já tivesse o pau inteiro dentro e fosse deixar ele passar pra garganta, e começou a deixar ele entrar bem devagar, movendo a língua com toda a lentidão pra dar boas-vindas àquele pau liso que estava entrando naquela boquinha totalmente relaxada. Agora ele entrava até o fundo da garganta da Andrea sem nenhuma interrupção no meio, o nariz dela batia na barriga pubiana do meu Marcel pra depois começar a retirada igualmente lenta daquela delícia de pau daquela boca ávida por ficar permanentemente ocupada. por aquele cilindro de carne pulsante. Esse entra e sai durou uns dois minutos, no final dos quais ela se aproximou de gatinhas da bolsa e tirou uma fita métrica flexível. Ao voltar pro local onde estava o objeto da sua adoração sexual, disse ao Marcel com sua voz de puta irreprimível que precisava saber as medidas daquela coisinha tão gostosa e saborosa que ela tava chupando e que ia ter em instantes dentro das suas entranhas, ao que meu filho só balançou a cabeça. As medidas que ela falou em voz alta: comprimento = 21 centímetros pela parte da barriga púbica e 23,5 pela parte dos testíbooties, dos quais 5 eram correspondentes ao comprimento da cabeça; de novo um boquete até o fundo e tirada pra tirar as próximas medidas: largura na ponta = um centímetro, largura na junção da cabeça da pica com o respectivo tronco = 3 centímetros e largura do tronco = 5 centímetros. Mais um boquete daqueles já descritos.

antes, mas dessa vez com movimento circular da cabeça enquanto deixava a rola entrar e sair na boquinha faminta de sexo puro, e a medida final: profundidade da piroca linda e gostosa do meu filho: 4 centímetros. No final desse ritual, a putinha da Andrea deixou a fita métrica de lado e, olhando fixo nos olhos do meu Marcelito amado, disse que aquele pauzão que ele tinha conseguido erguer era produto do amor dela por aquele membro que, em total repouso, ela mesma tinha medido: 8 centímetros de comprimento (3 dos quais eram o tamanho da cabeça) e 9 centímetros de circunferência da haste. Depois, passou a perna direita por cima do corpo do meu filho e deixou cair no chão pra ficar completamente ajoelhada, aberta e pronta pra tirar a calcinha de lado e devorar de vez aquela maravilha irresistível de rola que tinha conseguido inchar ao máximo e deixar totalmente dura, já sabendo que ia chupar uns 23 centímetros de prazer infinito. No começo, não deixou nem encostar na virilha dela, arqueou o corpo, esticou de novo o vestidinho branco até onde deu e deu o beijo final no meu Marcelito na boca completamente aberta, lambeu o rosto dele todo e desceu fazendo a mesma coisa até chegar nos mamilos do Marcel, onde ficou chupando eles por um bom tempo, sempre sem deixar a virilha dela encostar no obelisco de 21 a 23 centímetros de altura que tinha debaixo dela, totalmente à mercê dela.
Depois foi descendo mais devagar até o umbigo dela, onde enfiou a língua e lambeu as laterais, pra finalmente descer quase instantaneamente até a ponta da pica e dar a última chupada, e a saudação final, de boas-vindas às entranhas dela. Depois de mais ou menos um minuto, percebendo que a respiração do meu filho tava passando de suspiros pra gemidos, a puta revelou a surpresa final que tinha preparado: se arqueou de novo até alcançar a boca do meu Marcel e desceu com uma lentidão desesperadora a cinturinha de pilão até conseguir encontrar a ponta do mastro com as partes mais íntimas dela. Pensei que ela ia afastar a calcinha pra liberar a passagem pra pica do meu filho, mas não, a safada se sentou devagar e, quando terminou a penetração, pude ver claramente que nunca tinha usado nada por baixo e que o ato sexual já tava consumado. Começou uma respiração ofegante contínua e mútua entre aqueles dois corpos, montando e sendo montado, mas a Andrea queria levar tudo ao extremo: subia e descia devagar, intercalando movimentos repentinos de penetração quase instantânea com penetrações bem lentas, mas com movimentos circulares da bunda dela, agora claramente linda e gostosa. O vestidinho tinha subido totalmente até a cintura dela e dava pra ver claramente as meias arrastão presas pelos quatro prendedores da cinta-liga branca coberta de renda. Que espetáculo ver aquela cena linda de trepada primitiva, de penetração pura e deliciosa de um pau grosso e comprido numa buceta completamente depilada, aquela bunda branca reluzente subindo e descendo lenta e rapidamente, sempre tentando engolir aquele pedaço de carne que tinha dentro dela, ver como aquelas meias de seda presas pela cinta-liga se mexiam no ritmo daquele corpo precisando ser comido sem parar, ver as caras da Andrea que mostravam o prazer profundo que ela tava sentindo, a cara dela totalmente transformada numa tigresa e puta ao mesmo tempo (quando virava pra olhar pra trás, mordia os lábios e passava a língua para umedecê-los e sentir mais prazer), ver o pau do meu filho completamente brilhante e mergulhado naquele corpo lindo daquela puta que estava se esbaldando... enfim, também saber que na minha mente só passavam as mesmas cenas, mas eu substituindo aquela gostosa que estava cavalgando o pau do meu Marcel, pensar que um dia teria que ser eu quem estivesse em cima daquele falo gozando igual naquele momento a Andrea fazia, que no futuro seria a Marta Patrícia quem estaria dando pra

próprio filho, que ele sentisse o mesmo ou mais prazer do que a puta da namorada dele estava dando e que eu não conseguia descrever por não ver o rosto dele.Chegou o momento em que Andrea, e ao mesmo tempo meu corpo, estavam chegando ao clímax do paroxismo, tendo um grande orgasmo por tanto tempo adiado, mas ao mesmo tempo tão bem preparado e realizado. Finalmente, os gemidos e gritos de Andrea pedindo para Marcel meter tudo e com toda a força, esquecendo que era ela quem estava no comando e que tudo o que acontecesse dependia apenas da velocidade que ela imprimia no corpo de puta dela e, principalmente, naquela bunda linda e sedenta que balançava entre as duas belas pernas que se apoiavam levemente no chão. Quando finalmente completou aquele interminável orgasmo feminino, indicou para meu filho ficar parado, ela sentou completamente naquela roça totalmente engolida entre as pernas e entranhas dela e se encolheu totalmente como se quisesse espremer ou apertar ao máximo aquele pedaço de carne que estava invadindo o buraco do amor dela, permanecendo ali por uns dois minutos a mais. Finalmente, tirou completamente o minivestido que estava no corpo dela (mostrando que também não usava sutiã sobre os peitos lindíssimos) e levou a boquinha dela até o membro ereto do meu filho (a quem pude ver novamente o rosto de total gozo e prazer infinito), deu umas três chupadas a mais e naquele momento veio o orgasmo do meu Marcel, a porra seminal invadiu a boca daquela puta totalmente satisfeita com o trabalho dela, engoliu até onde conseguiu e o resto escorreu pelos cantos dos lábios dela e pelo tronco da rola do meu Marcel, a boca de Andrea continuava freneticamente o percurso ao longo daquele belo exemplar de rola em erupção, até que tudo terminou num espasmo total e relaxamento muscular daqueles corpos cheios de sexo por todos os lados. Assim, ficaram dormindo por uns 15 minutos, momento que aproveitei para sair do meu esconderijo e começar minha... Saí de casa pra voltar correndo pro apartamento na cidade, precisava enfiar alguma coisa grossa, comprida e lisa dentro de mim, algo que me fizesse pensar que era a piroca do meu Marcelito. Meu Deus, antes de sair, quando passei pelos corpos exaustos e completamente dormidos dos amantes, não sei como, mas veio na minha cabeça aproveitar aquele momento e peguei com minhas mãos aquela piroca adormecida, e com a fita métrica tirei as seguintes medidas: comprimento = 13 centímetros e circunferência no meio do tronco = 12 centímetros; além disso, e foi o mais difícil de acreditar, me abaixei e dei uma chupada naquele troféu que um dia devia ser meu e que estaria dentro de mim. A rola instintivamente reagiu e começou a ficar dura, mas não aguentei mais aquela tentação e saí o mais rápido possível da minha própria casa, levando na minha boca o néctar cujo sabor esperava um dia comparar com a mistura dos meus fluidos vaginais e o sêmen do meu filho; me consolei sabendo que tudo era pelo bem futuro das minhas intenções de comer aquela piroca linda do meu Marcel, que não consegui mais tirar da minha cabeça.Ao chegar no apartamento, procurei desesperadamente na geladeira algo parecido com um pau e encontrei umas cenouras compridas, com proporções adequadas às minhas intenções e necessidades. Só tive tempo de correr pra vestir uma blusa de alcinhas e uma saia de trabalho que parecia uma minissaia. Depois disso, sentei devagar naquela hortaliça que fazia as vezes de uma rola ereta igual à que vi na casa de campo — a do meu próprio filho! Cheguei rápido ao orgasmo tão reprimido que eu tinha e caí exausta no chão, e fiquei assim por uma hora, até que chegou o inevitável: o sentimento de culpa e remorso, o de arrependimento e a promessa de que faria de tudo pra não cair na tentação de comer meu adorado Marcelito.

Ao anoitecer, quando eles voltaram muito alegres e, como sempre, bem apaixonadinhos, fiquei tranquila ao saber que não tinham me visto nem em sonhos na casa de campo. Só cumprimentei eles com beijo nas bochechas e notei que estavam banhadinhos e perfumados, igualzinho a mim.Em um relato posterior, descreverei detalhadamente as ideias que agora se aglomeram na minha mente sobre como pensei em seduzir meu filho e conseguir ter seu pau ereto dentro do meu corpo, que já está pedindo por isso aos berros, apesar de minha mente me dizer para não fazer, que isso vai contra o que é socialmente estabelecido. Por favor, aquelas mães que já conseguiram superar um problema parecido com o que me atormenta agora, ou os filhos que viveram esse mesmo tormento, ou, por último, o leitor ou leitora deste relato, peço que me escrevam seus conselhos e ideias para realizar meu sonho de dar para o meu próprio filho sem fracassar na tentativa. Podem fazer isso no meu e-mail, que estarei consultando na esperança de obter apoio e suporte para meu desejo incontrolável de ter relações incestuosas com meu filho Marcel. Inicialmente, pensei nas seguintes coisas para desenvolver algumas ideias que tenho a respeito, as quais comentarei no segundo relato que postarei nesta mesma página assim que possível: a) comprar uma roupinha parecida com a que a puta da Andrea estava usando no dia do relato que acabei de contar; b) dar uma primeira visão das minhas pernas e calcinhas para meu filho ao tornar realidade a ideia errada do meu marido de que eu vivia excitando os clientes e colegas da instituição onde trabalho ao usar a saia levantada pela correria normal desse tipo de atividade (lá, na verdade, eu a arrumo toda hora por vergonha que normalmente sinto); c) seduzi-lo no meu apartamento, mas de uma forma bem sutil ou subliminar, que não pareça que quero ser comida a qualquer custo; d) convidá-lo para dançar em uma balada e dar um jeito de excitá-lo ao máximo, ainda não tenho certeza se levo ele ao clímax máximo e como ele ali mesmo; e, e) levá-lo a duas sessões de cinema pornô no Teatro Esmeralda Pussycat, quase o único desse gênero que resta em Bogotá. Quando se tornarem realidade as Diferentes situações que tenho em mente, vou descrevendo em detalhes em novos contos.
Aguardando suas contribuições, ideias e ajuda, para este autor que deseja que vocês se libertem sexualmente e realizem todos os seus sonhos.

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