Vizinha gostosa 12

A porta do meu quarto nos separava, meu quarto dava quase direto na sala.

Eu: Vocês confiam em mim?
Ale: Sim, o que foi?
Eu: Quero que vocês três sentem no sofá grande.

Ouvi eles fazerem isso e uns murmúrios que eu não entendi.

Dani: Pronto.
Eu: Quero que fechem os olhos até eu mandar, não importa o que aconteça, não abram.
Dani: O que você vai fazer?
Eu: Vocês confiam em mim ou não?
Chicos: Sim. Falaram ao mesmo tempo.
Eu: Se alguém abrir os olhos sem minha permissão, acaba tudo e vocês vão embora.
Chicos: Tá bom.

Eu tava parada a um metro da porta do meu quarto, só de abrir ela dava pra ver eles. Meu corpo começou a se sentir e agir diferente. Meu coração acelerou e a respiração ficou mais rápida, um tremor leve tomou conta de mim e minhas mãos começaram a suar, a adrenalina parecia dizer "presente" naquele momento. Minha mente queria brincar comigo, me fazendo repensar e recalcular tudo, me perguntando se era uma boa decisão o que eu tava prestes a fazer. Se não era melhor mandar eles irem embora e não ir mais longe. Mesmo sem ter pensado muito no que fazer ao sair do quarto, só tinha pedido pra fecharem os olhos e sentarem no sofá pra ter um certo controle, pra sentir que tinha uma leve vantagem sobre eles e que, se eu me arrependesse, eles não saberiam o que tinha rolado ou ia rolar, embora outra parte de mim adorasse a ideia de eles estarem sob meu comando total. "Chega, Macarena, pensa direito nas coisas." "Manda eles irem embora, o jogo já foi longe demais." "São garotos," eu pensava, mas meu corpo dizia: "Faz tempo que você não sente isso, ou talvez nunca sentiu." "Você tá se divertindo e gostando." "Aproveita." "Para de ser medrosa, como a Luana falava." Quem eu devo ouvir? Meu corpo tava refletido num espelho e quando me vi, tomei a decisão, foi o empurrão que eu precisava e se eu pensasse um segundo, não teria agido. Respirei fundo e, com mais coragem do que qualquer outra coisa, abri a porta. porta.

Assim que fiz isso e vi os 3 de olhos fechados, exatamente como pedi, o medo ou a incerteza que eu sentia sumiu. O tesão e a putaria começaram a tomar conta do meu corpo. Já estava na frente deles, embora não pudessem me ver. Eles tinham cumprido a parte deles, mas eu não fazia ideia de como continuar. Olhei pra todos os lados procurando algo que pudesse me ajudar ou me dar alguma ideia, mas não sabia o que fazer. Comecei a andar devagar em volta do sofá só pra ganhar tempo enquanto algo me viesse à cabeça. Tava apavorada por não saber o que fazer, e minha mente, como se não tivesse me ouvido antes, parecia não querer me ajudar. Tava em branco.

Eu: Não abram os olhos, obedeçam.
Gurizada: Sim. As vozes deles saíam meio trêmulas.
Eu: Cês vão se comportar direitinho, né?
Gurizada: Sim.
Eu: Se vocês se comportarem bem, eu vou me comportar bem com vocês. Sabiam?

Minha voz tava cada vez mais confiante. Parei de pensar demais e as coisas começaram a fluir sozinhas. Enquanto falava, andava atrás deles e minha mão ia passando pelos ombros deles.

Eu: Alguém me explica por que deram um ponto pra Luana no jogo e não os 3 pra mim?

Ninguém respondeu...

Eu: Ela tem uma bunda melhor que a minha?
Gurizada: Nããão. Reclamaram.
Eu: Então por quê?
Ale: Foi culpa minha.
Eu: Por quê?
Ale: Eu falei pra gente votar na Luana, pra poder continuar te vendo. Se não, você teria ganhado e o Dani não teria podido te pedir nada.
Eu: Olha só, que espertinho... deu certo pra vocês.
Ale: Valeu...
Eu: Preferiam ver as calcinhas dela penduradas no lugar das minhas?
N: Não, eu quero continuar vendo suas calcinhas. E agora mais ainda.
Eu: Por que agora mais?
N: Porque vi como ficam em você, e mesmo você dizendo que tem melhores, eu amei.
Eu: Você deve ser o pior dos três. Tem cara de punheteiro, mermão.
N: É difícil não ser, vendo você...

Eu tava ficando com muito tesão nesse jogo todo. Falava com eles de um jeito bem safado, e eles tavam ficando loucos...

😨 Por que a gente Você faz vendar os olhos?
Eu: Ainda não sei, mas vou descobrir... te incomoda?
😨 Um pouco, prefiro te ver
Eu: O que você acha que eu tô de fio dental?
😨 Acho que não, mas adoraria.
Eu: Como você gostaria que eu estivesse?
😨 Como você estava há pouco, com o mesmo fio dental e sutiã.
Eu: E você, Nico?
😨 Com um fio dental bem pequenininho, igual aqueles que você disse que tinha.
Eu: Bem pequenininho?
N: Sim, adoraria te ver com um fiozinho.
Eu: Esses ficam bem enfiadinhos na minha raba.
N: Meu Deus, nem consigo imaginar, tomara que você tivesse pendurado um pelo menos.
Eu: Talvez eu pendure... e você, Ale?
A: Te imagino exatamente como você estava vestida quando cheguei.
Eu: Você é o único que me imagina de roupa, que estranho. Mas por quê?
A: Porque eu curtiria ver como você vai tirando a roupa.
Eu: Já fiz isso há um tempo, não te basta?
A: Queria ver mais devagar pra aproveitar mais..

Eu podia vê-los, mas eles não me viam, e isso me excitava porque tenho certeza que eles iam querer se tocar pelo menos disfarçadamente, mas não saberiam se eu tava olhando. Mas é claro, aos poucos eu ia notando como os volumes deles iam reagindo e se movendo, despertando devagar, embora no Nico desse pra ver bem o pau quase duro, era compreensível, ele é o mais novo, os hormônios dele tão a mil e sem dúvida é o mais punheteiro dos três.

O que mais eu podia fazer? Não me vinha mais nada na cabeça, na verdade sim, queria me jogar em cima deles, mas ao mesmo tempo parecia demais, até que...

Ale: Vai, Maca, quanto tempo você vai nos deixar assim? É uma tortura..
Eu: Shh, não seja desesperado. Falei com ternura, mas respondi mais pra ganhar tempo.
N: Desculpa, mas não aguento mais, não dá pra continuar assim..
Eu: Por quê?
N: Preciso me tocar, tô há horas muito excitado..
Eu: Por quê?
N: Por você, pela sua bunda, por esses peitos, por tudo que a gente viu, nunca fiquei tão excitado.

Eu também nunca tinha chegado tão longe assim e tava começando a entendê-los, era demais. Ou deixava eles irem se satisfazer sozinhos, ou agia. Caminhei e Peguei o controle da TV, achei a música certa, coloquei uma cadeira na frente deles e falei.

Eu: Lembram quando a Luana chegou e eu falei pra vocês?
N: Eu não, já não consigo nem pensar.
Ale: Sim, que você ia nos pagar com juros.
Eu: Vão fazer tudo que eu mandar?
Gurizada: Sim, tudo que você mandar.
Eu: Ninguém sai do sofá, chegou a hora de pagar esses juros.

Sentei na cadeira, respirei fundo e, no mesmo instante que apertei o play na música, falei: “Abram os olhos”.

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