A música começou, era calma mas sexy, eles abriram os olhos, eu continuava vestida exatamente como estava, sentada na cadeira na frente deles, imóvel, encarando eles. Eles trocaram olhares, acho que esperavam outra coisa ou talvez decepcionados por me imaginar de um jeito diferente. Eu tava um pouco nervosa, o efeito do álcool já tinha passado em todo mundo praticamente e eu já não tava tão solta como há um tempo atrás.
Eu: Querem que eu pague? Falei com a voz mais gostosa que consegui.
Gurias: Sim, por favor.
Eles não sabiam como eu ia pagar eles, eu já tinha algo em mente. Vamos ver como as coisas vão rolar.
Estiquei minhas pernas e acariciei desde os tornozelos, mas não parei, fui até meus peitos, apertei eles por cima da roupa, mordendo o lábio inferior e olhando fixamente pro Nico, que era quem mais gostava deles. Ele me olhava com a boca entreaberta, a mão dele se moveu só alguns centímetros em direção ao pau, mas ele parou, não sabia se podia fazer aquilo.
Me inclinei um pouco e, cruzando os braços, tirei a camiseta. Elas puderam ver o sutiã vermelho e as tetas lutando pra escapar.
Eu: Cê gosta, né?
Ele apenas assentiu com a cabeça, a mão dele se moveu mais alguns centímetros de novo.
Eu: O que foi, gatinho? Quer se acariciar?
Ela assentiu de novo.
Eu: Faz isso, mas devagar e bem lentinho.
O pau dele tava durasso por baixo da roupa, dava pra sentir. Levantei e virei de costas pra eles, rebolando a bunda de um lado pro outro, jogando o cabelo pra cima. Passei as mãos pelos meus peitos, mas fui descendo, devagar, bem devagar e sensual. Passei pela bunda e cheguei no final das nádegas, acariciando e deixando à mostra — sempre achei que saia é uma das coisas mais sexy que uma mulher pode vestir. Eles só olhavam, sem falar nada, ninguém conseguia dizer uma palavra. Subi de novo até a cintura, baixei a saia devagar, sem dobrar os joelhos. Olhei pro Dani e pra Ale por cima do ombro.
Eu: Vocês gostam da minha bunda?
Eles também não conseguiam responder com palavras e fizeram com a cabeça.
Agora sim, o jogo tinha começado. Eu queria ser tão safada quanto gostosa, precisava me sentir mais desejada, muito mais.
Eu: Quero que vocês também se acariciem.
Os cocks deles também estavam tão duros quanto o do Nico, os 3 suspiravam de prazer enquanto me olhavam, acho que nunca fui olhada com tanta luxúria na minha vida. Caminhei dando uma volta lenta no sofá e, ao passar por trás deles, ia acariciando o ombro de cada um com uma mão.
Eu: O que mais eu posso fazer pra vocês, caras? Deixa eu pensar. Falei em voz alta, sensual mas meio dando risada.
Ninguém falou.
Eu: Acho que tô bolando uma parada. Falei enquanto passava andando bem perto deles, na frente, sem nem olhar.
Ale: Que?
Eu ri sem olhar pra ele.
Eu: Finalmente alguém pra conversar! Já tava ficando entediado.
Dá mais uma volta. Quando eu girava a poltrona e aparecia pelo lado direito deles, os três olhavam pra minha buceta. Quando terminei de passar, virei pra olhar eles — os olhos estavam cravados na minha raba. Sentei de novo na frente deles.
Eu: Acho que já paguei os juros, cês não acham?
Gente: Não, ainda falta.
Eu: Querem ver mais?
Gurias: Sim, por favor.
Eu: Então, eu também.
Nico: O que você quer ver?
Eu: Já sabe, não precisa nem falar.
N: Minha pica?
Eu: Ajam.
N: Tô com vergonha deles aí…
Me joguei pra frente e baixei um pouco o corpete, os biquinhos quase apareceram.
Eu: Então tu não quer ver isso?
N: Sim… quero.
Eu: Também quero ver vocês duas... falei olhando pra Ale e Dani.
A: E o que você mostra pra gente?
Me virei, parei a rabeta, meio sorrindo e mostrando a língua, abaixei a fio dental, só uns centímetros pra baixo de onde começava minha tatuagem e levantei de novo.
Eu: Querem?
Ale nem se deu ao trabalho de olhar pros amigos, tava com o olhar fixo em mim, saboreando os lábios e sem responder, puxou a rola pra fora, a pele escura dela parecia grossa, com uns ovos mais escuros e aparentemente pesados. Os outros dois viram de relance, mas não tiveram coragem de fazer o mesmo que ele.
Ale: Se não vão fazer o que ela pede, caiam fora. Eu quero continuar vendo mais.
Tem razão" disse Dani e puxou o pau pra fora, era mais branco, parecia normal até certo ponto. Olhei pro Nico esperando que ele fizesse o mesmo, mas ele não avançava, parecia envergonhado com a situação. Quis pressionar mais ele, já tinha visto o pau dele de longe uns dias atrás quando ele se masturbou no quintal, me pareceu bem apetitoso e queria ver de perto pra confirmar o que tinha visto, além disso queria que todos me obedecessem. Levantei e caminhei com meu conjunto vermelho na direção dele, sentei no braço do sofá, cruzei as pernas e acariciei o cabelo dele com carinho.
Eu: Gata, se tu não tem certeza se quer ver isso, pode vazar se quiser, é agora ou nunca.
N: Quero ver, sim, mas tenho vergonha.
Eu: Com seus amigos, a gente quer continuar jogando. E você, não?
N: Sim, tô morrendo de vontade.
Eu: Então já sabe o que fazer..
Me levantei e fui até a cadeira pra sentar, cruzando um pouco as pernas, acho que assim minha bunda ficava mais gostosa. Olhei pra ele sem falar nada, só com as pernas cruzadas e as mãos nos joelhos. Ele não se mexia.
Eu: Tic Tac. Você tem 10 segundos, vou começar a contar.
Nada acontecia.
Eu: 5, sim, quando chegar a 0 e ele não mostrar o que eu quero nem for embora, o jogo acaba pra todo mundo. TIC TAC.
Eu: 3. Nada ainda.
Ale: Fala sério, otário, cê acha que a gente vai ficar te encarando?
N: Me dá vergonha.
Eu: 2
Dani: Pela logo ou vai embora, te mato se a gente se foder por sua culpa.
Eu: 1
Ale: Vai, filho da puta
Eu: Ceeer…
N: Tá bom.
Eu tava terminando de falar “zero” e falei, não ia mandar todo mundo embora, talvez só ele por ter se achado o gostosão antes, mas os outros dois eu não pensava em deixar ir de jeito nenhum, ainda mais depois de ter visto a pica deles, minha boca encheu de água e outra parte de mim também.
N: Aqui, ó. Falou isso enquanto abaixava o short.
Olhei pra ela tentando esconder minha cara de espanto, mesmo de perto não era tão gostosa, mas tenho que admitir que curti, às vezes o diferente atrai. De longe, era um meio-termo entre as duas amigas dela. Mas tinha uma particularidade: mesmo dura, a cabeça não ficava totalmente exposta, a pele cobria um pouco mais da metade. Nunca tinha visto algo assim e me deu curiosidade. Olhei pra ela feliz com a decisão que tomou.
Eu: Viu que não era tudo isso?
N: Sim. Ele parecia meio na dele.
Eu: Seus amigos não querem ver sua pica, tão entretidos olhando pra mim.
N: É verdade, mas...
Eu: Mas nada, queria ver sua pica. Agora, me respondam uma coisa.
Ale: O quê?
Eu: Quem tá pronto pra continuar jogando?
Eu: Querem que eu pague? Falei com a voz mais gostosa que consegui.
Gurias: Sim, por favor.
Eles não sabiam como eu ia pagar eles, eu já tinha algo em mente. Vamos ver como as coisas vão rolar.
Estiquei minhas pernas e acariciei desde os tornozelos, mas não parei, fui até meus peitos, apertei eles por cima da roupa, mordendo o lábio inferior e olhando fixamente pro Nico, que era quem mais gostava deles. Ele me olhava com a boca entreaberta, a mão dele se moveu só alguns centímetros em direção ao pau, mas ele parou, não sabia se podia fazer aquilo.
Me inclinei um pouco e, cruzando os braços, tirei a camiseta. Elas puderam ver o sutiã vermelho e as tetas lutando pra escapar.
Eu: Cê gosta, né?
Ele apenas assentiu com a cabeça, a mão dele se moveu mais alguns centímetros de novo.
Eu: O que foi, gatinho? Quer se acariciar?
Ela assentiu de novo.
Eu: Faz isso, mas devagar e bem lentinho.
O pau dele tava durasso por baixo da roupa, dava pra sentir. Levantei e virei de costas pra eles, rebolando a bunda de um lado pro outro, jogando o cabelo pra cima. Passei as mãos pelos meus peitos, mas fui descendo, devagar, bem devagar e sensual. Passei pela bunda e cheguei no final das nádegas, acariciando e deixando à mostra — sempre achei que saia é uma das coisas mais sexy que uma mulher pode vestir. Eles só olhavam, sem falar nada, ninguém conseguia dizer uma palavra. Subi de novo até a cintura, baixei a saia devagar, sem dobrar os joelhos. Olhei pro Dani e pra Ale por cima do ombro.
Eu: Vocês gostam da minha bunda?
Eles também não conseguiam responder com palavras e fizeram com a cabeça.
Agora sim, o jogo tinha começado. Eu queria ser tão safada quanto gostosa, precisava me sentir mais desejada, muito mais.
Eu: Quero que vocês também se acariciem.
Os cocks deles também estavam tão duros quanto o do Nico, os 3 suspiravam de prazer enquanto me olhavam, acho que nunca fui olhada com tanta luxúria na minha vida. Caminhei dando uma volta lenta no sofá e, ao passar por trás deles, ia acariciando o ombro de cada um com uma mão.
Eu: O que mais eu posso fazer pra vocês, caras? Deixa eu pensar. Falei em voz alta, sensual mas meio dando risada.
Ninguém falou.
Eu: Acho que tô bolando uma parada. Falei enquanto passava andando bem perto deles, na frente, sem nem olhar.
Ale: Que?
Eu ri sem olhar pra ele.
Eu: Finalmente alguém pra conversar! Já tava ficando entediado.
Dá mais uma volta. Quando eu girava a poltrona e aparecia pelo lado direito deles, os três olhavam pra minha buceta. Quando terminei de passar, virei pra olhar eles — os olhos estavam cravados na minha raba. Sentei de novo na frente deles.
Eu: Acho que já paguei os juros, cês não acham?
Gente: Não, ainda falta.
Eu: Querem ver mais?
Gurias: Sim, por favor.
Eu: Então, eu também.
Nico: O que você quer ver?
Eu: Já sabe, não precisa nem falar.
N: Minha pica?
Eu: Ajam.
N: Tô com vergonha deles aí…
Me joguei pra frente e baixei um pouco o corpete, os biquinhos quase apareceram.
Eu: Então tu não quer ver isso?
N: Sim… quero.
Eu: Também quero ver vocês duas... falei olhando pra Ale e Dani.
A: E o que você mostra pra gente?
Me virei, parei a rabeta, meio sorrindo e mostrando a língua, abaixei a fio dental, só uns centímetros pra baixo de onde começava minha tatuagem e levantei de novo.
Eu: Querem?
Ale nem se deu ao trabalho de olhar pros amigos, tava com o olhar fixo em mim, saboreando os lábios e sem responder, puxou a rola pra fora, a pele escura dela parecia grossa, com uns ovos mais escuros e aparentemente pesados. Os outros dois viram de relance, mas não tiveram coragem de fazer o mesmo que ele.
Ale: Se não vão fazer o que ela pede, caiam fora. Eu quero continuar vendo mais.
Tem razão" disse Dani e puxou o pau pra fora, era mais branco, parecia normal até certo ponto. Olhei pro Nico esperando que ele fizesse o mesmo, mas ele não avançava, parecia envergonhado com a situação. Quis pressionar mais ele, já tinha visto o pau dele de longe uns dias atrás quando ele se masturbou no quintal, me pareceu bem apetitoso e queria ver de perto pra confirmar o que tinha visto, além disso queria que todos me obedecessem. Levantei e caminhei com meu conjunto vermelho na direção dele, sentei no braço do sofá, cruzei as pernas e acariciei o cabelo dele com carinho.
Eu: Gata, se tu não tem certeza se quer ver isso, pode vazar se quiser, é agora ou nunca.
N: Quero ver, sim, mas tenho vergonha.
Eu: Com seus amigos, a gente quer continuar jogando. E você, não?
N: Sim, tô morrendo de vontade.
Eu: Então já sabe o que fazer..
Me levantei e fui até a cadeira pra sentar, cruzando um pouco as pernas, acho que assim minha bunda ficava mais gostosa. Olhei pra ele sem falar nada, só com as pernas cruzadas e as mãos nos joelhos. Ele não se mexia.
Eu: Tic Tac. Você tem 10 segundos, vou começar a contar.
Nada acontecia.
Eu: 5, sim, quando chegar a 0 e ele não mostrar o que eu quero nem for embora, o jogo acaba pra todo mundo. TIC TAC.
Eu: 3. Nada ainda.
Ale: Fala sério, otário, cê acha que a gente vai ficar te encarando?
N: Me dá vergonha.
Eu: 2
Dani: Pela logo ou vai embora, te mato se a gente se foder por sua culpa.
Eu: 1
Ale: Vai, filho da puta
Eu: Ceeer…
N: Tá bom.
Eu tava terminando de falar “zero” e falei, não ia mandar todo mundo embora, talvez só ele por ter se achado o gostosão antes, mas os outros dois eu não pensava em deixar ir de jeito nenhum, ainda mais depois de ter visto a pica deles, minha boca encheu de água e outra parte de mim também.
N: Aqui, ó. Falou isso enquanto abaixava o short.
Olhei pra ela tentando esconder minha cara de espanto, mesmo de perto não era tão gostosa, mas tenho que admitir que curti, às vezes o diferente atrai. De longe, era um meio-termo entre as duas amigas dela. Mas tinha uma particularidade: mesmo dura, a cabeça não ficava totalmente exposta, a pele cobria um pouco mais da metade. Nunca tinha visto algo assim e me deu curiosidade. Olhei pra ela feliz com a decisão que tomou.
Eu: Viu que não era tudo isso?
N: Sim. Ele parecia meio na dele.
Eu: Seus amigos não querem ver sua pica, tão entretidos olhando pra mim.
N: É verdade, mas...
Eu: Mas nada, queria ver sua pica. Agora, me respondam uma coisa.
Ale: O quê?
Eu: Quem tá pronto pra continuar jogando?
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