De como a cura de um acidente leva a uma situação onde uma irmã acaba obcecada pelo pau enorme do irmão
******************************************************************************
Já tinha passado um mês desde aquele acidente sinistro, o caminhão, a moto, o pedestre distraído, o semáforo piscando, um chão molhado e uma vida inteira passando na sua frente em três segundos fatídicos, era o resumo daquela tarde escura de verão. Sequelas? Eu era o da moto, o que mais posso contar? O maldito transeunte, culpado de tudo aquilo, sumiu sem deixar rastro, e o caminhoneiro se salvou pelo seguro. Uma clavícula, várias costelas e um braço inteiro quebrado em vários lugares, além da minha moto destruída, resumiam meu histórico.
Tinha saído do hospital fazia uma semana,
não podia fazer nada, enfiado no meu quarto estudantil sombrio com uma janela pro poço de luz, tudo ficava mais tedioso. A lembrança do acidente e da minha moto estourada me martirizava a toda hora, e tirando os momentos em que algum amigo me visitava, o resto do dia era eternamente insuportável. Mas o pior eram as idas e vindas ao banheiro e a higiene diária, toda uma experiência humilhante, que tornava minha vida muito mais frustrante.
Com meus braços imobilizados, a hora de mijar era horrível. Meu pai, minha mãe, e até minha irmã em algumas ocasiões, me ajudavam nessa tarefa. Eu fechava os olhos, me lamentando daquela situação. Quanto ao banho, a situação era pior, me ver pelado na frente do meu pai ou da minha mãe não me divertia nada, embora meu estado de espírito também não me fizesse pensar muito nisso.
Naquele fim de semana, meus pais tiveram que viajar por motivos de família, me deixando aos cuidados da minha irmã mais nova. Na época, eu tinha 25 anos e ela 21. Ela não gostou nada de ficar responsável por um inválido mal-humorado, mas não tinha outra escolha, e foi assim que tudo começou.
Eram onze da manhã e tal Como minha mãe tinha me dito, eu precisava me lavar. Sandra me levou com todo cuidado ao banheiro, ainda rindo de mim por causa da moto novinha, mas era uma zoação condescendente e compreensiva que pouco me importava. Já dentro do banheiro, ela me despiu e me colocou na banheira, só tinha deixado minha cueca, acho que por vergonha, até que me olhou e perguntou se a mamãe tirava ou deixava. — Mamãe tira, mas deixa se quiser, tanto faz. — Bom, vou tirar, ela respondeu, e assim fez, sem prestar muita atenção no meu pau mole, e o rosto dela ficou vermelho com a situação.
Ela ligou o chuveiro e, depois de ver que a água estava morna, começou a me molhar, com cuidado para não encharcar meus gessos, da barriga pra baixo, passando a mão na minha pele, uma pele que não sentia nada, porque minha cabeça ainda estava na moto e no maldito pedestre que atravessou na minha frente sem olhar, até que minha pele começou a sentir. Olhei pra baixo e vi minha irmã, vidrada, olhando pro meu pau mole. — Bufff — ela disse —, é muito grande! E realmente era: mole, ele tinha uns 16 cm. Ela pegou ele com a mão, com o olhar fixo, começou a apalpar, enquanto repetia: — É enorme, que grande! Esses comentários acordaram meu pau, que aos poucos começou a endurecer. Sandra continuava meio hipnotizada, e aquelas primeiras apalpadas sentindo o músculo viraram um movimento quente de vai e vem, que fazia minha rola crescer tanto de comprimento quanto de grossura. — Meu Deus, não para de crescer, é enorme, porra, que grande! — enquanto os movimentos dela aceleravam no mesmo ritmo que a mão me masturbava. — Porra, que grande, que grande! — ela repetia. — Meu Deus, que besta! Quase sem perceber, hipnotizada pelo tamanho do meu pau, que já tinha chegado a 24 cm de comprimento por 5 cm de largura. Ela
continuava me punhetando, sem se dar conta do que estava fazendo. fazendo, eu só via aquele enorme falo que, inchado diante dela, a deixava absorta numa sensação indescritível de surpresa e prazer, a mão dela tinha acelerado o ritmo, notei como os mamilos dela marcavam a camiseta justa que usava, e como meu membro inchado, roxo, se erguia altivo diante dela, eu também não pensava na situação, só via um olhar perdido diante do meu pau enorme e uma mão que mal conseguia segurá-lo me masturbando, enquanto no banheiro só se ouvia, um incessante: "que grande, não para de crescer, é enorme, meu Deus, que grande!".
a mão dela subia e descia por aquele pedaço de carne, naquele momento só existia aquilo no mundo pra ela, concentrada continuava sem parar, eu estava prestes a gozar, queria muito, doía de tanto prazer que ela tava me dando e nem avisei ela, o primeiro jato de porra acertou o rosto dela, ela continuava concentrada na masturbação e nem o segundo jato, que acertou o cabelo dela, tirou ela daquele transe, continuou com os movimentos, meu membro continuava jorrando nela, ela trocou o "que grande" por "quanta porra, mãe, que exagero!", eu tava com as pernas tremendo de tanta sensação, ela continuava me espremendo, me esvaziando por completo, e assim, toda banhada pelo meu esperma, ela se deitou no chão, meteu a mão por baixo do shortinho que usava e começou a se masturbar.
eu continuava em pé dentro da banheira, olhando minha irmã, banhada com meu sêmen, se masturbando freneticamente, a mão dela se movia rápido por baixo daquele pano que cobria ela, enquanto com a outra mão ela catava o sêmen que tinha no rosto e enfiava com os dedos dentro da boca, saboreando a porra que pouco antes tinha tirado de mim, a outra mão acariciava o clitóris inchado dela, pra depois enfiar os dedos no sexo mais que molhado dela, tentando apagar o fogo que queimava ela, que deixava ela fervendo,
que tinha deixado ela totalmente louca, a sensação de excitação e prazer se juntavam e ela queria gozar com aquela excitação toda o mais rápido possível, pra alcançar o prazer dela na hora, os aaaahhhh dela, os deussss, terminando com um gooozooo que pareceu uma eternidade, me deixaram completamente perdido. naquele momento, uns espasmos violentos me confirmaram que ela tava tendo um orgasmo como nunca tinha sentido antes. a mão dela parou de se mexer, ela bufou várias vezes, e acho que a cada sopro de ar
ia percebendo tudo que tinha rolado. aí ela me olhou, pelado na banheira, sob o olhar dela, fixando no meu pau meio mole que ainda escorria umas gotas de porra. ela olhou pras mãos, pra camiseta manchada, tocou no rosto molhado. — o que eu fiz! me perdoa, meu deus! o que eu fiz! tô louca! — e com lágrimas nos olhos saiu correndo do banheiro, me deixando num estado quase de catarse, sem entender ainda tudo que tinha acontecido naquele momento.
uns minutos depois disso tudo, comecei a chamar ela: — Sandra, Sandra, me ajuda, não consigo sair! — ela voltou, envergonhada, sem olhar na minha cara, sem dizer nada, ainda confusa. colocou minha cueca rapidinho e me levou de volta pra cama. — a gente precisa conversar — falei. — sim, mas agora não — respondeu, enquanto saía do meu quarto, sem me olhar e de cabeça baixa. enquanto eu, já deitado na cama, pensava em tudo aquilo, arrependido por não ter parado, mas ao mesmo tempo, com uma sensação estranha de tesão provocada pela imagem de ver minha irmã me masturbando e como ela tinha se tocado, ali mesmo, possuída por uma luxúria que eu nunca imaginaria. pensamentos que me faziam desejar minha irmã como nunca desejei ninguém antes.
******************************************************************************
Já tinha passado um mês desde aquele acidente sinistro, o caminhão, a moto, o pedestre distraído, o semáforo piscando, um chão molhado e uma vida inteira passando na sua frente em três segundos fatídicos, era o resumo daquela tarde escura de verão. Sequelas? Eu era o da moto, o que mais posso contar? O maldito transeunte, culpado de tudo aquilo, sumiu sem deixar rastro, e o caminhoneiro se salvou pelo seguro. Uma clavícula, várias costelas e um braço inteiro quebrado em vários lugares, além da minha moto destruída, resumiam meu histórico.
Tinha saído do hospital fazia uma semana,
não podia fazer nada, enfiado no meu quarto estudantil sombrio com uma janela pro poço de luz, tudo ficava mais tedioso. A lembrança do acidente e da minha moto estourada me martirizava a toda hora, e tirando os momentos em que algum amigo me visitava, o resto do dia era eternamente insuportável. Mas o pior eram as idas e vindas ao banheiro e a higiene diária, toda uma experiência humilhante, que tornava minha vida muito mais frustrante.
Com meus braços imobilizados, a hora de mijar era horrível. Meu pai, minha mãe, e até minha irmã em algumas ocasiões, me ajudavam nessa tarefa. Eu fechava os olhos, me lamentando daquela situação. Quanto ao banho, a situação era pior, me ver pelado na frente do meu pai ou da minha mãe não me divertia nada, embora meu estado de espírito também não me fizesse pensar muito nisso.
Naquele fim de semana, meus pais tiveram que viajar por motivos de família, me deixando aos cuidados da minha irmã mais nova. Na época, eu tinha 25 anos e ela 21. Ela não gostou nada de ficar responsável por um inválido mal-humorado, mas não tinha outra escolha, e foi assim que tudo começou.
Eram onze da manhã e tal Como minha mãe tinha me dito, eu precisava me lavar. Sandra me levou com todo cuidado ao banheiro, ainda rindo de mim por causa da moto novinha, mas era uma zoação condescendente e compreensiva que pouco me importava. Já dentro do banheiro, ela me despiu e me colocou na banheira, só tinha deixado minha cueca, acho que por vergonha, até que me olhou e perguntou se a mamãe tirava ou deixava. — Mamãe tira, mas deixa se quiser, tanto faz. — Bom, vou tirar, ela respondeu, e assim fez, sem prestar muita atenção no meu pau mole, e o rosto dela ficou vermelho com a situação.
Ela ligou o chuveiro e, depois de ver que a água estava morna, começou a me molhar, com cuidado para não encharcar meus gessos, da barriga pra baixo, passando a mão na minha pele, uma pele que não sentia nada, porque minha cabeça ainda estava na moto e no maldito pedestre que atravessou na minha frente sem olhar, até que minha pele começou a sentir. Olhei pra baixo e vi minha irmã, vidrada, olhando pro meu pau mole. — Bufff — ela disse —, é muito grande! E realmente era: mole, ele tinha uns 16 cm. Ela pegou ele com a mão, com o olhar fixo, começou a apalpar, enquanto repetia: — É enorme, que grande! Esses comentários acordaram meu pau, que aos poucos começou a endurecer. Sandra continuava meio hipnotizada, e aquelas primeiras apalpadas sentindo o músculo viraram um movimento quente de vai e vem, que fazia minha rola crescer tanto de comprimento quanto de grossura. — Meu Deus, não para de crescer, é enorme, porra, que grande! — enquanto os movimentos dela aceleravam no mesmo ritmo que a mão me masturbava. — Porra, que grande, que grande! — ela repetia. — Meu Deus, que besta! Quase sem perceber, hipnotizada pelo tamanho do meu pau, que já tinha chegado a 24 cm de comprimento por 5 cm de largura. Ela
continuava me punhetando, sem se dar conta do que estava fazendo. fazendo, eu só via aquele enorme falo que, inchado diante dela, a deixava absorta numa sensação indescritível de surpresa e prazer, a mão dela tinha acelerado o ritmo, notei como os mamilos dela marcavam a camiseta justa que usava, e como meu membro inchado, roxo, se erguia altivo diante dela, eu também não pensava na situação, só via um olhar perdido diante do meu pau enorme e uma mão que mal conseguia segurá-lo me masturbando, enquanto no banheiro só se ouvia, um incessante: "que grande, não para de crescer, é enorme, meu Deus, que grande!".
a mão dela subia e descia por aquele pedaço de carne, naquele momento só existia aquilo no mundo pra ela, concentrada continuava sem parar, eu estava prestes a gozar, queria muito, doía de tanto prazer que ela tava me dando e nem avisei ela, o primeiro jato de porra acertou o rosto dela, ela continuava concentrada na masturbação e nem o segundo jato, que acertou o cabelo dela, tirou ela daquele transe, continuou com os movimentos, meu membro continuava jorrando nela, ela trocou o "que grande" por "quanta porra, mãe, que exagero!", eu tava com as pernas tremendo de tanta sensação, ela continuava me espremendo, me esvaziando por completo, e assim, toda banhada pelo meu esperma, ela se deitou no chão, meteu a mão por baixo do shortinho que usava e começou a se masturbar.
eu continuava em pé dentro da banheira, olhando minha irmã, banhada com meu sêmen, se masturbando freneticamente, a mão dela se movia rápido por baixo daquele pano que cobria ela, enquanto com a outra mão ela catava o sêmen que tinha no rosto e enfiava com os dedos dentro da boca, saboreando a porra que pouco antes tinha tirado de mim, a outra mão acariciava o clitóris inchado dela, pra depois enfiar os dedos no sexo mais que molhado dela, tentando apagar o fogo que queimava ela, que deixava ela fervendo,
que tinha deixado ela totalmente louca, a sensação de excitação e prazer se juntavam e ela queria gozar com aquela excitação toda o mais rápido possível, pra alcançar o prazer dela na hora, os aaaahhhh dela, os deussss, terminando com um gooozooo que pareceu uma eternidade, me deixaram completamente perdido. naquele momento, uns espasmos violentos me confirmaram que ela tava tendo um orgasmo como nunca tinha sentido antes. a mão dela parou de se mexer, ela bufou várias vezes, e acho que a cada sopro de ar
ia percebendo tudo que tinha rolado. aí ela me olhou, pelado na banheira, sob o olhar dela, fixando no meu pau meio mole que ainda escorria umas gotas de porra. ela olhou pras mãos, pra camiseta manchada, tocou no rosto molhado. — o que eu fiz! me perdoa, meu deus! o que eu fiz! tô louca! — e com lágrimas nos olhos saiu correndo do banheiro, me deixando num estado quase de catarse, sem entender ainda tudo que tinha acontecido naquele momento.
uns minutos depois disso tudo, comecei a chamar ela: — Sandra, Sandra, me ajuda, não consigo sair! — ela voltou, envergonhada, sem olhar na minha cara, sem dizer nada, ainda confusa. colocou minha cueca rapidinho e me levou de volta pra cama. — a gente precisa conversar — falei. — sim, mas agora não — respondeu, enquanto saía do meu quarto, sem me olhar e de cabeça baixa. enquanto eu, já deitado na cama, pensava em tudo aquilo, arrependido por não ter parado, mas ao mesmo tempo, com uma sensação estranha de tesão provocada pela imagem de ver minha irmã me masturbando e como ela tinha se tocado, ali mesmo, possuída por uma luxúria que eu nunca imaginaria. pensamentos que me faziam desejar minha irmã como nunca desejei ninguém antes.
13 comentários - Acidente Incestuoso (Parte 1)