Noite de Tempestade, o Carro e a Milf Gostosa

Isso aconteceu há uns anos. Tava conversando com uma mulher uns 15 anos mais velha, a gente trocava ideia pelo Facebook. Ela saía direto pra jantar com as amigas num bar conhecido de CABA, me mandava fotos de como tava vestida e eu amava. Ela é alta, magra, muito cuidadosa com a aparência, tem um gosto excelente pra roupa — e isso sempre foi algo que curti em qualquer mulher. O fato é que um dia, conversando, ela tinha bebido um pouquinho a mais, nada demais, e tava quase indo embora porque tava entediada. Na brincadeira, mandei um "quiser que eu vá te buscar", e ela respondeu: "tá bom, já tô no reme, desço em tal esquina e te espero". Fiquei de cara. Tomei um banho super rápido, me troquei, peguei o carro e, assim que entrei, começou a chuviscar. Não andei nem um quarteirão e o céu desabou de vez. Eu tinha guarda-chuva de reserva, mas esqueci e nunca usei. Cheguei na esquina, mas não enxergava nada por causa da chuva. Ainda por cima, o sinal do celular tava fraco, só dava pra usar o mensageiro do Facebook pra nos achar. Encostei o carro, estacionei, e recebi uma mensagem dela dizendo que tinha entrado num bar porque a chuva tava forte demais. Consegui localizar o lugar e vi alguém no fundo me acenando. Lá estava ela, sentada tomando um café. Me aproximei e a gente se olhou sorrindo. Ela era mais linda do que nas fotos: uma blusa branca de costas nuas, salto alto combinando e uma calça jeans elástica. Nem me deixou cumprimentar direito, já falou rindo: "Me deixou esperando na chuva e tive que entrar". A gente já tinha certa intimidade e às vezes se tratava de "senhora". Pedi um café. Enquanto conversávamos, não parávamos de nos olhar, e ela aproximou a mão dela na mesa da minha. Respondi segurando a mão dela. Naquele momento, a gente se olhou fixo e foi um beijo sem fim. O perfume dela, a maciez da pele, o gosto dos lábios — tudo perfeito. A tempestade continuava. A gente seguiu conversando e perguntei se ela queria mais alguma coisa. Ela respondeu que não, que já podíamos ir. Pedi a conta e fomos pro carro. Assim que entramos, ela... Largo tudo de novo, tento andar umas quadras mas não via nada, estaciono um momento e a gente começa a se beijar de boca aberta, gostoso pra caralho. Já as mãos saíam das costas pra ir pras pernas dela, que ela abriu fácil enquanto enfiava a mão debaixo da minha camiseta e eu sentia as unhas dela roçando no meu peito, descendo cada vez mais. A chuva dá uma trégua, e a gente dá umas voltas até eu estacionar num lugar maneiro, com pouca luz, e pergunto se ela queria ir pra trás, que era mais confortável. Com um sorriso, ela respondeu a pergunta. Tenho uma coupé, então desço do carro, quase não chovia, reclino meu banco e ela vai pra trás. Antes de eu ir, jogo os bancos da frente bem pra frente e tranco o carro. Já atrás, abro um pouco as janelas traseiras pra arejar o ar quente e quando me viro, ela se joga em cima de mim me beijando. Minhas mãos já agarravam aquela bunda pequena mas redonda, começo a enfiar a mão debaixo da calça jeans e notei que ela tava de fio-dental pequenininho. Desabotoo a calça dela e consegui enfiar minhas duas mãos pra sentir aquela bunda macia, que ela deixava eu fazer o que quisesse. Vou descendo a calça aos poucos pra abrir espaço e, brincando com meu dedo no cu dela, só massageando pra chegar naquela pussy toda molhada. Ao sentir aquilo e brincar por pouco tempo, falo: "Não aguento". Inverto as posições e agora eu tava por cima, me ajeito ajoelhado no chão do carro e começo a puxar a calça dela pra baixo, enquanto ela me ajudava também. E comecei a saborear ela. A tempestade tinha se intensificado mais, então não tinha chance de passar gente, por isso terminei com a calça dela só numa perna e ela deitada, a cabeça apoiada no canto, com uma perna esticada por todo o banco e a outra em cima do meu banco da frente pra facilitar o acesso. Fiquei não menos de uma hora saboreando ela, minha língua já quase cãibra, mas ela curtia e me puxava pela cabeça contra a pussy, que eu não queria parar. A chuva diminui um pouco, olhamos a hora e os dois trabalhávamos no dia seguinte, ela. Mais cedo do que eu, mas já era tarde, ficamos pouco mais de 3 horas no carro. A gente se ajeitou um pouco e ela me diz: "imagino que o senhor, como cavalheiro, vai me levar pra casa". Óbvio que respondi, ela me passou o endereço e eu tinha que pegar a rodovia, sem pedágio, era uma viagem direta. A chuva já era só garoa, a gente conversava, rindo e fazendo piadas do momento recente. Quando entrei na rodovia e coloquei a quinta marcha, ela fala: "não vai tão rápido" e começa a massagear minha rola, abaixando o zíper e tirando ela da calça. E enquanto eu dirigia pra casa dela, ela foi me chupando de um jeito incrível, ainda lembro daqueles lábios e boca quente e perfeita de como me chupava. A máxima era 100, a mínima era 50 e eu tava a 55, uma mão no volante, a outra massageando a nuca dela, mas sem perder a estrada de vista. Foi um trajeto curto, mas valeu cada minuto. Avisei que estávamos chegando na saída e ela parou de chupar quando comecei a desacelerar. Chegamos na casa dela, acompanhei ela até a porta e nos despedimos com um abraço e beijos quase de filme. Esperei ela terminar de entrar em casa e, antes de fechar a porta, ela me olhou de novo e falou: "me avisa quando chegar". Entrei no carro e peguei a estrada de volta pra casa. E essa não foi a última vez que a gente se viu, porque aquilo foi só a entrada, faltava o prato principal e a sobremesa. E, depois de vários anos, ainda estamos em contato.

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