Lolita

LolitaLola era a filha mais velha de quatro irmãos de uma família humilde de um vilarejo costeiro. Assim que terminou os estudos básicos e completou dezoito anos, foi pra capital da província, cheia de tédio da mentalidade fechada do povoado e da falta de recursos, além da dureza da vida numa família que vivia da pesca.

Trabalhou como garçonete, recepcionista de eventos e vendedora de roupas num shopping, e se dava bem em cada um desses trampos, porque seu rostinho lindo e inocente abria muitas portas. Lola era morena, de altura média, com um corpão bonito. Tinha um rostinho charmoso, olhos grandes e cílios longos. A maquiagem realçava sua beleza, mas ela passava tranquilamente sem ela, graças àquela beleza natural difícil de esconder.

Mesmo assim, tava cansada da vida, entediada, depois de dois anos de trampo pesado, o que ganhava mal dava pra viver na capital. E com a grana que entrava, era impossível estudar e buscar um futuro melhor. Na época, ela tinha vinte anos.

Apesar de ser uma gostosa independente, não tinha namorado. O jeito tímido dela fazia com que recusasse quase todas as investidas dos caras que rodeavam ela. Ela achava eles infantis e sem graça, uns verdadeiros incompetentes na cama, sem a menor noção de sacanagem... só um rolo rápido com um homem casado deu uma emoçãozinha na vida amorosa dela. Um dia, entediada no apartamento, ela cadastrou seus dados numa agência de encontros online, último recurso diante da dificuldade que tinha no dia a dia pra transar sem ter que se humilhar ridiculamente na balada de um bar...



Depois de uns dias lendo anúncios de caras "lindos e perfeitos" que queriam uma novinha pra manter uma "amizade", ela encontrou um anúncio que chamou a atenção dela..
Empresário excêntrico e apaixonado, posição inigualável, procura mulher jovem para realizar sua fantasia. Sem profissionais. Mandem foto, interesses e dúvidas para o e-mail que é fornecido.
O anúncio tinha um caráter sexual inegável, mas não explícito... mas ela achou interessante... não pensou duas vezes e mandou seus dados junto com uma foto. — Pra testar — disse pra si mesma — quem sabe... talvez até seja verdade que ele é apaixonado e gostoso... ha ha — ria de si mesma.
oralTinha esquecido completamente do envio quando, uma semana depois daquilo, recebeu um e-mail bem seco.
Você foi selecionada. Pedimos que nos envie um endereço para onde mandar as passagens de avião. Não precisa trazer roupa, a gente vai te dar tudo que você precisar.
Mas pra onde? Largar tudo?... mas como ele seria?... não pode ser... isso é loucura... por dois dias ela ficou remoendo o assunto... no terceiro dia, o chefe da loja onde ela trabalhava disse que ela era uma boneca inútil e distraída... aquilo doeu nela.
Assim que chegou em casa, começou a chorar… ligou o computador… e sem pensar muito, passou o endereço dela… foda-se – pensou – qualquer merda é melhor que isso.
Os dinheiros chegaram por um mensageiro no dia seguinte.
Quando, depois da viagem, chegou ao aeroporto... estava intrigada e assustada, e assim que saiu pelos portões de desembarque, um senhor de terno preto a esperava... buáá, é muito velho, - pensou ela - com um rosto inexpressivo e feio escondido atrás de óculos escuros.. no entanto, é forte.. pega as malas sem esforço.

- Acompanhe-me, senhorita...
Nem um cumprimento.. nem um "oi".. nada de nada.

- É o senhor?.. - perguntou ela, intrigada com a frieza dele..

- Não.. não sou eu - o homem sorri - o senhor a espera em casa – ele diz em tom sério.

Ufa, ainda bem – pensou ela - ... é velho demais.. e feio. Mas talvez me espere algo pior..

Um carrão de luxo espera por elas do lado de fora das portas de vidro do aeroporto.
O senhor mais velho, que no fim das contas era só um motorista, colocou as malas no carro e abriu a porta de trás. Ela entrou assustada… sabia que o cara com quem ela teria que dividir – desde que ela topasse – a juventude dela tinha uma boa grana, mas não imaginava que fosse tanto.



Tava totalmente intrigada, como será que era? O que seria dela?.. lembrava da sua família humilde.. se sentia estranha em meio a tanto luxo...
Depois de sair do aeroporto.. e com a cidade ficando pra trás, o carro pegou uma estrada vicinal, e após uns trinta minutos, entrou numa estrada de asfalto bosta que levou eles até a entrada de uma fazenda com uns portões de ferro imponentes, atrás deles uns jardins e depois deles um casarão foda.. um palacete construído aos pés de um castelinho medieval.
Salões luxuosos se sucederam até chegar a um quarto gigantesco, onde uma equipe de serviço muito simpática a levou. Os armários transbordavam vestidos, ela foi tocando neles… todos eram novos… pois ainda tinham as etiquetas… todos do seu tamanho. Sobre a mesa, um jantar opulento… tinha de tudo…
- Você vai jantar aqui… o senhor vai querer te conhecer mais tarde… desça para o salão às 23h… - disse o que parecia ser um mordomo.

Aquela autoridade dele a irritou um pouco... mas pela primeira vez na vida ela sentiu alguma emoção... algo inesperado e único estava acontecendo com ela.
Chegou a hora combinada... ela vestiu um vestido preto simples, sapatos combinando e desceu para a sala... muito assustada... quem seria aquele senhor que a esperava?.. seria um banqueiro careca.. um político sádico...? ela se assustou e pensou se tinha sido uma boa ideia aceitar aquela proposta... mesmo assim, entrou na sala e lá o viu.
Ele a esperava no centro daquela sala gigantesca, quase sem móveis.
Era um homem maduro... uns quarenta anos, calculou ela... magro, mas com ombros largos... alto, vestindo terno preto, camisa branca... sem gravata. Tinha um sorriso malicioso e um olhar que a atravessava... Ela sentiu uma atração instantânea por ele. *Esse cara não precisa colocar anúncio nenhum* — pensou na hora — o que a deixou ainda mais intrigada.

- Oi, gostosa... chega mais perto... - ele disse sorrindo.
De novo aquele tom autoritário... mas, na boca daquele homem, já não era tão desagradável assim...

Ela ficou paralisada... sem saber direito o que fazer... tentou cumprimentar, mas ficou só na tentativa, porque mal conseguiu balbuciar um: "ahn... Oi... oi... Eu..." E decidiu se calar antes de parecer uma idiota e desagradar aquele homem tão gostoso.
Vendo que ela não se mexia, o cavalheiro soltou uma gargalhada:
- Não fica nervosa, princesa, tá em boas mãos...
Enquanto dizia isso, foi se aproximando dela, e quando chegou do lado, sussurrou no ouvido dela:
- e tão boas.....
Ela sentiu um arrepio, o pulso disparou, sentiu o calor subindo pras bochechas..
lolitaO cara andava em volta dela, observando tão de perto que dava pra sentir a respiração dele na pele dele...
Enfiava a cara no pescoço dela e aspirava o cheiro, soltando o ar depois, acariciando a orelha dela...
Lola sentia os pelos arrepiados e percebia como ia ficando excitada com aquela inspeção visual minuciosa...

Era inexplicável, não sabia se era o cheiro.. o jeito arrogante dele.. o tom de voz.. mas ela se sentia intensamente atraída por ele.
- Oi Lola, me chamo Javier... mas por enquanto pode me chamar de Senhor... – ele disse – vou te explicar rapidinho qual é a situação e você vai ter que escolher... combinado?
- Sim – Lola respondeu com um fio de voz.
- Você foi selecionada entre centenas de candidatas... – disse Javier – minha única pretensão é que você seja minha parceira de fantasias.

Lola tentou protestar, aquele cara até que era bonito, mas ela não era uma... "puta" era a palavra que vinha na cabeça dela.
- Shhhh... ele colocou um dedo nos lábios dela... não fala nada... você não é uma prostituta e eu sei disso... - parecia que ele tava lendo os pensamentos dela - mas durante sua estadia aqui, você vai receber uma gratificação bem generosa... o suficiente pra pagar a faculdade inteira sem precisar trabalhar de novo...

Ele fez uma pausa pra ver o efeito que suas palavras causavam nela
— deve ser um erro, eu não... esperava... isso não é o que… — foi a única coisa que ela articulou quando ele a interrompeu.

Nenhum erro, gostosa – disse Javier, sussurrando no ouvido dela. A segurança que ele mostrava derrubava todas as defesas de Lola. Ele continuou sua explicação pausada: – Minha intenção é que, quando sua estadia acabar, seja você quem queira ficar aqui comigo pelo tempo que quiser... Mas se achar que errei de mulher... pode ir até aquela porta... e sair por ela... Você vai dormir tranquilamente e amanhã o Marco vai te levar de volta ao aeroporto... O que você diz?
Disse isso enquanto passava a mão na bochecha dela... acariciando suavemente.
A cabeça de Lola era um turbilhão… com certeza a intenção sexual da proposta já era totalmente direta… O que ele queria fazer com ela? Ela se sentia meio puta naquela situação… mas ele era gostoso… não devia faltar mulher pra ele… o que será que ele esperava dela!.. e ainda tinha a questão do dinheiro… cairia bem… mas ele tinha dito claramente… "companheira de fantasias
O que aquilo implicava?.. de repente uma revelação… a mente dela dizia.. – <>
– Aceito. – disse ela, olhando pro chão.
– Beleza – ele olhava pra ela com uma expressão de satisfação vitoriosa – Agora, por favor, tira toda a roupa.. quero ver teu corpo.
Depois de uma breve pausa, as dúvidas voltaram.. era tão brusco aquilo.. mas fazer o quê.. ela tinha aceitado.. era parte do trato.
– Por favor.. – disse ele.

vadiaLola se resignou, evidentemente. Depois que aceitou, a roupa já era demais... soltou as duas alças... e deixou o vestido cair no chão... aos seus pés... ficando completamente nua, só com uma calcinha fio-dental preta cobrindo as partes mais íntimas. Ele, de novo, começou a girar em volta dela, olhando de cima a baixo, os peitos dela... o umbigo... o pescoço... o cabelo... Ela, enquanto isso, acompanhava ele com o olhar... se sentia um objeto, mas ao mesmo tempo muito excitada com a perspectiva de transar com aquele desconhecido gostoso que a examinava como se fosse uma mercadoria valiosa. A caminhada dele era lenta. Os sapatos pretos lustrosos faziam barulho no ambiente a cada passo.
De repente ficou atrás dela… ela não conseguia vê-lo… ele tinha parado… com certeza ele tava olhando a bunda dela… ela tinha uma rabeta esplêndida… ou pelo menos era o que os poucos caras com quem ela tinha se envolvido diziam.
Ela sentiu as mãos grandes dele agarrarem seus braços.. e se aproximar até os dois corpos ficarem colados… não conseguia vê-lo, mas sentia que ele a prendia.. e uma dureza na calça.. apertando contra a bunda dela.. – ele já estava excitado..- sentiu o calor da respiração dele na nuca – você é uma gostosa- ele disse bem antes de começar a mordiscar suavemente o pescoço dela.
As pernas da Lola estavam tremendo... – ela começou a sentir que estava se lubrificando... ficou com vergonha, pois se ele olhasse pra ela de novo, poderia ver o sinal do fluxo denunciando o quanto ela tava ficando com tesão.
Uma das mãos fortes dele soltou o braço dela… e sem cerimônia nenhuma, enfiou entre as nádegas dela até tocar a buceta molhada por cima da calcinha fio dental… esfregando de leve.
Aquilo foi muito mais rápido do que ela imaginou quando aceitou a proposta..
Ela tentou distraí-lo..
- Eu.. Isso.. Me.. Eu..
- Ssshhh.... Você é tagarela demais...
Ela baixou o olhar, sentindo o rosto queimar de vergonha.

Ele a obrigou a abrir ligeiramente as pernas.. E Lola sentiu ele se abaixar.. envolver os tornozelos dela com as mãos.. Tornozelos finos e brancos.. E começou a subir as mãos pelas pernas dela bem bem devagar.
Tremia... O que é que tava fazendo ali?
Mas mesmo assim, tava botando tudo ali... Tentava acompanhar o olhar dele, mas toda vez que baixava a cabeça, ele mandava ela levantar e manter o olhar pra frente.

As mãos dele subiam pelas pernas torneadas dela... a pele macia... as coxas duras... apertadas...

- Ora ora... Pequena, parece que você tá gostando disso, né? Ou... essa gotinha aqui... se... perdeu

Ela achava que ia morrer de vergonha... Tava tão molhada que uma gotinha tinha escorrido pela coxa dela abaixo... Sentiu ela descendo tão devagar que achou que talvez sumisse antes que ele visse... Mas se enganou. E agora ele tava zoando ela.
lolaEla não queria ser uma daquelas menininhas que vivem no cio igual cachorra, prontas pra tudo com qualquer um! Mas as mãos dele... A respiração dele nas coxas dela.
- O que foi, gostosa? Ficou pensando na vida? Ah, não, não fica com vergonha... Adoro isso... Significa que você é uma putinha boazinha.
Lola torceu o nariz.
—Piranha? —disse com uma careta de deboche. —Olha, não vou permitir que...
Não conseguiu terminar a frase... ele estava lambendo aquela gotinha e subia pela coxa com os lábios, sugando com precisão o caminho traçado pelo fluxo dela...
submissaTeve que respirar fundo.. A vista tava embaçando..
O Senhor continuou subindo.. abriu mais as pernas dela e respirou fundo..
- Mmmmm... – ele disse – você é tão gostosa.. tem gosto de mulher.. uma bucetinha jovem, molhadinha.. bem molhada.. linda, vou te devorar.

Lola não sabia o que dizer... estava francamente atordoada e excitadíssima. Não sabia se falava e parecia uma tagarela, como o Senhor havia criticado... Ou talvez ficasse quieta.
- Gostosa.. tira essa fio dental, acho que a gente não precisa dela, né?
Ela concordou, submissa. Deslizou a fio dental para baixo.
Vê aquele piano lá no fundo? O que acha, a gente chega mais perto?

Ele fez um gesto de concordância, se virou e foi caminhando até o piano grandão da Booty.. enquanto isso, o senhor ficava observando ela andar.. – ele encarava fixamente a bunda dela – As cadeiras dela marcavam uma cadência felina ao caminhar.. as curvas dela.. A mina era realmente uma gostosa.. Ele não conseguia evitar passar a mão no próprio pauzão por cima da calça.. Que surpresa ele tinha preparado pra aquela garotinha.. duvidava que ela já tivesse dado pra um pau como o dele alguma vez.
Quando a Lola chegou no piano, não sabia bem o que fazer, então ficou parada na frente dele... imóvel, olhando pro Javier esperando instruções.
Javier então estalou os dedos... uma porta que estava a apenas três metros do piano se abriu, e dela se aproximou um garoto jovem com um corpo escultural de músculos fibrosos... lapidados por horas de academia... vestia um roupão branco e tinha uma venda nos olhos que o impedia de enxergar.
Lola fez o gesto reflexo de tampar os peitos e a buceta…
— Fica tranquila — disse Javier. — Ele não pode te ver… Samuel, por favor, toca alguma coisa pra gente.

LolitaO jovem escultural se aproximou do piano até que seus joelhos encostaram no banquinho... nesse momento, abriu o roupão, deixando-o cair no chão, mostrando que era muito bem dotado. Em seguida, sentou-se... e abriu a tampa... começou a tocar uma melodia agradável que se espalhava sonoramente pelo imenso salão quase vazio de móveis.
Lola não conseguiu evitar reparar no membro flácido, mas grande, do aposto jovem de venda nos olhos...
- Você gostou...? – perguntou Javier...
- É que eu...
- Responde: sim ou não?
- Sim...
- Sim o quê? – disse Javier.
- Como? – Ela não entendia bem o motivo...
- Sim, senhor – enfatizou Javier... – você tem que dizer "sim, senhor".. lembre-se disso..
- Claro.. digo sim, senhor.

Javier se apoiou na bunda do piano… tirou o paletó, ficando só de calça… e a camisa branca dele.


- Abaixa e tira ele pra fora.. – disse naquele tom amável mas autoritário que já começava a agradar a Lola..
Ela hesitou um instante, mas cedeu completamente, se abaixou e se aproximou da virilha, abaixando a braguilha.. Lola estava louca pra ver o pau do seu senhor.. o volume que a calça mostrava já antecipava a porra do caralho enorme que realmente apareceu.. ela quase não conseguiria segurar ele com a mão.

Era uma rola bem reta, sutilmente inclinada pra direita, mostrava uma grossura considerável.. tava depilada.. e dava pra ver umas veiazinhas azuis que cobriam a base e iam sumindo conforme se aproximavam da cabeça, onde já brilhava o líquido seminal… Javier segurava ela, mostrando de um jeito obsceno.
- Chupa agora, sua putinha..
A visão do jovem pianista nu.. e daquela piroca imponente do seu novo "dono" despertaram totalmente uma luxúria contida por anos e até então desconhecida para Lola.... suas defesas se anularam por completo, ela se aproximou e o colocou na boca… sentiu o calor da piroca entre seus lábios… no céu da boca… ela nunca conseguiria enfiar tudo… Javier a ajudou empurrando sua cabeça de forma que a ponta da glande foi parar no fundo da garganta, provocando uma salivação intensa.

oralEla se sentiu usada e suja como nunca antes tinha se sentido... como num sonho... mas ao mesmo tempo excitada pela nova posição de putinha submissa, pela primeira vez na vida alguém realmente tomava o controle da situação e ela estava à mercê dele... engoliu a pica o melhor que pôde... chupava e lambia... sugava tentando tirar cada gota dos sucos dele... a língua dela brincava com a glande... as notas do piano se transmitiam da bunda dele para o corpo do Javier e deste para a pica dele... ela sentia as vibrações a cada gole.
- ufffff asiiiiiii ahhhhhhhh já vi que não me enganei com você.
Javier com uma mão apertava a nuca dela e com a outra alcançava o mamilo dela, duro e inchado... ela não tinha muito peito, mas isso nunca tinha sido problema pra ela... enquanto isso, Lola levou as mãos pros ovos do seu Senhor, quase sem perceber, não conseguiu evitar levar uma das mãos pra bucetinha dela, que começou a brincar... sentiu ela completamente inchada e ensopada.
- mmmmmm – gemeu pela primeira vez em muito tempo..
- ufff putinha … vou arrebentar essa boquinha…. Uffffffff. Achou que o da piroca grossa era nosso amigo? – falava apertando ela contra o pau dele.

lolitaRecobrou a consciência e pensar que, ao lado dela, estava aquele pianista fortão completamente pelado fez com que o tesão dela aumentasse ainda mais.
- Sabe, Lola? - Disse Javier. - Ela olhou nos olhos dele sem tirar a pica enorme da boca… - Samuel, apesar da aparência - disse - Samuel é um pianista magnífico… poderia ter uma mulher chupando a pica dele e não erraria uma única nota… não é mesmo, Samuel?
- Certo, senhor... - respondeu o pianista em tom neutro, confirmando a afirmação do chefe sem parar de tocar a melodia que inundava tudo.
- Vem cá, gostosa… - ele disse gentilmente, forçando ela a se levantar.
Depois disso, levou ela até o pianista pelado, que de olhos vendados mostrava uma expressão hierática… feito uma estátua… os dedos dele se moviam com desenvoltura… Lola não conseguiu evitar reparar na ereção total que o jovem de corpo escultural exibia… algo que, no entanto, não o impedia de tocar perfeitamente.
— Samuel, para um instante… — disse em tom sério e autoritário, Javier.
Quase que de imediato a música parou, deixando o salão em completo silêncio. Samuel deixou os braços caírem dos dois lados do corpo.

Lola sentiu o hálito de Javier no pescoço... ele sussurrou: — faz o que teu corpo tá pedindo... — Lola olhou pra ele com cara de quem pedia permissão... Javier assentiu e sorriu... Lola fincou os joelhos no chão ao lado do pianista e agarrou a pica dele, masturbando... passando a mão pra cima e pra baixo... era um pouco menor que a do Javier... mas com a mesma simetria... era linda.
Enquanto batia uma punheta pro cara do piano, a Lola olhava pro rosto dele, tentando ver algum sinal de prazer... mas não conseguiu. O Samuel tava completamente imóvel, com as costas retas e a cara totalmente sem expressão, e com os olhos vendados, não mostrava o menor indício de prazer... e isso apesar do pau dele estar todo duro e recebendo os carinhos gostosos da garota.
Enquanto isso, Javier massageava suavemente seu pênis grandioso... curtindo o espetáculo que os dois jovens gostosos estavam proporcionando... Lola decidiu dar um passo a mais... e enfiou o pau na boca... sentiu ele extraordinariamente limpo... aquele garoto não tinha cheiro de nada... asséptico... enfiou até as bolas... levou o grandão até o fundo da garganta... prendeu com os lábios apertando... e chupou com gosto, fazendo barulho... mas tudo isso sem parar de fazer um massagem foda nas bolas dele.
vadia

Ela subia e descia a cabeça, enfiando e tirando o pau da boca, na esperança de quebrar aquela expressão vazia que achava tão intrigante, e que o Samuel finalmente desse uma bela porção de porra.. já estava louca e impaciente pra engolir ela… e ficou feliz quando começou a sentir um pouco de gozo saindo da cabeça do pau.. na hora que começou a brincar com a pontinha da língua no furinho do pau, brincava um pouco e logo depois enfiava ele inteiro de novo… já estava morrendo de vontade de sentir o orgasmo do garoto parado, percebia que a excitação dele só aumentava.
De repente, umas mãos fortes agarraram suas cadeiras… ela sentia alguém puxando ela com força… Javier também tinha se ajoelhado atrás dela, e a segurava firme… o pau dele começou a se enfiar entre as nádegas… esfregando… no meio delas… ela queria aquele pauzão gigante dentro delas enquanto chupava o pau do jovem… precisava ter ele já… abriu as pernas e arqueou as costas, deixando à mostra sua bucetinha jovem inchada, completamente molhada e escorrendo fluidos… com um único empurrão, Javier meteu o pau… no começo custou, mas, aos poucos, os lábios foram cedendo… o tamanho dele era fora do comum…
- Mmmmmmmmmmmmmmmmm – ela soltou um gemido surdo de dor… e prazer com o pau de Samuel dentro da boca.

Sentir a pica dentro dela foi um estouro... e as mãos e a boca dela começaram a ficar impacientes... porque queria a porra do Samuel... começou a bater uma pra ele de forma frenética, chupando, colocando a língua pra fora e lambendo desde as bolas até a cabeça do pau de forma sonora e obscena.
lola- Parece que não me enganei com você, sua putinha.. – sussurrava Javier no ouvido dela enquanto metia de forma ritmada, tirando quase completamente o pau e enfiando de novo, em intervalos regulares, mas num crescendo de velocidade.
Lola sentiu que o pau de Samuel começava a pulsar na boca dela... mesmo assim, não moveu um único músculo do corpo, e ficou ali, imóvel, quando o pau dele atingiu a grossura máxima na boca de Lola. Primeiro, umas gotinhas transparentes que anunciavam a gozada, e depois Samuel finalizou, jorrando um baita esguicho de porra... pra isso, Lola, já prevenida, tinha reservado um espaço na garganta dela. Depois do primeiro veio o segundo, e assim até ficar vazio.
Normalmente ela não engolia o sêmen dos caras com quem tinha ficado, porque sentia um certo nojo, mas naquela ocasião o estado de excitação dela fez com que perdesse todos os sentidos, e pareceu algo absolutamente delicioso e natural engolir cada uma das rajadas de porra que o Samuel jogava na boca dela... que se agarrava no pau pra não deixar escapar nenhuma gota daquele líquido vital.
Javier.. sem perder um instante ao sentir que Lola engolia o esperma… continuou com suas estocadas… agarrava com força os quadris e metia violentamente… ouvia-se um chapinhar em intervalos regulares um -chof chof chof- produzido em cada uma dessas estocadas, vindo da mistura de fluidos e sexos, tanto o fluxo vaginal abundantíssimo que Lola ia expelindo quanto o fluido seminal que saía regularmente da pica de Javier
submissa

Javier sentiu os ovos dele estourarem... apertando eles contra ela, sentindo que roçavam no clitóris dela... e ali os manteve ao perceber que esse contato dava um tesão danado na Lola... até que finalmente sentiu ela contrair a buceta dela de forma espasmódica e involuntária, inundando os dois sexos de fluido.
- aaaaaaaaaaaaahhhhhhhh siiiiiiiiiiiiii – soltou Lola – ahhhhhhhhhh – um gemido longamente contido por anos de insatisfação…
- Você gozou, sua putinha? – ele perguntava retoricamente, já que tinha a resposta entre as pernas dela.
- Siiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii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Javier não aguentou mais e puxou a rola na hora, segurando ela com uma mão e com a outra pegou a cabeça de Lola, puxando ela pra perto... Ela, sem precisar que ninguém falasse nada, já abriu a boca esperando o gozo dele... A porra já tava vindo e foi só Javier passar a mão devagar no pau dele de cima pra baixo, bem lentinho.
Lolita- Uffff asiiii asiiiii já tô gozando - gemeu Javier- tomaaaaaaaa ahhhhhhhh
De repente, uma explosão de porra encheu a boca linda da Lola, mas deixando uns restinhos de sêmen nos lábios e bochechas dela… Javier continuou batendo uma com uma mão e segurando a cabeça da Lola com a outra, impedindo que ela se afastasse, embora ela o encarasse com olhos de putinha submissa e obediente.


Atenta aos desejos do seu senhor, que naquele instante continuava despejando vários jatos de porra na boca da novinha… assim que Javier terminou de gozar, Lola fechou a boca, fazendo desaparecer na garganta todo o conteúdo seminal… ele se aproximou do rosto dela, e ela achou que ia beijá-la, mas não… ele se limitou a lamber devagar e suavemente a bochecha dela e o lábio onde ainda restavam apenas umas mínimas gotas da própria porra… lambendo e levando tudo para si… depois, sentou-se ao lado dela.
Javier tava exausto, mas tava sorrindo... Lola também... os dois se olhavam com uma cara de satisfação danada... ele olhava pra ela com devoção, como se finalmente tivesse encontrado um tesouro... ela viu nos olhos dele, cheios de ruguinhas, uma profundidade foda, tentando adivinhar o que ele pensava... chegou perto e abraçou ele, ele agarrou ela com força e levantou no colo... ela fechou os olhos... a viagem, as emoções do dia junto com a transa já tinham deixado ela mole... ele deixou ela no quarto, enfiada na cama... cuidou de cobrir ela direitinho... e, vendo que ela já tava dormindo, chegou perto do rosto dela e deu um beijo carinhoso.
Os pensamentos de Javier eram um turbilhão... depois daquela dose de sexo, aquela mulherzinha tinha olhado pra ele com ternura... os olhos grandes e brilhantes dela tinham deixado ele completamente desnorteado.
Voltou pra sala na mesma hora.. lá estava Samuel esperando em pé, já tinha vestido o jaleco branco e sorria com um sorriso debochado.
- hahaha que puta gostosa… engoliu tudo sem reclamar… hahaha
Javier se certificou de deixar o pé esquerdo um pouco à frente, o ombro direito atrasou e, de repente, lançou como um raio um soco no rosto de Samuel… que levou o golpe inesperado na mandíbula, sofrendo um impacto sonoro… girando sobre si mesmo e caindo no chão de forma estrepitosa. Por uns instantes, não se mexeu… depois tentou, sem sucesso, se recompor.
Um baita jato de sangue saiu da boca do Samuel, encharcando o avental... que rapidamente ficou vermelho-vivo ao absorver aquilo... não parava, continuava saindo em jorros da boca do Samuel... que, com os olhos vidrados e aterrorizados, olhava do chão pro Javier... que, por sua vez, naquele momento, olhava pros próprios nós dos dedos com uma cara de nojo pela dorzinha que sentia neles.
— Fero… não tô entendendo… Seu… Javier… não tô entendendo… — gaguejou Samuel
Javier encarou ele fixamente, com uma cara de ódio infinito. Passou pela cabeça dele a ideia de acabar com o cara com um chute na cabeça. Em vez disso, meteu a mão no bolso, tirou um maço de notas e, com desprezo, jogou no chão.
- Em momento algum eu te permiti gozar na boca dela.. agora sai daqui imediatamente com o teu dinheiro se não quiser que eu solte os cachorros em cima de você.. – sentenciou.
Javier se virou… desaparecendo por uma das portas da sala… achava que tinha um tesouro e teria que cuidar dele…


orallolita



Continua...




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