Diario de una cornuda – Capítulo 4, Orgasmo

Capítulos anteriores:

Cap 1 - A garota misteriosa do Whats

https://m.poringa.net/posts/relatos/3765707/Diario-de-una-Cornuda---Cap-1-La-misteriosa-chica-del-Whats.html

Cap 2 – Minha tóxica interior

https://m.poringa.net/posts/relatos/3771942/Diario-de-una-Cornuda-Cap-2-Mi-toxica-interior.html

Cap 3 - Parceira


 http://www.poringa.net/posts/relatos/3778588/Diario-de-una-cornuda---Cap-3-Socia.htmlCapítulo 4 - Orgasmo:

Depois de enfrentar meus medos, meus ciúmes e meus rancores, me encontro sentada na cama com o celular na mão, molhadinha, meio relaxada pelo cansaço que aquele orgasmo tinha causado no meu corpo. Levo a mão à testa e, com um suspiro profundo, me jogo pra trás. Minha cabeça tomba no travesseiro, meu corpo quica como se fosse uma cama elástica, e fico deitada olhando pro teto. Vejo o forro do meu quarto e, de repente, me pego contando os defeitos entre as junções das ripas. Perdi a noção do tempo, os veios da madeira começam a formar uma nebulosa que se funde com as imagens que minhas lembranças e minha imaginação começam a mostrar.

É como um sonho onde, aparentemente, eu sou meu marido. Uma porta se abre e uma jovem de uns 23 anos aparece atrás dela com um sorriso perfeito, um pingente brilhante pendurado no pescoço, destacando ainda mais um par de peitinhos perfeitos, pequenos mas firmes, que mal se escondem atrás do decote de uma regata branca leve, que realça sua pele morena, que por sua vez é a combinação perfeita com seus olhos cor de mel clarinho, como não poderia ser diferente. Estou personificando a mulher ideal do meu marido. Não terminei de enfrentar meus medos, continuo mordendo os lábios e abro os olhos de novo. Na verdade, não sei quando os fechei. Continuo sem saber que horas são, sem pensar nas coisas que tenho que fazer. Preciso investigar mais, preciso mergulhar no meu inconsciente de novo, preciso saber o que aconteceu naquele quarto. Tudo é borrado, mas consigo ver que eles estão no sofá, se sorrindo e se divertindo ao longe por razões que só eles entendem. Queria saber o que é que tanto os diverte. Já não consigo ver em primeira pessoa, agora os vejo ali, como se eu estivesse atrás da porta espiando. Um suspiro forte chama a atenção deles, e eu me escondo. Agora me visualizo apoiada contra a parede. Com muito medo, como se esperasse que ninguém me visse, não sei por quê, não teria por que me esconder, mas não quero que me vejam. Passam alguns instantes e ninguém vem, ouço barulhos e risadas, mas ninguém se aproxima. Lentamente, volto a espiar e vejo ela ali, sentada com as pernas abertas sobre ele, com movimentos suaves se esfregando com paixão, cruzando os braços no pescoço dele enquanto ele, com as mãos, realça as nádegas apertadas por um shortinho jeans com tachas, e a regata dela sobe um pouco, deixando ver a silhueta perfeita das costas dela. Enquanto ela o beija e se acariciam, minha imaginação se desfaz de repente outra vez, pelo mesmo remorso que me causa ver tanta paixão, mas preciso saber, preciso estar ali, preciso terminar de ver o que aconteceu. Aperto os olhos e me esforço, flashes de cenas diferentes vêm à minha mente: ela de joelhos na beirada, olhando na cara dele com aqueles faróis enquanto chupa o pau dele com amor, ajeitando o cabelo e suspirando enquanto ele a penetra de quatro num ritmo apaixonado. Não a ouço gritar, só suspirar. Sentada em cima dele no sofá, e a última coisa que consigo visualizar é ele se masturbando perto do rosto dela enquanto ela o olha, esperando a porra dele. E é aí que me surpreendo: ele esteve aqui, na cadeira, assistindo ao show, na beira da cama, sem fazer um único barulho. Estou com tanta raiva dele agora, mas tenho na minha buceta uma sensação de calor que preciso urgentemente deixar fluir.

Um olhar basta para fazer ele saber que preciso dele dentro de mim agora mesmo. Não quero chupar ele, não quero dar prazer a ele, não quero olhar na cara dele, só preciso do pau dele duro e quente dentro de mim. Quando ele se aproxima, pego ele pelo braço e jogo na cama. Não penso em olhar. Subo nele de costas e, com os olhos fechados, enfio ele sem pensar, até o fundo. Tão molhada estou que mal sinto o roçar na minha pele. Não quero que ele se mexa, e com a ponta dos pés travo a cintura dele. Só meus movimentos vão marcar o ritmo. Pra frente. pra frente e pra trás, sem parar, meus gemidos fortes abafam qualquer palavra que ele possa dizer, não escuto nada, ele é só um consolo gigante que uso pra apagar o fogo entre minhas pernas, e então chego naquele momento tão desejado, sinto escorrendo pela minha pélvis e entre as pernas dele, mas não é suficiente, é como se mal tivesse começado, a sensibilidade já não é a mesma, preciso de mais, preciso que o pau dele raspe tão forte que queime meus lábios da buceta, preciso que minha pélvis bata na dele, preciso de dor, preciso que ele arrebente minha buceta de uma vez. É a primeira vez que vou fazer isso, sempre achei um pouco dolorido e cansativo, mas preciso agora, apoio as solas dos pés na cama, abro as pernas feito borboleta, me inclino levemente pra trás e apoio as mãos na cintura dele pra ele não se mexer, e então começo com a força dos músculos das costas e do abdômen a subir e descer, não sei o que soa mais alto, se meus gemidos ou as palmadas que minha pélvis dá na entreperna dele… TAS! TAS! TAS! A cada movimento, no espelho vejo como as bolas dele batem na minha buceta que sobe e mostra a grossura do tronco inteiro até a cabeça saindo quase por completo por um instante antes de enfiar de novo e TAS! Na minha buceta, TAS! Na minha buceta…         ME METE EM 4!
Eu grito… saio rapidamente apoiando meus cotovelos na cama e levantando minha bunda, mostrando ela com uma curvatura nas costas, como se esperasse que ele me penetrasse com tudo, mas ele não faz assim, começa devagar e tira de novo. Não quero assim, preciso de mais, quero mais… Viro e, com um tapa forte na cara dele, peço com o olhar uma reação. Ele me levanta de novo, agora de frente, apertando meu pescoço e TÁ! TÁ! TÁ!         PELO AMOR DE DEUS, EU QUERO PIROCADesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.Eu grito… até que finalmente ela reage, pega minha bunda e abre com as mãos, com um movimento frenético de furadeira ela metralha minha buceta e eu aperto meus olhos, aperto os lençóis com as mãos, meu gemido agora é entre os dentes porque mordo os travesseiros e…         AYYYYYY! AYYYYYYY! AYYYYYY! YAAAAAA!

Como se tudo estivesse combinado, um jato enorme de porra entra no meu corpo, se misturando com todos os fluidos que explodem dentro de mim, escorrendo devagar pelo pau dele, pelas minhas pernas e pela pélvis dele. Eu desabo no peito dele e ali, sem mais palavras nem nada, eu durmo, com o membro dele ainda dentro de mim, e fico assim até o amanhecer.

4 comentários - Diario de una cornuda – Capítulo 4, Orgasmo

Sin lugar a dudas la mejor acá. Por suerte es nuestra. Sigan asi
Hablaste del 5to y me vine a fijar en tu perfil como era, no sabía que había un 4to jeje, muy bueno