Fazia mais de três meses que eu não via meus filhos, meus queridos gêmeos: Jamie e Jerry. Na verdade, era muito mais tempo, eles tinham ido para a universidade: Jamie para estudar medicina e Jerry para estudar engenharia.
Desde então, a casa estava pateticamente vazia. Meu marido Jonas nos tinha abandonado quando os garotos tinham uns 12 anos, e eu tinha ficado sozinha com eles. No começo foi um pouco difícil, mas a separação foi de mútuo acordo, e Jonas nos deixou a casa e dinheiro suficiente para educar os garotos e para eu viver decentemente pelo resto da minha vida.
Eu me casei muito jovem, e os gêmeos nasceram logo em seguida, eu tinha acabado de fazer 18 anos. Como era muito difícil eu engravidar de novo, decidimos não ter mais filhos. No começo tudo foi muito bem e bonito, mas depois veio a rotina. Jonas e eu não tínhamos nada em comum na verdade, e cada um vivia a sua vida. Eu cuidava da casa e das crianças, e ele trabalhava... e tinha seus casos, coisa que eu ignorava.
Um dia, no entanto, ele se apaixonou por outra mulher e decidiu fazer o ninho separado. Como eu disse, pra mim não importou muito porque eu tinha as crianças que ocupavam toda a minha vida. Separamos nossas coisas, ele me deixou quase tudo e desapareceu.
Eu continuei cuidando dos garotos, da casa e das minhas amigas da vizinhança, então logo me senti confortável de novo. Às vezes a casa ficava cheia de garotos e garotas da escola, às vezes eu ficava sozinha, quando eles iam para outras casas ou para acampamentos de verão e essas coisas.
Nunca me interessei em procurar outros homens. Olha, não é que eu seja feia ou não tenha atração sexual, muito pelo contrário, me mantive magra e em boa forma, mais por causa dos genes dos meus pais do que pelo meu próprio esforço, mas o fato é que, apesar dos meus 38 anos, muitos homens viram a cabeça pra me olhar (e algumas mulheres também, hahaha). Meu cabelo é loiro e comprido, não tanto quanto antes, mas sim até os ombros. Meus peitos se mantiveram bem firmes apesar da alimentação dos gêmeos. Maiores do que quando me casei, mas também não aquelas coisas plásticas que se vê hoje em dia, que parecem melões.
Em todos esses anos, muitos candidatos tentaram ter algo comigo, mas nenhum me interessou. Até saí com alguns deles, mais para seguir o conselho das minhas amigas e por mim mesma, que queria descobrir se realmente não me interessavam, mas no fim nenhum despertou nada em mim, então deixei pra lá. Se o destino tinha algum parceiro reservado pra mim, já me avisaria.
Por outro lado, sexualmente tenho minha vida sob controle graças aos conselhos das minhas amigas, às múltiplas revistas femininas e à internet… e ao Tom, ao Bob e ao Joe. Três vibradores que saciam minhas necessidades quando o calor aperta. E ainda por cima não preciso cozinhar pra eles!
No entanto, a coisa ficou um pouco mais difícil quando Jamie e Jerry foram para suas respectivas universidades. Tempo demais sozinha. Buracos demais na casa… E quando um vinha, o outro não podia! Então, pro meu aniversário… bom, meu aniversário tinha passado fazia um mês, mas mesmo assim, decidi convidá-los para passar o fim de semana em casa. Teria que pagar duas passagens de avião ida e volta, mas que prazer que ia me dar!
Às 19h da sexta-feira eu estava no aeroporto esperando por eles, depois de ter passado o dia em casa pulando de um lado pro outro, preparando o quarto onde tinham dormido a vida toda, a comida que eles gostavam, limpando tudo de novo e de novo, mesmo sabendo que nem iam notar. Mas mesmo assim, fazia pra matar o tempo.
O voo do Jamie chegava às 19h30 e o do Jerry às 19h45 – sincronização quase perfeita!
Quando vi o Jamie, meu coração parou – ele estava tão lindo! Não conseguia acreditar. Bom, ele vestia as camisetas e jeans de sempre, mas eu ainda o via com os olhos do coração.
— Jamieeee! — gritei sem me conter.
— Mamiiii! — respondeu de longe, enquanto corria pra me abraçar. Ele levava só uma pequena maleta. De mão. Não precisava de mais, vim até a casa dela.
Nos abraçamos e demos voltas como loucos.
— Como você está, meu filho?
— Muito bem, mamãe. Um pouco cansado, mas bem. Estudando muito, mas bem. E você?
— Eu também estou bem — respondi sem parar de abraçá-lo e beijá-lo — estava morrendo de vontade de vê-los.
— E eu também adoro te ver.
E enquanto continuávamos abraçados, senti alguém me abraçar por trás e me virei:
— Jeryyyy!
— Mamiiii!
E de repente me encontrei nos braços dos meus dois filhos, que felicidade! E então Jamie gritou:
— Sanduíche!
E Jerry devolveu o grito ao mesmo tempo que ambos me abraçavam, um pela frente e outro por trás, me apertando muito, como se eles fossem duas fatias de pão e eu o presunto no meio.
— Nããão! — gritei, mas por dentro me derretia de emoção por ter meus dois meninos. A questão é que esse negócio do sanduíche era uma brincadeira que fazíamos quando eles eram crianças. Assim como agora, os dois gritavam e me abraçavam, um pela frente e outro por trás, e dávamos voltas e gritávamos como possessos.
Quando chegaram por volta dos doze ou treze anos, paramos de brincar por duas razões: a primeira era que já tinham crescido demais e quem ficava na minha frente ficava com meus peitos na cara, e já estavam começando a adolescência e já sabiam, ou melhor, sentiam, o que eram peitos de mulher — e na cara! — e começaram a brigar para ser quem me abraçava pela frente. Minha bunda não chamava tanto a atenção. Depois veio a adolescência, em que se afastaram de mim, claro, a mãe dominadora que os obrigava a estudar, tomar banho, fazer as tarefas. Finalmente cresceram e os dois ficaram mais altos que eu, e os peitos não eram mais tão divertidos, mas de qualquer forma, não tínhamos mais feito isso até hoje.
— Sanduícheee! — gritamos de novo os três e fomos para dentro de casa rindo mais como crianças do que como mãe e filhos.
Em casa, eu tinha preparado a comida favorita deles: espaguete com molho de carne. - Iiiiiisso! - gritaram os dois, sentando-se e se servindo de porções imensas de espaguete. Eu comi uma pequena porção, enquanto eles devoraram três pratos cada um, regados com... Coca-Booty! Eu tinha aberto uma garrafa de vinho do Rioja, mas eles preferiram as lembranças infantis. Eu não caí nessa e tomei o vinho... um pouco demais, mas é que estava tão feliz.
Quando terminaram de comer e de me ajudar a lavar e guardar os pratos, perguntei o que queriam fazer e ambos responderam que estavam cansados, então ofereci para assistirmos um filme na sala e depois irem dormir. Que amanhã passaríamos o dia juntos. Ambos aceitaram.
Nos sentamos no sofá. Bom, eles se sentaram, mas eu me deitei entre eles. A cabeça nas pernas de Jamie e minhas pernas no colo de Jerry.
- O que você quer assistir, mamãe? - perguntou Jerry pegando o controle remoto.
- O que vocês quiserem, filhos, porque eu ficaria só olhando para vocês, hahaha - disse um pouco alegre pela quantidade de vinho que tinha tomado.
- Ok. Então eu escolho - disse ele.
Por um tempo ficou "surfando" pela Netflix consultando com Jamie sobre este ou aquele filme. Eu não prestava muita atenção neles, aproveitando o prazer de tê-los ali. Do calor das pernas de Jamie no meu pescoço e cabeça e do colo de Jerry nas minhas pernas. Tinha tirado os sapatos e afrouxado a roupa e me sentia super relaxada.
O filme começou e logo percebi que era uma daquelas coisas que os garotos adoram, com muitos tiros e muita violência. No entanto, havia algo mais que eu não estava acostumada a ver nos filmes que costumo assistir, que era muita nudez. Olha, eu já vi e de vez em quando ainda vejo meus filmes pornô, mas este supostamente não era um filme pornô, era um filme de mocinhos e bandidos, de tiros e perseguições, mas de vez em quando alguns dos protagonistas ficavam pelados... e de frente! E faziam amor. E faziam... de forma tão natural que em algumas cenas cheguei a pensar que os atores estavam fazendo de verdade!
O pior era que alguns dos protagonistas estavam um tesão, especialmente um dos "vilões" que tentava fazer cara de mau, mas que, na verdade, não estava muito convincente. O que ele fazia muito bem era ter a barriga chapada com aqueles gominhos… mmm. Uma das garotas também era especialmente sexy. Não é que eu goste de mulheres, mas essa garota era especialmente linda.
Quando o final do filme se aproximava, percebi que estava um pouco excitada. Sentia minha virilha molhada e fazia força para não me tocar. Mas então, para minha maior surpresa, ao mover minha perna esquerda, notei no colo do Jerry um volume que não estava ali antes. No começo estranhei, mas depois percebi: se eu tinha ficado excitada com o filme, eles também!
De repente percebi que estava encostando no membro de um dos meus filhos! Meu Deus!
Mas pensei que o melhor era não dar por notada e nem pensar em mover a perna… mas o volume continuava ali, roçando em mim. E eu não parava de pensar se estava crescendo ou não. Se estaria incomodando ele…
E depois pensei no Jamie. Provavelmente ele também estaria excitado, mas minha cabeça estava no seu quadril esquerdo, muito perto do corpo dele. Obviamente nessa posição não podia ver nem sentir nada. Então decidi me espreguiçar, levantei meus braços na altura da cabeça e "sem querer" esbarrei no corpo dele. Sim! Ali também tinha uma coisa dura. Senti meu ventre dar uma revirada de prazer e um novo jorro de fluidos inundar minha calcinha. Meu Deus, minha calcinha vai ficar molhada e eles vão perceber!
– Vou um minuto no banheiro, filhos – disse me levantando.
– Quer que eu pause o filme? – me perguntou o Jerry.
– Não, não importa. Só se acontecer algo importante.
– Ok.
Fui ao banheiro e fiz xixi e aproveitei para me limpar um pouco. E realmente estava toda meladinha molhada. Essa noite eu ia ter que fazer algo por mim mesma, pensei. Depois me ajeitei, lavei minhas mãos e voltei para a sala.
O filme continuava e cheguei bem na cena em que a garota bonita convencia o "vilão" (aquele que eu gostava) a mudar de lado. Enquanto me deitava entre os rapazes, não pude resistir à tentação de ver como estava a situação das ferramentas deles e, com muito disfarce, voltei a roçar neles. Ambos continuavam "armados" e, pelo que pude deduzir do leve toque, ambos estavam muito bem armados. O pai deles tinha sido um homem bem dotado e eu não tinha motivo para pensar que não haviam herdado essa boa qualidade.
Depois de me acomodar e me certificar de que minha perna continuava em contato com a ferramenta do Jerry (infelizmente não pensei em como fazer o mesmo com a do Jamie), voltei a me concentrar no filme.
A garota já estava completamente nua. Como é comum hoje em dia, estava totalmente depilada e na cena dava para ver claramente os lábios da sua buceta, enquanto ela tirava a roupa do "vilão", que se deixava fazer, relutante, sabendo que a garota queria que ele traísse os amigos. Finalmente, ambos ficaram nus e ela montou nele e começaram a fazer amor. Parecia tão real... E então senti o pau do Jerry pulsar... molhei a calcinha de novo!
Finalmente o filme acabou e todos decidimos ir dormir.
– O que você achou do filme, mamãe? – perguntou Jamie.
– Bom... não gostei muito. Violência demais... e um pouquinho de sexo a mais –
– Hahaha – Jerry riu – Agora todos são assim –
– Bom, sim – respondi – mas é que além disso, parecia tão real –
– Como assim parecia tão real? – perguntou Jamie.
– Digo, parecia que estavam fazendo de verdade –
– Mas estavam fazendo de verdade! –
– Como! – disse surpresa.
– Claro, mamãe – Jerry interveio – essas cenas simuladas acabaram há anos. Não pareciam reais. Agora todas as cenas de amor dos filmes bons São os atores fazendo amor de verdade mesmo-
- Oooohhh - eu disse, surpresa ao pensar que tinha assistido às cenas reais-
- Bom. Não se preocupa com isso. São os tempos modernos. Além do mais, você mesma já nos disse muitas vezes que não tem nada de errado em fazer amor se as duas pessoas estão de acordo - Jerry me disse, me abraçando para me dar um beijo de boa noite.
- Você tem razão - eu disse enquanto me deixava ser abraçada. No entanto, imediatamente percebi que tinha cometido um erro, porque quando ele me apertou, senti seu pau duro pressionando meu abdômen.
Quase gemei ao sentir, mas me segurei e me despedi:
- Boa noite, filho - eu disse com um fio de voz saindo da garganta - Deus te abençoe -
E então veio Jamie e fez a mesma coisa… com o mesmo resultado. Ele também estava de pau duro e quando me abraçou, se colou em mim sem hesitar. Passaram uns instantes e então ele se soltou.
- Boa noite, mamãe -
- Boa noite, filho - respondi com a voz ainda mais trêmula.
Quando cheguei no quarto, minha mente era um turbilhão. Por um lado, eu estava completamente excitada. Minha buceta estava mais molhada que peixe no mar e eu estava morrendo de vontade de fazer amor, mas eram meus filhos!
Tirei a roupa, incluindo a calcinha encharcada, coloquei a camiseta e o calção de algodão largo que uso como pijama e me enfiei na cama depois de escovar os dentes.
Acariciei meus seios, meus mamilos doíam de tão duros que estavam, pedindo para serem acariciados, e por um momento pensei em me masturbar com um dos meus brinquedos, mas de novo vinha à minha mente a ideia de que tudo isso vinha de ter sentido os… paus deles (pela primeira vez me referi a eles dessa forma) como ia me masturbar?
Acordei por volta das 8 e a casa estava em silêncio. Certamente eles ainda estavam dormindo. Meus mamilos estavam de novo eretos e devagar, passei as palmas das minhas mãos por eles, para acalmá-los. Erro crasso, em vez de Me acalmei e me endireitei ainda mais, enviando sinais eróticos por todo o meu corpo. Virei de lado e deixei uma das minhas mãos descer até a minha virilha. Fazendo-me de louca, toquei por cima da calcinha e estremeci toda. Afinal, talvez não fosse uma má ideia me masturbar, pensei. Ali mesmo, na mesa de cabeceira, estavam meus três amantes: Tom, Bob e Joe... mmm. Eu só tinha que abrir a gaveta e pegar um... qual seria o escolhido? Hoje acho que estou com vontade de doce e vou pegar o maior: Joe. Quase não uso ele porque é realmente grande. Ganhei ele em uma rifa que fizemos com minhas amigas em uma despedida de solteira e quando usava, ele me enchia até o máximo, mas hoje... hoje eu queria me encher assim... mmm.
Afinhei o ouvido e não ouvi nada. Total tranquilidade, acho que posso aproveitar alguns momentos de prazer e depois estarei mais preparada para lidar com os garotos.
Primeiro acariciei minhas tetas de novo. Mmmm... que gostoso... os mamilos estão me matando e comecei a apertá-los.
Depois me sentei e, abrindo a gaveta, peguei o Joe. Ele é de cor clara, tem formas como veias por todos os lados e uma base com o formato de bolas, onde o motor é ligado.
- Mmmm, como ele é grande! - pensei, segurando-o com a mão. Liguei para ver se tinha pilhas e imediatamente começou a vibrar na minha mão. Era a velocidade mais baixa. Aumentei um pouco - Mmm, sim... muito bom. - Coloquei na cama, debaixo do lençol, ao meu lado como se não fosse usá-lo, como para "encontrá-lo" de repente... quantas bobagens nós mulheres fazemos.
Tirei a calça e a calcinha e joguei ao lado da cama, recolheria depois. O lençol acariciou minha bunda e minhas pernas de forma agradável.
Me estiquei, cobrindo-me apenas com o lençol, e, metendo a mão direita debaixo da minha camiseta, voltei a brincar com meus mamilos. Peguei o esquerdo com o polegar e o indicador e torci até doer. Depois o acariciei com a palma da mão, para acalmá-lo. E então fiz O mesmo com o outro mamilo, para no final, voltar a começar. Eu estava cada vez mais excitada e sabia que ia explodir logo, então atrasei um pouco mais a brincadeira com minha buceta.
Mas ela me chamava e eu não podia continuar desprezando, então deixei minha mão direita encarregada dos meus peitos e a outra esquerda começou a explorar meus lábios.
Abri um pouco as pernas para facilitar as coisas e com meus dedos busquei meu clitóris. -Ahhhh…- gemei quando o acariciei. Estava muito molhado e excitado e não podia continuar tocando por agora porque ia explodir, então mudei; enfiei dois dedos na minha vagina e me acariciei por dentro.
-Mmmm…- voltei a gemer de prazer.
De repente, "lembrei" do Joe e o busquei com a mão. Aproveitei a umidade dos meus dedos para molhar a cabeça dele e depois o coloquei entre as pernas, a cabeça na entrada da vagina e a base apoiada na cama, de forma que quando me movesse para frente, ele fosse entrando sozinho. Já tinha ligado o vibrador e mal dava para sentir.
Depois enfiei os dedos na boca e os chupei, aproveitando meu próprio gosto. Minha mão direita continuava brincando com meus peitos e depois de torcer bem forte um mamilo, tão forte que me fez tremer de prazer o corpo todo, girei um pouco os quadris deslizando-os para frente, com o que Joe afundou um pouco dentro de mim. Minha vagina se dilatou para aceitá-lo e como ele chegou até a metade.
Fiquei assim e voltei a brincar com meus dedos na minha vulva e no meu clitóris.
-MMMMM! Que delícia!
Meditava se deixava o Joe me penetrar mais ou se continuava acariciando meu clitóris com o dedo, quando…
-Bom dia, mamãe!
Abri alarmada os olhos e na porta do quarto estavam meus dois querubins com uma bandeja!
-Meu Deus! E agora o que eu faço?- pensei.
Em um milissegundo tirei minhas mãos de onde estavam, colocando-as à vista sobre a cama. Ao mesmo tempo que me endireitei, sentando na cama... com a consequência de que Joe entrou de uma vez até o fundo da minha buceta, enquanto continuava vibrando alegremente, agora pressionado fortemente contra meu colo do útero.
—Meus meninos. Mas que surpresa! — falei, enquanto pensava — realmente uma grande surpresa.
Com a maior naturalidade que pude, estiquei o lençol sobre minhas pernas me cobrindo com ele até a cintura, enquanto colocava um travesseiro nas minhas costas. Não podia me mexer muito porque Joe... bem, Joe estava tããão dentro... e cada movimento fazia ele se encaixar mais... e me provocar espasmos de prazer que eu não podia deixar transparecer.
—Trouxemos o café da manhã — disse Jamie colocando a bandeja nas minhas pernas e sentando ao meu lado na cama. Quando ele fez isso, o colchão balançou um pouco e Joe transmitiu esse movimento dentro de mim...
—Mmm — gemeu mentalmente.
—Que alegria, filhos — falei tentando disfarçar.
Jerry tinha se aproximado pelo outro lado da cama, onde tinha visto minha calcinha e a calça do pijama no chão.
—Isso caiu, mamãe — disse colocando-os na cama. Eu juraria que ele tinha cheirado a calcinha colocando-a no nariz, mas não pude ter certeza.
—Obrigada, filho. Estava muito calor e tirei elas ontem à noite.
Ele não respondeu nada, sentando simplesmente do outro lado da cama. Novamente, Joe me pressionou profundamente. Um novo espasmo percorreu meu corpo.
—Buceta. Eles vão me fazer gozar e não vou conseguir disfarçar... — pensei.
Então peguei o copo de suco de laranja e bebi sem respirar. A acidez do suco me permitiu relaxar um pouco e afastar o orgasmo.
Quando terminei de beber, percebi que nenhum dos dois estava olhando para meu rosto, mas sim um pouco mais abaixo. Eu estou acostumada a eles ficarem olhando minhas tetas de vez em quando, mas havia algo estranho em seus olhares e decidi dar uma olhada.
Uau, o decote da camiseta tinha descido muito e ela mal cobria minhas tetas. Tenho quase certeza de que podiam ver as auréolas e os mamilos que continuavam completamente eretos.
—Ai! — falei — estou quase pelada.
—Não te Não se preocupa, mami – disse Jerry imediatamente – você tem uns peitos maravilhosos e a gente adora quando você mostra um pouco.
– Ah… não sei… – falei, tentando puxar um pouco a camiseta, mas entre a bandeja, o lençol e… Joe vibrando lá embaixo, não conseguia fazer nada direito.
– Concordo com o Jerry – disse Jamie – você tem uns peitos muito lindos e adora escondê-los. Tem que mostrar como agora. E que fique registrado! Não são só os peitos, você é uma das milfs mais gostosas que conheço.
– Uma o quê? Uma milf? O que é isso?
– Ah! Hahaha, melhor deixar o Jerry explicar.
– Te conto depois, mami – disse Jerry – por enquanto a deixamos tomar o café da manhã em paz e a gente se vê lá embaixo depois.
Senti um grande alívio quando ouvi que iam me deixar tomar café em paz. – É, mas primeiro ele estava tão duro que ia apagar meu umbigo! – pensei. Joe continuava vibrando e me deixando louca, e não faltava muito…
– Claro, filhos. Obrigada pelo café.
– Ah! Dissemos aos Miller que se podiam passar aqui um tempinho para nadar na piscina. Eles vêm mais tarde, mas ficam só até o meio-dia, têm trabalho – disse Jamie da porta.
– Ah… ok – respondi enquanto minhas pernas começavam a tremer.
Mal a porta se fechou, mexi o quadril um pouco para “desencaixar” o Joe, que estava muito fundo. Um pouco mais livre, suas vibrações se transmitiram mais claramente até meu ponto G.
– Oooohhhh – geme baixinho.
Movi a bandeja com cuidado até deixá-la ao lado da cama e depois voltei a segurar meus peitos. Os mamilos mandaram sinais fortes para minha barriga, e o orgasmo começou a se formar.
Segurei por um segundo. O suficiente para enfiar uma ponta do travesseiro na boca antes de começar a tocar meu clitóris… o que disparou o orgasmo mais forte que já tive na vida.
Minhas pernas tremiam, meu corpo todo tremia! Através do travesseiro, eu gemia e gritava como uma louca e quase derrubei a bandeja.
Depois que passaram os primeiros… Espasmos, tirei o Joe de dentro, não aguentava mais as vibrações! Aquilo me fez explodir de novo…
- Oooohhh! - voltei a gemer, enquanto me tremia toda de novo.
Depois de tomar banho, me vesti e desci. Depois dos elogios que os garotos tinham me feito, coloquei uma camiseta colada que deixava meus peitos mais à mostra. O mesmo com a calça, que foi um parto pra entrar, de tão justa que estava!
Os garotos já estavam na piscina e saí pra cumprimentá-los com um café na mão.
- Mami… você tá espetacular - disse o Jamie.
- Uau - disse o Jerry - eu te falei que você tava linda, mas agora… você tá mais que linda!
- Obrigada, meninos - respondi com um sorriso, mas a verdade é que os que estavam gostosos eram eles. Sempre tiveram um corpo bom, o pai deles também era magro, mas agora dava pra ver que estavam malhando e os músculos estavam marcados. Principalmente os do abdômen. Aqueles gominhos que se formam nos atletas e que são tão apetitosos…
Eles usavam uns maiôs pequenos, não daqueles compridos que os caras usam, mas sim os dos nadadores, que têm um corte baixo e deixam os músculos mais visíveis.
Também me permitiu olhar pra "ferramenta" deles de novo. Eu sei que não devia, mas não consegui evitar olhar e me lembrar delas duras contra minha barriga na noite passada.
Apesar de ter tido um orgasmo… dois orgasmos! pouco tempo antes, aqui estava eu de novo respirando ofegante.
- Bom, filhos, vou sentar um pouco no computador e depois vou descansar um pouco.
- Você não vai sentar com a gente e curtir a piscina? - disse o Jamie se levantando e me abraçando. Eu o abracei de volta, encostando meu quadril no dele, mas de lado, evitando a ferramenta dele.
- Sim, mas mais tarde. Tá muito sol. E além disso vocês têm visita.
Fui embora com um calor agradável no corpo, mas não do sol, e sim de ter conversado com dois homens gostosos de maiô no meu quintal. Depois pensei que eram meus filhos, mas o calor já tinha se infiltrado no meu ventre. Será que vou ficar con a calcinha molhada o fim de semana inteiro? Hahaha.
Arrumei a cozinha e depois fui pro quarto. Tirei a roupa de cama que ainda estava úmida onde eu tinha deitado. Como era possível ter molhado a cama daquele jeito? Eu sei que quando tenho um orgasmo bom sai uma certa quantidade de líquido, mas pra molhar a cama assim? Enfim, melhor lavar e pronto.
Depois de colocar a roupa na máquina de lavar, ouvi alguém entrando na cozinha pela porta dos fundos. Eram as duas garotas Miller.
— Sra. Jones, que prazer em vê-la! — disse a mais velha, Anna, vindo me abraçar.
— Meu Deus, como você está linda! — falei, abraçando ela.
— E você também está linda, Leonor! — disse pra mais nova, que também tinha vindo me cumprimentar.
Anna e Leonor eram filhas de uns vizinhos que, aliás, tinham se mudado fazia um tempo, e estudavam na mesma escola que meus filhos. Anna um ano acima e Leonor um ano abaixo.
Mas como meus filhos estavam no penúltimo ano, Anna tinha começado a vir à tarde pra se ajudarem com as tarefas e pra nadar na piscina. Um tempo depois, Leonor se juntou ao grupo e, por um ano inteiro, eles se viam quase todo dia depois da aula. Depois, quando os Miller se mudaram pro outro lado da cidade, elas não vieram mais, mas a amizade continuou até meus filhos irem pra suas respectivas universidades e eu não soube mais delas. Depois pergunto pros meninos.
Trocamos cumprimentos por um tempo, perguntei pelos pais delas e o que estavam fazendo, e depois elas saíram de novo pra se juntar aos meninos na piscina.
Mais tarde, fui pro quarto e sentei no computador pra ler meus e-mails e trabalhar num relatório que teria que entregar na semana seguinte. Depois de um tempo, fiquei com sono e decidi dormir um pouco antes de descer pra piscina.
Antes de me deitar, dei uma olhada pela janela e vi os quatro nadando, mas quando eu ia... voltear, algo me chamou a atenção e era que as garotas estavam de topless!
- Meu Deus - pensei - O que elas estão fazendo? -
Fiquei olhando por um tempo, mas justo naquele momento elas tinham saído da água e depois de se secarem, cada uma se deitou em uma das espreguiçadeiras com a maior naturalidade. Nenhuma conotação especial pela nudez das meninas. Então percebi que provavelmente era eu quem sentia que os seios nus delas eram uma coisa especial, enquanto eles assumiam de uma forma mais natural.
Me afastei da janela e me deitei na cama. Tantos anos ensinando aos filhos que o corpo é uma coisa natural e que estar nu ou vestido é uma escolha pessoal e que não precisam se incomodar ou se excitar se virem alguém nu e agora, sou eu quem fico alarmada. Enfim, é melhor eu dormir.
O sono que antes parecia tão fácil, agora me escapava e na minha cabeça pulavam de novo e de novo os belos corpos de Anna e Leonor. A primeira um pouco mais alta que eu, com peitos também grandes e uns quadris bem marcados. Leonor parecia uma adolescente ainda, provavelmente tinha um ano a menos que Jerry e Jamie, 19, mas os peitos eram pequenos e pontudos, como quando ainda estão se desenvolvendo. Também não tinha muitos quadris, em compensação a bunda era maravilhosamente empinada…
Abri os olhos e já eram quase uma hora e as garotas logo iriam embora. Estava com vontade de vê-las de novo. Tinha dormido cerca de uma hora e acho que tinha sonhado com elas. Então era hora de eu também descer para a piscina.
Me levantei da cama e me despi e quando ia pegar meu biquíni, espreitei pela janela com cuidado.
- Cadê? Não os vejo -
Me movi para o outro lado da janela e
- OOOOHHH! - falei em voz alta. Não muito alto para que não me ouvissem.
Jerry estava sentado em uma das espreguiçadeiras e ajoelhada ao seu lado a cabeça de Leonor subia e descia lentamente enquanto chupava o…
- Ela está fazendo um boquete… - pensei - Não! ela está chupando o pau dele - eu disse a mim mesma, usando as palavras que eram necessárias.
Jerry acariciava a cabeça dela enquanto ela subia e descia devagar, enfiando tudo na boca. Não conseguia ver o pau do Jerry porque os cabelos loiros da Leonor escondiam, mas não havia dúvida do que estavam fazendo.
- E os outros? -
Não os via em lugar nenhum, mas a janela não me permitia ver todo o quintal, então mudei para o banheiro. De lá consegui vê-los. Jamie também estava sentado na espreguiçadeira e a Anna cavalgava ele em posição invertida, ou seja, de costas. Segurando-se com os pés no chão e as mãos nos apoios da espreguiçadeira, ela subia e descia o corpo nu com força, curtindo o pau do meu filho na sua buceta.
Parei de olhar por um momento e me apoiei na pia. Eu estava vendo meus filhos transando… melhor dizendo, meus dois filhos sendo comidos pelas suas colegas de estudo!
Há quanto tempo isso estava rolando? Então pensei em quantas tardes de “estudo” também tinham sido tardes de sexo…
Me aproximei da janela de novo e a Anna tinha se levantado. O pau do Jamie ainda estava duro e molhado, agora descansando na barriga dele. A Anna não estava em lugar nenhum.
Então a Leonor apareceu e, sorrindo, pegou o pau dele, apontou pra cima e habilmente se posicionou em cima do Jamie, colocou um joelho de cada lado do corpo dele e desceu até enfiar o pau completamente. Jamie se levantou um pouco e meteu um dos peitinhos da Leonor na boca, começando a chupar.
- Aaahhh - eu gemi, sentindo minha buceta se contrair num espasmo de desejo.
Voltei pro outro quarto pra olhar pela janela. A Anna estava deitada em outra espreguiçadeira, com as pernas levantadas e bem abertas, e ali no meio, o Jerry estava comendo ela com força. Subindo e descendo os quadris, enfiando o pau até o fundo. Coisa que eu não conseguia ver, mas o que via era a expressão de puro prazer no rosto da Anna cada vez que o Jerry metia.
Então senti como uma gota de umidade escorria pela minha coxa e lembrei que estava nua. Busquei com a mão e pude confirmar que era minha, uma gota dos meus fluidos vaginais que transbordavam.
Meti dois dedos e pude comprovar o quanto estava molhada e me estremeci. Então, enquanto continuava vendo Jerry comendo a Anna, comecei a me masturbar. Meus dedos voavam no meu clitóris, ao mesmo tempo que com a outra mão acariciava meus peitos de novo. Não tinha tempo de buscar nenhum dos meus brinquedos, eu ia gozar logo.
Então fechei os olhos e deixei o prazer me dominar. Sabia que não poderiam me ouvir, mas mesmo assim abafei o gemido de prazer que explodia na minha garganta:
-AAAAHHHH-
E minhas pernas não me aguentaram mais e tive que sentar na privada. Os espasmos de prazer percorriam meu corpo, me fazendo estremecer várias vezes, enquanto meus dedos mal roçavam no clitóris, muito sensível agora para ser acariciado.
Passaram vários minutos até que pude me levantar e, ao espiar pela janela, vi que Anna estava se vestindo. Obviamente tinham terminado também. Fui até a outra janela e Leonor e Jerry também estavam prontos. Jerry ainda estava colocando o vestido, acho que sem calcinha nem nada.
A menos que saísse correndo, já não teria tempo de me despedir delas. Assim, continuei olhando pela janela enquanto elas iam embora.
Depois lavei minha buceta no bidê e fui ao quarto buscar um maiô. Não sabia o que vestir e finalmente decidi que, depois de tudo que tinha acontecido, o mínimo que podia vestir era o biquíni mais minúsculo que tivesse. Embora estivesse certa de que nada que pudesse vestir poderia competir com aquelas duas garotas nuas. Enquanto ajustava o biquíni, que para meus padrões era mínimo, pensava:
- Será que realmente quero competir com elas? O que realmente quero?
A resposta esvoaçava na minha cabeça, mas eu não ousava expressá-la para mim mesma. O que eu queria era que meus filhos me desejassem mais do que a elas!
Finalmente me... Coloquei um pareo que combinava e um chapéu. Não estaria nua, como elas, mas estaria mais elegante!
Uma vez na cozinha, preparei um cuba-libre para me acalmar ainda mais e poder ver meus bebês sem a imagem dos corpos deles nus transando com as garotas.
— Oi, gente — disse com o melhor dos meus sorrisos, me aproximando deles que descansavam de forma inocente nas espreguiçadeiras.
— As garotas já foram embora? — perguntei, fingindo que não sabia de nada.
— Ah, sim — disse Jerry — faz uns 15 minutos.
— Ai, que pena que não me despedi delas. Elas se divertiram?
— Ah, sim — disse Jamie — como nos velhos tempos.
— Aham. Sabia. Esses caras devem estar comendo elas há quem sabe quanto tempo — pensei.
— Que bom! — disse — E o que elas fazem? Estudam?
— Anna passou um ano sem fazer nada. As notas dela não eram muito boas e não a aceitaram em nenhuma universidade. Além disso, não acho que a mãe dela tenha como pagar uma.
— A mãe dela? E o pai, onde anda?
— Esse desapareceu há anos. Logo depois que se mudaram. Acho que ele foi com outra mulher ou algo assim. Elas não sabem ou não querem saber nada dele.
— E então o que fazem? Não estudam?
— Anna trabalha como garçonete. Ela se casou e mora com o marido, mas acho que vai tentar estudar enfermagem à noite.
— Ela se casou? — tossi, tossi — disse me engasgando com o drink.
— Por que você se surpreende que ela tenha se casado?
— Não, não me surpreendi. Foi que me engasguei com o drink. Mas a verdade é que sim, me surpreende. Ela é tão jovem.
— Sim. Todos pensamos o mesmo. Certamente vão se divorciar.
— Com certeza. E se anda por aí dando para os colegas de escola... — pensei.
— Leonor segue pelo mesmo caminho. Acho que está como vendedora numa loja ou algo assim, esperando ver se consegue um marido ou alguém que tire ela daqui.
— Que pena dessas garotas... É isso que acontece quando não se estuda — disse pensando que, com certeza, quando estavam com meus filhos, não podiam estudar porque tinham seus corpos cheios de... -Bom. Querem que eu traga alguma coisa pra beber? Pra comer?
-Não, gata. Vem sentar aqui com a gente um pouco. A gente já tá tomando refrigerante o dia todo-
Jerry se moveu uma espreguiçadeira pra frente pra liberar a que estava no meio dos dois, onde eu me deitei depois de tirar a canga.
-Nossa, gata. Você tá linda!- disse Jamie.
-Mais que linda- completou Jerry -você tá uma gostosa-
-Tá, tá. Muitos elogios. Hahaha, mas vocês ainda não me explicaram o que rolou ontem à noite- falei me deitando de bruços na espreguiçadeira.
-Gata, você tá muito branquinha, não quer que a gente passe protetor?
-Não gosto muito de passar protetor, mas acho melhor. Não quero ficar queimada e depois não conseguir me mexer de dor. Tava pensando que a gente podia sair pra tomar um sorvete hoje à noite e depois talvez jogar boliche, o que acham?
Mal tinha dito que eles podiam passar o protetor, os dois já tinham se movido pra perto da minha espreguiçadeira. Jerry do lado da minha cabeça e Jamie dos meus pés, e depois de ensopar as mãos, começaram a me cobrir de creme.
Jamie tinha começado pelos pés e foi subindo devagar pelas pernas, enquanto Jerry cobria meus ombros. Meu biquíni era amarrado com duas fitas, uma atrás do pescoço e outra nas costas. Quando Jerry chegou na parte de passar creme no pescoço, sem hesitar um segundo, ele afrouxou o nó do biquíni, o que deixou ele passar creme sem problema.
Jamie foi subindo pelas minhas coxas e eu comecei a ficar nervosa. Os movimentos dele eram incrivelmente suaves e eu gostei muito... demais. Os dedos dele deslizavam pelas minhas coxas e às vezes entravam pela parte interna delas... incrivelmente excitante.
Jerry já tinha coberto meus ombros e descia pelas minhas costas, então o outro nó do biquíni ficou no caminho. Quando ele pegou nas mãos e começou a desfazer, eu parei ele:
-Mas o que você tá fazendo, Jerry?- falei me levantando um pouco.
-Tô tirando o nó do biquíni pra passar protetor- ele disse com cara de quem não entender. -Mas você vai me deixar... à mostra- -À mostra? -Com os peitos nus - eu disse. -Vamos ver. Três coisas: primeira. Não estou deixando seus peitos nus, só estou desamarrando o biquíni, se quer tirá-lo ou não, é por sua conta. A número dois é que já dissemos que adoramos seus peitos e acharíamos incrível poder vê-los nus. E a terceira é que te lembro que por muitos anos você nos disse que nudez não é boa nem ruim, que cada um pode se despir ou não, se tiver vontade e ninguém tem que se meter com ele por isso. Em outras palavras, podemos estar nus ou vestidos e não somos diferentes por causa disso- Fiquei absolutamente desarmada com esse argumento e me virei de bruços novamente. Jerry desfez o nó do biquíni, afastou as alças e começou a passar creme nas minhas costas inteiras. Jamie tinha chegado até o final das minhas pernas e suas mãos me acariciaram deliciosamente. Inclusive entre as pernas, onde ele tinha passado creme nas faces internas das minhas coxas, levemente roçando com os dedos minha vulva. Depois ele disse: -Este biquíni é muito grande, gata. Quer que eu te ajude a "modernizar"?- -Não tenho certeza do que você quer fazer - eu disse. -É muito fácil - respondeu -só tem que mostrar um pouco mais de bumbum- Na mesma hora ele pegou as laterais da parte de baixo do biquíni e puxou para cima, mais na direção dos quadris. Com isso, o biquíni deixou mais pele livre nas laterais, mas me apertou mais na virilha. Mas então ele também pegou a borda inferior do biquíni na altura das nádegas e puxou para cima também, fazendo com que o biquíni entrasse entre minhas nádegas como um fio-dental, ao mesmo tempo que deixava minhas duas nádegas à mostra. -Uuuyyy - eu disse ao sentir o biquíni separando minhas nádegas e deixando-as livres. -Muito bom - disse Jamie rindo -agora você parece uma garota moderna com fio-dental- -Não sei - eu disse -é meio desconfortável- -Não se preocupe. Logo você se acostuma. Não você tem calcinha tipo thong? É a mesma coisa- -Claro que tenho- eu disse -mas essas aqui só têm uma tirinha que entra entre as... as nádegas. Esse biquíni é muito mais largo- -Melhor assim- ele respondeu -como é mais largo, ele empurra as nádegas pra fora e deixa você mais sexy. Hahahaha. Mas agora tem que passar protetor pra não queimar esse bumbum lindo- Virei o rosto pra ele não ver como fiquei corada. Além do sorriso que brotou nos meus lábios ao sentir as mãos dele acariciando minhas nádegas... -mmm... que delíciaaa...- Jerry já tinha terminado minhas costas, não sem antes passar protetor bem lá embaixo. Tão embaixo que as pontas dos dedos dele tinham entrado sob a cintura da parte de baixo do biquíni, quase chegando na fenda entre minhas nádegas. -Tá bom. Já chega, meninos. Me deixem pegar um sol em paz- -Claro, mamãe- responderam os dois voltando pras suas cadeiras e deitando de barriga pra cima. -Tinha um volume nas sungas deles que eu não tinha visto antes? Mmmm, imaginação demais- pensei tentando me acalmar. Depois de uns 15 minutos, o calor e o sol já estavam pesando e decidi entrar na água. Olhei pros lados e meus bebês estavam lendo, então falei: -Não olhem, que vou entrar na água- -O que você não quer que a gente olhe, mamãe?- Disseram os dois fazendo cara de bobos. -É. Eu sei que criei um par de bobos. Não façam gracinha e fechem os olhos enquanto eu entro na água- Os dois fecharam os olhos ou pelo menos fingiram que fecharam, entreabrindo, mas por via das dúvidas, eu tampei os peitos com as mãos e entrei na piscina de um pulo. -Já podem abrir os olhos de novo- falei da água, que me chegava no pescoço e cobria meus peitos. -Ainda não entendemos- disse Jerry. -Não importa- respondi começando a nadar de um lado pro outro da piscina. Um dos poucos exercícios que fazia e que me ajudava a manter o corpo em forma. Quando cansei, fiquei no No meio da piscina descansando, quando duas "bombas" caíram na água ao meu lado, respingando no cabelo que eu tinha tentado não molhar.
- Mas queee...?-
Como quando tinham 12 anos, meus dois bebês tinham se jogado na água com as pernas encolhidas, levantando enormes jatos d'água.
- Hahahahaha- riram de mim quando saíram para respirar.
- Mas vocês já não são crianças- gritei para eles, fingindo estar brava -já não têm 12 anos-
- Claro que temos, mamãe- responderam girando ao meu redor -é mais. Agora vamos brincar-
- Marco Polo- gritou Jamie.
Esse era um jogo muito bobo que costumávamos brincar na piscina. Um (normalmente eu) tapa os olhos e os outros giram em volta. O de olhos tapados grita "Marco" e um ou vários dos outros responde "Polo" e quem busca se guia pelo som da voz para pegá-lo.
Imediatamente fechei os olhos e gritei: -Marco-
-Polo- respondeu uma voz ao meu lado. Me virei e movi os braços para aquele lado, mas não havia nada.
-Marco-
-Polo- Outra vez busquei e nada.
Me movi para a parte rasa da piscina e continuei chamando: -Marco-
-Polo- mas não encontrava nada. Para maior confusão, a voz eu ouvia agora tão iguais que não podia saber qual era qual. E isso que eles ficavam cada vez mais ousados.
-Marco- dizia eu outra vez e um -Polo- sussurrado quase no meu ouvido me fazia virar rapidamente... para não encontrar nada ou somente roçar uma costas ou um braço.
Já estávamos na parte rasa da piscina, a água mal me chegava na parte de cima das coxas, de forma que não lhes era fácil se esconder debaixo d'água e eu continuava sem encontrá-los.
De repente um abraço duplo e ambos me gritaram:
-Sanduííííche- e nos reviramos na água abraçados os três rindo como loucos -Hahahahaha-
Depois de alguns segundos, nos levantamos para respirar e nos separamos tirando os cabelos do rosto. Então fiquei consciente não só de que estava com os peitos à mostra, mas que um segundo antes me abraçavam os dois, um dos quais eu tinha sentido meus mamilos contra seu peito. Fingi que não percebi e continuei nadando, me movendo um pouco para o fundo, onde meus peitos ficavam cobertos pela água de novo. Ou pelo menos um pouco mais cobertos. —Não só você não conseguiu nos achar, gata — disse Jerry —, mas tenho certeza que você não sabia quem era quem. —Como assim não sabia? Claro que sei — respondi. —Vamos fazer dois testes. O primeiro de som e o segundo de tato — disse Jamie. —Mas não vai ser fácil. No de som você terá três tentativas. Vai fechar os olhos e nós vamos ficar um de cada lado e dizer as mesmas palavras, e você vai dizer quem está de que lado — disse Jerry. —Depois faremos um de tato. Mas não será o rosto. Você poderá nos tocar em tudo, menos no rosto, e terá que adivinhar quem é quem. —Tá bom — eu disse, aceitando o desafio. —Fecha os olhos e promete que não vai abrir. —Como vocês fizeram há pouco, antes de eu entrar na piscina? —Hahaha. Você sabia que a gente não ia perder a chance de ver esses peitões, hahaha. Mas agora sim. Com os olhos bem fechados, gata. —Tá bom — respondi enquanto os ouvia se mexer de um lado para o outro, ou talvez fingindo que estavam se mexendo. —Gata. Você é a mais gostosa de todas — disse uma voz à minha direita. —Gata. Você é a mais gostosa de todas — disse uma voz à minha esquerda. Por um momento fiquei em dúvida, mas deixei meu instinto me guiar e disse: —Jamie à minha esquerda e Jerry à minha direita. Ouvi eles se mexendo de novo: —Você tem um rosto lindo e um corpo perfeito — disse a voz à minha direita. —Você tem um rosto lindo e um corpo perfeito — disse a voz à minha esquerda. Dessa vez fiquei na dúvida, mas acho que não tinham trocado. —De novo, Jamie à minha esquerda e Jerry à minha direita. A água da piscina voltou a fazer barulho, como se estivessem trocando de lugar enquanto sussurravam, e as vozes voltaram: —Eu queria te beijar na boca e acariciar você toda — à minha direita. —Eu queria te beijar na boca e acariciar você toda — à minha esquerda. Pra ser sincera é que não consegui distinguir nada. Ouvir eles dizerem que queriam me beijar e acariciar me distraiu demais. Fiquei muda, com o corpo tremendo.
- Não sei quem disse o quê, mas melhor deixarmos assim - respondi finalmente abrindo os olhos.
- Mas, mami…! - protestaram, enquanto eu saía da piscina muito perturbada.
Cheguei à espreguiçadeira, sequei o corpo e me deitei de costas. Peguei o protetor solar e comecei a passar, especialmente nos peitos, antes que começassem a se oferecer como voluntários. Não fosse eu acabar deixando…
Eles vieram também e se sentaram de cada lado.
- Você não quis terminar o jogo - disse Jerry.
- Não me pareceu prudente - respondi.
- Mas não… - tentou dizer Jamie.
- E não quero continuar falando sobre isso - disse a eles.
- Uhh… ok - responderam.
Pouco depois, o desconforto passou e decidi que queria fazer as pazes, mas sem discutir o assunto, então fui pelo lado da comida.
Desde então, a casa estava pateticamente vazia. Meu marido Jonas nos tinha abandonado quando os garotos tinham uns 12 anos, e eu tinha ficado sozinha com eles. No começo foi um pouco difícil, mas a separação foi de mútuo acordo, e Jonas nos deixou a casa e dinheiro suficiente para educar os garotos e para eu viver decentemente pelo resto da minha vida.
Eu me casei muito jovem, e os gêmeos nasceram logo em seguida, eu tinha acabado de fazer 18 anos. Como era muito difícil eu engravidar de novo, decidimos não ter mais filhos. No começo tudo foi muito bem e bonito, mas depois veio a rotina. Jonas e eu não tínhamos nada em comum na verdade, e cada um vivia a sua vida. Eu cuidava da casa e das crianças, e ele trabalhava... e tinha seus casos, coisa que eu ignorava.
Um dia, no entanto, ele se apaixonou por outra mulher e decidiu fazer o ninho separado. Como eu disse, pra mim não importou muito porque eu tinha as crianças que ocupavam toda a minha vida. Separamos nossas coisas, ele me deixou quase tudo e desapareceu.
Eu continuei cuidando dos garotos, da casa e das minhas amigas da vizinhança, então logo me senti confortável de novo. Às vezes a casa ficava cheia de garotos e garotas da escola, às vezes eu ficava sozinha, quando eles iam para outras casas ou para acampamentos de verão e essas coisas.
Nunca me interessei em procurar outros homens. Olha, não é que eu seja feia ou não tenha atração sexual, muito pelo contrário, me mantive magra e em boa forma, mais por causa dos genes dos meus pais do que pelo meu próprio esforço, mas o fato é que, apesar dos meus 38 anos, muitos homens viram a cabeça pra me olhar (e algumas mulheres também, hahaha). Meu cabelo é loiro e comprido, não tanto quanto antes, mas sim até os ombros. Meus peitos se mantiveram bem firmes apesar da alimentação dos gêmeos. Maiores do que quando me casei, mas também não aquelas coisas plásticas que se vê hoje em dia, que parecem melões.
Em todos esses anos, muitos candidatos tentaram ter algo comigo, mas nenhum me interessou. Até saí com alguns deles, mais para seguir o conselho das minhas amigas e por mim mesma, que queria descobrir se realmente não me interessavam, mas no fim nenhum despertou nada em mim, então deixei pra lá. Se o destino tinha algum parceiro reservado pra mim, já me avisaria.
Por outro lado, sexualmente tenho minha vida sob controle graças aos conselhos das minhas amigas, às múltiplas revistas femininas e à internet… e ao Tom, ao Bob e ao Joe. Três vibradores que saciam minhas necessidades quando o calor aperta. E ainda por cima não preciso cozinhar pra eles!
No entanto, a coisa ficou um pouco mais difícil quando Jamie e Jerry foram para suas respectivas universidades. Tempo demais sozinha. Buracos demais na casa… E quando um vinha, o outro não podia! Então, pro meu aniversário… bom, meu aniversário tinha passado fazia um mês, mas mesmo assim, decidi convidá-los para passar o fim de semana em casa. Teria que pagar duas passagens de avião ida e volta, mas que prazer que ia me dar!
Às 19h da sexta-feira eu estava no aeroporto esperando por eles, depois de ter passado o dia em casa pulando de um lado pro outro, preparando o quarto onde tinham dormido a vida toda, a comida que eles gostavam, limpando tudo de novo e de novo, mesmo sabendo que nem iam notar. Mas mesmo assim, fazia pra matar o tempo.
O voo do Jamie chegava às 19h30 e o do Jerry às 19h45 – sincronização quase perfeita!
Quando vi o Jamie, meu coração parou – ele estava tão lindo! Não conseguia acreditar. Bom, ele vestia as camisetas e jeans de sempre, mas eu ainda o via com os olhos do coração.
— Jamieeee! — gritei sem me conter.
— Mamiiii! — respondeu de longe, enquanto corria pra me abraçar. Ele levava só uma pequena maleta. De mão. Não precisava de mais, vim até a casa dela.
Nos abraçamos e demos voltas como loucos.
— Como você está, meu filho?
— Muito bem, mamãe. Um pouco cansado, mas bem. Estudando muito, mas bem. E você?
— Eu também estou bem — respondi sem parar de abraçá-lo e beijá-lo — estava morrendo de vontade de vê-los.
— E eu também adoro te ver.
E enquanto continuávamos abraçados, senti alguém me abraçar por trás e me virei:
— Jeryyyy!
— Mamiiii!
E de repente me encontrei nos braços dos meus dois filhos, que felicidade! E então Jamie gritou:
— Sanduíche!
E Jerry devolveu o grito ao mesmo tempo que ambos me abraçavam, um pela frente e outro por trás, me apertando muito, como se eles fossem duas fatias de pão e eu o presunto no meio.
— Nããão! — gritei, mas por dentro me derretia de emoção por ter meus dois meninos. A questão é que esse negócio do sanduíche era uma brincadeira que fazíamos quando eles eram crianças. Assim como agora, os dois gritavam e me abraçavam, um pela frente e outro por trás, e dávamos voltas e gritávamos como possessos.
Quando chegaram por volta dos doze ou treze anos, paramos de brincar por duas razões: a primeira era que já tinham crescido demais e quem ficava na minha frente ficava com meus peitos na cara, e já estavam começando a adolescência e já sabiam, ou melhor, sentiam, o que eram peitos de mulher — e na cara! — e começaram a brigar para ser quem me abraçava pela frente. Minha bunda não chamava tanto a atenção. Depois veio a adolescência, em que se afastaram de mim, claro, a mãe dominadora que os obrigava a estudar, tomar banho, fazer as tarefas. Finalmente cresceram e os dois ficaram mais altos que eu, e os peitos não eram mais tão divertidos, mas de qualquer forma, não tínhamos mais feito isso até hoje.
— Sanduícheee! — gritamos de novo os três e fomos para dentro de casa rindo mais como crianças do que como mãe e filhos.
Em casa, eu tinha preparado a comida favorita deles: espaguete com molho de carne. - Iiiiiisso! - gritaram os dois, sentando-se e se servindo de porções imensas de espaguete. Eu comi uma pequena porção, enquanto eles devoraram três pratos cada um, regados com... Coca-Booty! Eu tinha aberto uma garrafa de vinho do Rioja, mas eles preferiram as lembranças infantis. Eu não caí nessa e tomei o vinho... um pouco demais, mas é que estava tão feliz.
Quando terminaram de comer e de me ajudar a lavar e guardar os pratos, perguntei o que queriam fazer e ambos responderam que estavam cansados, então ofereci para assistirmos um filme na sala e depois irem dormir. Que amanhã passaríamos o dia juntos. Ambos aceitaram.
Nos sentamos no sofá. Bom, eles se sentaram, mas eu me deitei entre eles. A cabeça nas pernas de Jamie e minhas pernas no colo de Jerry.
- O que você quer assistir, mamãe? - perguntou Jerry pegando o controle remoto.
- O que vocês quiserem, filhos, porque eu ficaria só olhando para vocês, hahaha - disse um pouco alegre pela quantidade de vinho que tinha tomado.
- Ok. Então eu escolho - disse ele.
Por um tempo ficou "surfando" pela Netflix consultando com Jamie sobre este ou aquele filme. Eu não prestava muita atenção neles, aproveitando o prazer de tê-los ali. Do calor das pernas de Jamie no meu pescoço e cabeça e do colo de Jerry nas minhas pernas. Tinha tirado os sapatos e afrouxado a roupa e me sentia super relaxada.
O filme começou e logo percebi que era uma daquelas coisas que os garotos adoram, com muitos tiros e muita violência. No entanto, havia algo mais que eu não estava acostumada a ver nos filmes que costumo assistir, que era muita nudez. Olha, eu já vi e de vez em quando ainda vejo meus filmes pornô, mas este supostamente não era um filme pornô, era um filme de mocinhos e bandidos, de tiros e perseguições, mas de vez em quando alguns dos protagonistas ficavam pelados... e de frente! E faziam amor. E faziam... de forma tão natural que em algumas cenas cheguei a pensar que os atores estavam fazendo de verdade!
O pior era que alguns dos protagonistas estavam um tesão, especialmente um dos "vilões" que tentava fazer cara de mau, mas que, na verdade, não estava muito convincente. O que ele fazia muito bem era ter a barriga chapada com aqueles gominhos… mmm. Uma das garotas também era especialmente sexy. Não é que eu goste de mulheres, mas essa garota era especialmente linda.
Quando o final do filme se aproximava, percebi que estava um pouco excitada. Sentia minha virilha molhada e fazia força para não me tocar. Mas então, para minha maior surpresa, ao mover minha perna esquerda, notei no colo do Jerry um volume que não estava ali antes. No começo estranhei, mas depois percebi: se eu tinha ficado excitada com o filme, eles também!
De repente percebi que estava encostando no membro de um dos meus filhos! Meu Deus!
Mas pensei que o melhor era não dar por notada e nem pensar em mover a perna… mas o volume continuava ali, roçando em mim. E eu não parava de pensar se estava crescendo ou não. Se estaria incomodando ele…
E depois pensei no Jamie. Provavelmente ele também estaria excitado, mas minha cabeça estava no seu quadril esquerdo, muito perto do corpo dele. Obviamente nessa posição não podia ver nem sentir nada. Então decidi me espreguiçar, levantei meus braços na altura da cabeça e "sem querer" esbarrei no corpo dele. Sim! Ali também tinha uma coisa dura. Senti meu ventre dar uma revirada de prazer e um novo jorro de fluidos inundar minha calcinha. Meu Deus, minha calcinha vai ficar molhada e eles vão perceber!
– Vou um minuto no banheiro, filhos – disse me levantando.
– Quer que eu pause o filme? – me perguntou o Jerry.
– Não, não importa. Só se acontecer algo importante.
– Ok.
Fui ao banheiro e fiz xixi e aproveitei para me limpar um pouco. E realmente estava toda meladinha molhada. Essa noite eu ia ter que fazer algo por mim mesma, pensei. Depois me ajeitei, lavei minhas mãos e voltei para a sala.
O filme continuava e cheguei bem na cena em que a garota bonita convencia o "vilão" (aquele que eu gostava) a mudar de lado. Enquanto me deitava entre os rapazes, não pude resistir à tentação de ver como estava a situação das ferramentas deles e, com muito disfarce, voltei a roçar neles. Ambos continuavam "armados" e, pelo que pude deduzir do leve toque, ambos estavam muito bem armados. O pai deles tinha sido um homem bem dotado e eu não tinha motivo para pensar que não haviam herdado essa boa qualidade.
Depois de me acomodar e me certificar de que minha perna continuava em contato com a ferramenta do Jerry (infelizmente não pensei em como fazer o mesmo com a do Jamie), voltei a me concentrar no filme.
A garota já estava completamente nua. Como é comum hoje em dia, estava totalmente depilada e na cena dava para ver claramente os lábios da sua buceta, enquanto ela tirava a roupa do "vilão", que se deixava fazer, relutante, sabendo que a garota queria que ele traísse os amigos. Finalmente, ambos ficaram nus e ela montou nele e começaram a fazer amor. Parecia tão real... E então senti o pau do Jerry pulsar... molhei a calcinha de novo!
Finalmente o filme acabou e todos decidimos ir dormir.
– O que você achou do filme, mamãe? – perguntou Jamie.
– Bom... não gostei muito. Violência demais... e um pouquinho de sexo a mais –
– Hahaha – Jerry riu – Agora todos são assim –
– Bom, sim – respondi – mas é que além disso, parecia tão real –
– Como assim parecia tão real? – perguntou Jamie.
– Digo, parecia que estavam fazendo de verdade –
– Mas estavam fazendo de verdade! –
– Como! – disse surpresa.
– Claro, mamãe – Jerry interveio – essas cenas simuladas acabaram há anos. Não pareciam reais. Agora todas as cenas de amor dos filmes bons São os atores fazendo amor de verdade mesmo-
- Oooohhh - eu disse, surpresa ao pensar que tinha assistido às cenas reais-
- Bom. Não se preocupa com isso. São os tempos modernos. Além do mais, você mesma já nos disse muitas vezes que não tem nada de errado em fazer amor se as duas pessoas estão de acordo - Jerry me disse, me abraçando para me dar um beijo de boa noite.
- Você tem razão - eu disse enquanto me deixava ser abraçada. No entanto, imediatamente percebi que tinha cometido um erro, porque quando ele me apertou, senti seu pau duro pressionando meu abdômen.
Quase gemei ao sentir, mas me segurei e me despedi:
- Boa noite, filho - eu disse com um fio de voz saindo da garganta - Deus te abençoe -
E então veio Jamie e fez a mesma coisa… com o mesmo resultado. Ele também estava de pau duro e quando me abraçou, se colou em mim sem hesitar. Passaram uns instantes e então ele se soltou.
- Boa noite, mamãe -
- Boa noite, filho - respondi com a voz ainda mais trêmula.
Quando cheguei no quarto, minha mente era um turbilhão. Por um lado, eu estava completamente excitada. Minha buceta estava mais molhada que peixe no mar e eu estava morrendo de vontade de fazer amor, mas eram meus filhos!
Tirei a roupa, incluindo a calcinha encharcada, coloquei a camiseta e o calção de algodão largo que uso como pijama e me enfiei na cama depois de escovar os dentes.
Acariciei meus seios, meus mamilos doíam de tão duros que estavam, pedindo para serem acariciados, e por um momento pensei em me masturbar com um dos meus brinquedos, mas de novo vinha à minha mente a ideia de que tudo isso vinha de ter sentido os… paus deles (pela primeira vez me referi a eles dessa forma) como ia me masturbar?
Acordei por volta das 8 e a casa estava em silêncio. Certamente eles ainda estavam dormindo. Meus mamilos estavam de novo eretos e devagar, passei as palmas das minhas mãos por eles, para acalmá-los. Erro crasso, em vez de Me acalmei e me endireitei ainda mais, enviando sinais eróticos por todo o meu corpo. Virei de lado e deixei uma das minhas mãos descer até a minha virilha. Fazendo-me de louca, toquei por cima da calcinha e estremeci toda. Afinal, talvez não fosse uma má ideia me masturbar, pensei. Ali mesmo, na mesa de cabeceira, estavam meus três amantes: Tom, Bob e Joe... mmm. Eu só tinha que abrir a gaveta e pegar um... qual seria o escolhido? Hoje acho que estou com vontade de doce e vou pegar o maior: Joe. Quase não uso ele porque é realmente grande. Ganhei ele em uma rifa que fizemos com minhas amigas em uma despedida de solteira e quando usava, ele me enchia até o máximo, mas hoje... hoje eu queria me encher assim... mmm.
Afinhei o ouvido e não ouvi nada. Total tranquilidade, acho que posso aproveitar alguns momentos de prazer e depois estarei mais preparada para lidar com os garotos.
Primeiro acariciei minhas tetas de novo. Mmmm... que gostoso... os mamilos estão me matando e comecei a apertá-los.
Depois me sentei e, abrindo a gaveta, peguei o Joe. Ele é de cor clara, tem formas como veias por todos os lados e uma base com o formato de bolas, onde o motor é ligado.
- Mmmm, como ele é grande! - pensei, segurando-o com a mão. Liguei para ver se tinha pilhas e imediatamente começou a vibrar na minha mão. Era a velocidade mais baixa. Aumentei um pouco - Mmm, sim... muito bom. - Coloquei na cama, debaixo do lençol, ao meu lado como se não fosse usá-lo, como para "encontrá-lo" de repente... quantas bobagens nós mulheres fazemos.
Tirei a calça e a calcinha e joguei ao lado da cama, recolheria depois. O lençol acariciou minha bunda e minhas pernas de forma agradável.
Me estiquei, cobrindo-me apenas com o lençol, e, metendo a mão direita debaixo da minha camiseta, voltei a brincar com meus mamilos. Peguei o esquerdo com o polegar e o indicador e torci até doer. Depois o acariciei com a palma da mão, para acalmá-lo. E então fiz O mesmo com o outro mamilo, para no final, voltar a começar. Eu estava cada vez mais excitada e sabia que ia explodir logo, então atrasei um pouco mais a brincadeira com minha buceta.
Mas ela me chamava e eu não podia continuar desprezando, então deixei minha mão direita encarregada dos meus peitos e a outra esquerda começou a explorar meus lábios.
Abri um pouco as pernas para facilitar as coisas e com meus dedos busquei meu clitóris. -Ahhhh…- gemei quando o acariciei. Estava muito molhado e excitado e não podia continuar tocando por agora porque ia explodir, então mudei; enfiei dois dedos na minha vagina e me acariciei por dentro.
-Mmmm…- voltei a gemer de prazer.
De repente, "lembrei" do Joe e o busquei com a mão. Aproveitei a umidade dos meus dedos para molhar a cabeça dele e depois o coloquei entre as pernas, a cabeça na entrada da vagina e a base apoiada na cama, de forma que quando me movesse para frente, ele fosse entrando sozinho. Já tinha ligado o vibrador e mal dava para sentir.
Depois enfiei os dedos na boca e os chupei, aproveitando meu próprio gosto. Minha mão direita continuava brincando com meus peitos e depois de torcer bem forte um mamilo, tão forte que me fez tremer de prazer o corpo todo, girei um pouco os quadris deslizando-os para frente, com o que Joe afundou um pouco dentro de mim. Minha vagina se dilatou para aceitá-lo e como ele chegou até a metade.
Fiquei assim e voltei a brincar com meus dedos na minha vulva e no meu clitóris.
-MMMMM! Que delícia!
Meditava se deixava o Joe me penetrar mais ou se continuava acariciando meu clitóris com o dedo, quando…
-Bom dia, mamãe!
Abri alarmada os olhos e na porta do quarto estavam meus dois querubins com uma bandeja!
-Meu Deus! E agora o que eu faço?- pensei.
Em um milissegundo tirei minhas mãos de onde estavam, colocando-as à vista sobre a cama. Ao mesmo tempo que me endireitei, sentando na cama... com a consequência de que Joe entrou de uma vez até o fundo da minha buceta, enquanto continuava vibrando alegremente, agora pressionado fortemente contra meu colo do útero.
—Meus meninos. Mas que surpresa! — falei, enquanto pensava — realmente uma grande surpresa.
Com a maior naturalidade que pude, estiquei o lençol sobre minhas pernas me cobrindo com ele até a cintura, enquanto colocava um travesseiro nas minhas costas. Não podia me mexer muito porque Joe... bem, Joe estava tããão dentro... e cada movimento fazia ele se encaixar mais... e me provocar espasmos de prazer que eu não podia deixar transparecer.
—Trouxemos o café da manhã — disse Jamie colocando a bandeja nas minhas pernas e sentando ao meu lado na cama. Quando ele fez isso, o colchão balançou um pouco e Joe transmitiu esse movimento dentro de mim...
—Mmm — gemeu mentalmente.
—Que alegria, filhos — falei tentando disfarçar.
Jerry tinha se aproximado pelo outro lado da cama, onde tinha visto minha calcinha e a calça do pijama no chão.
—Isso caiu, mamãe — disse colocando-os na cama. Eu juraria que ele tinha cheirado a calcinha colocando-a no nariz, mas não pude ter certeza.
—Obrigada, filho. Estava muito calor e tirei elas ontem à noite.
Ele não respondeu nada, sentando simplesmente do outro lado da cama. Novamente, Joe me pressionou profundamente. Um novo espasmo percorreu meu corpo.
—Buceta. Eles vão me fazer gozar e não vou conseguir disfarçar... — pensei.
Então peguei o copo de suco de laranja e bebi sem respirar. A acidez do suco me permitiu relaxar um pouco e afastar o orgasmo.
Quando terminei de beber, percebi que nenhum dos dois estava olhando para meu rosto, mas sim um pouco mais abaixo. Eu estou acostumada a eles ficarem olhando minhas tetas de vez em quando, mas havia algo estranho em seus olhares e decidi dar uma olhada.
Uau, o decote da camiseta tinha descido muito e ela mal cobria minhas tetas. Tenho quase certeza de que podiam ver as auréolas e os mamilos que continuavam completamente eretos.
—Ai! — falei — estou quase pelada.
—Não te Não se preocupa, mami – disse Jerry imediatamente – você tem uns peitos maravilhosos e a gente adora quando você mostra um pouco.
– Ah… não sei… – falei, tentando puxar um pouco a camiseta, mas entre a bandeja, o lençol e… Joe vibrando lá embaixo, não conseguia fazer nada direito.
– Concordo com o Jerry – disse Jamie – você tem uns peitos muito lindos e adora escondê-los. Tem que mostrar como agora. E que fique registrado! Não são só os peitos, você é uma das milfs mais gostosas que conheço.
– Uma o quê? Uma milf? O que é isso?
– Ah! Hahaha, melhor deixar o Jerry explicar.
– Te conto depois, mami – disse Jerry – por enquanto a deixamos tomar o café da manhã em paz e a gente se vê lá embaixo depois.
Senti um grande alívio quando ouvi que iam me deixar tomar café em paz. – É, mas primeiro ele estava tão duro que ia apagar meu umbigo! – pensei. Joe continuava vibrando e me deixando louca, e não faltava muito…
– Claro, filhos. Obrigada pelo café.
– Ah! Dissemos aos Miller que se podiam passar aqui um tempinho para nadar na piscina. Eles vêm mais tarde, mas ficam só até o meio-dia, têm trabalho – disse Jamie da porta.
– Ah… ok – respondi enquanto minhas pernas começavam a tremer.
Mal a porta se fechou, mexi o quadril um pouco para “desencaixar” o Joe, que estava muito fundo. Um pouco mais livre, suas vibrações se transmitiram mais claramente até meu ponto G.
– Oooohhhh – geme baixinho.
Movi a bandeja com cuidado até deixá-la ao lado da cama e depois voltei a segurar meus peitos. Os mamilos mandaram sinais fortes para minha barriga, e o orgasmo começou a se formar.
Segurei por um segundo. O suficiente para enfiar uma ponta do travesseiro na boca antes de começar a tocar meu clitóris… o que disparou o orgasmo mais forte que já tive na vida.
Minhas pernas tremiam, meu corpo todo tremia! Através do travesseiro, eu gemia e gritava como uma louca e quase derrubei a bandeja.
Depois que passaram os primeiros… Espasmos, tirei o Joe de dentro, não aguentava mais as vibrações! Aquilo me fez explodir de novo…
- Oooohhh! - voltei a gemer, enquanto me tremia toda de novo.
Depois de tomar banho, me vesti e desci. Depois dos elogios que os garotos tinham me feito, coloquei uma camiseta colada que deixava meus peitos mais à mostra. O mesmo com a calça, que foi um parto pra entrar, de tão justa que estava!
Os garotos já estavam na piscina e saí pra cumprimentá-los com um café na mão.
- Mami… você tá espetacular - disse o Jamie.
- Uau - disse o Jerry - eu te falei que você tava linda, mas agora… você tá mais que linda!
- Obrigada, meninos - respondi com um sorriso, mas a verdade é que os que estavam gostosos eram eles. Sempre tiveram um corpo bom, o pai deles também era magro, mas agora dava pra ver que estavam malhando e os músculos estavam marcados. Principalmente os do abdômen. Aqueles gominhos que se formam nos atletas e que são tão apetitosos…
Eles usavam uns maiôs pequenos, não daqueles compridos que os caras usam, mas sim os dos nadadores, que têm um corte baixo e deixam os músculos mais visíveis.
Também me permitiu olhar pra "ferramenta" deles de novo. Eu sei que não devia, mas não consegui evitar olhar e me lembrar delas duras contra minha barriga na noite passada.
Apesar de ter tido um orgasmo… dois orgasmos! pouco tempo antes, aqui estava eu de novo respirando ofegante.
- Bom, filhos, vou sentar um pouco no computador e depois vou descansar um pouco.
- Você não vai sentar com a gente e curtir a piscina? - disse o Jamie se levantando e me abraçando. Eu o abracei de volta, encostando meu quadril no dele, mas de lado, evitando a ferramenta dele.
- Sim, mas mais tarde. Tá muito sol. E além disso vocês têm visita.
Fui embora com um calor agradável no corpo, mas não do sol, e sim de ter conversado com dois homens gostosos de maiô no meu quintal. Depois pensei que eram meus filhos, mas o calor já tinha se infiltrado no meu ventre. Será que vou ficar con a calcinha molhada o fim de semana inteiro? Hahaha.
Arrumei a cozinha e depois fui pro quarto. Tirei a roupa de cama que ainda estava úmida onde eu tinha deitado. Como era possível ter molhado a cama daquele jeito? Eu sei que quando tenho um orgasmo bom sai uma certa quantidade de líquido, mas pra molhar a cama assim? Enfim, melhor lavar e pronto.
Depois de colocar a roupa na máquina de lavar, ouvi alguém entrando na cozinha pela porta dos fundos. Eram as duas garotas Miller.
— Sra. Jones, que prazer em vê-la! — disse a mais velha, Anna, vindo me abraçar.
— Meu Deus, como você está linda! — falei, abraçando ela.
— E você também está linda, Leonor! — disse pra mais nova, que também tinha vindo me cumprimentar.
Anna e Leonor eram filhas de uns vizinhos que, aliás, tinham se mudado fazia um tempo, e estudavam na mesma escola que meus filhos. Anna um ano acima e Leonor um ano abaixo.
Mas como meus filhos estavam no penúltimo ano, Anna tinha começado a vir à tarde pra se ajudarem com as tarefas e pra nadar na piscina. Um tempo depois, Leonor se juntou ao grupo e, por um ano inteiro, eles se viam quase todo dia depois da aula. Depois, quando os Miller se mudaram pro outro lado da cidade, elas não vieram mais, mas a amizade continuou até meus filhos irem pra suas respectivas universidades e eu não soube mais delas. Depois pergunto pros meninos.
Trocamos cumprimentos por um tempo, perguntei pelos pais delas e o que estavam fazendo, e depois elas saíram de novo pra se juntar aos meninos na piscina.
Mais tarde, fui pro quarto e sentei no computador pra ler meus e-mails e trabalhar num relatório que teria que entregar na semana seguinte. Depois de um tempo, fiquei com sono e decidi dormir um pouco antes de descer pra piscina.
Antes de me deitar, dei uma olhada pela janela e vi os quatro nadando, mas quando eu ia... voltear, algo me chamou a atenção e era que as garotas estavam de topless!
- Meu Deus - pensei - O que elas estão fazendo? -
Fiquei olhando por um tempo, mas justo naquele momento elas tinham saído da água e depois de se secarem, cada uma se deitou em uma das espreguiçadeiras com a maior naturalidade. Nenhuma conotação especial pela nudez das meninas. Então percebi que provavelmente era eu quem sentia que os seios nus delas eram uma coisa especial, enquanto eles assumiam de uma forma mais natural.
Me afastei da janela e me deitei na cama. Tantos anos ensinando aos filhos que o corpo é uma coisa natural e que estar nu ou vestido é uma escolha pessoal e que não precisam se incomodar ou se excitar se virem alguém nu e agora, sou eu quem fico alarmada. Enfim, é melhor eu dormir.
O sono que antes parecia tão fácil, agora me escapava e na minha cabeça pulavam de novo e de novo os belos corpos de Anna e Leonor. A primeira um pouco mais alta que eu, com peitos também grandes e uns quadris bem marcados. Leonor parecia uma adolescente ainda, provavelmente tinha um ano a menos que Jerry e Jamie, 19, mas os peitos eram pequenos e pontudos, como quando ainda estão se desenvolvendo. Também não tinha muitos quadris, em compensação a bunda era maravilhosamente empinada…
Abri os olhos e já eram quase uma hora e as garotas logo iriam embora. Estava com vontade de vê-las de novo. Tinha dormido cerca de uma hora e acho que tinha sonhado com elas. Então era hora de eu também descer para a piscina.
Me levantei da cama e me despi e quando ia pegar meu biquíni, espreitei pela janela com cuidado.
- Cadê? Não os vejo -
Me movi para o outro lado da janela e
- OOOOHHH! - falei em voz alta. Não muito alto para que não me ouvissem.
Jerry estava sentado em uma das espreguiçadeiras e ajoelhada ao seu lado a cabeça de Leonor subia e descia lentamente enquanto chupava o…
- Ela está fazendo um boquete… - pensei - Não! ela está chupando o pau dele - eu disse a mim mesma, usando as palavras que eram necessárias.
Jerry acariciava a cabeça dela enquanto ela subia e descia devagar, enfiando tudo na boca. Não conseguia ver o pau do Jerry porque os cabelos loiros da Leonor escondiam, mas não havia dúvida do que estavam fazendo.
- E os outros? -
Não os via em lugar nenhum, mas a janela não me permitia ver todo o quintal, então mudei para o banheiro. De lá consegui vê-los. Jamie também estava sentado na espreguiçadeira e a Anna cavalgava ele em posição invertida, ou seja, de costas. Segurando-se com os pés no chão e as mãos nos apoios da espreguiçadeira, ela subia e descia o corpo nu com força, curtindo o pau do meu filho na sua buceta.
Parei de olhar por um momento e me apoiei na pia. Eu estava vendo meus filhos transando… melhor dizendo, meus dois filhos sendo comidos pelas suas colegas de estudo!
Há quanto tempo isso estava rolando? Então pensei em quantas tardes de “estudo” também tinham sido tardes de sexo…
Me aproximei da janela de novo e a Anna tinha se levantado. O pau do Jamie ainda estava duro e molhado, agora descansando na barriga dele. A Anna não estava em lugar nenhum.
Então a Leonor apareceu e, sorrindo, pegou o pau dele, apontou pra cima e habilmente se posicionou em cima do Jamie, colocou um joelho de cada lado do corpo dele e desceu até enfiar o pau completamente. Jamie se levantou um pouco e meteu um dos peitinhos da Leonor na boca, começando a chupar.
- Aaahhh - eu gemi, sentindo minha buceta se contrair num espasmo de desejo.
Voltei pro outro quarto pra olhar pela janela. A Anna estava deitada em outra espreguiçadeira, com as pernas levantadas e bem abertas, e ali no meio, o Jerry estava comendo ela com força. Subindo e descendo os quadris, enfiando o pau até o fundo. Coisa que eu não conseguia ver, mas o que via era a expressão de puro prazer no rosto da Anna cada vez que o Jerry metia.
Então senti como uma gota de umidade escorria pela minha coxa e lembrei que estava nua. Busquei com a mão e pude confirmar que era minha, uma gota dos meus fluidos vaginais que transbordavam.
Meti dois dedos e pude comprovar o quanto estava molhada e me estremeci. Então, enquanto continuava vendo Jerry comendo a Anna, comecei a me masturbar. Meus dedos voavam no meu clitóris, ao mesmo tempo que com a outra mão acariciava meus peitos de novo. Não tinha tempo de buscar nenhum dos meus brinquedos, eu ia gozar logo.
Então fechei os olhos e deixei o prazer me dominar. Sabia que não poderiam me ouvir, mas mesmo assim abafei o gemido de prazer que explodia na minha garganta:
-AAAAHHHH-
E minhas pernas não me aguentaram mais e tive que sentar na privada. Os espasmos de prazer percorriam meu corpo, me fazendo estremecer várias vezes, enquanto meus dedos mal roçavam no clitóris, muito sensível agora para ser acariciado.
Passaram vários minutos até que pude me levantar e, ao espiar pela janela, vi que Anna estava se vestindo. Obviamente tinham terminado também. Fui até a outra janela e Leonor e Jerry também estavam prontos. Jerry ainda estava colocando o vestido, acho que sem calcinha nem nada.
A menos que saísse correndo, já não teria tempo de me despedir delas. Assim, continuei olhando pela janela enquanto elas iam embora.
Depois lavei minha buceta no bidê e fui ao quarto buscar um maiô. Não sabia o que vestir e finalmente decidi que, depois de tudo que tinha acontecido, o mínimo que podia vestir era o biquíni mais minúsculo que tivesse. Embora estivesse certa de que nada que pudesse vestir poderia competir com aquelas duas garotas nuas. Enquanto ajustava o biquíni, que para meus padrões era mínimo, pensava:
- Será que realmente quero competir com elas? O que realmente quero?
A resposta esvoaçava na minha cabeça, mas eu não ousava expressá-la para mim mesma. O que eu queria era que meus filhos me desejassem mais do que a elas!
Finalmente me... Coloquei um pareo que combinava e um chapéu. Não estaria nua, como elas, mas estaria mais elegante!
Uma vez na cozinha, preparei um cuba-libre para me acalmar ainda mais e poder ver meus bebês sem a imagem dos corpos deles nus transando com as garotas.
— Oi, gente — disse com o melhor dos meus sorrisos, me aproximando deles que descansavam de forma inocente nas espreguiçadeiras.
— As garotas já foram embora? — perguntei, fingindo que não sabia de nada.
— Ah, sim — disse Jerry — faz uns 15 minutos.
— Ai, que pena que não me despedi delas. Elas se divertiram?
— Ah, sim — disse Jamie — como nos velhos tempos.
— Aham. Sabia. Esses caras devem estar comendo elas há quem sabe quanto tempo — pensei.
— Que bom! — disse — E o que elas fazem? Estudam?
— Anna passou um ano sem fazer nada. As notas dela não eram muito boas e não a aceitaram em nenhuma universidade. Além disso, não acho que a mãe dela tenha como pagar uma.
— A mãe dela? E o pai, onde anda?
— Esse desapareceu há anos. Logo depois que se mudaram. Acho que ele foi com outra mulher ou algo assim. Elas não sabem ou não querem saber nada dele.
— E então o que fazem? Não estudam?
— Anna trabalha como garçonete. Ela se casou e mora com o marido, mas acho que vai tentar estudar enfermagem à noite.
— Ela se casou? — tossi, tossi — disse me engasgando com o drink.
— Por que você se surpreende que ela tenha se casado?
— Não, não me surpreendi. Foi que me engasguei com o drink. Mas a verdade é que sim, me surpreende. Ela é tão jovem.
— Sim. Todos pensamos o mesmo. Certamente vão se divorciar.
— Com certeza. E se anda por aí dando para os colegas de escola... — pensei.
— Leonor segue pelo mesmo caminho. Acho que está como vendedora numa loja ou algo assim, esperando ver se consegue um marido ou alguém que tire ela daqui.
— Que pena dessas garotas... É isso que acontece quando não se estuda — disse pensando que, com certeza, quando estavam com meus filhos, não podiam estudar porque tinham seus corpos cheios de... -Bom. Querem que eu traga alguma coisa pra beber? Pra comer?
-Não, gata. Vem sentar aqui com a gente um pouco. A gente já tá tomando refrigerante o dia todo-
Jerry se moveu uma espreguiçadeira pra frente pra liberar a que estava no meio dos dois, onde eu me deitei depois de tirar a canga.
-Nossa, gata. Você tá linda!- disse Jamie.
-Mais que linda- completou Jerry -você tá uma gostosa-
-Tá, tá. Muitos elogios. Hahaha, mas vocês ainda não me explicaram o que rolou ontem à noite- falei me deitando de bruços na espreguiçadeira.
-Gata, você tá muito branquinha, não quer que a gente passe protetor?
-Não gosto muito de passar protetor, mas acho melhor. Não quero ficar queimada e depois não conseguir me mexer de dor. Tava pensando que a gente podia sair pra tomar um sorvete hoje à noite e depois talvez jogar boliche, o que acham?
Mal tinha dito que eles podiam passar o protetor, os dois já tinham se movido pra perto da minha espreguiçadeira. Jerry do lado da minha cabeça e Jamie dos meus pés, e depois de ensopar as mãos, começaram a me cobrir de creme.
Jamie tinha começado pelos pés e foi subindo devagar pelas pernas, enquanto Jerry cobria meus ombros. Meu biquíni era amarrado com duas fitas, uma atrás do pescoço e outra nas costas. Quando Jerry chegou na parte de passar creme no pescoço, sem hesitar um segundo, ele afrouxou o nó do biquíni, o que deixou ele passar creme sem problema.
Jamie foi subindo pelas minhas coxas e eu comecei a ficar nervosa. Os movimentos dele eram incrivelmente suaves e eu gostei muito... demais. Os dedos dele deslizavam pelas minhas coxas e às vezes entravam pela parte interna delas... incrivelmente excitante.
Jerry já tinha coberto meus ombros e descia pelas minhas costas, então o outro nó do biquíni ficou no caminho. Quando ele pegou nas mãos e começou a desfazer, eu parei ele:
-Mas o que você tá fazendo, Jerry?- falei me levantando um pouco.
-Tô tirando o nó do biquíni pra passar protetor- ele disse com cara de quem não entender. -Mas você vai me deixar... à mostra- -À mostra? -Com os peitos nus - eu disse. -Vamos ver. Três coisas: primeira. Não estou deixando seus peitos nus, só estou desamarrando o biquíni, se quer tirá-lo ou não, é por sua conta. A número dois é que já dissemos que adoramos seus peitos e acharíamos incrível poder vê-los nus. E a terceira é que te lembro que por muitos anos você nos disse que nudez não é boa nem ruim, que cada um pode se despir ou não, se tiver vontade e ninguém tem que se meter com ele por isso. Em outras palavras, podemos estar nus ou vestidos e não somos diferentes por causa disso- Fiquei absolutamente desarmada com esse argumento e me virei de bruços novamente. Jerry desfez o nó do biquíni, afastou as alças e começou a passar creme nas minhas costas inteiras. Jamie tinha chegado até o final das minhas pernas e suas mãos me acariciaram deliciosamente. Inclusive entre as pernas, onde ele tinha passado creme nas faces internas das minhas coxas, levemente roçando com os dedos minha vulva. Depois ele disse: -Este biquíni é muito grande, gata. Quer que eu te ajude a "modernizar"?- -Não tenho certeza do que você quer fazer - eu disse. -É muito fácil - respondeu -só tem que mostrar um pouco mais de bumbum- Na mesma hora ele pegou as laterais da parte de baixo do biquíni e puxou para cima, mais na direção dos quadris. Com isso, o biquíni deixou mais pele livre nas laterais, mas me apertou mais na virilha. Mas então ele também pegou a borda inferior do biquíni na altura das nádegas e puxou para cima também, fazendo com que o biquíni entrasse entre minhas nádegas como um fio-dental, ao mesmo tempo que deixava minhas duas nádegas à mostra. -Uuuyyy - eu disse ao sentir o biquíni separando minhas nádegas e deixando-as livres. -Muito bom - disse Jamie rindo -agora você parece uma garota moderna com fio-dental- -Não sei - eu disse -é meio desconfortável- -Não se preocupe. Logo você se acostuma. Não você tem calcinha tipo thong? É a mesma coisa- -Claro que tenho- eu disse -mas essas aqui só têm uma tirinha que entra entre as... as nádegas. Esse biquíni é muito mais largo- -Melhor assim- ele respondeu -como é mais largo, ele empurra as nádegas pra fora e deixa você mais sexy. Hahahaha. Mas agora tem que passar protetor pra não queimar esse bumbum lindo- Virei o rosto pra ele não ver como fiquei corada. Além do sorriso que brotou nos meus lábios ao sentir as mãos dele acariciando minhas nádegas... -mmm... que delíciaaa...- Jerry já tinha terminado minhas costas, não sem antes passar protetor bem lá embaixo. Tão embaixo que as pontas dos dedos dele tinham entrado sob a cintura da parte de baixo do biquíni, quase chegando na fenda entre minhas nádegas. -Tá bom. Já chega, meninos. Me deixem pegar um sol em paz- -Claro, mamãe- responderam os dois voltando pras suas cadeiras e deitando de barriga pra cima. -Tinha um volume nas sungas deles que eu não tinha visto antes? Mmmm, imaginação demais- pensei tentando me acalmar. Depois de uns 15 minutos, o calor e o sol já estavam pesando e decidi entrar na água. Olhei pros lados e meus bebês estavam lendo, então falei: -Não olhem, que vou entrar na água- -O que você não quer que a gente olhe, mamãe?- Disseram os dois fazendo cara de bobos. -É. Eu sei que criei um par de bobos. Não façam gracinha e fechem os olhos enquanto eu entro na água- Os dois fecharam os olhos ou pelo menos fingiram que fecharam, entreabrindo, mas por via das dúvidas, eu tampei os peitos com as mãos e entrei na piscina de um pulo. -Já podem abrir os olhos de novo- falei da água, que me chegava no pescoço e cobria meus peitos. -Ainda não entendemos- disse Jerry. -Não importa- respondi começando a nadar de um lado pro outro da piscina. Um dos poucos exercícios que fazia e que me ajudava a manter o corpo em forma. Quando cansei, fiquei no No meio da piscina descansando, quando duas "bombas" caíram na água ao meu lado, respingando no cabelo que eu tinha tentado não molhar.
- Mas queee...?-
Como quando tinham 12 anos, meus dois bebês tinham se jogado na água com as pernas encolhidas, levantando enormes jatos d'água.
- Hahahahaha- riram de mim quando saíram para respirar.
- Mas vocês já não são crianças- gritei para eles, fingindo estar brava -já não têm 12 anos-
- Claro que temos, mamãe- responderam girando ao meu redor -é mais. Agora vamos brincar-
- Marco Polo- gritou Jamie.
Esse era um jogo muito bobo que costumávamos brincar na piscina. Um (normalmente eu) tapa os olhos e os outros giram em volta. O de olhos tapados grita "Marco" e um ou vários dos outros responde "Polo" e quem busca se guia pelo som da voz para pegá-lo.
Imediatamente fechei os olhos e gritei: -Marco-
-Polo- respondeu uma voz ao meu lado. Me virei e movi os braços para aquele lado, mas não havia nada.
-Marco-
-Polo- Outra vez busquei e nada.
Me movi para a parte rasa da piscina e continuei chamando: -Marco-
-Polo- mas não encontrava nada. Para maior confusão, a voz eu ouvia agora tão iguais que não podia saber qual era qual. E isso que eles ficavam cada vez mais ousados.
-Marco- dizia eu outra vez e um -Polo- sussurrado quase no meu ouvido me fazia virar rapidamente... para não encontrar nada ou somente roçar uma costas ou um braço.
Já estávamos na parte rasa da piscina, a água mal me chegava na parte de cima das coxas, de forma que não lhes era fácil se esconder debaixo d'água e eu continuava sem encontrá-los.
De repente um abraço duplo e ambos me gritaram:
-Sanduííííche- e nos reviramos na água abraçados os três rindo como loucos -Hahahahaha-
Depois de alguns segundos, nos levantamos para respirar e nos separamos tirando os cabelos do rosto. Então fiquei consciente não só de que estava com os peitos à mostra, mas que um segundo antes me abraçavam os dois, um dos quais eu tinha sentido meus mamilos contra seu peito. Fingi que não percebi e continuei nadando, me movendo um pouco para o fundo, onde meus peitos ficavam cobertos pela água de novo. Ou pelo menos um pouco mais cobertos. —Não só você não conseguiu nos achar, gata — disse Jerry —, mas tenho certeza que você não sabia quem era quem. —Como assim não sabia? Claro que sei — respondi. —Vamos fazer dois testes. O primeiro de som e o segundo de tato — disse Jamie. —Mas não vai ser fácil. No de som você terá três tentativas. Vai fechar os olhos e nós vamos ficar um de cada lado e dizer as mesmas palavras, e você vai dizer quem está de que lado — disse Jerry. —Depois faremos um de tato. Mas não será o rosto. Você poderá nos tocar em tudo, menos no rosto, e terá que adivinhar quem é quem. —Tá bom — eu disse, aceitando o desafio. —Fecha os olhos e promete que não vai abrir. —Como vocês fizeram há pouco, antes de eu entrar na piscina? —Hahaha. Você sabia que a gente não ia perder a chance de ver esses peitões, hahaha. Mas agora sim. Com os olhos bem fechados, gata. —Tá bom — respondi enquanto os ouvia se mexer de um lado para o outro, ou talvez fingindo que estavam se mexendo. —Gata. Você é a mais gostosa de todas — disse uma voz à minha direita. —Gata. Você é a mais gostosa de todas — disse uma voz à minha esquerda. Por um momento fiquei em dúvida, mas deixei meu instinto me guiar e disse: —Jamie à minha esquerda e Jerry à minha direita. Ouvi eles se mexendo de novo: —Você tem um rosto lindo e um corpo perfeito — disse a voz à minha direita. —Você tem um rosto lindo e um corpo perfeito — disse a voz à minha esquerda. Dessa vez fiquei na dúvida, mas acho que não tinham trocado. —De novo, Jamie à minha esquerda e Jerry à minha direita. A água da piscina voltou a fazer barulho, como se estivessem trocando de lugar enquanto sussurravam, e as vozes voltaram: —Eu queria te beijar na boca e acariciar você toda — à minha direita. —Eu queria te beijar na boca e acariciar você toda — à minha esquerda. Pra ser sincera é que não consegui distinguir nada. Ouvir eles dizerem que queriam me beijar e acariciar me distraiu demais. Fiquei muda, com o corpo tremendo.
- Não sei quem disse o quê, mas melhor deixarmos assim - respondi finalmente abrindo os olhos.
- Mas, mami…! - protestaram, enquanto eu saía da piscina muito perturbada.
Cheguei à espreguiçadeira, sequei o corpo e me deitei de costas. Peguei o protetor solar e comecei a passar, especialmente nos peitos, antes que começassem a se oferecer como voluntários. Não fosse eu acabar deixando…
Eles vieram também e se sentaram de cada lado.
- Você não quis terminar o jogo - disse Jerry.
- Não me pareceu prudente - respondi.
- Mas não… - tentou dizer Jamie.
- E não quero continuar falando sobre isso - disse a eles.
- Uhh… ok - responderam.
Pouco depois, o desconforto passou e decidi que queria fazer as pazes, mas sem discutir o assunto, então fui pelo lado da comida.
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