Tenho que contar uma coisa que nem eu acredito. Tenho 24 anos. Sou um cara normal, trabalho de segunda a sexta. Muitas horas e pouco dinheiro. Desde que minha mãe morreu, sempre achei que nada de bom ia acontecer na minha vida... A única coisa que me dá um alívio na semana é ficar com minha namorada. Faz um ano e uns meses que saio com ela. É simples como eu. Gosta de sair pra comer, ver uma boa série. Como trabalhamos pra caralho, as vezes que ela vem pra minha casa sempre tá cansada. Pedimos algo pra comer, vemos algum episódio atrasado e dormimos. Pra mim é a maior alegria do mundo. O que mais posso pedir? Aos sábados a gente acorda às dez, geralmente dormi destapado por culpa dela. Ela me dá um abraço. Adoro sentir a respiração dela no meu ombro. Como o apartamento dá pra um poço de ventilação, botamos uma música meio alta e transamos gostoso. Com sorte mudamos de posição duas ou três vezes, ouço ela gemer um pouco e o jeito que ela me olha quando estamos fodendo me leva pra outro lugar. Às vezes até me diz que ela também gozou. E mesmo que eu adore e curta pra caramba, não fecha pra mim. Tem algo errado e eu não sabia bem o quê. Teve vezes que até teria terminado o relacionamento por causa disso. Como dizer? Tô andando na rua e passa na minha frente uma mulher. Pode ser a roupa ou algo no jeito de andar, o corte de cabelo, sei lá... Mas me faz sentir que o relacionamento me limita, saca? Comentei com minha namorada. Que não é legal fazer sempre no sábado de manhã. Que o ritual cansa. Que a gente podia experimentar na escada que vai pro terraço. Que gravássemos algo, sei lá. Botar um pouco de ação. Ela levou na boa, por sorte. Disse que ia ver... Passou uma semana e nada. E ainda por cima sexta era aniversário do irmão mais novo dela e com certeza ela não ia ficar em casa e nem íamos fazer no sábado. Eu tava a mil com o trabalho, então meio que tentei esquecer o assunto e tal, mas tem uma no escritório que dá pra ver que tá a fim de mim e não sei se ela percebeu que eu também tô afim ou se por causa dessa situação com minha namorada eu não conseguia parar de olhar pra ela, mas de vez em quando nossos olhares se cruzavam e meu coração batia descompassado. Na quinta-feira, na hora do almoço, ela veio andando na minha direção e eu percebi uma coisa. Ela nunca usa salto alto e sempre usa maquiagem bem leve. Naquela quinta, ela estava com um jeans preto daqueles meio justinho e uma camiseta de algodão branca que ficou pequena nela. Foi bem óbvio.
— Vamos comer — ela disse. Saímos pra comprar algo, sentamos nos bancos de uma praça, conversamos pra caralho. Eu percebi que ela deixava um grão de arroz nos lábios de vez em quando, que arrumava o cabelo. Mas tinha algo na forma tão descarada dela que me intimidava. Me fazia sentir que eu tava mesmo traindo minha namorada. E mesmo ela não tendo feito nada mais explícito e a gente só ter se divertido conversando, eu entendi uma coisa. Precisava ser mais mandão, pensar menos e me jogar mais.
Aí ainda por cima minha namorada me convidou pra jantar na casa dela com a família sexta-feira, por causa do aniversário do irmão, e eu nem ia poder sair. Um saco.
Saí do trampo e tive que ir. Família padrão: pai, mãe, minha namorada e o irmão. Comemos umas massas com um molho meio esquisito. Como o cara tava fazendo 18 anos, abrimos uns vinhos e bebemos pra caramba. Teve bolo, café e mais uma fatia de bolo. Foi legal, não reclamo. Como já era tarde, os velhos não se importaram que eu ficasse. Eu só pedi pra tomar um banho e eles também acharam de boa. Ajudei a arrumar tudo e a gente se trancou no quarto. Como já tinha aceitado que a gente não transava na casa dela, não liguei muito que ela dormiu na hora. Ela tinha bebido pra caramba também. Todo mundo tinha bebido muito. Eu fiquei pensando, meio decepcionado, bom, tentei dormir. Sempre que tô bêbado fico meio pensativo. No final saí da cama e peguei uma toalha dela. Fui pro banheiro e entrei no chuveiro. Aproveitei pra me tocar um pouco. Mas na hora H, não dava pra acreditar, abriram a porta do banheiro e entraram. IMAGINA. Até que eu meio que esperava. Tinha dito que algo ia... mudar. Ela tinha fingido que dormia, pensei. Mas não tive tempo de pensar muito mais. —Jorge (mudei o nome do velho), tira o lixo, hein. Era a mãe. Eu estava me masturbando. Que loucura. Tinha avisado que ia tomar banho ainda por cima. Não soltei meu pau, mas também não continuei muito, digamos. Tava com muito medo dela perceber. Queria responder, mas não queria que ficasse muito estranho. Sei lá. Nunca tinha me acontecido uma coisa dessas. Me deu vontade de responder e foi o que fiz. —Bom —disse a velha, meio alheia. Não percebeu, pensei. Não percebeu. Não percebeu— depois vem pro escritório pra gente não encher o saco que as crianças devem tá dormindo. Te espero ou algo assim, acrescentou depois de mijar e foi embora. Meu coração tava a mil. Eu estava completamente apavorado. Não sabia o que pensar. Ela tem uns quarenta e cinco, dá pra ver a idade, mas não se descuida. Mesmo indo na academia come direito. E mesmo que eu nunca tivesse reparado muito nela, a última coisa que ela tinha dito não saía da minha cabeça. Desde que comecei a ver pornô que tenho dificuldade de me tocar sem ver nada, mas naquele momento esqueci tudo. A velha com a mesma roupa da mesa, depois de cozinhar, em cima da mesa, agarrando ela pelos cabelos de quatro, num camisolão, engolindo tudo, com a filha transando os três sem o marido saber. Na minha cabeça fiz de tudo com ela. Queria continuar, mas não acabava mais. Só saí porque a água quente acabou. Me vesti como pude. Voltei pro quarto rapidão e me enfiei na cama. A magrela tava dormindo. Olhei pro mesmo ponto que pensava antes de tomar banho e percebi que não conseguia pensar em outra coisa. Percebi que mesmo que nunca tivesse prestado atenção nela, mesmo que minha namorada acordasse na hora e quisesse fazer, o que eu mais queria no mundo era comer a velha. Era um daqueles momentos em que a gente sente que tudo se encaixa perfeitamente? Tinham passado uns quinze minutos. Saí do quarto. Voltei pro banho fingindo que não era comigo. Fiquei sentado na mesa da sala final. Eu esperava me deparar com ela magicamente. Não podia ir ao estúdio. Ficava pensando no que aconteceria se o velho fosse e nos visse. Sei lá. Mas o que não parava de pensar era em comer a coroa. Tipo, naquele momento eu não duvidava que se eu entrasse no estúdio, a gente ia transar. Só tava com medo mesmo. Aí escuto um barulho vindo do estúdio. Claro, não tinha me ocorrido. Com certeza o velho tinha ido ao estúdio mesmo assim e eles estavam fodendo. Mas não. A coroa saiu meio pelada. Tipo, de camisetinha e calcinha, e foi pro quarto dela que fica do lado da cozinha. Mas ela me viu. Não sei que cara eu tava fazendo ou o quê, mas ela me perguntou se tinha algo errado. Eu disse que não. Fingi que não era comigo. Dava pra perceber que ela tava meio sem graça porque só tava de calcinha, mas mesmo assim ela perguntou. —Tem certeza? Eu não aguentava mais. Sei lá. Tava com vontade de contar pra ela. Tava com muita, muita vontade de explicar que tinha me masturbado pensando nela e que fui eu no banheiro, que tudo desse certo e a gente acabasse transando no tapete da sala. Não disse nada e ela sentou na minha frente. Tava com uma cara super preocupada. —Ei, o que foi? Conta. Pode me contar. Mas eu só saía com a filha dela há um ano e pouco. Não é como se a gente tivesse conversado muito antes nem nada. Sei lá. Mas lembrei da colega do escritório e não sei como tive coragem de dizer: —Tô com muita vontade de transar. Nem eu conseguia acreditar. A coroa tapou a boca. Piscou umas três vezes. Levantou sem dizer nada e foi pro quarto dela. Olhei pra bunda dela o máximo que pude. Pensei que ia ser a última vez que ia ver aquilo. O velho ia me chutar pra rua e, pra falar a verdade, também não tava muito importando mais não ver minha namorada. Mas ela encostou uma orelha na porta. Tava meio inclinada. Percebi que ela tava mostrando a raba de propósito. Dava pra ver um pouco como a calcinha marcava. Era roxa e tinha um pouco de renda. Mas isso eu só fui perceber depois. —Ele tá roncando. Vem. Ela teve que voltar pra mesa pra me puxar pela mão. Ela era vinte anos mais velha que eu. anos. Nunca tinha agarrado na mão dela. Lembro que era super fria. Ela me levou ao estúdio sem fazer barulho e trancou a porta. Quando se virou, me deu um beijo na hora. Foi super desconfortável. Só me deu um selinho. Pensei que ia ser puro descontrole. Que ela ia meter a mão na hora. Amassar os peitos dela. Ela me deu outro beijo. Senti o nariz duro dela contra o meu. Ela me deu outro selinho. Se afastou de novo. Dessa vez eu dei um beijo na boca dela. Temos mais ou menos a mesma altura. Fui percebendo as coisas. Nos beijamos. Eu não conseguia parar de pensar. É assim que essa véia beija. Toquei um pouco a bunda dela. Agarrei e meti mais língua. Eu agarrei mais forte e ela começou a tirar minha camiseta. Levantei os braços e até fiquei um pouco triste de parar de beijar. Naquele segundo, queria que ela chupasse meu pau. Que se abaixasse e fizesse tudo que eu tinha imaginado. Mas ela tirou a própria camiseta. E me empurrou devagar pra um sofá pequeno que tinha pra sentar. Desabotoou minha calça e pôs uma mão na minha boca. Percebeu que eu ia falar algo. Com a outra mão, me tocou por cima da cueca. Estava muito bom. Mas eu queria sentir a mão dela. Peguei e coloquei por dentro. Ela fez um sorriso que nunca vou esquecer. A véia parecia ter quinze anos. A mão ainda estava um pouco fria. E vai parecer uma bobeira inventada, mas pela primeira vez senti como é receber uma punheta com anel. Em um momento do prazer, ela me fez olhar pro teto e mais nada. Fechei os olhos. Só imaginava ela chupando. Peguei todo o cabelo dela com as duas mãos e tentei me sentar e empurrar ela pra baixo, como se fosse pra ela me chupar. Mas ela não gostou nada. Fiquei surpreso. Pensei que tinha cagado tudo. Que tinha pegado confiança demais e que ia acabar tudo. Foi sentado que vi melhor a calcinha dela. Era daquelas grandes que cobrem o bumbum quase todo. Não entendo nada de lingerie, mas tinha renda, isso com certeza. Com a pouca luz que tinha, dava pra ver um pouco os pelos. Ela tirou bem devagar, de costas pra mim. Ela adorava me mostrar a bunda e tinha toda a razão. Eu acariciei um pouco e teria tocado muito mais. Coloquei a ponta do polegar em cima da buceta, que estava bem molhada. Segui um pouco os lábios com o dedo, mas ela se virou. Colocou um pé no braço da poltrona e disse quase tremendo: "Chupa ela". Agarrei ela pela bunda e aproximei. Eu não gosto de falar. Sinto que se eu falar, estrago tudo, mas por isso mesmo acho que já estava me deixando levar pela situação. Ela se apoiou de repente com as mãos na parede e soltou um gritinho. Com a língua, primeiro explorei um pouco. Tinha aquele gosto característico, mas não muito. Senti um pouco mais e depois subi até o clitóris. Se o pornô me ensinou algo, é que dedicação é bem recompensada. Não demorei nem um segundo para enfiar o polegar inteiro. "É muuito", ela dizia e repetiu algumas vezes, mas eu continuei igual. Imagina. Não conseguia pensar em nada. Queria que não acabasse nunca e por isso tentei de verdade gravar na cabeça. Juro que poderia ter terminado ali mesmo chupando ela. Lembro que pisei um pouco no chão, como para tentar pensar em outra coisa e me lembrar melhor de tudo. Mas tocava o chão como se estivesse arranhando com o pé e ao mesmo tempo comia a buceta dela e metia e tirava o dedo. Abri um pouco os olhos para vê-la. Mas a posição era meio estranha. Ela tinha uma mão na parede e com a outra tapava a boca. Fiquei feliz, juro, tomei como sinal de que estava fazendo algo certo. Ela me parou. Não parava de dizer que era muito. Tinha medo de que, por descansar, pensássemos em algo que nos fizesse parar. Ela me pegou pelo braço para me tirar da poltrona e se ajoelhou, olhando para a parede. Por um segundo, pense na mulher de 40 anos mais gostosa que você já viu na vida. Gata, bunda grande, o que for. Eu gosto delas com cabelo curto e um pouco sérias. Mas tanto faz. Não importa, nunca vai haver uma mulher mais gostosa que a véia. Sem se mover dali, olhando para a parede, ela me disse em que azar tinha camisinhas ali. Eu adoraria poder dizer o nome dela. E se ela estiver lendo, saiba que você tem a bunda mais linda do mundo. Mas eu não parava de dizer isso enquanto puxava o cabelo dela e metia nela de quatro, enquanto também sussurrava o nome no ouvido. Eu estava com uma vontade enorme de gozar. Não aguentava mais. Falei pra ela e ela disse "sim, sim, sim, goza", bem tranquila. Me deu uma paz. Gozei sem culpa com a camisinha, mas dentro. Queria gravar o calor na cabeça e sentia a situação como se estivesse terminando. Toda a vibe, pensei na minha namorada. Bad trip, mano. Queria que ficasse duro pra continuar. Tipo, devo ter gozado em três ou quatro minutos, mas nunca tinha sentido uma buceta mais quente, molhada e macia, mas não. Ela disse que tinha gozado também quando fiz com a boca. Eu nem tinha percebido. Mas ela insistiu que era verdade. Foi bom pra caralho, ou algo assim que ela disse. No final olhei um pouco nos olhos dela, a situação foi meio triste, me vesti e voltei pro quarto. Percebi que ela ficou me olhando entrar. Minha namorada tava dormindo super tranquila. Me deu uma puta culpa, mas tinha sido tão gostoso. Me senti abençoado pra caralho. Precisava contar pra alguém, mas não quero que ela descubra nunca.
— Vamos comer — ela disse. Saímos pra comprar algo, sentamos nos bancos de uma praça, conversamos pra caralho. Eu percebi que ela deixava um grão de arroz nos lábios de vez em quando, que arrumava o cabelo. Mas tinha algo na forma tão descarada dela que me intimidava. Me fazia sentir que eu tava mesmo traindo minha namorada. E mesmo ela não tendo feito nada mais explícito e a gente só ter se divertido conversando, eu entendi uma coisa. Precisava ser mais mandão, pensar menos e me jogar mais.
Aí ainda por cima minha namorada me convidou pra jantar na casa dela com a família sexta-feira, por causa do aniversário do irmão, e eu nem ia poder sair. Um saco.
Saí do trampo e tive que ir. Família padrão: pai, mãe, minha namorada e o irmão. Comemos umas massas com um molho meio esquisito. Como o cara tava fazendo 18 anos, abrimos uns vinhos e bebemos pra caramba. Teve bolo, café e mais uma fatia de bolo. Foi legal, não reclamo. Como já era tarde, os velhos não se importaram que eu ficasse. Eu só pedi pra tomar um banho e eles também acharam de boa. Ajudei a arrumar tudo e a gente se trancou no quarto. Como já tinha aceitado que a gente não transava na casa dela, não liguei muito que ela dormiu na hora. Ela tinha bebido pra caramba também. Todo mundo tinha bebido muito. Eu fiquei pensando, meio decepcionado, bom, tentei dormir. Sempre que tô bêbado fico meio pensativo. No final saí da cama e peguei uma toalha dela. Fui pro banheiro e entrei no chuveiro. Aproveitei pra me tocar um pouco. Mas na hora H, não dava pra acreditar, abriram a porta do banheiro e entraram. IMAGINA. Até que eu meio que esperava. Tinha dito que algo ia... mudar. Ela tinha fingido que dormia, pensei. Mas não tive tempo de pensar muito mais. —Jorge (mudei o nome do velho), tira o lixo, hein. Era a mãe. Eu estava me masturbando. Que loucura. Tinha avisado que ia tomar banho ainda por cima. Não soltei meu pau, mas também não continuei muito, digamos. Tava com muito medo dela perceber. Queria responder, mas não queria que ficasse muito estranho. Sei lá. Nunca tinha me acontecido uma coisa dessas. Me deu vontade de responder e foi o que fiz. —Bom —disse a velha, meio alheia. Não percebeu, pensei. Não percebeu. Não percebeu— depois vem pro escritório pra gente não encher o saco que as crianças devem tá dormindo. Te espero ou algo assim, acrescentou depois de mijar e foi embora. Meu coração tava a mil. Eu estava completamente apavorado. Não sabia o que pensar. Ela tem uns quarenta e cinco, dá pra ver a idade, mas não se descuida. Mesmo indo na academia come direito. E mesmo que eu nunca tivesse reparado muito nela, a última coisa que ela tinha dito não saía da minha cabeça. Desde que comecei a ver pornô que tenho dificuldade de me tocar sem ver nada, mas naquele momento esqueci tudo. A velha com a mesma roupa da mesa, depois de cozinhar, em cima da mesa, agarrando ela pelos cabelos de quatro, num camisolão, engolindo tudo, com a filha transando os três sem o marido saber. Na minha cabeça fiz de tudo com ela. Queria continuar, mas não acabava mais. Só saí porque a água quente acabou. Me vesti como pude. Voltei pro quarto rapidão e me enfiei na cama. A magrela tava dormindo. Olhei pro mesmo ponto que pensava antes de tomar banho e percebi que não conseguia pensar em outra coisa. Percebi que mesmo que nunca tivesse prestado atenção nela, mesmo que minha namorada acordasse na hora e quisesse fazer, o que eu mais queria no mundo era comer a velha. Era um daqueles momentos em que a gente sente que tudo se encaixa perfeitamente? Tinham passado uns quinze minutos. Saí do quarto. Voltei pro banho fingindo que não era comigo. Fiquei sentado na mesa da sala final. Eu esperava me deparar com ela magicamente. Não podia ir ao estúdio. Ficava pensando no que aconteceria se o velho fosse e nos visse. Sei lá. Mas o que não parava de pensar era em comer a coroa. Tipo, naquele momento eu não duvidava que se eu entrasse no estúdio, a gente ia transar. Só tava com medo mesmo. Aí escuto um barulho vindo do estúdio. Claro, não tinha me ocorrido. Com certeza o velho tinha ido ao estúdio mesmo assim e eles estavam fodendo. Mas não. A coroa saiu meio pelada. Tipo, de camisetinha e calcinha, e foi pro quarto dela que fica do lado da cozinha. Mas ela me viu. Não sei que cara eu tava fazendo ou o quê, mas ela me perguntou se tinha algo errado. Eu disse que não. Fingi que não era comigo. Dava pra perceber que ela tava meio sem graça porque só tava de calcinha, mas mesmo assim ela perguntou. —Tem certeza? Eu não aguentava mais. Sei lá. Tava com vontade de contar pra ela. Tava com muita, muita vontade de explicar que tinha me masturbado pensando nela e que fui eu no banheiro, que tudo desse certo e a gente acabasse transando no tapete da sala. Não disse nada e ela sentou na minha frente. Tava com uma cara super preocupada. —Ei, o que foi? Conta. Pode me contar. Mas eu só saía com a filha dela há um ano e pouco. Não é como se a gente tivesse conversado muito antes nem nada. Sei lá. Mas lembrei da colega do escritório e não sei como tive coragem de dizer: —Tô com muita vontade de transar. Nem eu conseguia acreditar. A coroa tapou a boca. Piscou umas três vezes. Levantou sem dizer nada e foi pro quarto dela. Olhei pra bunda dela o máximo que pude. Pensei que ia ser a última vez que ia ver aquilo. O velho ia me chutar pra rua e, pra falar a verdade, também não tava muito importando mais não ver minha namorada. Mas ela encostou uma orelha na porta. Tava meio inclinada. Percebi que ela tava mostrando a raba de propósito. Dava pra ver um pouco como a calcinha marcava. Era roxa e tinha um pouco de renda. Mas isso eu só fui perceber depois. —Ele tá roncando. Vem. Ela teve que voltar pra mesa pra me puxar pela mão. Ela era vinte anos mais velha que eu. anos. Nunca tinha agarrado na mão dela. Lembro que era super fria. Ela me levou ao estúdio sem fazer barulho e trancou a porta. Quando se virou, me deu um beijo na hora. Foi super desconfortável. Só me deu um selinho. Pensei que ia ser puro descontrole. Que ela ia meter a mão na hora. Amassar os peitos dela. Ela me deu outro beijo. Senti o nariz duro dela contra o meu. Ela me deu outro selinho. Se afastou de novo. Dessa vez eu dei um beijo na boca dela. Temos mais ou menos a mesma altura. Fui percebendo as coisas. Nos beijamos. Eu não conseguia parar de pensar. É assim que essa véia beija. Toquei um pouco a bunda dela. Agarrei e meti mais língua. Eu agarrei mais forte e ela começou a tirar minha camiseta. Levantei os braços e até fiquei um pouco triste de parar de beijar. Naquele segundo, queria que ela chupasse meu pau. Que se abaixasse e fizesse tudo que eu tinha imaginado. Mas ela tirou a própria camiseta. E me empurrou devagar pra um sofá pequeno que tinha pra sentar. Desabotoou minha calça e pôs uma mão na minha boca. Percebeu que eu ia falar algo. Com a outra mão, me tocou por cima da cueca. Estava muito bom. Mas eu queria sentir a mão dela. Peguei e coloquei por dentro. Ela fez um sorriso que nunca vou esquecer. A véia parecia ter quinze anos. A mão ainda estava um pouco fria. E vai parecer uma bobeira inventada, mas pela primeira vez senti como é receber uma punheta com anel. Em um momento do prazer, ela me fez olhar pro teto e mais nada. Fechei os olhos. Só imaginava ela chupando. Peguei todo o cabelo dela com as duas mãos e tentei me sentar e empurrar ela pra baixo, como se fosse pra ela me chupar. Mas ela não gostou nada. Fiquei surpreso. Pensei que tinha cagado tudo. Que tinha pegado confiança demais e que ia acabar tudo. Foi sentado que vi melhor a calcinha dela. Era daquelas grandes que cobrem o bumbum quase todo. Não entendo nada de lingerie, mas tinha renda, isso com certeza. Com a pouca luz que tinha, dava pra ver um pouco os pelos. Ela tirou bem devagar, de costas pra mim. Ela adorava me mostrar a bunda e tinha toda a razão. Eu acariciei um pouco e teria tocado muito mais. Coloquei a ponta do polegar em cima da buceta, que estava bem molhada. Segui um pouco os lábios com o dedo, mas ela se virou. Colocou um pé no braço da poltrona e disse quase tremendo: "Chupa ela". Agarrei ela pela bunda e aproximei. Eu não gosto de falar. Sinto que se eu falar, estrago tudo, mas por isso mesmo acho que já estava me deixando levar pela situação. Ela se apoiou de repente com as mãos na parede e soltou um gritinho. Com a língua, primeiro explorei um pouco. Tinha aquele gosto característico, mas não muito. Senti um pouco mais e depois subi até o clitóris. Se o pornô me ensinou algo, é que dedicação é bem recompensada. Não demorei nem um segundo para enfiar o polegar inteiro. "É muuito", ela dizia e repetiu algumas vezes, mas eu continuei igual. Imagina. Não conseguia pensar em nada. Queria que não acabasse nunca e por isso tentei de verdade gravar na cabeça. Juro que poderia ter terminado ali mesmo chupando ela. Lembro que pisei um pouco no chão, como para tentar pensar em outra coisa e me lembrar melhor de tudo. Mas tocava o chão como se estivesse arranhando com o pé e ao mesmo tempo comia a buceta dela e metia e tirava o dedo. Abri um pouco os olhos para vê-la. Mas a posição era meio estranha. Ela tinha uma mão na parede e com a outra tapava a boca. Fiquei feliz, juro, tomei como sinal de que estava fazendo algo certo. Ela me parou. Não parava de dizer que era muito. Tinha medo de que, por descansar, pensássemos em algo que nos fizesse parar. Ela me pegou pelo braço para me tirar da poltrona e se ajoelhou, olhando para a parede. Por um segundo, pense na mulher de 40 anos mais gostosa que você já viu na vida. Gata, bunda grande, o que for. Eu gosto delas com cabelo curto e um pouco sérias. Mas tanto faz. Não importa, nunca vai haver uma mulher mais gostosa que a véia. Sem se mover dali, olhando para a parede, ela me disse em que azar tinha camisinhas ali. Eu adoraria poder dizer o nome dela. E se ela estiver lendo, saiba que você tem a bunda mais linda do mundo. Mas eu não parava de dizer isso enquanto puxava o cabelo dela e metia nela de quatro, enquanto também sussurrava o nome no ouvido. Eu estava com uma vontade enorme de gozar. Não aguentava mais. Falei pra ela e ela disse "sim, sim, sim, goza", bem tranquila. Me deu uma paz. Gozei sem culpa com a camisinha, mas dentro. Queria gravar o calor na cabeça e sentia a situação como se estivesse terminando. Toda a vibe, pensei na minha namorada. Bad trip, mano. Queria que ficasse duro pra continuar. Tipo, devo ter gozado em três ou quatro minutos, mas nunca tinha sentido uma buceta mais quente, molhada e macia, mas não. Ela disse que tinha gozado também quando fiz com a boca. Eu nem tinha percebido. Mas ela insistiu que era verdade. Foi bom pra caralho, ou algo assim que ela disse. No final olhei um pouco nos olhos dela, a situação foi meio triste, me vesti e voltei pro quarto. Percebi que ela ficou me olhando entrar. Minha namorada tava dormindo super tranquila. Me deu uma puta culpa, mas tinha sido tão gostoso. Me senti abençoado pra caralho. Precisava contar pra alguém, mas não quero que ela descubra nunca.
6 comentários - A puta da mãe