Paródia: Casados... e com Filhos II

Olá, Companheir@s! Como vocês estão? Hoje trago pra vocês a segunda parte da Paródia feita por mim, de Casados com Filhos.
Passem e leiam:




Casados... com filhos II
Já tendo passado várias semanas do "affair" entre os integrantes da família Argento e o casal Fuseneco, tinham ficado algumas sequelas sexuais. Moni tava desesperada pra provar de novo o pedaço do Dardo; enquanto o próprio Dardo tava afim de se enfiar na cama com a Paola de novo.

Maria Elena tava com uma amargura maior que o normal, porque o Dardo não tentava transar com ela. Coisa que já tinha acontecido antes, quando o Dardo ficou obcecado por uma amiguinha uruguaia que a Coky trouxe pra casa.

Pepe continuava na rotina da sapataria e nas campanhas do Racing Club.

Enquanto isso, os irmãozinhos Argentos seguiam a vida na deles. Coky e suas punhetas escondidas dedicadas à Maria Elena e tal. E a Paola e suas aventuras sexuais por todo o bairro.

Toda tarde, o Dardo batia na porta da casa dos Argentos, na volta do trampo. Pepe recebia ele e preparava uns mates pra oferecer. Dardo sentava abrindo as pernas, mostrando o volume. Moni sentava no outro sofá, olhando sem parar pro bagulho dele.

Até que Moni se aproximava da TV rebolando a bunda sugestivamente na cara do Dardo, enquanto o Pepe insistia pra ela ir cozinhar.

A tesão da Moni só aumentava. Pepe não queria comer ela; e a angústia sexual dela crescia. Então, numa quinta à tarde, mandou o Pepe cuidar da Paola e da Coky durante o show das pastilhas do avô. Show que eles tinham entrada de graça. Moni ficou com a casa só pra ela por umas horas. Esperou chegar o horário de sempre, e o Dardo bateu na porta.

— Sim, quem é? — Perguntou Moni, se fazendo de desentendida.
— Sou eu, Dardo. Posso entrar?
— Sim, Dardo. Pode entrar! — Abrindo a porta.
— Oi, Moni. Como cê tá? O Pepe tá aí?
— Ah, sei lá… Vou ver. Senta aí, que já te trago algo pra beber. Um cafezinho?
— Beleza, Moni. Mas olha, tô meio apertado. Se o Pepe não tiver, a gente deixa pra outro dia.
— E o que cê tem que fazer, Dardo? — Perguntou Moni, da cozinha. — A María Elena quer redecorar a sala.
— Ah, olha só… Bom, senta aí e toma um cafezinho comigo!

Assim que terminaram o café, Dardo parecia impaciente com a demora do Pepe.

— Moni, cê tem certeza que o Pepe vem?
— Olha, Dardo, o Pepe não vai chegar antes de umas duas horas… Esse é o tempo que você tem pra me fazer sua! — enquanto se apalpava os peitos por cima da regata justa.
— Uai, Moni, não fica assim. Acho que não é uma boa ideia.
— Eu acho que é uma ótima ideia. — Moni puxou um martelo de amaciar carne, de madeira — Ou você me come, ou eu faço você me foder! — dando uma porrada na cabeça do coitado do Dardo.

Assim que ele apagou, Moni começou a despir ele. Abriu a camisa dele, passou as mãos pelo corpo definido. Desabotoou o cinto e puxou a calça pra baixo, junto com a cueca. Tinha a pica do Dardo na mão. Não aguentou nem um minuto a mais. Levou aquela porra de pau enorme na boca, mesmo ele estando “morto”. Chupava de cima a baixo. Com o vai e vem da mão, forçava a ereção do Dardo. Moni continuou mais um pouco, mas agora saboreando os ovos dele, um por um na boca. O pau já tava no talo. Moni tirou a legging de oncinha, puxou a micro-calcinha vermelha pro lado, soltou os peitos lindos dela e montou em cima do Dardo, enfiando o pau dele dentro dela. Depois de uns segundos cavalgando, Dardo começou a voltar a si, e deu de cara com dois peitões enormes na frente dele. Reagiu pegando um peito e levando à boca. Moni ficou felizona que o Dardo acordou com o maior pique. A transa tava sensacional. Moni se acabava de tanto gozar, num ritmo alucinado.

— Vai, Dardo! Me faz sua! — gritava Moni.

Dardo colocou um dos dedos na boca de Moni, que lambuzou ele todo de saliva. Ela já sacou o que o Dardo tava tramando. O destino daquele dedo era o cu dela. Moni sentiu o dedo roçando o buraquinho dela, abrindo ele.
Dardo colocou Moni de quatro, numa ponta do sofá. Enfiou O pau dele na entrada do cu dela, e enfiou de uma vez. Moni sofria, mas de prazer.

— Ai, sim, Dardinho! Como eu gosto! Me parte toda!
— Aguenta aí que vou meter inteiro! — avisou.
— Ai, dói! Sim! Ai!!! Ai!!! — gemia Moni.

O sonho dela estava se realizando. A pica enorme do Dardo, enchendo ela por todos os lados, e só pra ela. Depois de alguns minutos, o final se anunciou.

— Uai, Moni, vou gozar!
— Sim, Dardo! Enche meu cu de porra!!!

Dito e feito. Dardo gozou dentro da raba da Moni. Depois que Dardo tirou o pau de lá, começou a jorrar porra do cu. Moni pegou o que conseguiu com as mãos e levou à boca.

— Hummm… Adoro sua porra com gosto do meu cu! — enquanto piscava o olho.

Dardo deu um beijo na bochecha dela e começou a se vestir.

— Bom, Moni. Acho que já estou atrasado. Outro dia volto, e se o Pepe não estiver, te dou mais uma foda. Valeu por tudo! — disse, enquanto ia direto pra casa.

Moni ficou no sofá, remexendo o cu. Não acreditava como ele tinha deixado. Ajeitou a fio dental, vestiu a legging de novo, e se jogou de cu pra cima no sofá. Pensava que, sem dúvida, essa tinha sido a melhor transa da vida dela.

Quanto ao Pepe e os meninos. Estavam chegando ao local. Chegaram no estádio. Ao passar pela revista, Pepe notou como as policiais mulheres apalpavam o corpo delicado da Paola. Aquela visão lésbica começava a agradar o Pepe; e também a Paola, que não reclamava de nenhuma mão a mais. Ao entrar no "campo", Coky e Paola queriam ir pra frente. Embora já estivesse bem cheio, ainda dava pra chegar. Então os três foram pra frente. Coky ia na frente e Pepe ficava atrás, fazendo o papel de pai protetor. Não conseguiram chegar na grade, mas ficaram a três pessoas dela.

O show já tinha começado quando o lugar lotou. A galera pulava de um lado pro outro conforme as músicas tocavam. Cheiro de baseado, cerveja e suor tomavam conta do ar. aires. Pepe se sentia enojado, e resmungava pra si mesmo que no tempo dele a música era diferente. Coky se separou deles, procurando alguma "roqueira" pra apoiar. Pepe, ao ver isso, só pensou que ele era um otário e que ia trombar com alguma mina que tinha namorado e ia levar uma surra. A galera começava a se amontoar pra frente. Os corpos de Paola e Pepe estavam colados. Pepe percebeu que o pau dele ficou apoiado entre as nádegas da filha.

- Desculpa, Paolita. Sou eu, pussy!
- Sim, papai, sem problema!

A galera continuava pulando e se apertando. Pepe cobria a Paola com os braços pra ela não cair nem ser empurrada. Isso fazia com que, a cada batida, Pepe enfiasse a pica na filha dele. A tesão da Paola já tinha começado. A música seguinte fez todo o público enlouquecer. Paola começou a pular, esfregando a bunda na pica do pai. Pepe ia sentindo o pau endurecer enquanto as nádegas da filha se encaixavam.

- Bom, Paolita, acho melhor você não pular tanto. - Tentou convencê-la Pepe. - Vamos ver o show de boa.
- Não, papai! Eu quero pular! Adoro pular!... Você não gosta de como eu pulo?
- Gosto, papai gosta de como você pula!... Mas papai também não é de ferro!
- Ai, papucho! - Chegando perto do ouvido. - Mas se eu adoro sentir uma pica dura na bunda!

Pepe ficou vermelho de todas as cores. A filha dele estava provocando ele. Estava deixando ele excitado. E ainda por cima curtia a pica dele enterrada na bunda. "Se é puta, que seja puta mesmo" pensou. Em seguida, as esfregadas de Pepe eram cada vez mais intensas. Paola sentia que estava ficando toda molhada. Pepe encaixava a pica entre as duas bandas da bunda de Paola, e ela se mexia pra cima e pra baixo, e endurecia e amolecia a raba, prendendo a pica de Pepe com as nádegas.

- Ai, papucho! Que pica gostosa você tem!

Ao ouvir isso, Pepe começou a apalpar os peitos da filha. Paola, por sua vez, desceu a mão e roçou a pica do pai. Abriu o zíper fechou o zíper, e puxou o pau pra fora.

—Ai, meu Deus! A puta da mãe! — exclamava Pepe.

Paola baixou a legging branca e afastou pra um lado a calcinha rosa que tava usando.

—Mete em mim, Papucho! — exigiu Paola.

Pepe encostou o pau na entrada da buceta da Paola, e de uma vez meteu tudo. Paola soltou um grito abafado. Pepe segurou ela pela cabeça e pela barriga. No ouvido, ficava dizendo que ela ia gostar, que era só um momentinho. O cuzinho da Paola cedia a cada estocada do Pepe. O povo ao redor não percebia nada, já que pareciam só mais dois no “pogo”. Antes que a música que tava tocando acabasse, Pepe tirou o pau da buceta da filha, e jorrou três grandes cusparadas de porra na raba da Paola. Quando a música terminou, os dois se ajeitaram. E curtiram o show, como pai e filha.

Quanto ao Coky, continuava quicando entre pogos, rabas e tapas. No fim do show, os três partiram pra casa.





Eram quase duas da manhã, Coky tinha ficado meio excitado com o show, e tava largado no sofá da sala vendo um filme pornô. Paola se aproximou devagar por trás.

—O que cê tá fazendo, Cokito?... O que cê tá vendo? — se fazendo de sonsa.

—Ah… Nada, Paolita. Um filme… de ação.

—De ação? Ah, sim… Tem muita ação mesmo.

—É, Paolita. Essa mulher sofreu um acidente e aquele homem tá dando respiração boca a boca… Peito a boca… Buceta a boca.

—Ai! Olha que legal essa técnica de reanimação. De buceta a boca!

—É, mas acho que não vou ver mais.

—Por quê, Coky?

—Porque sim! É chato! — enquanto se levantava tentando esconder a ereção com uma almofada.

—Acho que não é chato não. Fica sentadinho aí e vamos ver. — pegando ele pelo braço, sentando ele à força. —Uai, o que cê tem aí? O que cê tá escondendo?

—Nada, Paola! É meu pintinho, que tá me dizendo que eu tenho que ir no banheiro.

—É? E vai se tocar? Pensando no filme?... ou na Maria Elena?

—Cala a boca, idiota!... Não vê que não vou me tocar!

—Vai sim! Você vai se tocar! E eu vou te ver!
– O quê?... Você vai me ver o quê?
– Sim, Cokito! Quero ver como você bate uma. Quero ver meu irmãozinho fazer uma boa masturbação!

Em seguida, Paola agarrou Coky pela gola da camiseta e o levou para o banheiro.

– Vai, Coky, me mostra a pica! – insistiu Paola.
– Não, Paola! Isso não tá certo!
– Não se faz de bonzinho e moralista. Se eu te vi mais de uma vez pegando minhas calcinhas ou as da mamãe!
– Nããão! – A cara de Coky se transformou, sabendo que tinha sido pego.
– Vai! – insistiu com força, puxando a calça dele pra baixo. – Olha só! Que volume que meu irmão tem! – A mão de Paola percorria a região.

A ereção de Coky era iminente. O pau dele saía da cueca. Enquanto Paola acomodava Coky em cima do vaso sanitário.

– Isso, Coky! Que pedaço!... Agora me mostra como você bate uma. Quero te ver jorrar a porra.
– Tá bom, Paola, já que você insiste!

Coky começou um sobe e desce frenético com a mão no próprio pau. Os olhos de Paola estavam arregalados. Ela estava chocada por ver o irmão se masturbando.

– E no que você pensa, Coky?
– Hã?
– É, seu idiota! No que você pensa, quando se toca? Ou em quem você pensa?

Paola se posicionou à direita de Coky. Passou um braço pelas costas dele e levou a mão até a mão de Coky, que já estava se tocando. As duas mãos subiam e desciam pelo pau dele.

– Você pensa na María Elena? – sussurrava no ouvido dele.
– Sim – respondia timidamente.
– E o que você faz com a María Elena?
– Chupo os peitos dela... Como a buceta dela... Que ela babaca na minha pica, e meto tudo!
– Mmmm... É?... E em quem mais você pensa? Nas minhas amigas?
– Ah, sim! Suas amigas, todas merecem uma boa fodida!
– Aham! E você comeria todas, né?
– Sim! Sim! – se entregando à masturbação.
– E mais alguém? Na mamãe você se toca?
– Ah, sim, Paolita! – confessou.
– O que você pensa com a mamãe, pervertido?
– Que ela me faz um bom esfregação de peitos com essas duas tetas! E gozar tudo na cara dela!
– Isso, Coky!... E... Em mim, você pensa? Gosta de se masturbar comigo? Com Sua irmãzinha?
– Uf, Paola, você não faz ideia!
– É? E o que você faria comigo? – Paola aumentava o ritmo da masturbação de Coky.
– Ia te comer de quatro! Fico louco quando você anda de short pela casa. Bate uma dura na hora… Te imagino sentadinha, de pernas abertas esperando essa pica… Você quer? – Com a mão, ele empurrou a cabeça de Paola em direção ao pau dele.

Paola começou a chupar a rola de Coky. Os lábios dela deslizavam por toda a circunferência do pênis. Com a boca, ela fazia o pau de Coky aparecer e desaparecer. Com a mão, ela girava para trás e para baixo. Coky não aguentava mais.

– Lá vem, Paolita! Engole tudo! – Ele tirou a boca de Paola do pau e apontou para o rosto dela. – Sua puta de merda!!!

Coky esvaziou toda a geleia leitosa dele no rosto de Paola, que mal conseguiu engolir umas gotinhas. A cara dela ficou coberta de branco. Ela se recompôs, se olhou no espelho e, com a mão, levou os restos de porra até a boca. Depois se limpou e saiu dali com a maior cara de alegria que conseguia mostrar.

Quanto a Coky, ficou petrificado no banheiro. Esperou uns minutos e foi tomar um banho. Estava feliz.

Continua…
Salve!
Link do relato anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/2146028/Parodia-Casados-con-hijos.html

11 comentários - Paródia: Casados... e com Filhos II

Sos un capo loco todo lo que imaginabamos despues de ver el video de MONI jejeje
jajajaj que buena hace poco que mire unos capitulos de la serie
segui con tu relatos asi de casados con hjijos
wow imaginarse a la lopilato es tremendo tenerla de hermana uffffff
wau facil de imaginar con esos personajes, las escenas de paola con su padre y con su hermano muy logradas, te parece verlos
Definitivamente muy bueno, una buena hermana dándole apoyo a su hermano y reviviendo a su padre!!!