Sogra gostosa

Sou casado com Áurea, com quem tenho uma filha, ainda menor de idade. Me chamo Lito e tenho 32 anos, enquanto minha esposa tem apenas 24, com quem mantenho uma boa vida sexual. As relações com a família da minha esposa sempre foram boas, especialmente com sua única irmã e com seu pai, mas não com minha sogra, "Camila". Ela vinha de uma família bem abastada, de caráter e tradição muito conservadora, e de alta linhagem. Minha sogra é todo um temperamento, autoritária como ninguém, que nunca dá o braço a torcer… sempre tenta fazer do jeito dela. Meu sogro é uma "espécie de cordeirinho" ao lado dela, boa pessoa, trabalhador, mas dominado inteiramente pela mulher, a quem obedece em todos os momentos. Da minha parte, tenho um temperamento também um pouco difícil de lidar, bastante independente, e me custa bastante ceder, especialmente diante das pretensões de uma pessoa com o temperamento da minha sogra. Por isso, não era nada estranho que tivéssemos discussões contínuas, o que tinha levado minha esposa a tentar evitar ir à casa dos meus sogros na minha companhia, exceto em certas celebrações familiares inevitáveis. A realidade é que minha sogra nunca quis que Áurea se casasse comigo, já que ela tinha outras aspirações, e sempre apostou que sua filha se casasse com um latifundiário da cidade. Apesar de sua oposição, e não sérios confrontos entre minha esposa e sua mãe, conseguimos nos casar, e ainda por cima cedo. Como já lhes indiquei, com a finalidade de não irritar minha esposa e não fazê-la sofrer, às vezes suportava e evitava qualquer discussão com a mãe da minha esposa, todo um touro desembestado comigo. Mas, a realidade é que eu a considerava uma mulher insuportável. Não chegava a compreender como seu marido podia suportá-la tanto tempo. Camila, apesar de tudo, tinha dado à luz duas filhas, embora muito cedo, já que as teve aos dezoito e vinte anos. No entanto, apesar do temperamento infernal que tinha Aquela mulher, eu não podia deixar de reconhecer o "corpaço da minha sogra", que conservava uma figura perfeita, bem modelada, com um corpo mais magro, e além disso com aquela beleza inata, apesar de ter chegado aos 40 anos. Pelo contrário, meu sogro era bem mais velho que ela… perto dos 60 anos. Era um homem pacífico, com um jeito passivo, que tentava não discutir com ninguém, e se submetia completamente aos desígnios.
Em várias ocasiões, quando minha sogra discutia, eu observava aquele corpo de mulher, com aqueles peitos mais ou menos grandes, mas que se mostrava firmes, e aquele traseiro perfeito, com umas nádegas quase redondas de onde desciam umas pernas bem modeladas, e sem uma única veia à vista. A realidade é que, apesar da animosidade que sentia por ela, não podia deixar de reconhecer que, a simples presença daquela mulher me produzia uma exaltação que eu não podia evitar, e que no fundo me preocupava, já que se tratava da minha sogra, a mãe da minha esposa.
Embora Camila se vestisse de forma severa e conservadora, e mal se pudesse vislumbrar suas pernas, em raras ocasiões, mesmo assim, com sua vestimenta tradicional, destacava de forma natural a silhueta do seu bom corpo, a imponência das suas tetas e seu bom traseiro e aquelas ancas largas feitas para o pecado. Embora tentasse evitar todo pensamento obsceno sobre aquela mulher, era algo que escapava ao meu controle… "sem quase pensar, só de vê-la sinto um estremecimento no meu pau". Por isso, em algumas ocasiões, dizia para mim mesmo "como essa puta é gostosa. Que foda boa eu daria nela! E, quando nossos atritos subiam de tom, eu olhava pra ela e pensava baixinho… "essa vadia só precisa é que lhe deem uma boa fodida como Deus manda! Precisa é que lhe mostrem quem é que manda!"
Mas tanto vai o cântaro à fonte até que um dia se quebra. E assim, um belo dia, por ocasião de uma reunião de família, seguindo a mesma tônica dos encontros anteriores, meu Minha sogra conseguiu me provocar de novo, me fazendo perder a paciência, e acabei discutindo abertamente com ela. Naquela ocasião, a festa da família aconteceu em uma casa no campo. Alguns parentes ficaram bravos comigo, incluindo minha esposa, então decidi sair, indo para a parte de trás da casa pra relaxar um pouco. Lá aproveitei pra ligar pra um amigo no celular, de quem tinha uma chamada perdida. Enquanto falava no celular, minha sogra apareceu. Assim que a vi, meu corpo esquentou, porque pensei que ela vinha de novo me provocar. No entanto, observo que ela se aproxima de onde eu estava, mas não vem até mim, e sim até o carro dela que estava estacionado naquela parte, bem do lado de onde eu estava, e depois de abrir o porta-malas tenta pegar algo lá dentro. Continuei falando com o amigo, enquanto de canto de olho observava minha sogra que tentava achar algo que tinha no porta-malas, e dava pra ver que estava bem no fundo. Por isso, ela inclinou o corpo pra conseguir alcançar um pacote que estava lá dentro daquela parte traseira do carro. Naquele momento, fiquei surpreso ao ver como a saia que ela usava subiu um pouco, a qual tinha uma abertura de um dos lados, e que me permitiu ver as panturrilhas daquela mulher. Terminei a ligação, e pasmo, fiquei contemplando aquela cena, já que muito raramente se podia ver as panturrilhas nuas daquela mulher altiva e conservadora. Evidentemente, a visão daquela cena libidinosa despertou meu membro, que se ergueu dentro da minha calça. Prestei uma atenção bem descarada, com o olhar fixo nas panturrilhas dela, me deleitando nelas, com o maior descaramento. Isso não passou despercebido pela minha sogra, que de canto de olho, percebeu como eu a olhava, então, vira a cabeça da mesma posição em que estava, ainda com parte do corpo esticado dentro do porta-malas, observando como ela fica vermelha ao saber que eu estava olhando para as panturrilhas dela. Rapidamente, com as mãos, tentou abaixar o vestido, ao mesmo tempo em que imediatamente se levanta. Depois de fechar o porta-malas do carro, veio direto até onde eu estava e, de forma desafiadora, me grita…
– "Não te dá vergonha olhar assim para a tua sogra?"
Fingindo um pouco de distração, respondi…
– E como eu olhei para a senhora, sogra?
– Não se faça de tonto. Eu te vi claramente olhando para as minhas pernas. – Me responde de forma bem brava.
Depois de me recuperar da surpresa de que ela tivesse percebido meus olhares, lancei um olhar desafiador e disse…
– A verdade, sogra. Eu teria gostado que o vestido tivesse subido mais um pouco! Pelo menos assim "eu poderia ter apreciado melhor a sua bunda".
– O quêêê…? E o que tem a minha bunda? – Me responde, quase colérica, mas ao mesmo tempo intrigada.
– Quer que eu diga o que penso da sua bunda? De verdade quer que eu diga? – A desafiei de forma descarada.
– O que você está insinuando…? O que tem de errado na minha bunda? – Repetiu quase gritando.
– Errado não. Ao contrário, acho que ela é bem boa. Sabe como é: "perfeita para uma boa…"
Não quis terminar a frase, pois me parecia forte demais, mas fiquei com um sorriso nos lábios. Evidentemente ela não era tonta e entendeu o que eu queria dizer. Olhando para mim de forma furiosa e fora de si, me responde…
– O que você está querendo me dizer?… "que estou gostosa para uma boa trepada". Com certeza é isso que você queria dizer, seu filho da puta… Que canalha você é! Não me respeita… Nem mesmo apesar de ser a mãe da sua mulher!
Percebi que aquela discussão tinha tomado um rumo diferente das outras, e me animando, olhei para a cara dela e, depois de constatar que não havia ninguém por perto, disse…
– Pois é, sogrinha… Essa bunda o que está precisando é de um bom pau! E sabe…? "Um bom pau que atravesse toda essa bunda tremenda". É disso que ela precisa… Tá bom… Já sabe o que eu penso da sua bunda! Tá satisfeita?
Minha sogra, não conseguia acreditar no que estava ouvindo. Extremamente furiosa, levanta a mão e tenta me dar um tapa. No entanto, percebi suas intenções e, adiantando-me com certa agilidade, consegui segurar sua mão, e puxando seu corpo contra o meu, obriguei-a a dobrar um pouco o corpo, até que seu rosto ficou bem perto do meu. Com a maior cara de pau decidi colar minha boca na dela, e sem me abalar "dei um beijo nos lábios da minha sogra".
Evidentemente, ela não esperava por isso, e não soube reagir inicialmente. De fato, ficou imóvel, perplexa, sem reação. No entanto, após alguns momentos de incerteza, afastou-se de mim soltando-se bruscamente e me dizendo de forma mal-humorada…
– Você tá louco! O que você quer? Como se atreve a me beijar? Seu sem-vergonha! Você vai ver quando a família ficar sabendo! Todos vão ver o sem-vergonha que você é! – E, corada e apavorada, marchou para dentro da casa.
Enquanto se afastava pensando numa defesa atacante, eu disse com ainda mais cara de pau…
– Vai e se exiba, sogrinha. O que você vai dizer pra eles…? "que veio até onde eu estava só procurando uma boa rola". Porque você não vai negar que veio pra isso, né?
Diante das minhas palavras, ela para, se vira e me responde…
– O quêêê! Você é um desgraçado! Eu já tenho meu marido pra me dar uma trepada. O que você pensa que é? Que eu sou uma puta?
Aquela discussão, apesar de tudo, estava me excitando, e me animou a continuar, então sem quase me abalar lhe respondi…
– Seu marido é um bom homem, mas com certeza "não tem o que é preciso pra satisfazer uma gostosa como a senhora" É muita mulher pra tão pouco garanhão!
Minha sogra não acreditava no que estava ouvindo! Era evidente que estava desnorteada. Minha reação a tinha descontrolado por completo. Com certeza nunca esperou umas palavras como as do marido da filha dela nesses termos. Mas, contra todo prognóstico, Camila, em vez de ir embora, se vira para onde eu estava, e de forma desafiadora me pergunta…
– Ah é! O que você quer me dizer? Que você tem um pau bom pra me satisfazer? É isso que você quer me dizer? Seu filho da puta! Que cara de pau você é!

A realidade é que o retorno dela me deixou desconcertado. Mas não parou por aí, de repente a mulher dirige o olhar para o volume da minha calça, e notou um avermelhamento nela. A reação dela era lógica. Tinha visto como meu pau tinha ficado duro e mostrava uma ereção bem notável, destacando o volume na minha calça com um inchaço totalmente visível que se estendia até minha coxa esquerda com toda evidência. A verdade é que a natureza, sempre sábia, me dotou de um pau bem comprido e com uma grossura respeitável. Por isso, diante da excitação da conversa que tive com minha sogra, meu pau ficou duro o suficiente pra que o volume fosse evidente.

Fiquei um pouco surpreso com o volume que realmente se formou na minha calça. Mesmo assim, sem hesitar muito, falei pra ela…

– Não se preocupe, sogra. "Vejo que está surpresa olhando o volume da minha rola". Talvez… algum dia desses eu possa te mostrar ao vivo e a cores na sua… boceta…!

Aquilo foi demais. A mãe da minha esposa, totalmente fora de si, mas com certeza ao mesmo tempo bem excitada, me responde histericamente…

– Mas… o que você tá dizendo, desgraçado? O que você fumou hoje…? Tá drogado ou o quê…?

Como o estrago já estava feito, e se eu fosse levar uma bronca dos presentes ou da minha esposa, já dava na mesma, me atrevi a responder…

– Nada de maconha, sogrinha, nunca me droguei, nem fiquei bêbado, nem fumei cigarro… você sabe bem. Mas, "um dia desses, estou disposto a te mostrar o que é um verdadeiro macho". Vou te mostrar como se fode uma gostosa necessitada de pau como você! E vou te encher de tanto leite que meu sogro precisaria de anos!

– Não será para tanto… de qualquer forma, seu sogro… meu marido já engravidou duas vezes.
– Eu acho que não há dois sem três… é o que ela precisa para baixar a bola, senhora.

A mãe da minha mulher ficou perplexa e, sem me responder, extremamente acalorada, pigarreando, sem conseguir gesticular palavra, foi para dentro de casa. Apesar de tudo, consegui captar um último olhar para o volume da minha calça, o que me deixou intrigado.

Depois que minha sogra saiu, fiquei pensativo, já que tinha certeza de que havia me excedido, e sabia que me esperava uma boa bronca. No entanto, me recompus e, depois de um tempo, entrei na sala como se nada tivesse acontecido, pensando que só de entrar ia dar maior treta. Tinha pensado que até minha esposa, ao saber, seria capaz de se divorciar de mim. Mas não foi assim. Era evidente que minha sogra ficou confusa. Talvez ninguém tivesse falado com ela desse jeito. O silêncio de todos evidenciou que ela não falou com ninguém sobre o acontecido. No entanto, isso não pôde evitar o olhar de ódio que ela me dirigiu assim que nossos olhares se cruzaram.

Depois do ocorrido, passaram-se os dias, e meu sogro caiu doente. Conhecendo minha esposa, sabendo que ele estava de cama sem conseguir se levantar, ela o visitava com frequência. Ao perguntar sobre seu pai, ela me disse que eu deveria ir vê-lo.

– Com seu pai não tenho nada. Ele é muito boa pessoa. Mas você sabe que não suporto sua mãe e a gente vai se ver…! Com certeza ela também não me suporta!!

– É. Mas pelo menos você deveria tentar visitá-lo, meu pai te estima muito.

Refletindo, respondi…

– Tá. Te prometo que vou fazer um esforço. Talvez, se eu puder, vou na quinta visitá-lo, acho que tenho que passar bem perto da cidade.

E foi assim que naquele dia, depois de terminar o trabalho e fazer umas compras numa grande loja de material de construção, decidi visitar meu sogro. Quando cheguei, bati na porta da casa dele e verifiquei que ninguém me respondia. Meus sogros têm uma casa nos arredores do cidade, a uns nove quilômetros do centro. Depois de insistir, e, quando já pensava em ir embora, observo que me abre a porta Camila, minha sogra. Notei a cara de surpresa diante da minha presença.

– O que você está fazendo aqui? – Me disse, se recuperando da surpresa.

– Vim visitar vocês. Por acaso não posso vir visitar vocês? Vai me impedir de entrar? – Insisti.

– Não, claro que não. – me respondeu de certo modo contrariada.

Depois de entrar na casa, me levou até o quarto do meu sogro. Ele estava na cama, acometido de uma dor lombar que o impedia de se mover. Ficamos conversando um tempão e deitado até o ponto de que perdia a noção do tempo, não percebendo que já tinha escurecido. Para piorar, o tempo tinha mudado radicalmente em questão de minutos, vendo como o céu se cobria de nuvens negras, começando a chover intensamente vários minutos depois. Pouco tempo depois, fizeram sua aparição os relâmpagos, que brilhavam como faíscas na escuridão da noite. A verdade é que o tempo ficou tão tempestuoso, que meu sogro disse para sua esposa: "Camila, Lito não pode ir embora tarde e do jeito que o tempo está. Melhor ele ficar em casa esta noite."

Notei como Camila ficou vermelha diante das palavras do marido. Inicialmente alegou algo se escudando em que minha esposa estava sozinha, mas, diante da insistência do meu sogro, acabou cedendo. Senti ela muito contrariada com aquela decisão, mas mesmo assim me preparou um quarto, onde tomei banho, e depois de vestir um short que às vezes minha esposa guardava lá, e uma camiseta, saí para a sala. Camila estava dando o jantar para o marido. A medicação que meu sogro tomava era bem forte e claramente anti-inflamatória e relaxante, por isso minutos depois de ter jantado entrou num sono profundo. Em resposta às minhas perguntas, Camila me comentou que, para a dor, tinham lhe dado o anti-inflamatório como todas as noites, para que pudesse descansar de uma vez até a na manhã seguinte, ou não dormiria a noite toda por causa das dores. Tão eficaz era, que, depois de um tempo, constatei pessoalmente que ele mesmo tinha adormecido profundamente. Saímos do quarto do meu sogro, e Camila me disse… – Acho que é melhor a gente jantar. Segui ela até a cozinha. Ela também tinha se trocado, e agora estava usando uma camisola, que surpreendentemente não me pareceu tão curta como em outras ocasiões, chegando desta vez acima dos joelhos, até quase metade da coxa, circunstância estranha nela. Notei que em algumas ocasiões a camisola se abria um pouco na altura dos seios e me permitia vislumbrar parte das suas belas tetas, o que me produziu uma ereção quase imediata. Enquanto ela preparava os pratos na cozinha, eu me sentei à mesa, sem parar de observá-la. Camila, ao se sentir observada, mostrando-se agitada, me olha e me pergunta: – E você, o que tem? Vejo que você não se segura nem um pouco! Esqueceu que está na minha casa…? Pelo menos devia se comportar? – Mas sogra. Por que fica assim? Não falei nada, só me limitei a observar. – Comentei, acrescentando – Fica nervosa porque te observo? – O quê…? E por que eu ficaria nervosa? – Tentou reagir. Ela continuou terminando de preparar o jantar. No entanto, eu disse, para tranquilizá-la e tentar que o clima não ficasse tão áspero entre nós… – Camila, não deve ficar assim comigo. Só observava sua beleza. Estava dizendo a mim mesmo que nesses anos que te conheço você não mudou nada. E, a verdade é que devo reconhecer, "que cada dia está melhor". Parece que os anos não passam por você. – O quê… minha beleza você disse… – ficou meio surpresa com minhas palavras, e me olhando meio estranha, me responde – Já sei, você é um cara de pau! Além disso, sou a mãe da sua esposa, não deveria me dizer essas coisas. – O fato de ser a mãe da minha esposa não pode evitar que eu pense que você é uma mulher… E… continua sendo muito gostosa! – Eu sorria enquanto falava. Mas, como sempre, no final sempre costumo exagerar e acrescentei – E esse traseiro…! a verdade sogra, deixa qualquer homem louco. Sinceramente acho que é pouco aproveitado… – O quêêê…! – Ela me responde me olhando com cara de reprovação. Se vira de lado tentando evitar que eu reparasse no traseiro dela. Depois, com certo nervosismo me responde – como você se atreve? Mas, o que está acontecendo com você ultimamente?! No entanto, conseguiu se acalmar e finalmente nos sentamos os dois à mesa para jantar. Depois de terminar, constatei pela janela da cozinha que lá fora chovia torrencialmente, embora não estivesse frio, mas sim muita umidade e calor. Depois de escovar os dentes, saí do banheiro e encontrei minha sogra no sofá assistindo televisão. Me sentei em um dos sofás existentes de frente para ela. Percebi que Camila, de rabo de olho, como quem não queria nada, dirigia o olhar para meu short. Era evidente que ela buscava saber se o genro estava excitado ou não. Embora minha ereção não fosse muito grande no momento, o volume do meu short não negava as dimensões do meu aparelho reprodutor. Em várias ocasiões captei o olhar dela e, ao se ver surpreendida, se levantou com a intenção de ir embora, enquanto eu olhava o traseiro dela com autêntico descaramento. Ela nervosa, optou por se dirigir de novo para a cozinha sem dizer palavra. Esse cômodo da casa fica bem longe do quarto principal onde estava o marido dela, então qualquer conversa era difícil de ser ouvida do quarto. E além disso, nós dois sabíamos que meu sogro estava mergulhado num sono profundo. Diante dessa circunstância, tomei coragem e fui atrás dela até a cozinha. Minha ousadia foi tanta que, ao vê-la junto à bancada da cozinha tomando um copo d'água, me aproximei até ficar atrás dela. Sem saber por quê, coloquei minhas mãos sobre os ombros dela, e os acariciei como se tentasse acalmá-la. Percebi na hora que o corpo dela “ela se arrepiou ao sentir o contato físico das minhas mãos”. Imediatamente tentou me afastar dizendo…

– O que você tá fazendo…? O que você quer?

Sabia que era uma completa loucura, mas aquela mulher, apesar do seu jeito autoritário e intransigente comigo, “não conseguia parar de pensar que ela me deixava excitado”. O tesão do proibido me tinha enganchado, e acho que ela também. Quase sem pensar, me atrevi a responder…

– “você sabe muito bem o que eu quero”. E acho que você também deseja isso, sogrinha?

– Queee…! Você tá louco? – Me respondeu quase sem acreditar nas minhas palavras – Sai da cozinha agora mesmo… você tá pirado!

Longe de me intimidar, num ato de loucura, consegui segurá-la, colocando-a de frente para a bancada da cozinha, ao mesmo tempo que com muita decisão consegui levantar o robe dela até acima da bunda. Pela primeira vez apareceram diante dos meus olhos as preciosas nádegas e coxas daquela mulher, que cobria o traseiro com uma calcinha branca.

– Ai! O que você tá fazendo, safado? Me solta… ai, Deus, mas o que você tá fazendo…. – Exclamou ao sentir como o marido da filha dela estava a mancillando, levantando o robe e observando sua bunda quase nua.

– Vamos, sogra. Relaxa… Porra, Camila! Mas… como você é gostosa!

Ao mesmo tempo que a segurava com a mão esquerda, obrigando-a a manter o corpo contra a bancada da cozinha, com a mão direita puxei a calcinha dela, conseguindo baixá-la até os joelhos. A mulher ficou totalmente surpreendida com a minha ação. Era evidente que não esperava aquela atitude por parte do marido da filha.

– Ai! O que você tá fazendo…? Seu canalha… ai, você vai me desnudar! Aiii!

Minha sogra estava como que paralisada. Mal conseguiu articular palavra, enquanto contemplava sua calcinha nos joelhos, mostrando toda a bunda nua para o jovem genro. Percebi que aquela mulher tinha uma bunda redonda, e nádegas quase brancas, sem nenhuma veia ou celulite visível. Aquela visão foi uma Delícia para meus olhos e "me deixou de pau duro na hora". Devido ao próprio esforço dela, sua calcinha, com o movimento, caiu no chão do piso da cozinha. Sem pensar muito, introduzi minha mão entre aquelas coxas nuas, conseguindo alcançar pela primeira vez a buceta da minha sogra. Foi algo alucinante! Comprovei que ela mantinha uma pequena moita de pelos cobrindo o púbis, enquanto a vulva estava depilada. Forcei um pouco, pressionando para que abrisse melhor as pernas, e no momento pude alcançar os lábios da vagina dela, que, ao contato dos meus dedos, constatei grande umidade.

«Porra! – me disse – Como essa puta está molhada! Que surpresa!»

– Oh, não me toque aí! Mas... o que você está fazendo? Sem-vergonha, nãoooo

– Vamos, sogra, sei que no fundo você está desejando. Se debate muito, mas está com a buceta toda encharcada. "É uma boa mulher necessitada de pau". Porra, como está molhada...!! Que surpresa!

– Mas... o que você está dizendo? Não é verdade! – Exclamou tentando evitar meus dedos na vagina dela – Não me toque! Ohooo!

Tinha enfiado dois dedos da minha mão direita dentro da boceta dela, comprovando que entraram com grande facilidade dada a lubrificação. No instante comecei a penetrá-la com os mesmos, mantendo um bombeamento constante. Minha mão ficou totalmente encharcada pelos fluidos gosmentos dela.

– Tira os dedos daí, seu filho da puta, ohooo! Vou te denunciar... ohoooo, nãoooo – Exclamou aterrorizada ao ver como o próprio genro estava introduzindo os dedos na vagina dela. Algo que para uma mulher tão conservadora e arrogante como ela era inconcebível.

– Cale a boca e aproveite! – Eu disse, de forma autoritária e totalmente excitado e sem parar de bombear com meus dedos – Esta noite você vai receber o que merece! "Vai ter o pau de um bom macho na sua buceta", e se eu puder também no seu cu.

– O que você está dizendo? Você está louco! Me deixe!... Não, ohhoooo

Minhas fricções na buceta dela, com a penetração permanente dos meus dedos, fizeram com que ela gozasse logo em um orgasmo precoce. Eu realmente não esperava isso! Porra com a sogra, apesar do seu caráter tradicional e conservador, ela tinha gozado só de enfiar uns dedos.

– Oh caralho nãooooo oh siiim eu…. Ohooo ohooo – Exclamou ela, enquanto apertava as paredes da sua buceta tentando triturar meus dedos, ao mesmo tempo que gozava, vendo como a pressão cedia, e meus dedos se enchiam de mais e mais fluidos vaginais.

– Ora, ora!.. Vejo que está bem quente, sogra! Que puta! Gozou só com meus dedos! Como será quando eu meter minha rola?

Sem mais delongas, com um tesão de mil demônios, e com total temeridade, decidi abaixar as calças, que caíram no chão da cozinha, e na hora fiz o mesmo com minha cueca. No instante deixei ao ar meu pau, que já reluzia com uma ereção de cavalo, devido ao tesão daquela cena. Percebi que a situação me deixou tão excitado, que olhei meu pau e "até achei que estava mais grosso e grande do que nunca."

Sem pensar muito, vendo que minha sogra estava relaxada após o orgasmo, vendo que suas pernas permaneciam entreabertas, aproximei meu pau metendo entre elas, com o que logo alcancei a fenda da sua buceta. No instante senti como minha glande se encharcou dos seus fluidos, e sem esperar reação, com um golpe de rins "consegui encaixar quase dois terços da minha rola"

– Ohoo nãoooo!! Que dor! Ohoooo tira aaaaggg ohooo.

Apesar de ter tido duas filhas, a realidade é que sua buceta me pareceu bem apertada. Mas isso adicionava uma satisfação maior à minha penetração, por isso lhe disse…

– Assim, sogrinha. Já está dentro… ufff…. Que quente que está a buceta! Parece que estava bem desejosa, né sogrinha? Precisava do meu pau? Né?

– Ohoo por favor… tira, não seja louco! E… além disso sem camisinha!! Ohoooo

Diante das suas palavras, lembrei que minha sogra ainda estava em época fértil, por isso podia acabar engravidada. Naquele momento percebi que minha pretensão não deixava de ser muito perigosa, e que eu deveria ter usado camisinha, mas a situação era tremendamente excitante e naquele momento eu também não tinha nenhuma camisinha à mão. Esqueci meus preconceitos, e diante do calor da buceta daquela mulher, terminei de enfiar meus 22 cm de pau. Ela arqueou as costas ao se sentir totalmente atravessada pela minha rola, ficando apoiada na bancada da cozinha, enquanto por trás, meu pau estava completamente colado nas nádegas dela. Eu tinha minha sogra completamente atravessada pelo meu pau!

– Ohoo seu filho da puta… você fez isso ohooo nãooooo!

Minha sogra, ao sentir toda a minha rola dura e curvada dentro da sua vagina, se entregou. Fazia menção de se soltar, embora percebi que fazia isso com pouca convicção. Sem dúvida a situação do momento venceu ela. Sentir a rola do genro em toda a sua buceta era algo excitante e ao mesmo tempo muito desafiador, especialmente para uma mulher tão conservadora como ela.

Depois de segurá-la bem forte com as duas mãos, comecei a bombear sem piedade… dentro, fora, dentro, fora…. Meu pau entrava totalmente endurecido até o fundo da sua vagina, uma e outra vez, batendo minhas bolas na bunda dela, algo que nós dois notávamos. Jamais pensei que foder minha sogra me daria tanto prazer. Realmente aquela era uma mulher singular. O tesão do momento, o ficar dias sem sexo, e contemplar o intenso calor da vagina da mãe da minha esposa, foi um momento propício, e decidi me deleitar nele. Enquanto a fodia, contemplava seu traseiro perfeito, suas nádegas branquinhas, e como minha rola saía uma e outra vez da sua buceta bem lubrificada pelos fluidos dela entre as duas bandas das nádegas, para voltar a enfiar até o fundo. Era algo espetacular! Indescritível!

– Ohoon você deve tirar…! Ohooo seu filho da puta, oh chegou até o fundo! Ohoo… nãooo

– Sim, sogrinha. Está com tudo dentro. Vejo que gosta do pau do marido da sua filha. Gosta mesmo, né, sogra? – Gritei alucinado, sem parar de penetrá-la nem por um instante. – Cala a boca, safada… oh meu Deus, que loucura você está fazendo… Aumentei o ritmo das minhas bombadas, o que fez com que, pouco tempo depois, eu percebesse que aquela mulher começava a sentir novamente os efeitos de um novo orgasmo. Tudo isso ficou evidente quando senti as paredes da buceta dela se contraírem de novo, apertando ao máximo meu pau, como se quisesse estrangulá-lo, e logo depois vi todo o corpo dela ceder, tendo que segurá-la para evitar que caísse desmaiada no chão. Era nítido que a mãe da minha mulher tinha alcançado um novo orgasmo que a deixou quase sem forças. Então, olhei ao redor procurando algum apoio, e reparei na própria mesa da cozinha. Ela tinha uma altura ideal, então, depois de tirar meu pau, levei-a quase empurrando até jogá-la sobre a mesa, de barriga pra cima. Ela estava tão dopada pelo orgasmo anterior que mal ofereceu resistência, limitando-se a exclamar… – Oh, não mais… Que que você tá fazendo, seu filho da puta! Mas… o que você vai me fazer…? Naquela posição, com todo o corpo daquela mulher jogado de costas sobre a mesa da cozinha, no lugar onde o marido dela costumava comer, pude contemplar a cara de tesão da minha sogra, agora frente a frente. Reparei pela primeira vez “na buceta dela”, observando as dobras carnudas que formavam seus lábios internos salientes e a vulva pomposa que os rodeava. Depois de obrigá-la a abrir as pernas, contemplei com mais detalhe “a xoxota dela”, com os lábios inchados e o buraco aberto pelas fricções do meu pau. A visão daquela buceta aumentou meu tesão. Olhei meu pau, totalmente ereto e apontado pra frente com uma curvatura severa pela rigidez que mantinha, agora com a glande exposta pela tremenda excitação, e diante do olhar atento e excitante dela, aproximei meu aríete novamente até a altura da buceta dela e cravei de novo. Mas, agora de frente, e olhando na cara dela. Nessa nova posição, meu pau chegou até o próprio útero da sogra.
– ¡¡Ohh caralho ohooo nãooo de novo nãooo… ohooo!!
Depois de dar umas quantas inserções naquela posição, abri o roupão dela, para sua surpresa, que tentou evitar, ficando só com o sutiã branco que estava usando. Depois de contemplar que ali se alojavam um par de peitos maravilhosos de milf, puxei o sutiã para baixo com força, de forma sádica, deixando seus peitos de fora, mostrando umas mamas de tamanho médio, mas com uns mamilos bem escuros e pronunciados. Igualmente me surpreendi ao contemplar a pele branca do seu corpo e peitos, aos quais nunca tinha pegado sol.
Ao ver como eu desnudava seus peitos, ela exclamou…
– Porra, você vai me desnudar Ohoo porra… meus peitos nãooo!
– Porra, sogrinha! Que peitos mais lindos! Uuhhhh! – E sem conseguir me conter, aproximei minha boca até eles, chupando e lambendo os mesmos, sem parar de perfurar sua buceta ávida.
– Ohooo nãoooooo
Apesar das suas protestas, era evidente que meus amassos e chupadas nos seus peitos estavam fazendo efeito, e notava como sua vagina se abria mais, e tentava colaborar. Fiquei fodendo ela durante vários minutos naquela posição. Olhei para o rosto dela, e ficou gravado na minha memória a cara de puta no cio que minha sogra estava fazendo. Aquele olhar demonstrava que "Camila estava curtindo o sexo que eu estava dando nela". Isso me animou a continuar atravessando ela e mamando seus mamilos sem descanso. Em um dado momento, deixei seus peitos em paz, ela me diz…
– Você sabe o que está fazendo, né? Vou te denunciar…! Vou contar pra todo mundo! Ohooo… mas não ohoooo
– O que a senhora disser, sogra. Mas hoje eu vou te foder bem fodida! – Deixei ela quase sem palavras, enquanto investia minha penetração, perfurando sem descanso sua buceta quente.
– Porra… você é um caralho. Ohooo por favor…!
– Vamos, sogra. Não reclame tanto. No fundo está curtindo. Precisava do pau de um macho como o do seu genro. Vai negar? Vamos sogra…. ¡Assim… abre bem essa buceta que eu vou terminar de perfurar ela! ¡Uf! ¡Como você tá gostosa, minha querida sogra! E como vai sentir bem a porra que eu vou descarregar no fundo da buceta… Minhas palavras e minhas penetradas estavam nos levando aos dois ao clímax. Ela percebeu que eu tava quase gozando, sentindo como meu pau ia crescendo dentro da buceta dela. O que a fez me implorar… – Você tem que sair. Tem que gozar fora… não tô protegida. ¡Mas eu queria mostrar quem mandava! Por isso, respondi… – ¿Será que você não quer minha porra, sogra? Então, ¡¡eu acho que você precisa que reguem bem essa bucetinha! – E, sem parar de bombar, sentia minha gozada chegando. Mesmo sabendo que ela ainda era fértil, a situação do momento, e minhas enormes vontades de gozar dentro daquela buceta quente, me levaram a dizer – ¿Tá vendo minhas bolas o quão gordas são, sogra? ¡Pois elas tão cheias de porra! Tô há dias sem foder com sua filha por problemas da menstruação dela e você vai pagar o pato… porque elas tão pra estourar… Minhas palavras a excitaram ainda mais… – Você tá louco… “nem pense nisso”. ¡Você pode me deixar grávida…! – ela me responde, se mostrando verdadeiramente preocupada. Percebi nos olhos dela. – Já sei que você ainda é fértil. ¿Que tal a gente dar um irmãozinho pra minha esposa? ¿Tá imaginando…? Um menino que seu marido não conseguiu te dar… – Foi minha resposta. Ela me olhou fixamente na cara, me lançando um olhar felino, mas, no fundo percebi que tava me desafiando, como costuma fazer sempre comigo. Sua cara mostrava fúria, raiva e excitação, me dizendo condescendente e provocadora… – ¡Nem pense nisso! Além disso “acho que tô nos meus dias férteis”. Não joga sua porra dentro do meu útero… nem pense… – não conseguiu terminar a frase, especialmente ao sentir como meu pau endurecia ao máximo na buceta dela – ¡Ohoooo nãooooo filho da puta…! ¿vai fazer isso? Ohoo nãooo Entre nós dois ficava um vão por onde minha sogra se inclinava pra ver o pau que formava meu pau afundando no mato da sua racha…, dali se perfilavam minhas bolas balançando nas chicotadas que eu dava na bunda dela, uma e outra vez. Eu estava descontrolado metendo com ferocidade e sentindo como suas paredes apertavam minha glande, me dando sensações avassaladoras de prazer, mais ainda ao saber que ela estava em seus dias férteis. Minha esposa ainda não tinha engravidado, e meus desejos se cortavam por ela ainda não estar preparada para ser mãe…, no entanto, ver minha sogra entregue a tal ato, foi o estímulo perfeito para que meu sêmen começasse a jorrar descontroladamente, percebendo como saía disparado com suma potência regando a bucetinha da minha sogra. Vendo que eu já estava gozando, "enfiei minha adaga o máximo que pude dentro da sua vagina", e pressionei com todo o peso do meu corpo me jogando sobre o da minha sogra, enfiando profundamente minha adaga, para começar a "me esvaziar dentro dela". Realmente me senti liberado, gozoso. Ejacular dentro do útero da mãe da minha esposa, era algo que eu havia sonhado, mas que jamais pensei que pudesse se tornar realidade.
– ¡Oh "você está gozando"! ¡Ohooo… você vai me engravidar! Ohooo nãoooo oooh … Porra como você me enche ohooo nãoooo, ¡Sinto os jatos quentes na minha matriz, CABRÃO!

Para minha surpresa, aquela mulher ao sentir meu gozo a regando por dentro, entrou em êxtase e começou a se convulsionar novamente, comprovando como alcançou um novo orgasmo quase em uníssono com o meu. ¡Foi algo fenomenal! Até hoje nunca havia alcançado o orgasmo ao mesmo tempo com minha esposa, e essa senhora teve seu terceiro orgasmo no momento em que sentia meu gozo.

Fiquei alguns momentos com meu corpo apoiado sobre o da minha sogra. Pesei aquela posição forçada sobre a mesa da cozinha, com toda minha adaga enfiada até o cabo dentro da sua buceta, mantive a posição. Nossos corpos e nossos rostos estavam realmente muito próximos. Notei os suores do seu rosto e do seu corpo, que se misturavam com os meus. Deduzi que não havia reproche em sua cara, ela estava extremamente relaxada e era evidente que tinha curtido esse novo trepada… eu a notava de melhor humor e nada contrariada pela foda. Sem nos dizer nada, decidi retirar minha pica da buceta dela, enquanto olhava para a enorme abertura que tinha deixado na xoxota dela. Os lábios dela agora pareciam mais avermelhados e a fileira de porra que saía da buceta dela entre os lábios internos carnudos, mostrava que minha gozada tinha sido copiosa. Ela também repara em como ficou sua buceta. Depois, dirige o olhar para meus genitais, observando que meu pau tinha perdido um pouco da tensão, mas ainda se mantinha duro. Voltando a me olhar na cara, ela diz… – "No final você fez mesmo" Seu desgraçado! E "ainda por cima gozou dentro da minha buceta com um monte de esperma" Porra, quanto você goza?! E agora, que…!! E se eu ficar grávida de você? Como é que eu vou dizer pro meu marido que não sirvo mais pra fuder? Obviamente fiquei um pouco preocupado. Ela então, desce da mesa e sem eu esperar me deu uma puta bofetada que ecoou na cozinha inteira e no resto da casa, saindo às pressas até o banheiro, deixando pra trás a calcinha. Me recuperei como pude. No fundo sabia que merecia. Não vesti as calças, mas as peguei do chão, peguei também a calcinha dela, e assim meio pelado da cintura pra baixo, entrei no banheiro onde ela tinha entrado. Como este permanecia aberto, ao entrar voltei a fechar a porta, dessa vez com o trinco. Ela me vê… – Mas… O que você faz aqui…? Volta outra vez pra me fuder, seu corno? – Preciso me lavar um pouco, sogra. Não tenho outro banheiro. A senhora não pretende que eu vá no banheiro do seu quarto de casal…? Vendo que ela estava se lavando no bidê, me aproximei da pia e comecei a lavar um pouco meu pau e as bolas… ela olhava meu mostrengo. E depois de me secar, esperei por ela, ficando ainda pelado da metade pra baixo com meus genitais de fora. Curiosamente, meu pau, apesar de ter gozado Há pouco, mantinha novamente uma ereção ainda. Ver o traseiro nu, completamente branco daquela mulher, enquanto se secava, me deixou de pau duro de novo. Notei a cara de surpresa dela ao contemplar meu pau…
– Mas… Você tá de pau duro de novo? Não me diga que pretende de novo…? Quantas vezes você fode minha filha por dia?! Com esse pauzão você deve deixar a pobre arrebentada…!
– É verdade que não posso dar todos os dias, ela é bem apertada, isso parece que é herdado da mãe… por isso preciso me aliviar um pouco mais. Isso não acabou, sogra! A noite é longa. Acho que me falta outro buraco. – Com a cara de pau.
– O quêêê…? Você não tá falando sério? Não me diga que pretende me comer por trás? Mas… você tá pensando o quê, filho da puta?! Pelo cu ninguém nunca me comeu!!
– Talvez já esteja na hora, não acha, sogra? Vamos ver se essa raiva passa…
Ela olha minha espada totalmente endurecida de novo, e essa visão iluminou a cara dela, percebendo sua excitação. Era evidente que a mãe da minha esposa tinha curtido a foda que eu tinha dado na cozinha, mas ainda continuava necessitada.
– Prometi a mim mesmo que “esse cu” também será meu… Muito mais sabendo que ainda é virgem. Mas será por pouco tempo. Não passa desta noite!
Ela, ao escutar minhas palavras e ver minha decisão, tentou sair do banheiro, mas tirei a chave. Ela me olhou dizendo…
– O que você tá fazendo?! Abre a porta. Vou gritar.
– Grita se quiser. Não acho que vai fazer isso. Não vai querer que todo mundo saiba. Ou quer que todos fiquem sabendo que você gozou com essa foda?
– Não insinue que sou uma puta, desgraçado. – Me respondeu de forma autoritária como costuma se mostrar.
– Tá, mas esta noite será minha. Vamos, sogra, fica de frente pro espelho em frente à pia, “pra esse macho te montar”. Quero te enrabar como você merece!
– O quêêê?! Você tá maluco… nem sonha. Vai ter que me estuprar! – Me disse me desafiando.
Aquilo me deixou ainda mais excitado. Submeter a mãe da minha esposa era algo que me excitava enormemente. Por isso respondi…
– Se você quer que a gente faça à força, você já sabe que me excita ainda mais. "A sogrinha sabe que vou montar de qualquer jeito". Meu pau ela gostou, é do tamanho perfeito pra você... os mais de 20 cm entraram sem problema e ela apertava com vontade…

Eu a peguei com decisão e consegui tirar o roupão dela, deixando-a só com o sutiã que estava usando. Depois a coloquei à força contra a pia, e em seguida desenganchei o sutiã por trás, e com um puxão terminei de tirar.

– Não, aah! Você vai me desnudar?! Nããão

A mãe da minha esposa ficou pelada, totalmente nua encostada na pia. Olhei no espelho e agora os peitos dela se destacavam claramente. A situação tinha um tesão muito excitante. Separei as pernas dela dando uns tapas na bunda.

– Aah, mas o que você tá fazendo…? não me bate aaaai

– "As putinhas que não fazem o que mandam, são castigadas".

Que eu a tratasse daquele jeito, era evidente que também deixava a Camila excitada. Obriguei ela a abrir um pouco, e observei aquele traseiro com aquelas nádegas redondas e brancas. Peguei com uma mão um pouco de creme de mãos que estava ao meu alcance e passei nos dedos, pra depois enfiar por entre as nádegas alcançando logo o cu dela. A mulher gemeu ao sentir como meus dedos lambuzados de creme começavam a massagear todo o buraco, até que um dos meus dedos entrou sem dificuldade dentro do cu dela.

– Aaaai nãooo seu filho da puta nãooo

– Tá vendo, sogrinha. Entra com muita facilidade… dá pra ver que você tem ele bem fechadinho…

Apesar dos protestos, logo dois dos meus dedos estavam escavando o cu dela, alargando aos poucos. Ficava claro que aquela mulher ainda era virgem por ali, e que nunca tinha sido violentada, e o melhor é que ela podia ter fugido e estava ali esperando que eu desse a dose de pau. Mas, apesar de tudo, o esfíncter dela dilatava que era uma delícia. Pronto três dos meus dedos entravam dentro dele, abrindo cada vez mais o seu ânus.
– ¡Oh! tira já os teus dedos daí… ¡Vou-te matar! Oh tu abres-me ahoooo nãooo – protestava a mesma.

– Claro sogra. Vou tirá-los, mas para te meter outra coisa melhor, que vais adorar.

Contemplar aquele traseiro branco, com aquele buraco que começava a alargar pelo roçar dos meus dedos, acabou de me deixar o pau a ponto. Sem deixar de segurar a minha sogra, passei um pouco de creme na ponta do pau, e depois aproximei-o do buraco traseiro da minha sogra. Pressionei com decisão e, para meu espanto, verifiquei que o seu esfíncter engoliu de uma vez, quase um terço do meu pau. Era estreito, mas o creme e os meus dedos tinham feito um bom trabalho.

– Ahooo nãooo filho da puta…. por aí nãoooooo – gemeu aquela, surpreendida, ao sentir pela primeira vez na vida, como um pau entrava no seu orifício anal.

Claro que aquele cu já tinha aguentado alguns supositórios, mas o que agora tinha, era muito maior. O meu pau, começou a endurecer cada vez mais, à medida que ia entrando um pouco mais dentro daquele orifício.

– ¡Tira isso ahooo!

– ¡Cala-te puta! ¡Que bem que entra sogra…! ¿De certeza que sempre tinha sonhado com ter um no seu cu? Mas nunca pensou que fosse o do seu genro, pois não?

– Oh Lito. Não sejas desgraçado e tira-me isso daí. Vais-me rebentar… Oh foda-se tens um pau muito grosso para uma buceta, já nem digo para o meu cu… ¡Juro-te que desta te mato! ¡Ooh filho da puta! – Resmungava enquanto suportava estoicamente como o meu pau ia entrando um pouco mais dentro do seu orifício.

A realidade é que eu só tinha praticado sexo anal numa ocasião, mas desta vez, o tesão de empalar a minha sogra acrescentava um aliciante a mais… adorava o facto de a foder dando-lhe pelo cu, literalmente. Apesar de me doer igualmente o pau à medida que ia entrando na sua parte traseira, dada a estreiteza das paredes do seu ânus, aos poucos apercebi-me de que aquele estava cedendo e se abrindo cada vez melhor, fui aplicando um pouco mais de creme. A observei no espelho, ela me olhou, e vi a cara de certa amargura ao sentir meu pau no seu traseiro. Olhando-nos ambos na cara no espelho, tomei impulso e com um golpe de rins terminei de alojar completamente meu falo no seu traseiro. Notei como minhas bolas bateram nas suas nádegas, sinal evidente de que tinha terminado de encaixá-lo totalmente. Contemplei a cara da minha sogra, avermelhada, suportando a dor de ter nos seus intestinos todo o meu falo. A sensação foi tremenda. Agora tinha submetido completamente minha sogra autoritária, totalmente atravessada pelo meu pau, abrindo seu ânus ao máximo e demonstrando a ela que na verdade quem manda é o macho e não a mulher mandona.
– Tira isso, seu corno… vou te matar ahooo tá doendo ahoooo
– Relaxa, sogra. Já está toda dentro… agora é questão de tempo até se moldar aos meus 6 cm de grossura e 22 de comprimento que estão enfiados no seu esfíncter.

Longe de obedecê-la, comecei a entrar e sair dela, primeiro com suavidade e fui aumentando o ritmo, perfurando sem piedade aquele traseiro lindo, com um bombeamento constante. Aquela mulher estava surpresa, mas comprovei na sua cara que logo aquilo foi se transformando… Camila começava a colaborar empurrando levemente para trás. A cara de excitação da minha sogra no espelho, ao contemplar como seu jovem genro estava comendo ela pelo cu, perfurando sem piedade seu traseiro uma e outra vez, era extremamente excitante. Eu olhava para ela através do espelho, enquanto metia com mais intensidade, encontrando os olhares uma e outra vez, escrutinando nossos gestos. Comecei a suar enquanto continuava empalando aquela mulher fenomenal.

– Porra, sogra! Que surra que estou dando! "É uma boa puta". Precisava que a comessem desse jeito? Né?

Ela me olhou com cara de desaprovação, mas logo abaixava a cabeça suportando estoicamente cada uma das minhas estocadas. Para aumentar a excitação comecei a remexer com meus dedos o coelhinho dela, observando que aquilo causou impacto na minha sogra. Isso a excitou mais e a penetração anal começou a se tornar mais prazerosa para ambos. De fato, comprovei como meu pau começou a entrar e sair do cu da mãe da minha esposa com desenvoltura. Mais ainda, percebi de novo como Camila começou a colaborar e agora, era a própria mulher que jogava seu traseiro para trás indo ao encontro do meu pau com maior solicitude, o que fazia com que minha vara entrasse inteira e a atravessasse até o fundo, batendo suas nádegas contra minha pelve sem parar, sem hesitação e sem acreditar, observei como minha sogra entrou novamente em êxtase.
Aquela mulher, autoritária, casta e conservadora, agora ia alcançar um novo orgasmo, mas desta vez enquanto era penetrada analmente. Começou a se convulsionar, apertando com força as paredes do seu ânus prendendo meu pau dentro, me levando ao clímax.

– Ohhhh sim ohooo Deus ohooo oh sogra… continue assim.

Não podendo mais, comecei a gozar dentro do cu dela. Meu sêmen voltou a sair em jorros. Era algo que jamais havia pensado, mas meu gozo voltava a entrar no corpo da minha sogra, mas desta vez no seu orifício traseiro. Ambos ficamos parados após gozar. Olhei-a no espelho, tendo-a ainda totalmente enrabada, observei seu rosto completamente acalorado, avermelhado, onde várias gotas escorriam pelo seu rosto. Não me disse nada.

Decidi sair dela, e ao sair, foi como o estouro de uma garrafa de champanhe. Olhei o tremendo buraco que havia deixado no cu dela, e pelo qual começou a escorrer restos do meu sêmen. Ela se virou, e tentou me bater de novo. Mas desta vez, a segurei fortemente, a deixei me olhando na cara, desafiadora, provocante. Longe de me intimidar, aproximei meus lábios dos dela e a beijei na boca.

Não sei o que aconteceu, mas notei como ela entreabriu seus lábios e me recebeu, mantendo esse beijo durante mais de um minuto, nos quais as línguas também desempenharam seu papel. Quando terminamos, ela me solta e me diz…

– No final você conseguiu. Você me humilhou. Era isso que você queria, né?

– Não, sogra, não se trata de humilhação nenhuma. O que eu queria "era foder ela". Já bati muita punheta pensando em como eu ia possuir ela. E finalmente ela foi minha! Eu me interesso por você como mulher, como women… não como inimiga – Respondi de forma safada, sem soltá-la.

– Mas e a minha filha? Você não a ama mais? – Ela me pergunta com certa surpresa da minha parte.

– Claro que eu amo ela, sogra. Mas "você me deixa louco", pra mim é um desafio… Você não sabe a vontade que eu tinha de te foder! – Comentei olhando bem na cara dela.

– Você é um pervertido! Um sádico! – Ela para e acrescenta – Você me maculou, meu marido nunca me fez algo assim, e só pra sua diversão e prazer.

Olhei pra cara dela e disse… – Mas você gostou! Eu sei que você realmente curtiu. Nunca te foderam desse jeito na buceta, né…?

Ela abaixou a cabeça, sinal evidente de que eu tinha acertado. Depois ela me repreende de novo…

– Mas na cozinha você gozou dentro do meu útero… e eu tô ovulando! E se você me deixou grávida…? O que eu vou fazer, o que eu vou contar…?

– Não precisa se preocupar tanto. Assim que o sogro se recuperar, você dá pra ele. E "se ficar grávida", com certeza ele nunca vai duvidar que é dele.

Ela me olha, e recuperando aquela cara de autoritária que eu sempre conheci, me responde…

– Você acha tudo muito fácil! Já é difícil pra caralho levantar o pau do meu marido, vou ter que usar a pílula azul que eu nem tenho… Mas "isso não vai ficar assim." E você sabe! Você vai se arrepender, filho da puta… gozar dentro da buceta da sua sogra vai te custar caro…!

Olhei pra cara dela e desafiadora mente eu disse…

– E o que você vai fazer, sogra? Vai contar pra sua filha, pro seu marido? Vai me denunciar por acaso? Vai me dizer que não gostou? Eu vi a cara de prazer quando te fodi na buceta, mas quase mais no cu. Sem dúvida alguma, acho que ela desejou isso a vida toda. No fundo, precisava ser "montada desse jeito".

Ela, agitada, se solta dos meus braços e sai do banheiro meio irritada, enquanto termino de me lavar e me arrumar um pouco. Depois de gozar, vesti minhas calças e fui pro meu quarto dormir. Dormi tranquilo, como um verdadeiro bebê. Deviam ser quase sete da manhã quando acordei. Depois de me arrumar um pouco, desci até a cozinha e vi que minha sogra já estava acordada. Ao vê-la, notei com estranheza que ela estava usando naquela manhã uma saia não muito longa, mais curta do que costumava usar, e uma blusa. Com aquela roupa, era uma mulher digna de se ter. Pensar que eu tinha comido aquela mulher na noite anterior me deixou extremamente vitorioso. Depois me aproximei dela…

– Bom dia, sogrinha. Como foi a noite? – Eu dizia enquanto a pegava pela cintura e beijava seu pescoço.

Ela se virou e, com certa irritação, me respondeu…

– Mas! Você ainda vai continuar? Não tá satisfeito?

Dei um tapa na bunda dela e disse…

Uhm sogrinha, eu comeria ela de novo em cima dessa mesa. Mas, antes preciso recuperar as forças. Vejo que tá preparando um café da manhã suculento. FIM DO PRIMEIRO CAPÍTULO

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