Me chamo Alexis e tenho 51 anos (leia ao contrário), sou um cara magrelo, meio espinhento e não muito bonito pra falar a verdade, qualquer um que me vê já sabe na hora que sou um punheteiro, meu forte não são as mulheres e acho que nunca vão ser, elas me zoam, fazem bullying comigo, riem bastante de mim e não é à toa, meu único forte são os videogames, se existe uma categoria imaginária de perdedores, sem dúvidas eu tô nela.
Basicamente tudo que fosse do sexo oposto pra mim era motivo pra me masturbar, se fosse gorda eu pensava em como foderia tanta carne, se fosse magra como a gente ia bater osso com osso, se fosse bonita mas feia de corpo em como ficaria se a cara dela chupasse meu pau, se fosse velha com a experiência que teria com certeza me deixaria seco, caí no que eu achava o mais baixo que eram quadrinhos hentai da Marge, Bulma, Milk e qualquer uma que parecesse gostosa, eu ficava excitado praticamente com qualquer coisa, nem preciso dizer que se fosse uma mina gostosa e com um corpo da hora, eu tinha várias horas pra me divertir até que outra coisa cruzasse meu caminho.
Se você achava que não podia ser algo pior, apareceu uma professora no ensino médio colombiano, o nome dela é Jezica, assim com Z, não sei por que eles têm o costume de colocar nomes tão esquisitos nessa parte do continente ou trocar letras que já estavam boas. Ela viveu a vida toda no país dela, só veio pra cá pra estudar, gostou do país, conseguiu a cidadania e ficou. Ela era gostosa demais, somando o sotaque característico, ela conseguia me entreter pensando nela e não só por horas, eu só tinha ela na mente, antes de dormir pensava nela, sonhava com ela e acordava feliz pra ir pro ensino médio só pra vê-la, chegar em casa e bater uma, virou um loop do qual eu não podia nem queria sair.
Ela conseguiu que ele curtisse muito, era o protegido dela na sala e, mesmo que me zoassem, não me importava nem um pouco, eles tinham inveja de que a vida dessa vez sorria pra mim e não pra eles como de costume. Conversamos bastante, falamos das nossas vidas, ela me contou que tinha um namorado aqui que tinha traído ela, que era muito apaixonada. Mas quando ela me perguntou, eu não tinha nada pra contar, era óbvio, tenho só um amigo do curso que basicamente somos iguais, ela pareceu ficar triste por mim.
Umas semanas depois o Instagram apareceu como sugestão pra mim, entrei, mas o perfil era privado, fiquei a tarde toda pensando se era demais ou não mandar a solicitação, só de olhar a foto de perfil dela já foi o suficiente pra eu bater uma, o resto eu imaginei. Mais tarde tomei banho e voltei a olhar a foto de perfil dela, à noite na hora de ir dormir estava fazendo a mesma coisa, o que mais né? Estava muito excitada e pensava em mandar a solicitação, o que podia acontecer? Ela não me aceitar ou parar de falar comigo, a segunda opção me deixava insegura, mas o tesão me disse "Faz, vai que tem alguma foto de biquíni", até aí chegou meu poder de raciocínio e mandei, minutos depois uma notificação e uma mensagem. "Jezy.... Aceitou e quer te seguir" aceitei sem pensar e abri o perfil dela, não tinha nada do que eu esperava, só uma foto de biquíni na praia, mas dava pra ver de longe, abri a mensagem.
J: O que você tá fazendo acordado a essa hora, meu aluno favorito?
Os ratinhos na minha cabeça começaram a dançar imediatamente.
Eu: Oi, profe, você também é minha favorita. Não consigo dormir e você?
E claro, como eu ia dormir se não conseguia parar de bater uma pensando nela.
J: Ah, então eu corrijo algumas provas, não durmo muito.
Eu: Se encontrarem o meu, me dá uma nota boa kkk
J: A sua eu já vi e vai ter que estudar mais, senhor.
Eu: Sério?
J: Pois é, o que você acha? Parece que não prestou atenção em nenhuma das minhas aulas.
Eu: Posso fazer uma recuperação? É que eu pedi pros meus pais me comprarem um videogame e só falta essa matéria pra eu passar.
J: E por que você não estuda então? Mesmo que eu quisesse, não posso dar uma recuperação só pra você, tenho que dar pra todo mundo.
Eu: Por favor, faço qualquer coisa pra você me dar essa chance, só preciso dessa última.
J: Você sabe que é meu favorito e fica muito manipulador de repente, posso te oferecer um acordo, mas tem que ficar entre a gente. Me ouviu?
Eu: Tanto faz..
J: Você me ajuda com algumas coisas na escola pra festa de fim de ano e eu te aprovo.
Eu: Não tem problema nenhum.
J: Ok, mas essa conversa nunca existiu, ouviu?
Eu: Jamais, é uma promessa.
Olhei mais fotos, mesmo vestida ela me deixava com um tesão terrível. Fui pra escola e por uns dias não a vi, não tínhamos aula com ela todo dia, mas quando era o dia dela, ela também não apareceu, e obviamente todo mundo feliz por ter aula vaga, todo mundo menos eu. À tarde mandei mensagem no Instagram perguntando se tinha acontecido alguma coisa com ela e ela respondeu que era só um vírus, mas não queria contagiar ninguém, o clima aqui é diferente do da Colômbia e mesmo sendo verão, é fácil ela ficar doente. Ela me deixou uma frase que ficou martelando na minha cabeça: "Só espero que chegue o verão pra visitar minha querida Praia de Santa Marta". Procurei na hora no Google, linda e paradisíaca. "Como seria ir de férias com ela e tê-la de biquíni lá? Seria um sonho", pensei.
Eu: Não conhecia a praia e procurei no Google, é linda. Então, quando a gente vai?
Arrisquei de brincadeira, que resposta eu poderia obter?
J: Ah, isso quando você quiser. Mas temos que esperar até ela ser maior.
Nossa... eu esperava alguma risada debochada ou outra resposta tipo deixando passar o comentário.
Eu: Aceito o desafio, já não falta muito.
J: Prometo, quando eu dou minha palavra, eu cumpro. Faltam uns 3 anos.
Eu: Aqui na Argentina, aos 16 já dá pra fazer muita coisa.
J: Não tava claro pra mim, então comecei a economizar.
Isso me explodiu a cabeça, eu não conseguia acreditar no que tinha lido, relia enquanto imaginava estar na praia com a minha professora de biquíni e em outro país, era um sonho, me fazia bater uma lendo a conversa.
Naquela mesma noite eu tinha planejado voltar à minha rotina diária de me masturbar, mas só conseguia pensar nela, mesmo que quisesse imaginar outra pessoa, ou se visse um vídeo, o rosto da atriz automaticamente virava o dela. Entrei no Instagram, não queria mais imaginar nada, só queria vê-la mesmo que vestida, e pra minha surpresa o Instagram dela apareceu primeiro na seção dos stories, mas... estava envolto num círculo verde "Melhores amigos". Quando abri, era ela de biquíni com uma tag que dizia "Plata Santa Marta - Colômbia" "Espero te ver em breve".
Não sabia o que fazer, se reagia, se falava algo fora de lugar, se deixava a história rolar, o que eu faço? "Se eu não fosse tão cego, com certeza me animaria a algo" pensei. Reagi com um coração e uma mensagem.
Eu: Que praia linda, já quero conhecer.
J: Não tá tão longe de fazer isso. Mas.. só a praia?
Eu: Mesmo que a praia seja linda, a beleza dela não se compara a você.
J: Mas que bajulação, muito obrigado.
Eu: Falta muito pra ver ela?
J: Pra praia ou pra mim?
Ela tá brincando comigo, quer me deixar com tesão se fazendo de sonsa, deve ser aquela típica provocadora que te dá corda em tudo mas quando você fala alguma coisa, ela te trata como se você estivesse confuso ou tivesse falado merda. Mas pra mim, a porra já não me deixava pensar e eu queria ir até onde tivesse que ir, afinal "Hoje falamos da praia e à noite ela me adiciona nos melhores amigos postando uma foto dela de biquíni, além de me dizer todas essas coisas".
Eu: Pra você.
J: Olha que ousado esse homem, né, faz muito tempo que não recebo tanta atenção. Nesse fim de semana, talvez eu precise que ele me ajude com algumas coisas pro ato.
Eu: Ok, a que horas?
J: Umas 11 da manhã, mas na minha casa.
Fiquei gelado, as mãos tremendo, comecei a suar, isso não pode estar acontecendo comigo.
Eu: Bom, depois me passa o endereço.
J: Me dá seu número e eu te chamo por lá, mas você precisa saber duas coisas.
Eu: 118474… Que coisas?
J: Ninguém pode saber que ele vem na minha casa, isso pega mal. E a outra é que ninguém precisa saber que ele tá entre os meus melhores amigos, muito menos a foto que você viu.
Eu: Sou um túmulo, não falo nada.
J: Então se é uma promessa, a gente se vê no sábado.
A semana se arrastava e, mesmo me masturbando várias vezes ao dia pra conseguir dormir, o dia não passava rápido. Até que chegou a sexta-feira, ela me mandou mensagem pra eu confirmar se ia conseguir ir e depois me passou o endereço. Nesse dia eu não me masturbei, tava com a cabeça no dia seguinte, podia ser meu grande dia de sorte, talvez eu não fosse mais virgem, mas se rolar alguma coisa, não vou ter porra nenhuma, ela é uma gostosa, vai sacar na hora que eu tava batendo punheta direto.
Desculpem, mas é só nesse ponto da história que eu nunca coloquei vocês no contexto de como ela é, vai ser bem simples e curto porque logo vocês vão vê-la. Altura média, corpão com pernas torneadas e um rabo que parece desenhado pelos deuses, grande, no qual você consegue entrar mas te custaria sair, peitos bons e um rosto lindo, mas realmente lindo com um sorriso que apaixona.
Cheguei na casa dela, ela parecia me querer, mas eu não tinha certeza se devia dar algum passo.
J: Tenho que praticar a coreografia pro ato, eu danço e você me diz o que acha?
Eu: Claro, seria muito bom acertar os últimos detalhes. Desde quando ela fala assim? Pensei.
Ela estava quase começando a dançar quando, sei lá por quê, me deu na telha perguntar o que ela colocaria na hora pra fazer isso.
J: É um vestido azul, com flores, muito bonito.
Eu: Você me mostra?
J: Claro, e me diz o que acha.
Ele colocou em cima da mesa, era curto, muito curto, eu a vi com todo o tesão que aquilo envolvia, eu tinha que tentar.
Eu: Por que você não veste e dança?
É que ainda falta a parte de baixo, ainda não me entregaram.
Eu: Não importa, é pra ver se combina com a música e a dança. Que outra desculpa eu poderia dar?
J: Não sei, me dá vergonha que você me veja com pouca roupa.
Fiquei quieto, alguma coisa tem que me vir à cabeça, pensa pensa pensa.
Eu: E quando a gente for pra Colômbia, como você vai fazer na praia?
Fui rápido, ela me olhou e se surpreendeu, mas sorriu.
J: E o que é que tem? Como você acha que eu ando pela vida?
Eu: Pela vida normal, mas na praia de biquíni.
Teve um pequeno empurra e puxa até que ela me disse "Okey, mas me dá muita vergonha, não ri por favor". Como é que eu vou rir? Pensava por dentro, só de aparecer um pouco da bunda dela já tenho a noite feita.
Ela apareceu e ficou na minha frente "Como é que ficou em mim?" Perguntou. "Perfeito, tá um espetáculo". Não era tão curto quanto eu queria, mas podia ser o suficiente pra ver um pouquinho de algo. A música começou a tocar e ela começou a dançar no ritmo dela, a dança não era nada sexy, mas me entendam, eu estava na casa da minha professora, vendo ela dançar e com um vestido que a qualquer momento algo poderia aparecer, o pau ficou duro, duro como uma pedra vendo o que tinha na minha frente e imaginando situações que eu queria que acontecessem.
Até que em um momento a dança ficou mais agitada, mais mexida e esse foi o momento em que pela primeira vez cheguei perto de ver um centímetro da bunda dela, tirei o celular imediatamente com cuidado pra que ela não me visse, mas sem tirar os olhos dela, e aí foi quando aconteceu o que eu esperava, numa rodada consegui ver a bunda dela e não era perfeita, mas sem dúvidas era melhor do que eu imaginava. Tirei uma foto rápida, como deu, e sem ver a tela, só apontei e apertei o botão sem olhar, desejando que tivesse saído perfeita, quis tirar outra, mas guardei a câmera e já era muito evidente que eu tentasse de novo.
A dança acabou, eu não conseguia me levantar da cadeira pra gente voltar pra dentro da casa dela por causa da ereção óbvia e tive que dizer que a última parte ela deveria repetir, olhei rapidamente meu celular e a foto parecia estar boa, mas já não podia tentar de novo porque ela fazia algum movimento e falava comigo. Depois de um tempo fomos pra dentro, meu celular continuava em prontidão por causa de algum outro deslize, tive a sorte de acontecer num momento em que caiu um lenço do traje dela, já com essas duas fotos mais o que vi, tinha a noite garantida.
Eu já estava quase indo embora, os dois parados perto da mesa de jantar, trocando as últimas palavras do dia.
Eu: Pra falar a verdade, a dança foi muito boa.
J: Sério que você acredita nisso?
Eu: Claro, né? Além do mais, não imaginava que você dançava tão bem.
J: Não fala assim comigo que eu acredito.
Eu: Então faz isso porque é a verdade.
J: Bom, muito obrigado.
Eu: Com certeza, outras danças você faz tão bem quanto.
J: Tipo quais?
Parecia que o clima tinha mudado, fiquei nervoso.
Eu: Não sei, outros.
J: Me ocorre que ele pode pensar em outro ritmo e eu danço, pra tirar a dúvida.
Eu: Qualquer uma?
J: Sim, o que você quiser.
Ela se aproximou ainda mais de mim, as mãos me ajudaram e o perfume dela eu senti mais forte do que nunca, de um segundo para o outro os lábios dela estavam tocando os meus. Meu primeiro beijo estava acontecendo aos 51 (ao contrário) com a minha professora colombiana, o que demorou para chegar fez valer a pena a espera.
Enquanto ele me beijava, eu não acreditava que qualquer outro beijo que eu der até o dia da minha morte seria melhor que esse, mas meu céu desabou segundos depois, quando ele me empurrou e me afastou.
J: Desculpa, eu não devia ter feito isso, não sei o que me deu. Por favor, que fique entre a gente, vou perder meu emprego.
Eu: Não falo nada, fica tranquila.
J: Por favor, tô muito envergonhada, me deixei levar.
Eu: Me desculpa, viu, de verdade.
J: Não sei o que me deu, juro pra você.
Eu fui embora, mas antes eu disse pra ela: "Desculpa, você é linda e eu gosto muito de você, sei que sou feio, entendo que você sinta vergonha disso. Fica tranquila que eu não vou falar nada." Não deixei ela responder e fui embora, não queria ouvir a resposta, já sabia qual era.
Naquela mesma noite, enquanto eu batia uma punheta olhando as duas fotos que tirei, que pra ser sincero saíram melhores do que eu pensava, recebi uma mensagem dela.
J: Me desculpe pelo que aconteceu hoje e obrigada por me dizer que sou linda, pra mim você também é e por isso te beijei.
Não podia acreditar no que estava lendo.
Eu: Não mente pra mim, você é linda de verdade. Não vou falar nada, prometo.
J: Não vai dizer nada?
Eu: Nada, eu prometo.
J: Nem vai me dizer nada sobre a outra coisa?
Eu: De que coisa?
J: Das fotos que tirei hoje. Você gostou?
Fiquei de cara e sem saber o que responder, bem nessa hora eu gozei enquanto lia, me sujei todo.
E agora, o que eu digo? Pensei.
Basicamente tudo que fosse do sexo oposto pra mim era motivo pra me masturbar, se fosse gorda eu pensava em como foderia tanta carne, se fosse magra como a gente ia bater osso com osso, se fosse bonita mas feia de corpo em como ficaria se a cara dela chupasse meu pau, se fosse velha com a experiência que teria com certeza me deixaria seco, caí no que eu achava o mais baixo que eram quadrinhos hentai da Marge, Bulma, Milk e qualquer uma que parecesse gostosa, eu ficava excitado praticamente com qualquer coisa, nem preciso dizer que se fosse uma mina gostosa e com um corpo da hora, eu tinha várias horas pra me divertir até que outra coisa cruzasse meu caminho.
Se você achava que não podia ser algo pior, apareceu uma professora no ensino médio colombiano, o nome dela é Jezica, assim com Z, não sei por que eles têm o costume de colocar nomes tão esquisitos nessa parte do continente ou trocar letras que já estavam boas. Ela viveu a vida toda no país dela, só veio pra cá pra estudar, gostou do país, conseguiu a cidadania e ficou. Ela era gostosa demais, somando o sotaque característico, ela conseguia me entreter pensando nela e não só por horas, eu só tinha ela na mente, antes de dormir pensava nela, sonhava com ela e acordava feliz pra ir pro ensino médio só pra vê-la, chegar em casa e bater uma, virou um loop do qual eu não podia nem queria sair.
Ela conseguiu que ele curtisse muito, era o protegido dela na sala e, mesmo que me zoassem, não me importava nem um pouco, eles tinham inveja de que a vida dessa vez sorria pra mim e não pra eles como de costume. Conversamos bastante, falamos das nossas vidas, ela me contou que tinha um namorado aqui que tinha traído ela, que era muito apaixonada. Mas quando ela me perguntou, eu não tinha nada pra contar, era óbvio, tenho só um amigo do curso que basicamente somos iguais, ela pareceu ficar triste por mim.
Umas semanas depois o Instagram apareceu como sugestão pra mim, entrei, mas o perfil era privado, fiquei a tarde toda pensando se era demais ou não mandar a solicitação, só de olhar a foto de perfil dela já foi o suficiente pra eu bater uma, o resto eu imaginei. Mais tarde tomei banho e voltei a olhar a foto de perfil dela, à noite na hora de ir dormir estava fazendo a mesma coisa, o que mais né? Estava muito excitada e pensava em mandar a solicitação, o que podia acontecer? Ela não me aceitar ou parar de falar comigo, a segunda opção me deixava insegura, mas o tesão me disse "Faz, vai que tem alguma foto de biquíni", até aí chegou meu poder de raciocínio e mandei, minutos depois uma notificação e uma mensagem. "Jezy.... Aceitou e quer te seguir" aceitei sem pensar e abri o perfil dela, não tinha nada do que eu esperava, só uma foto de biquíni na praia, mas dava pra ver de longe, abri a mensagem.
J: O que você tá fazendo acordado a essa hora, meu aluno favorito?
Os ratinhos na minha cabeça começaram a dançar imediatamente.
Eu: Oi, profe, você também é minha favorita. Não consigo dormir e você?
E claro, como eu ia dormir se não conseguia parar de bater uma pensando nela.
J: Ah, então eu corrijo algumas provas, não durmo muito.
Eu: Se encontrarem o meu, me dá uma nota boa kkk
J: A sua eu já vi e vai ter que estudar mais, senhor.
Eu: Sério?
J: Pois é, o que você acha? Parece que não prestou atenção em nenhuma das minhas aulas.
Eu: Posso fazer uma recuperação? É que eu pedi pros meus pais me comprarem um videogame e só falta essa matéria pra eu passar.
J: E por que você não estuda então? Mesmo que eu quisesse, não posso dar uma recuperação só pra você, tenho que dar pra todo mundo.
Eu: Por favor, faço qualquer coisa pra você me dar essa chance, só preciso dessa última.
J: Você sabe que é meu favorito e fica muito manipulador de repente, posso te oferecer um acordo, mas tem que ficar entre a gente. Me ouviu?
Eu: Tanto faz..
J: Você me ajuda com algumas coisas na escola pra festa de fim de ano e eu te aprovo.
Eu: Não tem problema nenhum.
J: Ok, mas essa conversa nunca existiu, ouviu?
Eu: Jamais, é uma promessa.
Olhei mais fotos, mesmo vestida ela me deixava com um tesão terrível. Fui pra escola e por uns dias não a vi, não tínhamos aula com ela todo dia, mas quando era o dia dela, ela também não apareceu, e obviamente todo mundo feliz por ter aula vaga, todo mundo menos eu. À tarde mandei mensagem no Instagram perguntando se tinha acontecido alguma coisa com ela e ela respondeu que era só um vírus, mas não queria contagiar ninguém, o clima aqui é diferente do da Colômbia e mesmo sendo verão, é fácil ela ficar doente. Ela me deixou uma frase que ficou martelando na minha cabeça: "Só espero que chegue o verão pra visitar minha querida Praia de Santa Marta". Procurei na hora no Google, linda e paradisíaca. "Como seria ir de férias com ela e tê-la de biquíni lá? Seria um sonho", pensei.
Eu: Não conhecia a praia e procurei no Google, é linda. Então, quando a gente vai?
Arrisquei de brincadeira, que resposta eu poderia obter?
J: Ah, isso quando você quiser. Mas temos que esperar até ela ser maior.
Nossa... eu esperava alguma risada debochada ou outra resposta tipo deixando passar o comentário.
Eu: Aceito o desafio, já não falta muito.
J: Prometo, quando eu dou minha palavra, eu cumpro. Faltam uns 3 anos.
Eu: Aqui na Argentina, aos 16 já dá pra fazer muita coisa.
J: Não tava claro pra mim, então comecei a economizar.
Isso me explodiu a cabeça, eu não conseguia acreditar no que tinha lido, relia enquanto imaginava estar na praia com a minha professora de biquíni e em outro país, era um sonho, me fazia bater uma lendo a conversa.
Naquela mesma noite eu tinha planejado voltar à minha rotina diária de me masturbar, mas só conseguia pensar nela, mesmo que quisesse imaginar outra pessoa, ou se visse um vídeo, o rosto da atriz automaticamente virava o dela. Entrei no Instagram, não queria mais imaginar nada, só queria vê-la mesmo que vestida, e pra minha surpresa o Instagram dela apareceu primeiro na seção dos stories, mas... estava envolto num círculo verde "Melhores amigos". Quando abri, era ela de biquíni com uma tag que dizia "Plata Santa Marta - Colômbia" "Espero te ver em breve".
Não sabia o que fazer, se reagia, se falava algo fora de lugar, se deixava a história rolar, o que eu faço? "Se eu não fosse tão cego, com certeza me animaria a algo" pensei. Reagi com um coração e uma mensagem.
Eu: Que praia linda, já quero conhecer.
J: Não tá tão longe de fazer isso. Mas.. só a praia?
Eu: Mesmo que a praia seja linda, a beleza dela não se compara a você.
J: Mas que bajulação, muito obrigado.
Eu: Falta muito pra ver ela?
J: Pra praia ou pra mim?
Ela tá brincando comigo, quer me deixar com tesão se fazendo de sonsa, deve ser aquela típica provocadora que te dá corda em tudo mas quando você fala alguma coisa, ela te trata como se você estivesse confuso ou tivesse falado merda. Mas pra mim, a porra já não me deixava pensar e eu queria ir até onde tivesse que ir, afinal "Hoje falamos da praia e à noite ela me adiciona nos melhores amigos postando uma foto dela de biquíni, além de me dizer todas essas coisas".
Eu: Pra você.
J: Olha que ousado esse homem, né, faz muito tempo que não recebo tanta atenção. Nesse fim de semana, talvez eu precise que ele me ajude com algumas coisas pro ato.
Eu: Ok, a que horas?
J: Umas 11 da manhã, mas na minha casa.
Fiquei gelado, as mãos tremendo, comecei a suar, isso não pode estar acontecendo comigo.
Eu: Bom, depois me passa o endereço.
J: Me dá seu número e eu te chamo por lá, mas você precisa saber duas coisas.
Eu: 118474… Que coisas?
J: Ninguém pode saber que ele vem na minha casa, isso pega mal. E a outra é que ninguém precisa saber que ele tá entre os meus melhores amigos, muito menos a foto que você viu.
Eu: Sou um túmulo, não falo nada.
J: Então se é uma promessa, a gente se vê no sábado.
A semana se arrastava e, mesmo me masturbando várias vezes ao dia pra conseguir dormir, o dia não passava rápido. Até que chegou a sexta-feira, ela me mandou mensagem pra eu confirmar se ia conseguir ir e depois me passou o endereço. Nesse dia eu não me masturbei, tava com a cabeça no dia seguinte, podia ser meu grande dia de sorte, talvez eu não fosse mais virgem, mas se rolar alguma coisa, não vou ter porra nenhuma, ela é uma gostosa, vai sacar na hora que eu tava batendo punheta direto.
Desculpem, mas é só nesse ponto da história que eu nunca coloquei vocês no contexto de como ela é, vai ser bem simples e curto porque logo vocês vão vê-la. Altura média, corpão com pernas torneadas e um rabo que parece desenhado pelos deuses, grande, no qual você consegue entrar mas te custaria sair, peitos bons e um rosto lindo, mas realmente lindo com um sorriso que apaixona.
Cheguei na casa dela, ela parecia me querer, mas eu não tinha certeza se devia dar algum passo.
J: Tenho que praticar a coreografia pro ato, eu danço e você me diz o que acha?
Eu: Claro, seria muito bom acertar os últimos detalhes. Desde quando ela fala assim? Pensei.
Ela estava quase começando a dançar quando, sei lá por quê, me deu na telha perguntar o que ela colocaria na hora pra fazer isso.
J: É um vestido azul, com flores, muito bonito.
Eu: Você me mostra?
J: Claro, e me diz o que acha.
Ele colocou em cima da mesa, era curto, muito curto, eu a vi com todo o tesão que aquilo envolvia, eu tinha que tentar.
Eu: Por que você não veste e dança?
É que ainda falta a parte de baixo, ainda não me entregaram.
Eu: Não importa, é pra ver se combina com a música e a dança. Que outra desculpa eu poderia dar?
J: Não sei, me dá vergonha que você me veja com pouca roupa.
Fiquei quieto, alguma coisa tem que me vir à cabeça, pensa pensa pensa.
Eu: E quando a gente for pra Colômbia, como você vai fazer na praia?
Fui rápido, ela me olhou e se surpreendeu, mas sorriu.
J: E o que é que tem? Como você acha que eu ando pela vida?
Eu: Pela vida normal, mas na praia de biquíni.
Teve um pequeno empurra e puxa até que ela me disse "Okey, mas me dá muita vergonha, não ri por favor". Como é que eu vou rir? Pensava por dentro, só de aparecer um pouco da bunda dela já tenho a noite feita.
Ela apareceu e ficou na minha frente "Como é que ficou em mim?" Perguntou. "Perfeito, tá um espetáculo". Não era tão curto quanto eu queria, mas podia ser o suficiente pra ver um pouquinho de algo. A música começou a tocar e ela começou a dançar no ritmo dela, a dança não era nada sexy, mas me entendam, eu estava na casa da minha professora, vendo ela dançar e com um vestido que a qualquer momento algo poderia aparecer, o pau ficou duro, duro como uma pedra vendo o que tinha na minha frente e imaginando situações que eu queria que acontecessem.
Até que em um momento a dança ficou mais agitada, mais mexida e esse foi o momento em que pela primeira vez cheguei perto de ver um centímetro da bunda dela, tirei o celular imediatamente com cuidado pra que ela não me visse, mas sem tirar os olhos dela, e aí foi quando aconteceu o que eu esperava, numa rodada consegui ver a bunda dela e não era perfeita, mas sem dúvidas era melhor do que eu imaginava. Tirei uma foto rápida, como deu, e sem ver a tela, só apontei e apertei o botão sem olhar, desejando que tivesse saído perfeita, quis tirar outra, mas guardei a câmera e já era muito evidente que eu tentasse de novo.
A dança acabou, eu não conseguia me levantar da cadeira pra gente voltar pra dentro da casa dela por causa da ereção óbvia e tive que dizer que a última parte ela deveria repetir, olhei rapidamente meu celular e a foto parecia estar boa, mas já não podia tentar de novo porque ela fazia algum movimento e falava comigo. Depois de um tempo fomos pra dentro, meu celular continuava em prontidão por causa de algum outro deslize, tive a sorte de acontecer num momento em que caiu um lenço do traje dela, já com essas duas fotos mais o que vi, tinha a noite garantida.
Eu já estava quase indo embora, os dois parados perto da mesa de jantar, trocando as últimas palavras do dia.
Eu: Pra falar a verdade, a dança foi muito boa.
J: Sério que você acredita nisso?
Eu: Claro, né? Além do mais, não imaginava que você dançava tão bem.
J: Não fala assim comigo que eu acredito.
Eu: Então faz isso porque é a verdade.
J: Bom, muito obrigado.
Eu: Com certeza, outras danças você faz tão bem quanto.
J: Tipo quais?
Parecia que o clima tinha mudado, fiquei nervoso.
Eu: Não sei, outros.
J: Me ocorre que ele pode pensar em outro ritmo e eu danço, pra tirar a dúvida.
Eu: Qualquer uma?
J: Sim, o que você quiser.
Ela se aproximou ainda mais de mim, as mãos me ajudaram e o perfume dela eu senti mais forte do que nunca, de um segundo para o outro os lábios dela estavam tocando os meus. Meu primeiro beijo estava acontecendo aos 51 (ao contrário) com a minha professora colombiana, o que demorou para chegar fez valer a pena a espera.
Enquanto ele me beijava, eu não acreditava que qualquer outro beijo que eu der até o dia da minha morte seria melhor que esse, mas meu céu desabou segundos depois, quando ele me empurrou e me afastou.
J: Desculpa, eu não devia ter feito isso, não sei o que me deu. Por favor, que fique entre a gente, vou perder meu emprego.
Eu: Não falo nada, fica tranquila.
J: Por favor, tô muito envergonhada, me deixei levar.
Eu: Me desculpa, viu, de verdade.
J: Não sei o que me deu, juro pra você.
Eu fui embora, mas antes eu disse pra ela: "Desculpa, você é linda e eu gosto muito de você, sei que sou feio, entendo que você sinta vergonha disso. Fica tranquila que eu não vou falar nada." Não deixei ela responder e fui embora, não queria ouvir a resposta, já sabia qual era.
Naquela mesma noite, enquanto eu batia uma punheta olhando as duas fotos que tirei, que pra ser sincero saíram melhores do que eu pensava, recebi uma mensagem dela.
J: Me desculpe pelo que aconteceu hoje e obrigada por me dizer que sou linda, pra mim você também é e por isso te beijei.
Não podia acreditar no que estava lendo.
Eu: Não mente pra mim, você é linda de verdade. Não vou falar nada, prometo.
J: Não vai dizer nada?
Eu: Nada, eu prometo.
J: Nem vai me dizer nada sobre a outra coisa?
Eu: De que coisa?
J: Das fotos que tirei hoje. Você gostou?
Fiquei de cara e sem saber o que responder, bem nessa hora eu gozei enquanto lia, me sujei todo.
E agora, o que eu digo? Pensei.
2 comentários - Minha professora colombiana gostosa