Jessica e o zelador corcunda da piscina

Mais de meio ano se passou desde que começou o tema da pandemia na Latinoaméyummy, só nas últimas semanas os poucos negócios que sobreviveram estão começando a abrir de novo, embora com certas restrições e alguns ainda não sabem quando vão abrir, como é o caso das academias, cinemas, boates, shows e outros centros de entretenimento, tudo isso para uma garotinha como Jessica, sem dúvida é algo devastador, já que com seus 20 anos recém-completados, esses meses trancada foram uma completa tortura. A bela garotinha estava morrendo de vontade de voltar à sua velha rotina, sair com as amigas, se divertir num sábado à noite e outras coisas de jovem, apesar de ter uma bela figura e estar sempre treinando em casa, ela sentia que tinha perdido seu condicionamento físico, queria voltar à academia onde era o centro das atenções, embora por enquanto essa realidade parecesse bem distante. Para sua sorte, ela soube que a partir da próxima semana as piscinas iam abrir a 50% da capacidade, algo que a princípio não fazia sentido, mas por conter grandes quantidades de cloro, era impossível para o vírus sobreviver nesse ambiente, isso segundo a OMS e como na Latinoaméyummy se obedece a tudo o que essa organização diz, então deram luz verde para que voltassem a funcionar, mas com algumas mudanças para garantir a saúde nos vestiários. Era uma manhã quente de sábado, a jovem arrumou suas coisas e se dirigiu à única piscina liberada que ficava a uns 30 minutos caminhando da casa dela, se bem que era uma piscina olímpica, estava bem abandonada e com esses meses sem funcionar o panorama era ainda pior, mesmo assim a jovem estava decidida a dar tudo de si para recuperar seu melhor condicionamento físico e voltar a ser o centro das atenções, grande foi sua surpresa ao encontrar a piscina praticamente vazia e é que o medo do contágio ainda estava latente nas pessoas, mas mais importante para ela era se ver bem, tinha desanimado um pouco o o fato de que não poderia modelar seu novo traje de banho já que no máximo havia 5-6 pessoas, todas mulheres, que numa piscina tão grande era um desperdício.
Os dias eram praticamente iguais quanto à quantidade de gente e o pessoal da piscina só se limitava ao cara que entregava os ingressos, que era um jovem moreno de uns 18 anos, e a um senhor cinquentão com uma leve corcunda que cuidava da limpeza, manutenção da piscina e, pela pouca frequência de público, também fazia as vezes de salva-vidas quando vinham os da prefeitura para verificar que tudo estivesse em ordem.
A jovem, depois de terminar sua prática de natação e tomar um banho, foi até os assentos laterais para se refrescar com uma garrafa de água gelada antes de voltar para casa. Algo que Jessica tinha notado nesses dias era que aquele senhor maduro entrava no vestiário dos homens com seu esfregão toda vez que alguma mulher entrava no vestiário ao lado. Isso lhe pareceu algo curioso. Depois de prestar atenção nos dias seguintes, o comportamento suspeito do maduro continuava o mesmo. Estava claro que essa pessoa tinha alguma forma de olhar o vestiário das damas a partir do vestiário dos homens. Um arrepio percorreu sua coluna vertebral. Sem dúvida, esse cara também estava espionando ela e ela nunca tinha percebido. Mas longe de incomodá-la, isso só causou espanto na jovem, que não acreditava na ousadia daquele sujeito feio. Considerou então entrar no vestiário e localizar aquele buraco pelo qual era espionada, embora no fundo só de pensar que todos esses dias tinha sido tarada por aquele maduro do outro lado da parede fazia suas pernas tremerem de tesão. Há que se considerar que Jessica não tinha nenhuma aventura sexual há 6 meses, desde que começou a quarentena, e suas hormonas estavam a mil, fazendo com que muitas coisas a deixassem com tesão. Naquele momento, ela teria adorado se despir e dar um pequeno show para aquele homem, mas preferiu guardar para amanhã e surpreender o velho tarado, sabia que as poucas pessoas que iam seriam um estorvo para ela, por isso decidiu ir à tarde, algumas horas antes de fecharem a piscina, para ficar mais segura.

2.- o plano

No dia seguinte, Jessica decidiu sair com uma blusa justa de cor preta, que realçava muito bem o seu belo par de peitos, ligeiramente maiores que o tamanho médio; o formato arredondado fazia com que qualquer decote ficasse ótimo nela, balançando alegremente a cada passo que dava. Além disso, colocou um jeans bem apertado que marcava muito bem suas pernas esguias, que terminavam numa bundona que era sua parte favorita do corpo. Seu cabelo cinza-ondulado preso num rabo de cavalo, junto com seu rosto inocente com alguns traços finos europeus graças à sua mãe francesa, coroados com aquele sorriso branco e aquela pele branca, junto com sua altura perfeita de 1,72 m, eram a combinação perfeita para enlouquecer qualquer homem, especialmente se for um velho safado e faminto por sexo como o zelador da piscina.

Assim que saiu de casa, os cantadas não tardaram a chegar; cavalheiros como mendigos sempre lhe dedicavam suas melhores cantadas, coisa que ela sempre tinha gostado. Naquele dia, dirigiu-se à piscina por volta das 5 da tarde, sabia que as poucas pessoas que normalmente iam já não estariam àquela hora. Ao chegar à bilheteria, o jovem que a atendeu não tirava os olhos daquele belo par de peitos, coisa que Jessica notou e, de propósito, se abaixou um pouco mais ao pegar o troco; sabia que aquilo seria suficiente para o rapaz moreno, já que seu verdadeiro objetivo era o velho tarado.

Assim que entrou na piscina, tratou de localizá-lo imediatamente e, como todos os dias, ele estava em algum canto do lugar sentado lendo seu jornal.

Jessica, pela primeira vez, prestou bastante atenção na aparência do velho; ele atendia pelo nome de Manuel, tinha 58 anos, era inevitável não reparar em Aquela corcunda em desenvolvimento, sua pele áspera e escura produto do sol inclemente e aquela barriga proeminente o faziam parecer bastante desagradável para qualquer garotinha, mas não para ela que depois de examiná-lo com atenção fez com que aumentasse muito mais seu tesão por se exibir diante daquele sujeito desafortunado.
Aproveitando que ele estava do outro lado da piscina e ainda não a tinha visto, foi imediatamente ao vestiário feminino para colocar seu traje de banho rápido e tentar encontrar aquele buraco por onde a estavam espionando para quando tivesse que trocar de roupa molhada, dar um show melhor. Não foi muito difícil localizá-lo e depois de alguns minutos havia encontrado o bendito buraco que tinha sido feito estrategicamente quando fizeram as reformas para cumprir com as normas estabelecidas que a prefeitura pedia para enfrentar a COVID-19, encontrado o buraco só lhe restava fazer tempo até que chegasse a hora de se trocar.
Durante o tempo que esteve na piscina, aproveitando que era a única pessoa na água, tentou chamar a atenção do velho o tempo todo, seja pulando de um pequeno trampolim para que ele olhasse como aqueles peitos suculentos balançavam ou então nadando de costas lentamente para mostrar sua bela anatomia, o velho por sua vez não perdia detalhe do delicioso espetáculo que estava apreciando enquanto disfarçava que lia seu jornal.
Depois de nadar cerca de 50 minutos, se dirigiu ao armário onde estava sua toalha e foi ao vestiário feminino, nesse momento viu que o velho já se levantava de seu assento para tomar sua posição do outro lado dos vestiários.
A bela garotinha entrou lentamente, rebolando seu corpo o máximo que pôde, sentindo-se muito desejada e excitada pelo que pudesse acontecer, sentou-se num banco comprido e procedeu a tirar a toalha. Dando as costas no momento ao buraco por onde já a estava espionando o sujeito suado. Ela sabia que o velho já estava do outro lado, então lentamente se levantou e, como se fossem alongamentos pós-exercício, começou a contorcer seu corpo para o deleite do maduro que já estava esfregando o pau por cima da calça. Por último, como exercício final, quis dar um extra para que ele pensasse nela à noite, então se agachou o máximo que pôde, levando as mãos até as pontas dos pés, mostrando seu belo traseiro em todo o seu esplendor. Depois de pensar que já tinha ficado nessa posição tempo suficiente, foi até o chuveiro do fundo, onde tomou banho com total tranquilidade, já que ali não poderia ser espiada, deixando o velho com vontade de mais.

Dessa forma, passaram-se os dias seguintes, em que Jessica trocou seus maiôs inteiros por biquínis mais reveladores só para seu voyeur favorito, e quando chegava a hora de ir para os vestiários, inventava novos tipos de alongamentos cada vez mais sugestivos. Até colocava música do celular, aproveitando que era a única no vestiário feminino, se contorcia suavemente ao som da música como se fosse um pequeno striptease. Adorava sentar naquele banco comprido e massagear suas pernas, seus peitos, e se agachar mostrando todo o seu traseiro para aquele cara horrível que só podia bater punheta.

Na semana seguinte, as travessuras da jovenzinha foram aumentando. Tinha conseguido um biquíni vermelho menor do que os que costumava usar; a parte de baixo era praticamente uma fio-dental, que mostrava quase totalmente seu traseiro bem tonificado, e a parte de cima era um número menor do que o habitual, apertando bem seus peitos que pareciam que iam sair a qualquer momento. A essas alturas, o velho olhava embasbacado para aquela deusa enquanto ela nadava, já nem se importava em disfarçar. Quando chegou a hora de ela ir para os vestiários, o corcunda barrigudo se levantava rapidamente para tomar sua posição de voyeur do outro lado dos vestiários. Essa ação desesperada pela parte do velho não passou despercebida por ela que com uma risadinha brincalhona pensava no que faria agora para irritar aquele horrível corcunda. Quando finalmente estava no banco comprido, voltou a começar seu show, uma leve música ambientava o quarto solitário, enquanto se espreguiçava voltava a se mover de forma sensual, sabia que atrás daquela parede havia um velho safado que com certeza estaria se masturbando enquanto a olhava, só de pensar nisso sua mente divagava, já se passaram muitos meses desde a última vez que tinha feito sexo, aos poucos tocava suas longas e esguias pernas e depois passava a apertar suavemente seus delicados seios que com aquele traje tão pequeno que tinha parecia que um mamilo poderia aparecer a qualquer momento. "aproveita, seu velho pervertido maldito" – pensava a jovenzinha enquanto piscava um olho na direção do buraco onde estava o velho, enquanto continuava se tocando, de repente começou a imaginar como seria se não houvesse aquela parede que os separava, se imaginava aquele tipo horrível agarrado aos seus seios desesperadamente como um bezerro, enquanto tirava seu pau para fazê-la gozar sem usar nenhum tipo de proteção, se imaginava sendo bombardeada por aquele cara dentro da piscina, sem perceber a jovenzinha aos poucos começou a levar sua mão em direção à sua região íntima, sua imaginação era tão forte que esqueceu que estava naquele lugar, naquele momento só queria se tocar um pouco enquanto deixava sua mente voar. A situação se prolongou por mais alguns minutos, Jessica se tocava suavemente ainda por cima do seu biquíni, de repente ouviu o som da porta do vestiário se abrir lentamente, como ela estava no fundo, pensou por alguns momentos que se trataria de alguma mulher inoportuna que ia estragar seu show privado que estava realizando, mas grande foi sua surpresa, ao ouvir um leve tossido que claramente pertencia a um homem de idade, ela ainda se encontrava de costas para a porta e com muito O medo fez sua cabeça se virar para observar que atrás dela estava aquele sujeito horrível que tinha tido a ousadia de entrar no vestiário feminino enquanto mostrava um leve sorriso e um grande volume que se notava claramente. Rapidamente a jovem só conseguiu se cobrir com as mãos, já que não esperava aquela atitude do velho.

3.- Primeiro encontro com o zelador corcunda

— Ooooi! O que você tá fazendo aqui? — disse uma Jessica surpresa.

— Ora, o que mais, senhorita? Já vai ser hora de fechar e tenho que deixar tudo limpo pra amanhã.

— Mas pelo menos me dá um pouco de privacidade, espera eu terminar de me trocar e sair do vestiário.

— Pelo que vejo, você vai demorar, já tá escurecendo e essa área é meio perigosa de noite. Já me roubaram umas duas vezes por sair muito tarde daqui. Só faz de conta que eu não tô aqui e continua com o que você tava fazendo enquanto eu vou limpando.

A jovem não esperava aquele comportamento sem-vergonha do velho. Viu nos olhos dele como ele a devorava com o olhar, fazendo um arrepio percorrer toda a sua espinha.

— Por favor... por favor, vai embora daqui, não me faz nada.

O zelador horrível desviou o olhar do corpo incrível da garota pra fazer contato visual com ela.

— Eu... hã... não vou te machucar, senhorita. Como eu disse, só quero limpar e ir pra casa logo antes que fique mais perigoso sair.

Jessica conseguiu perceber, por aquela resposta hesitante, que o velho não era um pervertido perigoso como ela imaginou no começo. Na verdade, ele parecia compreensivo. Lentamente, ela se levantou pra colocar a toalha em volta da cintura e ir até um vestiário com cortina pra terminar de se trocar e ir embora.

— Você é muito bonita — disse o velho de repente, sem nenhum preâmbulo, só soltou a frase, pegando a jovem de surpresa.

Cruzando os braços, a jovem ficou firme pra tentar assumir o controle da situação, mas esse movimento só fazia com que seus peitos se destacassem mais naquela sutiã pequeno, fazendo o velho baixar o olhar para aquele belo par, coisa que não passou despercebida por ela. obrigada, mas… Ei, meus olhos estão aqui em cima, sabia! — Ela disse brincando, agora que estava mais à vontade, mas o sujeito suado saiu do transe, pensando que realmente estavam chamando a atenção dele --AH! Oh... é... desculpa. Eu... -Tá tudo bem, relaxa. Não vejo o que os homens acham tão fascinante neles. São só peitos, sabia! Já na sua idade e com sua experiência já não deveriam te surpreender — Ela deu uma rápida balançada neles e mostrou um sorrisinho ao ver a cara de safado que o velho inofensivo fazia, por sua vez ele só se limitava a observar atônito aquela exibição, sem nem se atrever a piscar. Jessica agora mais tranquila acreditando que tinha a situação nas mãos, esperou uma resposta do velho que nunca veio. Em vez disso, Manuel simplesmente se apoiou na parede, embasbacado com o movimento daquele par, parecia que tinha virado um zumbi. Uau!, você gosta mesmo deles, hein. — Disse Jessica satisfeita com todas as travessuras que tinha feito hoje, de repente o velho soltou outro comentário impertinente --desculpa pelo que vou dizer, senhorita, mas essas meninas não são só peitos... são... incríveis…sem dúvida seu cirurgião fez um bom trabalho quêêê?!, Escuta, tudo o que tenho é natural —respondeu levando as duas mãos aos seios --sério que não fez nenhum retoque? -Claro que não, bobo Manuel tinha visto muitos peitos falsos ao longo da vida, sabia que os da garota eram naturais a olho nu, a pergunta tinha sido só pra ver a reação dela, Embora os que tinha na frente não fossem peitos grandes tipo copa D ou C, esses tinham tamanho suficiente pra quase encher toda a mão dele, Era raro encontrar uma garota com um corpo tão bem proporcionado num bairro humilde como o dele. ainda não acredita em mim? --bom, na verdade ainda não Tô muito certo, talvez se você me deixar tocar um pouquinho eu poderia esclarecer minha dúvida
- hihi você é um velho astuto, já vejo onde quer chegar com isso, mas se não acredita em mim, temo que vai ficar com a dúvida, acho que já viu o suficiente hoje.

O rosto do coroa demonstrou uma clara decepção e se fez um silêncio incômodo, Jessica notou o evidente abatimento do cara e não teve outra opção a não ser dar um pequeno presentinho extra, então voltou a olhá-lo nos olhos e com um leve sorriso lhe ofereceu um acordo.

- tocar é proibido, mas não me importo se você me ver tomando banho, enquanto continua limpando, embora obviamente estaria de biquíni.

O cara mudou de expressão num instante diante de tal oferta, então sem hesitar aceitou balançando a cabeça de cima para baixo, a garota por sua vez não podia acreditar no que tinha acabado de oferecer, tinha se deixado levar pelo momento e pela pena de ver aquele homem horrível com aquela expressão tão triste, mas a essa altura não podia voltar atrás, então antes de entrar no chuveiro pediu que ele trancasse a entrada dos vestiários femininos para que não acontecesse uma situação embaraçosa que seria difícil de explicar.

Com a porta do vestiário feminino trancada, a gostosa da jovenzinha procedeu a tirar a toalha para deixar à vista do velho aquelas belas e longas pernas junto com aquelas bundas grandes quase cobertas por aquele pequeno biquíni, que se mexiam de um jeito muito tentador.

A água começou a cair e a gostosa entrou para tirar o cloro da piscina, a água percorria todos os contornos do seu corpo, enquanto fazia isso tentou puxar uma conversa normal com o Seu Manuel, principalmente para que não se criasse um clima incômodo, embora mesmo assim, as respostas do sujeito pervertido eram bem limitadas já que toda a sua concentração estava em aproveitar aquele corpo jovem enquanto tomava banho, Jessica por sua vez deu bastante ênfase em se ensaboar todo o corpo dela, principalmente nos peitos e na bunda, de vez em quando ela olhava para o rosto babento do velho miserável, aquela expressão horrível ela gostava muito, se sentia muito bem se exibindo para alguém tão feio, sua mente começou a divagar de novo, sentia a necessidade de se masturbar, mas sabia que não podia chegar a esse extremo com aquele velho observando, mas foi grande sua surpresa quando sentiu um par de mãos enrugadas se apoderarem de seus seios macios.
Embora aquele apalpamento tivesse sido parte de sua fantasia, ainda não estava mentalmente preparada para ser apalpada por aquele estranho, ao baixar o olhar pôde ver como aquelas mãos amassavam com grande vigor seus deliciosos seios, enquanto lentamente se colava a ela colocando todo aquele volume que tinha visto antes entre suas grandes nádegas mal protegidas pelo tecido do seu biquíni.
Ei, senhooooor, eu disse que era proibido me tocar!
-- desculpa, não aguentei mais, você tem um corpo muito gostoso e tinha que tirar a dúvida se seus peitos eram operados ou não — disse o corcunda enquanto colava com muito mais força seu grande volume na bunda da jovem, o velho estava se molhando todo por causa do chuveiro, mas pouco se importava com isso naquele momento, a única coisa que queria era continuar aproveitando aquele corpo jovem.
- ok, já sentiu, agora tira as mãos de mim, seu pervertido maldito!, ou vou gritar e fazer com que te expulsem daqui, vale a pena? — Perguntou ela, esperando que o velho repensasse sua ação e se arrependesse do que fez, mas ele estava tão excitado tocando e apalpando o corpo da mocinha, que ignorou suas ameaças
-- a essa hora da noite ninguém vem à piscina, é curioso que você seja a única que tem vindo tão tarde — dizia o velho com uma voz ofegante, enquanto passava o rosto pelas costas macias da jovem que ainda não sabia como reagir, seu jogo tarado tinha saído do controle em um segundo. O velho, aproveitando o choque da garota, a virou para ficarem cara a cara. Jessica era alguns centímetros mais alta que o velho, então ele agarrou seu pescoço sensível enquanto continuava tentando enfiar uma das mãos dentro do biquíni apertado para poder beliscar aqueles mamilos que começavam a ficar duros de tanto apalpamento.

--Uai, mamacita, você tem uns peitos yummy, tô morrendo de vontade de enfiar eles na bo...

!!!!!!!!!!SLAPPPPP!!!!!!!!!!

O velho tarado não conseguiu terminar de falar quando sentiu seu rosto virar produto de ter recebido uma tremenda bofetada que o afastou alguns passos, caindo forte contra o chão que estava todo molhado.

--Maldito! Eu te disse pra não me tocar!

O velho, ainda no chão, tinha ficado sem fala. Tinham resetado todo o sistema operacional dele com aquela tremenda bofetada. Até pouco tempo atrás, ele achava que a garota já era dele, e agora se encontrava caído no chão com uma dor tremenda na cara. Naquele momento, entendeu que se ficasse agressivo com ela, talvez pudesse sair perdendo. Com uma humilhação enorme, levantou-se desajeitadamente e saiu da área dos chuveiros. Manuel, todo encharcado, estava abatido. Pegou suas coisas de limpeza e se dirigiu à porta de saída.

--Tá bem, desculpe meu atrevimento, senhorita. Só pensei que, quando você piscou pra mim, você estava de acordo com isso... bom, não te incomodo mais. Tome seu tempo e me avise quando for sair pra eu poder limpar e fechar tudo -- disse derrotado, retirando-se do vestiário feminino.

Depois do mau momento e de ver o zelador se retirar do lugar, Jessica ficou pensativa com a última frase dele. Era verdade que ela vinha provocando ele todos aqueles dias e tinha piscado o olho antes de ele entrar. Olhou para sua mão, que estava vermelha por causa da tremenda bofetada que tinha dado, e lembrou daquela cara patética que o velho fez antes de ir embora. Lembrava da sensação daquelas mãos agarrando seus peitos e de sentir aquele pau se apertando contra ela. Começou a sentir um enorme remorso, já que ela tinha sido a causadora de toda essa confusão, pois deu falsas esperanças àquele velho quando só queria provocá-lo um pouco para saciar seu fetiche. Depois de se trocar e continuar pensando no que aconteceu, a mocinha ainda estava com vergonha por tudo o que tinha passado, sentia que precisava fazer algo pelo pobre zelador, já que ela tinha causado todo esse mal-entendido. Quando se dirigiu à recepção, notou que o rapazinho que atendia na bilheteria já tinha ido embora e só estava o velho sentado na escrivaninha com o pau na mão se masturbando furiosamente. Jessica ficou imóvel sem saber como reagir, aquela barra de carne não era nada pequena; embora já tivesse sentido quando ele a tinha encoxado, agora ao vê-la não restavam dúvidas daquelas dimensões favoráveis. Quando o velho notou sua presença, só conseguiu falar pateticamente, fazendo-lhe um último pedido: --Por favor, deixa eu me masturbar enquanto você está aí. Não precisa que eu te toque nem nada do tipo, só deixa eu gozar enquanto te olho. Sei que sou um velho pervertido, mas nunca te machuquei. Por favor, te desejo desde a primeira vez que te vi na piscina. A mocinha, sem desviar o olhar daquele grande pedaço que o velho tinha, ainda sentia pena dele, já que provavelmente era um homem solitário a quem ela deu falsas esperanças como produto de um mal-entendido. Ok, senhor… --Manuel, meu nome é Manuel, preciosa. -Ok, senhor Manuel, por favor pare e guarde sua coisa. Como já é de noite, acho que vou pegar um carro, me sentirei mais segura se alguém me acompanhar até o ponto. Não vou contar a ninguém sobre o que aconteceu hoje. -Está bem, senhorita, é o mínimo que posso fazer pela senhora. Deixe-me fechar a porta principal e buscar minha máscara para poder acompanhá-la. 4.- Protegendo sua musa O ponto não ficava longe, mas mal começaram a andar e encontraram um par de velhos bêbados. jogados no meio da calçada, ainda continuavam comemorando que o time de futebol deles tinha ganhado, tanto Manuel quanto Jessica foram para o outro lado da calçada pra não esbarrar neles, mas um dos velhos percebeu a beleza que passava, os comentários não demoraram a surgir.

---ô mano, olha que bundão que essa safada carrega

---ufff, tem razão compadre, tá é pra fazer uns dois moleques nela, eeeei safada, vem cá e vem curtir um pouco com a gente, deixa esse corcunda pra lá e comemora com a gente um pouquinho, a gente te banca a bebida!

A menina ignorou aqueles comentários, o velho, magoado por ter sido ignorado pela garota, foi na direção deles pra interceptá-los, atrás dele vinha o outro companheiro que mal conseguia andar de tanto álcool e outras substâncias que tinha usado

---então você nos ignora, isso é falta de educação, sua safada, com uns bons rolaços a gente vai mudar essa sua atitude feia

--vão embora daqui, seus bêbados de merda — disse Seu Manuel numa atitude protetora

---haha olha compadre, esse inútil quer bancar o herói com essa égua, pelo que vejo não se parecem em nada, duvido que um corcunda tão feio seja o pai ou avô dessa beleza, então me diz... o que você é dela?

--que te importa, seu bêbado maldito, se afastem e nos deixem passar

Enquanto a situação ficava mais tensa, Jessica não sabia o que fazer, sua melhor opção era correr, mas não podia deixar o velho zelador sozinho contra aqueles dois caras, de repente, o outro bêbado que tinha acabado de chegar onde estava seu compadre olhou o velho zelador com atenção e o reconheceu

---ô compa, esse não é o velho que a gente roubou umas semanas atrás?

---hahaha siiim, você tem razão, essa corcunda horrível é impossível de esquecer, eu tinha ficado vidrado no bundão gostoso da garota que nem tinha me lembrado desse inútil, lembro que a gente fez ele chorar de tanto soco e agora ele quer bancar o herói haha

Jessica ao ouvir isso se assustou muito, sem querer tinha metido o pobre zelador em uma confusão de novo, que dessa vez só queria remediar suas más ações. O velho Manuel, por sua vez, não sabia o que fazer, era ruim de briga e antes que pudesse pegar uma pedra para espantar aqueles bêbados, uma garrafa de cerveja foi estourada na cabeça dele, fazendo-o cair no chão se contorcendo de dor.

-¡¡Seu Manuel!! — gritou aterrorizada a garotinha

---haha calma aí, boneca, não matei ele, deixa esse inútil largado na rua e vamos pro meu quartinho comemorar como se deve a vitória do nosso time hehe — disse o horrível bêbado abaixando o short esfarrapado e mostrando seu pau fedorento já todo duro e pronto pra ação

---- e aí, hein? Parece que meu pau te deixou sem palavras, não enrole, bunduda, e vamos logo de uma vez, vai ver como eu e meu compadre te enchemos todos os buracos e te fazemos gritar como a puta que você é....

Jessica aproveitou a guarda baixa dos dois bêbados pra dar um chute forte no saco do bêbado que tinha abaixado o short, fazendo ele cair no chão de dor. O outro bêbado, surpreso com a cena, tentou ir pra cima da garotinha, mas estava tão bêbado que ela só teve que colocar o pé pra fazer ele cair. Jessica tinha aprendido faz tempo defesa pessoal junto com suas amigas pra se proteger dos típicos bêbados que se achavam galãs e queriam se aproveitar delas nas baladas. Depois que se acalmou, viu que esses bêbados não representavam perigo nenhum, já que estavam tão bêbados que não conseguiam mais se levantar, só a xingavam do chão.

A garotinha ajudou o velho zelador a se levantar e o levou de volta pra piscina pra cuidar dele. Se arrependeu de não ter agido antes que atacassem o zelador, mas o medo tinha jogado contra ela naquele momento. Agora olhava pro horrível corcunda gemendo de dor por culpa dela, sua ideia de se dar bem com aquele cara por ter batido nele depois que ela mesmo que ele provocasse, teria ido pro brejo, ao chegar de novo na piscina, Jessica procurou o kit de primeiros socorros e atendeu na hora o ferimento do velho Manuel que ainda estava um pouco confuso com tudo o que tinha acontecido. -olha, seu, o senhor tinha muita razão, essa área é bem perigosa de noite, o melhor seria chamar um táxi --bom… se você quiser, eu poderia te levar no meu carro, é meio humilde, mas cumpre muito bem o propósito -nossa, devia ter começado por aí desde o começo pra evitar toda essa confusão --sinceramente, não achei que você aceitaria minha oferta… quer dizer, depois do que aconteceu no vestiário feminino isso já tá esquecido, seu. Depois que o senhor me defendeu daqueles bêbados horríveis, só me resta agradecer 5.- luxúria no carro velho do corcunda Depois de uma breve conversa, foram pro estacionamento, Manuel não exagerava ao dizer que seu carro era humilde, já que era um Toyota Corolla dos anos 90, a falta de pintura e os vidros rachados davam a impressão de que era um ferro-velho, mas mesmo assim cumpria o propósito de transportá-lo, pra Jessica entrar naquele carro era algo novo já que estava acostumada a ser levada em carros de últimos modelos, ao subir na parte de trás empoeirada notou uma garrafa de vinho quase intacta, empurrou-a pro lado e se sentou. Enquanto Dom Manuel dirigia devagar, a mocinha relaxou na parte de trás o guiando pelo trânsito até sua casa, O velho foi encantador o caminho todo sendo bem amigável e falador, resistiu a ser lascivo ou sugestivo, a surpreendendo agradavelmente, não sabia se o novo comportamento era porque tinha aprendido a lição ou simplesmente tinha medo de receber outro tapa que o nocauteasse. O trajeto até sua casa foi breve, a mocinha disse pra ele parar a meia quadra do lugar pra que ninguém da sua família perguntasse quem a tinha trazido. -bom, seu Manuel, muito obrigada por me trazer --não se preocupe Senhorita Jessica, era o mínimo que eu podia fazer -e muito obrigado por me defender daqueles bêbados, espero que esse galo seu diminua logo --não lembro muito bem o que aconteceu, mas sem dúvida voltaria a defendê-la quantas vezes fossem necessárias -awwwwww e eu que pensava que você era só um velhinho tarado A gostosa da jovenzinha não resistiu a abraçá-lo como sinal de agradecimento por palavras tão bonitas, apertando seus seios macios no ombro do velhote, Jessica ainda se sentia em dívida com o velho, provavelmente depois que ele descesse iria para sua casa solitária ver TV até dormir, será que aquele abraço seria suficiente para compensar tudo o que ele tinha passado? ou talvez um beijo na bochecha fosse melhor?, pode ser que até deixasse o velho dar uma olhada leve no seu decote como agradecimento, mas de repente lembrou da garrafa de vinho. -escuta, seu, ainda é meio cedo pra eu chegar em casa, que tal a gente passar um tempo juntos? --por mim não tem problema, moça, o que você tem em mente? -sei lá, acabei de ver uma garrafa de vinho aqui atrás, talvez a gente pudesse compartilhar, mas seria em outro lugar onde a polícia não vá encher o saco. --conheço um lugar Depois de alguns minutos dirigindo, o velho estacionou o carro no acostamento de um terreno baldio, sem dúvida era um bom lugar pra beber sem que ninguém os incomodasse, Jessica se sentou no banco do carona e começaram a conversar animadamente enquanto bebiam, a intimidade era cada vez maior já que por ser extrovertida era algo que lhe vinha fácil, toda vez que conhecia alguém, conversaram de tudo um pouco, desde a vida sofrida do velho até a necessidade da menina de tirar sua carteira de motorista. -escuta, me deu um pouco de vergonha ter te dado aquele tapa --hehe não se preocupe, eu mereci -hihi pois é, eu disse que você só podia olhar e então ¡¡ZAZ!! Você me agarra por trás -eu sei, minha menina, me desculpa por isso, mas é que eu pensava que você queria que eu fizesse isso E como você chegou a essa conclusão?

--Bem, me dá um pouco de vergonha dizer isso, mas tinha um pequeno buraquinho por onde eu te espiava. Sempre que você estava sozinha, dançava bem gostosa no vestiário feminino. Eu pensava que era algo involuntário seu, mas quando vi que você se dirigiu a mim e piscou pra mim, pensei que você realmente queria que eu entrasse no vestiário das mulheres também.

Jessica acabara de perceber que toda essa confusão tinha sido causada pela piscada que ela deu pro velho no momento de tesão, fazendo ele acreditar que tinha luz verde pra entrar no vestiário feminino. Enquanto pensava nisso, viu o velho voltar a dirigir o olhar pros seus peitos bem formadinhos.

--Você está olhando minha blusa de novo, né? Vejo que você gosta muito deles — disse a mocinha, estufando o peito o máximo que podia.

--Uff, pois é, neném, depois de tê-los tido nas minhas mãos, vou sonhar com eles todos os dias. Espero que não se importe.

Aquelas palavras teriam caído mal em outro momento, mas agora, com algumas taças de vinho a mais, ela lembrava que tinha que ser boazinha com o velhote por tudo que ele tinha passado por causa dela. Por um momento pensou: e se ela deixasse ele apertá-los? Por cima da roupa, claro. Será que isso seria ir longe demais? Nunca antes tinha deixado ninguém muito mais velho que ela tocar seus peitos até hoje, apesar de que ela realmente adorava quando os garotos massageavam seus peitos. Será que estaria errado se deixasse um homem muito mais velho tocá-la desse jeito?

Havia algo na forma lasciva como ele a olhava que fazia ela sentir um formigamento por dentro. Era como se ele fosse um homem faminto e ela um suculento bife. Talvez fosse porque o corcunda era tão mais velho que ela gostou tanto da atenção dele. Certamente ele não poderia ter experimentado tocar uma mulher da idade dela por quase trinta anos e agora, de repente, aqui estava ela, uma garota com o poder de realizar todos os seus desejos mais profundos e obscuros... bom, talvez não todos. Não era como se ela fosse transar com aquele sujeito horrível, mas poderia saciar algumas das necessidades óbvias dele, especificamente aquelas que giram em torno da aparente obsessão que ele tem com os peitos dela. Que mal poderia fazer? Uma rapidinha e ficaria tranquila com a consciência depois de tudo que ele fez ela passar

depois de pensar um pouco e ajudada pelo vinho que tinha tomado, simplesmente decidiu se deixar levar pelo momento.

— relaxa, não me incomoda nem um pouco, depois de ter sido meu herói contra aqueles bêbados o mínimo que eu poderia fazer por você é te recompensar, não acha? — fez uma pequena pausa — Quer tocá-los?

— quêêê? Tá falando sério??

Jessica balançou a cabeça positivamente, Manuel automaticamente dirigiu a mão em direção àqueles seios macios, mas Jessica o empurrou rapidamente. Fim do primeiro capítulo

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