Filha engessada, papai cuidando (4)

Filha engessada, papai cuidando (4)Martín deu outro tapa seca na bunda, e a carne da sua filha tremeu sob o tecido da calcinha amarela fluorescente. Valentina estava com o rosto afundado de lado no travesseiro, as mechas coladas na testa suada, os dois braços engessados como asas brancas nas laterais do corpo. Ele acariciou a bunda dela com o polegar, traçando círculos lentos sobre o tecido que afundava entre as nádegas, e ela arqueou o quadril para cima. —Você gosta disso, vadia? —Ai, sim —murmurou ela contra o travesseiro, com a voz pastosa. —Você gosta do meu dedo pressionando aí, gosta de sentir como sua bunda quer engolir ele com tecido e tudo? —Sim, pai. Minha bunda quer —disse deixando escapar um suspiro de prazer. Já estava no clima. Outro tapa. Mais forte. Uma marca rosada acendeu na pele. Martín abaixou a calcinha dela e cheirou a bunda dela. O cheiro era suave e com perfume de sabonete. Ele mesmo tinha lavado ela um pouco antes. Desde a primeira vez que teve que lavar a bunda dela depois do acidente, tinha notado que sua filha tinha umas nádegas lindas. Mas não tinha imaginado que em poucas semanas estaria tocando e cheirando ela. —Que cheiro de cu que você tem, porquinha. Ela se excitou ao ouvir ele dizer aquela coisa tão suja. Ele subiu a calcinha de novo e deu outro tapa. —Me diz o que mais você quer. Com certeza tem desejos de vadia que não está me confessando, vadia cheiro de cu. Valentina fechou os olhos. "Vadia". Adorou essa palavra. "Isso sou eu", pensou. O polegar dele continuava desenhando círculos sobre o algodão amarelo, pressionando bem onde ela se apertava. Engoliu saliva. —Ai, sim. Mas é uma coisa muito de vadia o que eu quero. Martín se arrepiou de medo e excitação ao ouvir isso: o que poderia ser? O tapa caiu sem aviso, seco, e ela abafou um gemido mordendo o travesseiro. —Pede, vadiazinha. E se for coisa de vadia eu te encho de tapas. Um silêncio curto. Só o barulho do ventilador e a respiração entrecortada dela. —Quero chupar pau. Martín ficou parado. A mão que ia dar outro tapa parou a meio caminho. A frase tinha saído baixinho, quase inaudível, mas não deixava dúvidas. Engoliu em seco. —Repete. —Quero chupar cock. Nunca chupei. Tô com muita vontade, não aguento mais. Por favor. Ele aproximou os dedos da boca dela. Ela, ainda de bruços, virou a cabeça e os prendeu com os lábios. Chupou-os com fruição, passando a língua macia e quente pelos nós dos dedos, pelas pontas, enfiando-os na boca até a base, como se soubesse exatamente o que fazer. Não sabia. Nunca tinha tido um cock na boca. Mas o desejo a guiava com uma intuição faminta, e Martín sentiu como a língua da sua filha envolvia os dedos dele como se fosse a única coisa que ela quisesse fazer na vida. Enquanto isso, com a outra mão continuava estimulando a Booty, o polegar insistindo sobre o ânus. Ela parou. Soltou os dedos, ofegou. —cock eu quero, não dedos. Martín se sentiu um pouco intimidado pelo desafio da sua filha. Alcançou o cock de borracha que descansava sobre o lençol e o aproximou do rosto dela. Valentina o pegou com a boca sem hesitar. Chupou com ainda mais dedicação que os dedos: lambia de cima a baixo, sugava até afundar as bochechas, passava a língua pela ponta. Nunca tinha chupado um de verdade, mas o desejo a transformava numa chupadora de pica experiente, parecia capaz de fazer o consolador gozar. Martín a observava, a boca seca, a ereção apertando contra a calça. Depois de alguns minutos daquele blow job simulado, ela parou. Entre gemidos, com voz quase inaudível, excitada mas um pouco envergonhada, murmurou: —cock eu quero, te disse. Não essa borracha. Martín ficou paralisado por um momento. A encruzilhada era clara: a linha estava bem ali. Hesitou, se sentiu mal só de pensar em fazer isso, de deixar a pessoa que criou e trouxe ao mundo chupar seu cock. Mas ela pedia com os olhos fechados, o rosto vermelho, o cabelo molhado colado às têmporas. Decidiu não resistir mais. Aproximou o zíper da calça do rosto dela. Valentina abriu os olhos e viu o tecido do short dela cintura, bem perto da boca dele. Murmurou, movendo os lábios: —Vai, pai. Eu quero. Ele abaixou o short e a cueca, e pegou o pau, que estava duro e inchado como nunca. O pau de Martín ficou a centímetros do rosto de Valen, que olhou pra ele como quem vê algo lindo pela primeira vez. Grande, bem formado, com as veias marcadas. Ela ficou com o olhar brilhando, morrendo de vontade de chupar. Era a primeira vez que via um tão de perto. Queria sentir o gosto, a textura. E, acima de tudo, queria se sentir puta, e queria dar um prazer enorme pro pai, em agradecimento pelo que ele vinha fazendo por ela. — Isso é pra você, pai. Não pensa em nada. Aproveita. É por tudo que você faz por mim. Ele ficou com as pernas bambas de amor e ternura. Aproximou o pau da boca dela com cuidado. Primeiro enfiou só a cabeça. Ela apertou com os lábios, lambeu devagar, provando. Martín sentiu um arrepio que subiu pela espinha. Não ia aguentar tanto prazer. A saliva da filha amada começava a molhar a glande. O carinho molhado da língua era incrível. Ele empurrou um pouco mais e encheu a boca dela. Ela alternava lambidas com chupadas, gemia com a boca cheia, fazia barulhos molhados, engasgava, e às vezes deixava o pau um pouco livre só pra dizer, com a voz embargada: — Como eu gosto de pau. Ele deu um tapa forte na bunda dela, pegou o cabelo dela com jeito mas fingindo violência, e começou a mover a cabeça dela, a foder a boca dela. Ela gemeu mais excitada, os gessos tremendo dos lados. Ele aumentou o ritmo, sentindo a pressão subir lá de baixo, incontrolável. Os dois estavam curtindo, e o tesão e o amor deixavam tudo insuportável: Valen não podia acreditar que tinha na boca o pau do pai, com o qual tantas vezes tinha fantasiado, nas suas punhetas mais safadas. Martín não podia acreditar que era a filhinha dele que estava chupando o pau dele assim. — Valen, boneca, para que eu não aguento. Ela não soltou. Sabendo bem o que ia acontecer, chupou mais forte, pegou com a boca, não deixou que fosse embora. Martín quis resistir, recuar, mas ela o tinha e não ia deixar. Martín fez um último movimento de escape, e essa fricção com a boquinha da sua filha foi a gota d'água. O orgasmo era irreversível, o jato na boca da sua neném. Começou a gozar, o pau tremeu e soltou porra na boquinha da Valen, que chupou como uma louca, engolindo cada espasmo. Ele a agarrou pelo cabelo com força, e começou a foder a boca dela mais violentamente, sabendo que era o que ela queria. Ela gemia com a boca cheia, recebendo porra em cada investida, porra que escorria agora pelos cantos da boca e pelo queixo. Depois de alguns segundos ele tirou o pau da boca dela. Ela tinha um restinho de porra nos lábios, estava vermelha, suada, com mechas de cabelo molhado, os olhos fechados. Não podia acreditar que estava saboreando porra pela primeira vez, e que era a do seu pai. Se sentia satisfeita por ter feito um bom trabalho, e por ter retribuído um pouco ao seu pai todo o incômodo, os cuidados, as vezes que teve que acompanhá-la ao banheiro, ou que teve que lavar o cu dela. Ele estava atordoado pelo orgasmo, mas não queria deixá-la sem porra. Se jogou de cara entre as nádegas dela, afastou a calcinha amarela com os dedos, e chupou o ânus dela. Ela gemeu com um som que nunca tinha emitido antes, agudo, quebrado, não podia acreditar que tinha seu pai chupando o cu dela assim. A língua dele insistia, rodeava, penetrava. Valentina perguntou: "Tô com cheiro?" Não, não tinha quase nada, era um cheirinho de cu limpo normal. Mas ele entendeu o fetiche e disse "você tem cheiro de cu, puta". Valentina abriu mais as pernas, fazendo sua buceta roçar de leve com o colchão, e começou a gozar, bem forte, os gessos raspando contra o lençol, os quadris tremendo, o cu dela se esfregando contra o rosto dele. Ficaram os dois exaustos, em silêncio. Ele deitado sobre ela, a bundinha dela entre seu peito e seu queixo, a respiração dos dois lentamente encontrando um ritmo compartilhado. Ele acabou dormindo com o rosto na bunda dela por alguns minutos. Ela percebeu e deu uma risadinha. Não quis acordar ele.

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