Daniela e o velho pervertido do vizinho

Por fora pareciam um daqueles casais típicos que parece que tudo dá certo pra eles. Jorge tem um cargo importante numa empresa de renome, atualmente tem um relacionamento com Daniela, que é 8 anos mais nova que ele. A garota era muito gostosa e com um corpo de invejar, mas apesar de estarem morando juntos há um bom tempo, a única coisa que ela se dedicava era aos estudos universitários e à sua carreira crescente no mundo da moda. Tinha um coração enorme pra ajudar os outros, mas os afazeres domésticos não eram muito o forte dela. Obviamente Jorge já sabia como ela era e pra ele bastava que sua mulher estivesse o mais gostosa possível pra exibir em todo lugar, além de que com o que ganhava podia cobrir facilmente as necessidades de limpeza e comida.

Daniela tem 23 anos, abençoada com um corpo espetacular que ela mantém periodicamente na academia. Suas pernas longas e sua bunda bem trabalhada eram suas partes favoritas e foi com elas que conquistou Jorge, mas seus outros atributos físicos não ficavam atrás, já que era dona de um belo par de peitos que balançavam majestosamente cada vez que ela corria na esteira da academia. Sua pele era clara, seus olhos cor de avelã e seu cabelo longo que chegava até a cintura a faziam parecer uma modelo profissional, apesar de ainda ser uma novata nesse meio. Seu jeito safado e brincalhão era muito útil pra ela conseguir o que queria muitas vezes. Seu rosto lindo e inocente fazia com que muitos caras tanto na academia quanto na universidade quisessem algo com ela, mas apesar de seu comportamento dar a ideia de que era uma garota fácil, ela sempre se fez respeitar quando a situação exigia.

Apesar de sua aparência e de seus atributos incríveis, qualquer um pensaria que sua experiência com homens era imensa, mas no caso dela era totalmente o contrário. Daniela era uma iniciante no assunto amoroso, antes de Jorge só tinha ficado com um cara e foi uma experiência passageira, então basicamente Jorge foi o homem da vida dela, já tinha com ele cerca de 4 anos de relacionamento e desde o segundo ano foi morar com ele na casa dele que, embora não fosse muito grande, era aconchegante o suficiente para os dois viverem. Os primeiros meses de convivência foram os mais gratificantes para ambos, viveu-se muito amor e sexo nunca faltou, mas conforme o tempo passava Jorge ia subindo de cargo na empresa, em pouco tempo já estava responsável por um grupo de pessoas e por causa disso tinha que fazer certos sacrifícios no tempo livre, negligenciando muito sua namorada gostosa, aos poucos as relações íntimas foram diminuindo e para uma garotinha tão fogosa e curiosa como ela era algo frustrante não conseguir fazer pelo menos uma vez por dia, ela de alguma forma entendia o quão cansativo pode ser o trabalho do seu querido mas mesmo assim queria fazer sua parte para que voltassem aquelas noites de paixão, muitas vezes tentou animá-lo esperando com conjuntos provocantes que caíam perfeitamente nela e se bem que nos primeiros dias funcionou maravilhosamente, logo se tornou algo rotineiro e o cansaço do homem era maior, chegando a se desculpar e dizer que talvez amanhã poderiam fazer antes de cair rendido na cama, ferindo o orgulho da garotinha, à pobre e excitada não sobrou outra opção a não ser se satisfazer sozinha. os meses passavam e parecia que a coisa não ia melhorar, logo se autossatisfazer não era suficiente para ela, ficou meio viciada em sites pornô caseiros, gostava de ver como as garotas dos vídeos gozavam sem ter que fingir nada como faziam as estrelas pornô, logo descobriu e pegou gosto por vídeos onde caras sem graça nenhuma entre maduros e velhos comiam mulheres muito mais jovens e bonitas, gostava de ver aqueles rostos horríveis aproveitarem o momento, as garotas dos vídeos em sua grande maioria gozavam sem nenhum pudor já que na grande A maioria dos vídeos caseiros não tinha ideia de que havia uma câmera gravando elas ou talvez simplesmente se soltavam, já que na vida normal não tinham a oportunidade de se divertir como naquele momento. Aos poucos, Daniela adquiriu um vício por esse tipo de pornô em particular, pois pensava que as garotas daqueles vídeos passavam pelo mesmo que ela: tinham maridos muito ocupados, deixando-as insatisfeitas, e só um coroa com toda a sua experiência podia levá-las até aquele êxtase tão desejado. Muitas vezes, a jovenzinha ficava pensando se fosse ela a estar naquele tipo de situação, olhar na cara daqueles velhos tristes e solitários e dar-lhes uma alegria que nunca esqueceriam, ou, pelo contrário, ser submetida por aqueles coroas "maus", se dobrando a tudo o que pedissem, por mais humilhante que fosse, e que a fizessem chegar ao mais profundo orgasmo. Só de pensar nisso, sua pele ficava bem sensível e seus mamilos a denunciavam. Sabia que com seu físico podia tornar tudo aquilo realidade, mas ao mesmo tempo sentia remorso e um pouco de vergonha em pensar essas coisas tendo seu parceiro que se mata de trabalhar por ela, mas seu tesão era maior e muitas vezes se perdia em seus pensamentos safados. Numa manhã, depois de se despedir do namorado e passar várias horas no laptop vendo pornô, decidiu caminhar pela cidade e espairecer um pouco a mente. Vestiu uma camiseta de cor azul-claro que não era muito justa, mas, dados os seus encantos, era impossível esconder seus peitos de sutiã C, uma legging preta que destacava bastante suas pernas longas e seu traseiro bem tonificado, um tênis branco, óculos de sol, fez um rabo de cavalo e foi em direção ao centro da cidade. A figura da jovenzinha não passava despercebida pelas pessoas que lhe jogavam assobios, elogios e até cantadas picantes, coisa que ela já estava acostumada e só tinha que ignorar. Decidiu desviar um pouco antes de chegar ao centro, Não demorou muito quando ela começou a caminhar por um lugar nada agradável aos olhos, o típico retrato da pobreza, sujeira e desigualdade que havia em toda grande cidade. Passou pela parte de trás de um grande mercado popular, a visão triste junto ao forte cheiro de lixo e bebida barata eram impossíveis de ignorar. Olhava num canto gente de má vida jogando cartas numa mesa improvisada e bebendo algum destilado artesanal. A jovem, por segurança, decidiu passar para o outro lado da calçada, mas mesmo assim os assobios não demoraram. Seus óculos escuros ajudavam a não denunciar para onde dirigia o olhar. Via como os sujeitos horríveis a devoravam com os olhos, a maioria eram caras de rua de no mínimo 50 anos pra cima, todos esfarrapados e não precisava chegar perto pra perceber que não tomavam banho há semanas. Via também pessoas caídas de tanto beber e um ou outro velho mendigando algumas moedas, em geral uma cena lamentável.

De repente, como uma ideia fugaz, lhe ocorreu que poderia alegrar a manhã de algum deles. Apesar de que muitos aparentavam rudeza, ela pensava que também precisavam receber um pouco de afeto, e quem melhor que ela pra dar um pouco disso e talvez receber algo delicioso em troca pela boa ação? Lembrava que nos vídeos da internet, a maioria das garotas gozava com encontros casuais com caras nada bonitos e bem mais velhos como os que via. Por um momento se imaginou sentada no colo de algum deles recebendo um ou outro carinho descarado à vista de todos os outros, enquanto continuavam com o jogo de cartas. Um pequeno impulso a animava a se aproximar daqueles caras, talvez perguntar algo inocentemente, ganhar a confiança de algum deles e ver o que podia rolar depois, mas o medo e a vergonha eram mais fortes e ela apenas seguiu seu caminho.

Depois de se afastar daquele lugar, seguiu seu passo firme até chegar ao centro, tentou se distrair percorrendo os shopping centers comprando algumas roupas e maquiagem, depois de muito andar, decidiu descansar um pouco numa pracinha antes de voltar pra casa, estava exausta depois de tudo que tinha comprado, antes de sentar nos banquinhos se aproximou do triciclo de um humilde vendedor de sorvetes artesanais e pediu que ele lhe desse um casquinha com duas bolas de chocolate, o sorveteiro que era um homem de traços andinos bem marcados, uma pele morena resultado do sol implacável a que esteve exposto todos esses anos e uma altura abaixo da média não tirava os olhos da escultural jovenzinha, o velho que devia ter uns 65-70 anos daria tudo pra tê-la só por umas duas horas pra aproveitar e se sentir jovem de novo, por sua vez Daniela apesar do cansaço e do calor sufocante percebeu os olhares lascivos em direção aos seus peitos bem formados, se sentia muito caridosa naquele dia e como com os outros velhos não fez nada por vergonha e medo já que eram muitos, agora sentia que devia fazer algo já que em comparação com os outros, esse era só um velhinho inofensivo pensava, então na hora de receber o sorvete se inclinou lentamente de forma que o ancião tivesse uma boa vista do decote dos seus peitos bem formados e um pouco mais.
Satisfeita com o pequeno presente que tinha dado ao velho sorveteiro lhe deu um sorriso meigo, pagou e depois se afastou dele em direção a um banco com sombra, mexendo os quadris o mais provocante que podia.
Uma vez sentada finalmente se dispôs a saborear seu sorvete, sentia que tinha feito uma boa ação para um velho e humilde vendedor de sorvetes, a jovenzinha brincalhona sabia que tinha agitado o velhinho quando percebeu que ele tinha movido seu triciclo de sorvetes pro outro extremo da pracinha tentando agir como se esperasse mais clientes, mas sua intenção era clara, o velho queria continuar se deliciando com o corpão da universitária e observava não muito longe de onde ela estava. A necessidade de dar outra gostosura pro velho começava a acendê-la e trazer seu lado mais brincalhão, percebeu que não tinha mais ninguém por perto, cruzou as pernas e começou a lamber o sorvete de um jeito bem erótico, como se fosse um pau, o velho olhava embasbacado como aquela gostosa de jovenzinha ajeitava o cabelo e mexia levemente a boca de um jeito bem provocante, passando a língua por todo lado e lambuzando os lábios com todo o sorvete, a cereja do bolo no plano brincalhão da jovenzinha foi quando de propósito deixou cair um pouco de sorvete na altura dos peitos, escorrendo um pouco de sorvete pra dentro, fazendo com que ela tirasse um lencinho pra se limpar, primeiro a parte de cima, depois esticou um pouco a blusa pra baixo e começou a limpar tudo o que tinha derramado e escorrido pelos peitos, sabia que o velho estava olhando então abaixou mais um pouco a blusa e tomou seu tempo se limpando.
Agora sim estava satisfeita, sabia que seu velhinho pervertido tinha visto tudo então como último presente deixou o lencinho com o qual tinha se limpado os peitos no banco e se retirou do mesmo jeito mexendo ritmicamente aqueles quadris, sabia que agora ele teria algo pra pensar nas noites e lembrar dela sempre. Passados uns minutos desde que a sexy jovenzinha foi embora, o velhote foi até o banco onde tinha estado sua jovem musa, pegou o lencinho e antes de guardá-lo deu uma grande fungada nele sentindo o aroma de rosas que com certeza usava como perfume, depois disso enfiou no bolso e com um grande sorriso montou no seu triciclo pra continuar vendendo seus sorvetes.
Daniela voltou pra casa e começou a lembrar da experiência que tinha passado com o velho sorveteiro, apesar de sentir que tinha feito algo bom por um velho de aparência triste, sentia um pouco de remorso pelo que Jorge poderia dizer se descobrisse, sabia que não devia pensar nisso mais, mas a ideia e todo o pornô que tinha visto nas últimas semanas já estava metida nela e com um namorado que não a satisfazia como antes, ficava difícil pensar com clareza, a universitária decidiu tomar um banho longo para meditar tudo o que tinha acontecido, enquanto relaxava na banheira ouviu a campainha da porta, no começo não deu importância, mas era tanta insistência que teve que vestir seu roupão e sair para ver quem era que batia daquele jeito. Para sua surpresa era o velho Rômulo, o vizinho mais veterano do condomínio.
Seu Rômulo era um velho de 62 anos, um pouco mais baixinho que Daniela, chegando na altura dos lábios dela, sua pele era morena com umas rugas e olheiras bem marcadas que denotavam que tinha tido uma juventude bastante difícil, desde a pobreza extrema que sofreu na infância até os maus caminhos por onde andou um tempo na juventude-adultez, sua estrutura era magra, embora já estivesse aparecendo uma barriguinha produto da cerveja, suas roupas consistiam basicamente em uma camisa de cor branca bastante encardida que ele tinha aberta mostrando a típica regata por dentro e uma calça de tecido bastante gastada e folgada, apesar de seu aspecto horrível e seus maus hábitos o velho ainda tinha força suficiente para encher o saco dos outros vizinhos com qualquer coisa, era o tradicional velho rabugento do condomínio, embora seu comportamento mudasse quando se tratava de alguma garota bonita, se comportando da melhor maneira para ver se alguma caía nas mãos dele, coisa que não tinha muito sucesso por sua aparência, idade e seu pouco dinheiro.
Daniela e seu namorado tinham conhecido o senhor desde que se mudaram, numa época em que os vizinhos quase nem se cumprimentam, ele tinha sido um dos vizinhos que melhor a tinha tratado e a tinha ajudado ela e Jorge em mais de uma ocasião quando precisavam. Era um velho habilidoso já que na juventude tinha que se virar e aprender muitas coisas para sobreviver e não voltar para a vida errada do roubo e outras coisas. Daniela sentia que ele era como um tio para ela e amava sua natureza gentil, claro que essa gentileza que don Rómulo irradiava era só para ela, já que com o namorado as coisas mudavam e eles já tinham tido mais de uma discussão por coisas triviais, morava em uma das casas mais humildes do condomínio, a modesta casa pertencia na verdade à sua esposa, que era quem trabalhava quando ainda estava viva, ele por sua vez sempre tinha ficado à toa desde que se casou, já tinham passado cerca de 15 anos desde que sua esposa faleceu, seu único filho nunca teve boas lembranças dele e faz muito tempo que já não o visitava, nessa altura da vida e devido ao seu jeito de ser, praticamente ninguém se importava com sua situação, era só um velho solitário e triste que se um dia caísse morto ninguém ia dar a mínima. Daniela, apesar de estar só de roupão, deu um sorriso meigo e perguntou o que ele queria, mas para sua surpresa naquele dia o velho estava bastante irritado, queria descontar com Jorge, já que o bichinho de estimação do casal tinha fama de fugir e naquela ocasião tinha destruído quase todas as plantas da frente da casa dele, mas como só estava a doce jovem, teve que se conter e tomar um tempo para processar a situação de ver a jovem dona de casa de roupão de banho, depois de um momento fugaz de clarear as ideias, voltou a lembrar do seu jardim e explicou bem irritado tudo o que tinha acontecido, depois de explicar a situação a jovenzinha só conseguiu se desculpar e se oferecer para repor todas as flores que seu bichinho tinha destruído, pediu um momento para se trocar e ir verificar junto com ele qual tinha sido o tamanho do estrago. Depois de um tempo a meiga jovenzinha saiu com um vestido florido típico de verão que chegava um pouco acima do joelho, umas sandálias brancas e um chapéu panamá típico que estava na moda naquela época foram seus acompanhantes finais. Ao chegar à O velho notou que seu cachorro tinha feito um verdadeiro desastre e isso não levaria só um dia, então prometeu que viria nas manhãs para repor seu jardim e também ajudá-lo com algumas tarefas básicas, já que via que a casa estava bastante descuidada, pois o velho pouco se importava com a limpeza e a ordem, seu único passatempo era seu jardim e nada mais. Dada sua inexperiência em jardinagem, Daniela levou vários dias para arrumar todo o desastre de seu mascote, todos os dias vinha com roupa esportiva. Seu Rômulo nunca perdia detalhe do belo corpo da jovenzinha, cada vez que a jovenzinha vinha à sua casa ele se deitava em sua velha rede e, ajudado por uns óculos escuros, podia olhá-la sem nenhum problema de incomodá-la, ao terminar o trabalho do dia, o velho lhe oferecia alguma bebida, mas se negava a ajudá-la no jardim, pois sentia que esse era o dever dela, quando já estava prestes a ir embora se sentavam para conversar um momento, Dani gostava realmente do velho, não se importava que ele não a ajudasse, pois sentia que tudo isso era culpa dela por não controlar seu mascote, por isso também não contou a Jorge o que fazia nas manhãs, a jovem estava verdadeiramente à vontade arrumando e aprendendo sobre jardinagem, por sua cabeça não passava usá-lo para seus novos fetiches por medo de destruir essa bonita amizade. No terceiro dia o jardim estava quase terminado e seu Rômulo lhe pediu que o ajudasse a mover umas caixas. -Não há problema, senhor Rômulo. Me mostre o caminho -- respondeu Dani e seguiu Seu Rômulo pelas escadas, onde ele lhe apontou várias caixas carregadas de velhas posses. O ancião observou a jovem pegar a primeira caixa e subir as escadas. Ele a olhou por trás enquanto ela subia pela escada. O enrugado sujeito notou o quão grande e firme era aquele jovem traseiro coberto por esse legging apertado de cor preta, enquanto ele ficava embaixo, a observava atentamente como esta subia a passo firme. Ele sortudo ficou olhando enquanto ela agora descia de novo, os peitos dela balançavam de leve dentro da camiseta esportiva a cada passo que dava, mostrando que apesar do bom tamanho que tinham, se mantinham firmes por causa da juventude. Dani parecia alheia ao olhar de Don Rômulo, ainda o via como um velho amigo e prestou pouca atenção enquanto voltava para pegar outra caixa. À medida que Dani avançava na tarefa, diminuiu um pouco a velocidade, o que deu ao velho um tempo extra para admirar aquele bundão gostoso e lindo se movendo a cada degrau que a garota subia.
Logo, Daniela moveu todas as caixas. Um leve suor cobria seu rosto, ela levantou a parte de baixo da blusa para limpar a testa enquanto seu Rômulo olhava. A camiseta esportiva subiu para revelar uma barriga firme e chapada. O polo esportivo foi levantado até o ponto que mostrava as bordas do sutiã, depois ela voltou a peça ao lugar e sorriu ao encontrar os olhos do velho.
Nossa! Tudo pronto, Sr. Rômulo. Algo mais que eu possa fazer?
--Oh, não, querida, é só isso. Que prazer te ver trabalhando. Quero dizer, bom, você sabe... hã
O que foi, senhor? -- Perguntou a garota, intrigada com a gagueira do velho.
--Bom, Daniela, me desculpo se meu olhar te deixou desconfortável esses dias, faz tanto tempo desde que vi o corpo de uma mulher, especialmente um tão lindo quanto o seu. Espero que não te incomode eu te dizer isso
Sério, senhor Rômulo? Não, imagina. Nem percebi! Hahaha... hã... o senhor acha que eu tenho um corpo gostoso? -- perguntou Daniela e subconscientemente passou as mãos pelos lados até deslizá-las pelos quadris e sobre a barriga.
--Oh, sim... você é realmente muito gostosa. Me pergunto se você poderia me fazer um pequeno favor. Hã, algo como... não, deixa pra lá... nem deveria perguntar... desculpa
Daniela fez uma pausa e observou o velho desviar o olhar por um segundo, se afastando e murmurando um pouco sem jeito e envergonhado. O que é isso, senhor Rômulo? Você me ajudou tanto todo esse tempo, que tipo de favor eu posso fazer pro senhor? Eu realmente posso tentar ajudar. --Não, Dani... eu não deveria ter dito nada... é só que quando te vi trabalhando hoje, percebi quanto tempo fazia desde que eu tinha visto uma mulher bonita e podido admirar o corpo dela. -Ai, muito obrigada, senhor Rômulo, mas me diga, que favor o senhor queria me pedir? Pode falar com confiança. --Ah, me sinto um idiota agora... é só que esses dias eu te vi com sua roupa de academia que, por sinal, fica muito bem em você, mas... eu pensava se talvez eu pudesse te ver com outro tipo de roupa... sabe, algo mais leve, típico do verão e típico de uma mulher tão jovem e bonita como você, talvez um shortinho... ou uma minissaia ou algo assim. Seria uma forma de lembrar e apreciar como uma mulher realmente se parece, já que, como você sabe, minha esposa faleceu há 15 anos e desde então não fiquei com outra mulher. Daniela se surpreendeu um pouco, não tinha percebido que o velho estava olhando pra ela todo esse tempo, e é que com os óculos escuros que seu Rômulo usava, era difícil saber pra onde ele dirigia o olhar. Uau, senhor Rômulo, não sei... isso é um favor diferente... tô te falando porque não acho que meu namorado ia gostar da ideia de eu usar esse tipo de roupa quando não tô com ele... --Não, tá tudo bem, eu nem deveria ter perguntado. Por favor, esquece que eu até falei algo... Não quero que você pense que sou um velho babaca... desculpa. -Ah, não se preocupe, seu. Na verdade, seu comentário não me incomodou nem um pouco, é só que eu não tenho nada assim, embora eu suponha que não seja muito diferente dos shorts de academia que eu uso quando vou à academia. Comecei a usar eles nesse verão, mas fora da academia eu não uso. --Pequena, seu corpo é muito lindo, você deveria comprar algumas coisas como as que eu mencionei... ou será que eu poderia?... Você quer algumas roupinhas bonitas? Vou te falar, por todo o trabalho que você fez no jardim e dentro de casa, como agradecimento posso te comprar alguns desses conjuntinhos para você e você pode usá-los quando quiser aqui.
-ummm, bom, suponho que não seria nada ruim variar um pouco minha roupa para não estar sempre com a mesma coisa, não é que me falte, mas um conjunto novo de roupa nunca cai mal jeje, tá bom aceito, Anotarei meus tamanhos para o senhor, para ser sincera Estava pensando em comprar algumas agora que o verão começa

--Bom, se eu te comprar algo ... você sabe ... de bom gosto, talvez você pudesse modelá-lo aqui, só por alguns minutos-- Sugeriu com um pouco de medo obtendo a aprovação da jovenzinha que moveu a cabeça de forma positiva.

"Realmente isso era um pouco estranho, O velho senhor Rômulo acabou de me pedir que modelasse alguma minissaia para que ele se lembre de como é uma mulher jovem, Suponho que ele realmente deve estar sozinho e já se passaram muitos anos desde que a esposa dele estava viva, Bom, o que tem de ruim, estamos começando o verão e mostrar um pouco as pernas não faria mal" -- pensou a jovenzinha

-Bom, seria legal ter um traje ou dois, então ... por que não?

--Pronto então, isso resolve, escolherei algo mais tarde em alguma loja do centro e você poderá tê-lo para você muito em breve, pense nisso como um presente meu para este verão! e também por ser uma vizinha responsável que cuida das travessuras do seu bichinho.

De Acordo! -- declarou Dani, pegou uma caneta sobre a mesa e anotou os tamanhos que costuma usar nesse tipo de peça de vestuário.

O velho olhou o papel, fez uma ideia dos tamanhos, sorriu ao imaginar como a jovenzinha ficaria com o tipo de roupa que ele escolheria por ela e depois de um silêncio incômodo o velho voltou de seus pensamentos e lhe ofereceu um pouco de chá.

-Não, tá bom, senhor Rômulo. Realmente deveria ir embora

Daniela se dirigiu à porta de saída, o velhote a seguiu de perto, olhando ainda mais de perto esse delicioso traseiro, antes de ir embora a jovem se ajeitou uma das tênis na frente do velho, enquanto se agachava, o ancião observou como a camiseta esportiva caía um pouco deixando-o ver parte daqueles peitos lindos que balançavam quando ela se mexia para amarrar os tênis. Quando a jovem se levantou, o velho desviou rapidamente o olhar e observou a garota sorridente se despedir e sair.

Naquela mesma tarde, Seu Rômulo chegou até uma loja de roupas juvenis, seu nervosismo era evidente, mas a vergonha de entrar naquela loja para ver roupa de mulher sendo ele um ancião sabia que ia valer a pena, quando entrou, uma jovem atrás do caixa o cumprimentou calorosamente.

-Oi senhor, entre, está procurando algo em especial para algum familiar?

--Bom, queria comprar uns presentes…para minha neta -- respondeu o velho e tirou a folha de papel com os tamanhos da jovem

-Oh, sim, temos muitas coisas desse tamanho.

A mulher lhe mostrou uma prateleira com todo tipo de roupa onde tinha desde a mais comportada até as mais ousadas

-Dê uma olhada e me avise se precisar de ajuda - disse alegremente a vendedora e depois voltou ao caixa.

O velho examinou a prateleira e encontrou algumas peças que achou que ficariam incríveis na garota. Primeiro tirou uma microsaia, combinada com uma blusa de cor preta com um decote generoso, também viu uns shorts bem curtinhos os quais com certeza não chegariam a cobrir completamente as imponentes bundas da jovenzinha, o velho não queria levar as coisas longe demais na primeira vez, não queria parecer muito pervertido. Mas só de imaginá-la com alguma daquelas peças o fazia babar.

O velho continuou procurando, já tinha algumas peças pré-selecionadas, Chamou sua atenção umas blusas justas, notou que o tecido branco era um pouco transparente à luz do dia, sabia que tinha que levar sim ou sim aquela peça

Já de noite na casa da jovenzinha, Jorge mais uma vez tinha adormecido assim que chegou do trabalho deixando a pobre universitária com com vontade de um pouco de sexo, já na cama a garota pensou em tudo o que tinha acontecido no dia e no que poderia usar amanhã, por um momento veio à sua mente aquelas imagens do computador dela onde caras horríveis curtem corpos jovens como o dela, apesar disso ela se recusava a pensar que seu bom vizinho se prestaria a essas coisas, no máximo pensava que ele era um pouco pervertido mas não o culpava já que tinha passado muito tempo desde que a esposa dele faleceu, mas daí a ele se ultrapassar com ela era impossível, de certa forma estava ansiosa para ver que tipo de roupa seu velho vizinho tinha comprado pra ela.
No dia seguinte, Dani apareceu pontualmente como todos os dias, usava mais uma vez sua legging preta, mas agora tinha uma pequena polo justa decotada de cor rosa, como hoje não ia trabalhar no jardim, pensou que poderia usá-la e ver a reação dos caras que passavam do seu lado até chegar na casa do velho. Era um dia quente e a jovem se perguntava que tipo de roupa o velho teria comprado pra ela.
Assim que ela estava na frente, seu Rômulo abriu a porta pra ela, o velho estava esperando ansioso desde as primeiras horas da manhã, o ancião tinha separado os conjuntos que havia escolhido e os tinha em saquinhos sobre a mesa da sala de jantar. Assim que a garotinha entrou, o velho tratou de preparar um chá e de escutar tudo o que a garotinha tinha feito durante a tarde de ontem.
Tinham passado alguns minutos, o velho não prestava atenção na história de Daniela, só queria chegar ao momento em que ela fosse se trocar, mal conseguia se conter, então começou a mudar a conversa aos poucos até chegar na parte dos presentes. Deu a ela a sacola que continha um shortinho curto de jeans de cintura baixa de cor branca junto com uma blusa de verão com um decote generoso, viu a marca e notou que era de uma loja reconhecida, portanto não era nada barato o que tinha em suas mãos, se sentiu algo culpada já que sabia que seu vizinho não tinha muito dinheiro e ainda por cima tinha comprado roupa de marca pra ela, o mínimo que podia fazer era desfilar com ela e agradecer o gesto.
Oh, que bonito, obrigada, seu!
Ela viu o conjunto e o segurou contra si mesma. Pensou que não seria tão revelador quando usasse, na verdade, estava um pouco decepcionada, já que pensava usá-lo algum dia pra provocar de novo aqueles velhos bêbados do mercado, mesmo assim, estava muito empolgada com o conjunto.
A jovenzinha levou a sacola com ela pro banheiro e vestiu o conjunto novo. Gostou de como ficou e notou como aquele decote realçava seus peitos, depois seguiu com o shortinho pequeno e bem justo que não chamou muita atenção no começo, mas na hora de vestir notou que era bem menor e mais chamativo do que tinha pensado, deu várias voltas no espelho do banheiro antes de sair, a primeira impressão que teve da roupa tinha parecido normal, mas uma vez vestida, ficava realmente espetacular nela, se surpreendia com o quão bem ajustado ficava e o que ela não sabia é que o velho tinha recebido ajuda da recepcionista da loja pra escolher a melhor peça de acordo com as medidas anotadas por ela, só tinha um detalhe e é que sentia que seus tênis não combinavam com a roupa, depois de pensar um pouco decidiu tirá-los assim como as meias e sair assim, gostava mais de sair descalça do que sair com uns tênis que não combinassem com a roupa bonita que seu velho vizinho tinha comprado.
O velhote esperou impacientemente no sofá, mal conseguindo se conter, começou a imaginar a cena da universitária se trocando, finalmente ouviu a porta do banheiro abrir e a cabeça de Dani se espiou pela esquina.
-Sr. Rômulo .... Não estou muito segura disso ... é só que eu mmm ... já sabe.
--calma, menina, tá tudo bem, tenho certeza que você tá linda, tomei meu tempo pra garantir que fosse do tamanho que Você me anotou no papel, mas se mesmo assim não te servir, me disseram que podiam trocar, mas não acho que seja o caso, tenho certeza de que acertei e que você fica ótima.
-Bom, tá bom, acho que sim... a jovem universitária pensou que talvez tudo isso não fosse uma boa ideia, mas, mesmo assim, Don Rômulo era um cara tão gentil com ela e realmente parecia tão inofensivo que, se alguém deveria vê-la usando aqueles shorts curtinhos além do namorado, deveria ser o velho vizinho, então saiu do banheiro e entrou na sala.

O velho horrível viu a jovenzinha sair timidamente do banheiro vestindo o traje. O pervertido não podia acreditar no que via. O decote era maior do que ele tinha previsto e dava uma boa visão daqueles peitos mamáveis sem que ela precisasse se abaixar, lentamente baixou o olhar e pôde ver aquelas pernas bem torneadas totalmente depiladas, o detalhe de estar descalça tinha gostado, já que destacava ainda mais suas pernas longas, o velho ficou embasbacado por alguns segundos admirando a jovenzinha, foi então que percebeu que estava se criando um silêncio incômodo e olhou para Dani, notou que ela timidamente desviou o olhar para baixo e com as mãos para trás como se esperasse a aprovação dele.

--Ai meu Deus!, você é toda uma beleza!, ...é, é... uau, esse traje fica fantástico em você. É perfeito.

- Hehe, obrigada, confesso que não estava muito segura no começo, faz muito tempo que não colocava um short tão pequeno e apertado.

--Foi feito para você, Dani, vai, me dá uma voltinha.

A jovenzinha hesitou por um segundo, mas graças ao incentivo do velho, se virou lentamente, como se estivesse modelando.

--Bom, Senhorita Daniela, fica ótimo. Tenho certeza de que vai deixar seu namorado louco quando te ver usando essa roupa, será o cara mais feliz do mundo.

-Obrigada, senhor, realmente gosto do conjunto que escolheu.

--Bom, não fica tão tensa, menina, se solta um pouco. Caminha de um canto pro outro. Tenta dar uma voltinha ou duas como se fosse a passarela de moda que você está acostumada -- sugeriu o velho querendo que a mocinha ganhasse muito mais confiança

Dani sabia que o velho exagerava, já que ainda era uma novata no assunto de desfiles e só tinha participado de uns dois, mas mesmo assim se sentiu encorajada pelo elogio e ficou mais segura na hora de modelar pra ele. O velho mal tirou os olhos dela o tempo todo, não queria deixá-la desconfortável olhando fixamente, mas era impossível desviar o olhar daquele bundão quando a garota virava de costas, logo começou a aplaudir pra dar ritmo à caminhada, ela reagiu colocando um pouco de influência nos passos, rebolava os quadris como se realmente estivesse desfilando em um desses concursos de beleza. Ela foi ganhando confiança parando um pouco mais perto dele a cada vez até que quase roçou o traseiro contra o sortudo tarado que estava sentado no sofá.

--Bom, Dani. Acho que com esse conjunto você vai ser a inveja de todas as garotas.

Daniela respondeu com um leve sorriso, um pouco corada pelos seus movimentos, mas dando a entender que estava se divertindo

--isso…Dani. Consegui mais um par de roupas pra você, talvez você também goste dessa aqui, é um pouco mais de verão, então você pode provar agora ou mais tarde, mas acho que vai te deixar realmente sexy, pega a bolsa, depende de você, mas se quiser provar, faria um grande favor a esse velho viúvo

Daniela pegou a bolsa e olhou dentro pra encontrar uma micro saia daquelas que com um leve movimento não te garantem que vai cobrir o traseiro por completo e uma blusa bem curiosa. Esse era o tipo de roupa que ela realmente tinha pensado ontem, mas parecia ousado demais pra modelar pra ele, finalmente entendeu que o velho não era tão inocente quanto pensava, mas não podia culpá-lo, fazia muito tempo que a mulher dele tinha falecido, então alegrar um pouco a vista não faria mal a ninguém, além disso, aos poucos essa situação estava parecendo com os vídeos que ela gostava de assistir, por um momento sentiu um pouco de vergonha de continuar, mas depois de um tempo decidiu seguir com o jogo. Uma vez dentro do banheiro, ela começou a se trocar, começou com aquela minissaia preta, teve um pouco de dificuldade para colocá-la e ajustar bem o zíper, percebeu que mal cobria toda a sua imponente e bem trabalhada bunda, mas ao se inclinar só um pouco já começava a mostrar mais do que devia, depois seguiu com a blusa que tinha chamado sua atenção quando viu na sacola e agora que a tinha vestido percebeu que não tinha se enganado, o tecido era levemente transparente e para seu azar naquele dia estava usando um sutiã preto de meia taça que se destacava bastante com aquela blusa, olhou de novo todo o conjunto, posou algumas vezes no espelho contemplando a natureza reveladora das roupas, por um momento se imaginou passando com aquela roupa perto dos vagabundos que jogavam cartas ou provocando de novo o velho sorveteiro do triciclo, sua mente começava a voar embora soubesse que Jorge nunca ia permitir que ela saísse sozinha com esse tipo de traje tão "vulgar", então teria que dar um jeito de fazer do seu jeito. Quando a garotinha parou de imaginar coisas que não devia, se perguntou de novo se deveria modelar o traje, de repente ouviu o velho horrível perguntar se tudo estava servindo bem. -Sim, seu Rômulo, bom...acho que sim. --Vamos linda, saia e vamos conferir com certeza O tom amável do velho fez com que a garotinha encontrasse coragem para sair do banheiro. "Acho que não tem nada de errado em modelar um pouco pra ele, sem dúvida é mais revelador que o outro traje, mas é só o Sr. Rômulo, então não pode ser tão ruim assim dar um pouco de atenção pra esse velhinho pervertido hihi". -- Pensava a gostosa da garotinha que não percebia o quanto o velho estava excitado naqueles momentos só de esperar por ela -Ok, seu Rômulo, acho que pode dar uma olhada Ela abriu a porta lentamente, novamente, com uma leve hesitação, a universitária cruzou a porta e encontrou o velho horrível de pé esperando por ela. Ela notou como os olhos dele se arregalaram quando ela saiu e o viu com aquela roupa minúscula,

a visão era impressionante, o velho teve que se sentar um momento, não podia acreditar na sua sorte enquanto via Daniela sair do banheiro com o traje mais sexy que podia imaginar. O conjunto realçava perfeitamente as curvas da garota, quando ela entrou na sala, a blusa transparente mostrou aquele sutiã meia-taça que sustentava aqueles seios cheios de vida. A cada passo da sexy universitária dava pra notar o leve balanço dos peitos dela e umas pequenas protuberâncias que se sobressaíam, resultado de tudo que Daniela tinha ficado pensando antes de sair do banheiro e do que não tinha se dado conta. Quando ela se aproximou mais, viu que os olhos do velho se perdiam nos peitos dela, foi quando percebeu que os mamilos tinham ficado duros e apareciam claramente através da roupa, então cruzou os braços tentando escondê-los.

O velho notou a expressão da garota e pensou: "tenho que me controlar, se eu continuar olhando pra ela desse jeito, essa safadinha vai ficar desconfortável e tudo vai pro caralho, ela não pode saber o quanto eu tô louco pra comer ela, tenho que aguentar… pelo menos até ela pegar mais confiança"

--Epaaaaaaaa senhorita Daniela, você é incrível, é um prazer pra um velho ter a oportunidade de apreciar esse espetáculo lindo

-Sr. Rômulo, eu realmente não tô muito confortável com essa blusa transparente... desculpa... não tô segura disso.

--Ah, tá tudo bem, gostosa, eu só queria ver como ficava em você e sem dúvida essas roupas foram feitas pra você, vai, me dá outra modelada como a anterior

A universitária hesitou um pouco, mas mesmo assim começou a desfilar, ainda com os braços cruzados, a transparência da peça de cima a tinha deixado meio atordoada de vergonha e ela tinha esquecido da micro-saia que, ao se inclinar um pouco, lhe proporcionava um espetáculo indescritível pro velho nojento com suas incríveis e apetitosas nádegas

O cara enrugado não estava preparado pra tal acontecimento, mas viu o suficiente pra perceber que tinha acabado de ver a bunda mais linda de toda a sua vida miserável e estava a apenas alguns metros dos seus olhos, e não era pra menos, já que o traseiro da mocinha era seu melhor atributo.

--Daniela, você está incrível

Sem saber se seu Rômulo se referia ao traje ou a alguma parte do seu corpo, ela se virou pra olhá-lo, a gostosa da mocinha ficou parada enquanto o velho examinava seu corpo. Aos poucos ela começava a relaxar, "o pior já passou" pensava ela enquanto via o velho a examinando sentado no sofá, sem dúvida seu Rômulo estava curtindo muito isso e bom, ela também estava começando a gostar do tesão que estava causando.

"Isso não é tão ruim". "de alguma forma estou ajudando uma pessoa solitária" pensava ela, a mocinha estava feliz de poder dar um pouco de alegria pra um velho solitário.

--Tenta andar de novo como se fosse um desfile de moda, mas agora sem as mãos entrelaçadas

A mocinha, mais confiante de ter a situação controlada, obedeceu e fez a mesma caminhada pelo corredor da sala, deixando seus peitos se moverem livremente com cada rebolada que ela dava, girando no final e voltando.

O pervertido aproveitou ao máximo isso e olhou suas nádegas perfeitas e o balanço daqueles peitos juvenis que quicavam a cada passo enquanto ela se aproximava.

A jovem, já mais desinibida, escutou novamente o velho começar a aplaudir lentamente e depois de uma passada pelo corredor, pegou o ritmo dos aplausos e voltou a mexer os quadris no ritmo das palmas.

Logo a situação a fez lembrar de um dos vídeos que tinha visto no computador onde uma mocinha fazia um striptease pra um cara enrugado e nojento, a situação estava começando a deixá-la com tesão. Um, dois, três e quatro, Um, dois, três e..." falava o velho horrível enquanto os aplausos eram os mais sonoros para que Daniela seguisse o ritmo. A garotinha continuou o ato do desfile e cada vez se aproximava mais do velho que estava parado. Depois começou a se esfregar intencionalmente contra ele enquanto girava e, como sua bunda só estava coberta por aquele tecido fino e sua calcinha preta pequena, o velhote pôde sentir a maciez daquelas carnes quando ela se aproximava.

O sortudo viu como a universitária se aproximava dele de novo levantando a mão. Quando ela se virou, aquela mão brincalhona roçou toda a extensão daquela bochecha enrugada.

Mais alguns passos e a menina parou, virou-se para olhar o senhor Rômulo, parecia estar esperando alguma instrução. O velho pediu mais um desfile e ela assentiu com um sorriso e um leve movimento afirmativo de cabeça. A cada passada que dava, parecia se relaxar e curtir mais sua exposição. Nem se importou tanto que parte de sua bunda ficava visível quando fazia o giro. Podia ver o efeito que estava causando no velho pervertido e gostava de ter naquela situação aquele ancião que nunca poderia obter em nenhum outro lugar o espetáculo que ela estava lhe dando. Depois de algumas modeladas, estava na frente do velho outra vez, um pouco fatigada pelo seu desfile pelo corredor.

Tudo o que tinha acontecido até agora para o velho era como um sonho. Via Daniela muito mais segura do que antes, sentia que talvez a garotinha pudesse estar disposta a mostrar mais se ele pedisse da forma certa.

--Sabe, pequena, tudo isso tem sido lindo, você me deu um espetáculo gostoso. Já se passaram tantos anos desde que vi um corpo tão perfeito e feminino como o seu... Tem alguma maneira de você se sentir confortável mostrando... talvez... um pouco mais? Prometo não fazer nada, é que seu corpo é tão... tão perfeito.

A atrevida proposta do ancião surpreendeu Daniela. Sabia que o certo teria sido hesitar e sair dali, mas naquele momento lembrou daqueles vídeos pornográficos que muitas vezes começavam daquele jeito e depois terminavam abruptamente na melhor parte, deixando a pobre garota querendo mais. Ficou congelada no lugar por alguns segundos, pensativa. Até onde ela poderia ir nessa situação? A situação dela era muito parecida com a de alguns vídeos que ela gostava de assistir. Será que poderia continuar? Realmente isso tinha começado como um pequeno favor, experimentando os trajes que o "gentil" velho comprou, mas agora era um pouco diferente.
-Ummmh, senhor, o senhor realmente quer ver mais? Quer dizer, eu de roupa íntima? Ummm, isso já é um pouco mais difícil, não acha?
--Não, menina, tudo bem, desculpa, perguntei porque acho que qualquer homem ia querer te ver um pouquinho mais despida se tivesse a chance, você é tão linda… qualquer homem cairia aos seus pés.
O velho, agora sentado na poltrona antiga da sala, ficou um pouco preocupado com a forma como se atreveu com a proposta, começou a gaguejar na resposta, além disso tinha outro problema: sua ereção estava no ponto mais alto por causa de todo o espetáculo recebido. Felizmente a menina não tinha percebido, já que o homem se sentou, disfarçando sua enorme ereção.
--Se… se você pudesse me fazer esse favor, ficaria eternamente grato a você, Danielita. Imagina que fosse como se estivesse experimentando um biquíni antes de ir à praia, é quase a mesma coisa. Talvez só uma peça… Talvez só a parte de cima?
Daniela estava pensativa. Posar de biquíni ela já tinha feito em alguma ocasião para um concurso de beleza na praia e para o namorado, mas nunca para outra pessoa em particular. Além disso, sabia que os biquínis que tinha usado eram de tamanho normal, enquanto sua roupa íntima era bem menor, tanto na parte de cima quanto na de baixo. Apesar disso, seu tesão era maior. Logo começou a encontrar mais prós do que contras no pedido do cara, pela sua cabeça ele pensava e sentia pena ao lembrar que talvez essa fosse a última vez que poderia ver uma garotinha de calcinha, -Bom, tá bem… acho que sim Um sorriso se desenhou no rosto do velho ao ouvir essas palavras mágicas, dito isso, a menina levantou as mãos e começou a tirar aquela blusa transparente que deixava o velho louco, de repente aqueles olhos remelentos se arregalaram quando viu aquele par perfeito de peitos cair no momento em que a menina tirou a blusa, era incrível o balanço que davam, pareciam majestosos, firmes e prontos para serem chupados. Apesar da dúvida inicial, logo percebeu que estava curtindo a atenção que o velhinho estava dando a ela. Ela observou aqueles olhos que olhavam fixamente para o peito dela. --Meu Deus… OH meu Deus suspirou o velho, vendo como essa jovem deusa tinha cumprido o pedido dele e agora via aquelas esplêndidas montanhas de carne adornadas com aquele sutiãzinho na própria sala de estar dele. Ela ficou imóvel, sentiu seus mamilos mais uma vez ficarem duros ao saber que ele olhava fixamente para eles. Ninguém disse nada por alguns segundos. A menina ficou parada enquanto o velho safado olhava sem piscar, agora sem a blusa, pôde notar as pequenas sardas que enfeitavam a parte de cima dos peitos, fez um pequeno elogio sobre aquelas sardas bonitas, surpreendendo a garotinha com o quanto o velho era observador e lembrou como o namorado dela nunca tinha dito nada sobre as sardas dela a jovem universitária se moveu levemente e os peitos dela tremeram. Seu Rômulo finalmente desviou o olhar e olhou para sua musa que buscava a reação dele. --Uau!, Meu Deus, fiquei sem palavras, são magníficos... quer dizer, hmmm, não consigo acreditar como são perfeitos. vejo que realmente gosta da vista, seu pervertido kkk A jovem, um pouco mais calma e excitada pela situação, pegou cada peito na mão, levantando-os enquanto o velho seguia com o olhar, depois os deixou cair para que a a força da gravidade fizesse seu trabalho e o sortudo do cara pudesse ver o balanço e a firmeza daqueles peitos juvenis que voltavam ao lugar depois de alguns quiques. -ufff, é, são perfeitos mesmo, Danielita, qualquer homem morreria pra ter eles nas mãos Apesar da situação tensa e de que o velho cada vez se soltava mais nas palavras, Dani se acostumava rápido à situação, por sua vez o velho já nesse momento pouco se importava em esconder sua ereção, só queria continuar vendo aquelas toranjas perfeitas e desejáveis. A situação ficava cada vez mais favorável pro velho Rômulo, já que sem muito esforço tinha conseguido que a jovem universitária e dona de casa ficasse na frente dele com uma micro-saia e com seu sutiã preto de meia taça, vendo sua sorte decidiu esticar um pouco mais --pequena Daniela, você é realmente um anjo caído, estou muito feliz com tudo o que você fez por este pobre velho solitário, mas… -não me diga, agora quer que eu tire a saia, né? A resposta surpreendeu o enrugado que só assentiu com a cabeça. Daniela olhou os olhos suplicantes do senhor Rômulo. Não estava segura de poder ir tão longe, seu traseiro firme era o que os homens mais desejavam nela, mas já estava envolvida no momento, um pequeno impulso dentro de si insistiu pra que continuasse, já que com esse tesão com certeza teria muito em que pensar nas noites frias em que Jorge não a tocava, então sem mais nem menos abaixou o zíper e começou a tirar lentamente aquela apertada micro-saia, ficou meio difícil de fazer já que realmente estava bem justa e a cada movimento que fazia nem percebia que seus peitos se moviam alegremente na frente dos olhos daquele velho tarado. Seu Rômulo mal podia acreditar na sua sorte, dessa vez a garotinha tinha dado o primeiro passo, seus olhos se arregalaram quando as mãos finas da menina foram pros lados da cintura e começou a abaixar pouco a pouco a microsaia para depois dar as costas e se inclinar levemente mostrando a parte favorita do seu corpo, a parte que a tinha feito famosa na universidade, seu enorme e bem formado traseiro que ela tinha trabalhado por anos na academia, uma fina peça íntima de cor preta que se assemelhava a uma thong completa o espetáculo

--Oh por Dio ...

O velho Rômulo arfou porque mal conseguia falar.

Gostou, senhor Rômulo? -- perguntou. Coquetemente Daniela,

-nunca tinha ficado assim na frente de outra pessoa que não fosse meu namorado, mas isso eu só faço por você já que sempre foi bonzinho comigo e será nosso segredo

--sim sim o que você disser, preciosa, será nosso segredo, ufff você é toda uma deusa, você está me deixando louco, gatinha, esse traseiro é perfeito

-jiji obrigada, Don, gostei muito dos dois conjuntos, infelizmente acho que não vou poder usá-los na rua, as pessoas lá fora não são tão educadas quanto você, além disso meu namorado nunca me deixaria usá-los.

--mas que bobagem você diz, preciosa, tudo fica tão bem em você e seria uma pena que você não usasse de novo

-hummm bom, se você continuar se comportando direitinho comigo, talvez e só taaalvez eu possa vir te visitar um dia ou outro e colocar de novo as roupas que você me comprou, mas só isso hein, o de hoje é um presente especial jiji

--sempre vou te tratar como uma rainha, neném, e bom, já que hoje é um dia especial como você mesma disse... que tal um abraço?

¡eita! Senhor Rômulo, como você ficou atrevido, não te conhecia assim, mas acho que vou recusar seu pedido, já que pode olhar, mas não tocar jiji

--vamos, Danielita, só por hoje que é um dia especial, você mesma disse

A menina logo percebeu que não deveria falar demais, já que qualquer coisa poderia ser usada contra ela mais tarde

-mmm bom, tá bem, mas só por hoje que é especial

Dito isso, abriu os braços e esperou que o velho se levantasse do sofá para se aproximar dela, o velho Rômulo se levantou como se fosse um ressorte e praticamente se jogou sobre ela para dar o seu melhor abraço, a menina pôde sentir um cheiro estranho e é que o velho por ficar sozinho não frequentava muito o chuveiro até que fosse realmente necessário, mas o que mais a surpreendeu é que sentiu algo duro na sua perna direita, era impossível não saber o que era aquilo. --obrigado por tudo, gostosa, esse foi o melhor dia da minha vida, você tem um corpo realmente delicioso, qualquer homem mataria para estar no meu lugar A menina retribuiu o abraço por alguns momentos, mas aquela coisa dura que sentia na perna a deixava nervosa, então depois de alguns segundos ela mesma desfez o abraço e recuou. -Ok, seu Rômulo, acho que já chega de abracinho --Bom, pequena Daniela, você realmente me deixou muito feliz, mas como todo homem ao ver esse tremendo monumento de mulher que você é sempre quer mais, então... tem alguma forma de você me deixar... ¡Seu Rômulo!, a gostosa riu depois do chamado de atenção. Ficava surpresa como o velho safado queria ainda mais O que mais poderia me pedir?, Quero dizer, estou na sua sala só de calcinha e sutiã e desfilei pra você todas as vezes que quis, o que mais poderia me pedir? – disse num tom provocante, mas um pouco surpresa O velho notou o tom de voz com que falou sua musa e sabia que tinha sinal verde para continuar e se jogar com tudo, era agora ou nunca --Daniela, se você não percebeu, estou com a maior ereção que tive em muitos anos e é graças a você e te agradeço, faz muito tempo que não ficava assim e muitos mais anos desde que alguém me fizesse sentir bem e acho que você poderia fazer esse último trabalhinho pra acalmar o meu Rômulo Jr. hehe ¡Seu Rômulo! tá me pedindo pra bater uma pra você? Sério! Fim do primeiro capítulo

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