Camila: A Chetita Bem Safada

Camila: A Chetita bem putaCamila: A Chetita Bem SafadaCamila tinha acabado de completar vinte. Filha única de um empresário que dava tudo o que ela pedia e mais. Menina mimada da pior espécie: se algo não lhe agradava, ela jogava fora, se alguém não lhe servia, ela descartava. Gostava do estilo de vida caro, dos iates, dos restaurantes onde a conta dava vergonha e dos caras que a olhavam como se ela fosse inalcançável. Sabia que era gostosa e usava isso. O primeiro Uber foi um Black às três da manhã. Subiu com um vestido curto branco que mal cobria a bunda e o sutiã Calvin Klein aparecendo. O motorista tinha cinquenta e seis anos, cabelo grisalho, terno escuro, relógio caro. Quando a viu pelo espelho, perdeu a respiração. Pele morena, cintura fininha, peitos firmes que se moviam a cada curva do carro, e uma bunda redonda que o vestido não conseguia esconder. Quando ela cruzou as pernas, ele conseguiu ver a borda da calcinha fio-dental preta. Camila nem olhou para ele. Estava tirando selfies, rindo baixinho, ajeitando o decote. Ele a observou o caminho todo sem dizer uma palavra. Memorizou o perfume, o jeito que ela mordia o lábio, como mexia no cabelo.relatosQuando ela desceu, ele deixou uma gorjeta alta. No app aparecia o nome completo dela. Naquela mesma noite ele a procurou no Instagram. Perfil público, patricinha de manual: fotos em iates, em Miami, em restaurantes caros, sempre com roupas que custavam mais que um salário. Começou a segui-la de uma conta falsa. Salvava os stories. Batia punheta olhando pra ela. Ficou obcecado. Duas semanas depois orquestrou a segunda viagem. Se passou pelo motorista de um conhecido. Quando Camila entrou, vinha de comemorar o aniversário. Cheiro de álcool caro, maquiagem um pouco borrada, vestido preto ainda mais curto. Reconheceu ele na hora.gostosa—Ei, o da outra vez —disse ela, sorrindo com aquela cara de garota que sabe que é irresistível pra qualquer macho— —Que coincidência, né? Ele se virou por um segundo. Dessa vez não se fez de masturbador. Falou baixo, educado, como alguém de grana. —Não é coincidência. Pedi a corrida de propósito. Trabalho no porto, tenho um barco atracado perto. Camila riu, ajeitou o cabelo e abaixou um pouco o decote. —Tá me seguindo, velho? Ele sorriu de leve. —Não chamaria de seguir. Gostei do que vi. E pensei que talvez você também gostasse de conhecer alguém que não seja um cara da sua idade. Ela riu, se ajeitou no banco e chegou um pouco mais perto. —Que galã. E o que você gosta em mim? Ele ficou nervoso e não respondeu de frente. Falou do iate, das viagens, de como se vive bem quando se tem grana de verdade. Camila olhava pra ele com aquela cara de garota que já sacou tudo. —Vai, me fala a verdade, velhote —disse de repente, baixinho— O que você quer fazer comigo? Quer me foder aqui atrás ou tá me enrolando com a história do barco? Ele ficou calado por um segundo. Ela riu mais alto, colocou uma mão no ombro dele e sussurrou no ouvido: —Calma, velho. Só sonha. Eu não fodo com qualquer um. Muito menos com um velho motorista. Passou a língua pelo lóbulo da orelha dele. Ele ficou duro na hora. Ela desceu do carro rindo, jogou um beijo no ar e foi embora. Ele ficou com o pau duro e a cabeça fodida. Naquela noite se masturbou até doer o pulso.tesaoUma semana depois, ele se infiltrou no iate da família. Subiu pela passarela quando não tinha ninguém, se escondeu no convés inferior e esperou. Camila apareceu sozinha, com o biquíni preto de tiras finas, o mesmo das fotos. Se ajoelhou sobre as almofadas da proa, de costas para o cais, e começou a posar. Tirava fotos com o celular, se arqueava, tocava a bunda, se olhava de lado. Ria sozinha. Ajeitava as tetas. Abria um pouco as pernas e se olhava no reflexo da tela.velho safadoEle saiu das sombras e ficou parado a alguns metros, olhando pra ela. Camila sentiu o olhar. Se virou. Viu ele. A cara dela mudou na hora. —Que porra você tá fazendo aqui? —disse, se levantando de repente, com nojo—. Você é um doente. Um velho nojento. Me seguiu até aqui pra bater punheta? Você é um punheteiro de merda. —Não vim bater punheta. Vim porque não consigo parar de pensar em você. Camila recuou até a amurada, ainda com cara de nojo. —Vai embora. Vou te denunciar. Você é um velho de cinquenta e tantos anos que entra no iate do meu pai pra tocar o pau. Ele parou a um metro. —Se você quer que eu vá embora, eu vou. Mas não diga que não gosta da ideia. Te vi no carro. Te vi quando me perguntou se eu queria te foder. Você riu, mas não se assustou. Camila olhou pra ele um segundo mais longo. O nojo ainda estava lá, mas tinha outra coisa. Ela mordeu o lábio. Baixou o olhar pro pau dele, ainda duro, e depois voltou a olhar pra cara dele. —Você é um nojento —repetiu, mas a voz saiu mais baixa.MilipiliEle não se moveu. Foi ela que deu o passo. Chegou perto, agarrou o pau dele com a mão e olhou fixo. Estava duro, grosso, quente, com a cabeça já brilhando de pré-sêmen. Camila apertou por um segundo e sentiu a pulsação. O nojo subiu na hora. Um velho de cinquenta e seis anos. Grisalho. Com aquela cara de cara que tinha batido punheta olhando pra ela durante semanas. Um punheteiro de merda que tinha se infiltrado no iate do pai dela. Poderia ser o pai de qualquer uma das amigas dela. Poderia ter quase a idade do velho dela. A ideia deu um reviravolta no estômago… e ao mesmo tempo acendeu algo sujo, mórbido, que ela não queria nomear. Mordeu o lábio. Não ia descer do pedestal assim de graça. —Olha que lindo —disse com voz zombeteira, movendo a mão devagar, quase com desprezo—. Tão duro por uma menina de vinte. Que patético você é. Ele não respondeu. Só olhava pra ela. Camila apertou mais forte, passou o polegar pela fenda e sentiu como o pau dele tremia na mão dela. —Sabe o que você é? Um fanático nojento. Um velho que se faz de interessante no Uber e depois se enfia aqui pra tocar punheta olhando pra mim. E agora? Acha que vou deixar você meter porque me seguiu como um cachorro no cio? Soltou de repente. Deu um passo atrás. Cruzou os braços, ainda com o biquíni preto, a bunda marcada, os peitos firmes. Olhou ele de cima a baixo com aquela cara de patricinha que despreza tudo que não serve pra ela. —Vai embora. Sério. Não me rebaixo a isso. Não sou uma vadia que se deixa foder por qualquer velho tarado que fica obcecado por ela. Mas não se moveu. Ficou olhando pra ele. O pau dele continuava em pé, grosso, pesado. A imagem daquele cara batendo punheta atrás dela enquanto ela tirava fotos dava nojo… e ao mesmo tempo fazia a buceta dela pulsar de um jeito que a indignava. Um velho obcecado. Um fanático que queria acabar com ela. A ideia de ter esse poder sobre alguém tão mais velho, tão patético, gerava algo que ela não queria admitir. Curiosidade suja. Fetiche. A pergunta que ela não ousava fazer em voz alta: como seria sentir um cara da idade do pai dela metendo até deixá-la tremendo? Ela passou a língua pelos lábios. O orgulho pesava mais que o nojo. —Se eu deixar… —começou, e parou. Odeia como soava. Como se estivesse negociando. Como se importasse. Respirou fundo. O conflito girava na cabeça: o nojo, o ego, a excitação suja de saber que aquele cara tinha ficado tão obcecado por ela que cruzou todos os limites. Um velho tarado que queria metê-la até o fundo. A ideia de arruinar a fantasia dele a excitava mais do que negá-la. Ou o contrário. Não sabia. —Se eu deixar você meter… e depois me arrepender, te denuncio igual. Ficou claro? Não sou qualquer uma. Não sou uma puta fácil. Sou a Camila. E você é um velho de merda que acha que pode me tocar. Ele assentiu. Não disse nada. Só esperou.Camila: A Chetita Bem SafadaCamila ficou parada mais alguns segundos. O orgulho gritava para ela mandá-lo embora. O corpo pedia outra coisa. No final, ela se virou. Se apoiou na amurada, abaixou a parte de baixo do biquíni com lentidão, quase com desprezo, e abriu as nádegas com as duas mãos. —Vai. Mas não me machuca. E não fala uma única palavra de merda. Não me trata como se eu fosse sua. Ele se posicionou atrás dela. Cuspiu na mão, passou os dedos pela pussy —estava mais molhada do que ela queria admitir— e depois apoiou a cabeça da cock contra o buraco. Empurrou devagar. Camila apertou os dentes. O ardor subiu pelas costas dela. Soltou um gemido baixo, de raiva mais do que de prazer. —Filho da puta… —murmurou. Ele continuou entrando. Centímetro por centímetro. A cock grossa abria o cu dela com uma lentidão quase cruel. Camila se agarrou na amurada com força. No começo só sentia a invasão, a pressão, o peso do corpo maior contra o dela. O nojo continuava ali, intacto. Mas a cada milímetro que ele avançava, algo se misturava. O calor. A sensação de ser preenchida por aquele cara que a tinha seguido, que tinha batido punheta olhando pra ela, que estava tão obcecado que tinha arriscado tudo pra estar ali. Quando ele a teve inteira dentro, parou por um segundo. Camila respirava ofegante. O orgulho dizia pra ela reclamar, pra mandá-lo à merda. O corpo dela tremia. Ele começou a meter. Firme. Profundo. Curto no começo, depois mais longo. Camila apertava os dentes. O som da cock entrando e saindo se misturava com o barulho da água batendo no casco. Cada vez que ele afundava até o fundo, ela sentia uma onda suja que subia pela barriga. A pussy escorria. O cu dela se abria cada vez mais fácil. —Mais forte —disse de repente, a voz cortada, quase contra a própria vontade. Ele meteu mais forte. Agarrou a cintura dela com as duas mãos e começou a bombar com ritmo constante, seco, profundo. Camila empurrava pra trás agora, quase sem perceber buceta. O orgulho gritava pra ela parar, pra mandá-lo embora, pra não se deixar levar. Mas o corpo não obedecia. Cada estocada arrancava um gemido mais baixo, mais sujo. Pensava no patético que era aquele velho… e ao mesmo tempo no gostoso que era sentir que alguém a queria tanto, que estava tão doente por ela. O conflito não ia embora. Se misturava com cada estocada. Nojo. Poder. Prazer. Orgulho quebrado. Tudo junto. Ele deu um tapa seco na bunda. Camila soltou um gemido mais alto. Depois outro. E outro. O som da mão contra a bunda se ouvia claro na noite. Ela apertava o corrimão até doerem os nós dos dedos. O corpo a traía cada vez mais. As pernas tremiam. A buceta latejava. Cada vez que ele se afundava até o fundo, sentia que algo dentro dela se soltava, algo que não queria largar. —Cala a boca —cortou ela quando ele ia dizer algo, quase gritando—. Não fala nada. Só me fode. Ele obedeceu. Fodeu mais bruto. Dava estocadas longas e profundas, tirando quase tudo e metendo de volta de uma vez. Camila gemia contra o braço, com o rosto contra o metal do corrimão. O orgulho ainda estava lá, mas cada vez mais longe. O corpo tinha se entregado. Empurrava pra trás, se abrindo, buscando que ele a preenchesse mais. O tesão de estar sendo fodida por um velho da idade do pai dela, um fã que a tinha seguido até o iate, subia pelas costas como uma corrente suja. Quando ele avisou que estava pra gozar, ela não se mexeu. Só apertou a bunda com força e deixou ele terminar dentro. Sentiu a porra quente enchendo ela, batida a batida. Ele tirou devagar. Um fio grosso escorreu pelas nádegas até a buceta. Camila ficou um segundo assim, respirando ofegante, com a bunda aberta e pingando, o orgulho feito merda e o corpo ainda tremendo. Depois ajeitou o biquíni, pegou o celular e voltou a se ajoelhar no mesmo lugar. —Vai embora —disse, sem olhar pra ele—. E não aparece mais. Ele se ajeitou a calça e foi pela mesma passarela. Camila ficou ali, com a buceta ainda pingando e a câmera apontando pro horizonte, como se nada tivesse acontecido. No dia seguinte postou um story do mesmo lugar, sorrindo, com o biquíni preto impecável.relatos

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