O ar no quarto estava denso, carregado com um cheiro de colônia barata misturado com o aroma adocicado do álcool que ainda corria nas minhas veias. Minhas pupilas, dilatadas pela droga que sem dúvida tinham colocado na minha taça, levaram alguns segundos para se adaptar à penumbra. A única luz vinha de um abajur de cabeceira em formato de lua, projetando sombras alongadas nas paredes.
Foi então que eu os vi.
Não eram fantasmas, nem figuras imaginárias fruto da minha mente turva. Eram homens—três, talvez quatro—sentados na borda da cama de casal dos pais da Sofia. Suas silhuetas eram volumosas, seus rostos ocultos entre as sombras, mas seus olhos brilhavam com o mesmo interesse lascivo.
— Olha o que nos trouxeram — disse um, com a voz rouca, como se tivesse fumado por décadas.
Minhas pernas tremeram. Não sabia se era pelo efeito da droga ou pelo medo que começava a tomar conta de mim. Tentei recuar, mas meus calcanhares bateram na porta fechada.
— Não… não entendo — gaguejei, sentindo o vestido branco grudar nas minhas costas suadas—. Sofia… Sofia?
Meus chamados foram respondidos com risadas do outro lado da porta.
— Divirta-se! — gritou uma delas, com a voz distorcida pela madeira—. É só um jogo.
Primeiro Contato
O mais próximo de mim se levantou. Era alto, com o cabelo grisalho penteado para trás e uma barriga que saltava levemente sobre o cinto. Suas mãos, grossas e com veias marcadas, se estenderam em minha direção.
— Quietinha, princesa — murmurou, enquanto seus dedos se fechavam ao redor do meu pulso fino.
Seu toque era quente, quase febril. Eu podia sentir as calosidades nas palmas dele roçando minha pele macia enquanto ele me arrastava para o centro do quarto.
— O que… o que vocês querem? — perguntei, mas minha voz soava fraca, como se nem eu mesma acreditasse nas minhas próprias palavras.
O segundo homem, mais baixo mas igualmente robusto, se aproximou por trás. Suas mãos pousaram nas minhas cadeiras. estreitas, afundando os dedos na minha carne como se estivesse medindo o quanto podia apertar.
—Essa cinturinha —comentou, o bafo de uísque batendo na minha nuca—. Parece de boneca.
O terceiro, ainda sentado, só me observava com um sorriso que gelou meu sangue. Tinha nariz aquilino e lábios finos, e nos olhos dele havia um cálculo que os outros não tinham.
—Despe ela —ordenou simplesmente.
O Vestido Branco
As mãos do primeiro subiram pelos meus braços até as alças do vestido. Com um movimento rápido, deslizou-as pelos meus ombros, deixando o tecido cair até a minha cintura. Meus seios pequenos, pálidos e com mamilos rosados que endureciam pelo medo e pelo frio, ficaram expostos.
—Olha isso —assobiou o de trás—. Parecem de adolescente.
—Ainda é —respondeu o do nariz aquilino, e o comentário dele me fez tremer.
O vestido acabou no chão, formando um círculo branco aos meus pés. Agora só restava minha calcinha fio dental preta, minúscula contra minha pele clara.
—Isso sobra —disse o primeiro, enganchando os dedos no tecido e arrancando-a de uma vez.
O som do tecido rasgando ecoou nos meus ouvidos.
As Zombarias
—Quantos anos você tem, hein? —perguntou o mais baixo enquanto beliscava um dos meus mamilos.
—Vinte… vinte e dois —menti, tentando que minha voz não saísse trêmula.
—Mentirosa —riu o outro—. A Sofia nos disse que você mal tem dezenove.
O uso do nome dela como prova da traição me atingiu como um soco. Minhas amigas. Minhas próprias amigas tinham dado detalhes sobre mim pra eles.
—Pensei que seria mais encorpada —comentou o terceiro, passando a mão pela minha barriga lisa—. Mas dá pra ver que aqui tudo é pequenininho.
As palavras dele eram facas, mas o pior era como meu corpo, traiçoeiro, começava a responder. O álcool, a droga, a adrenalina… não sabia o que era, mas entre minhas pernas uma umidade vergonhosa começava a se formar.
O Primeiro Toque
O mais alto me empurrou pra cama. Caí de costas, sentindo as lençóis frios contra minha pele. Antes que eu pudesse tentar me cobrir, as mãos deles estavam em todo lugar.
— Olha como ela treme — observou o segundo, abrindo minhas pernas com os joelhos.
— Coitadinha — zombou o terceiro —. Nem sabe o que a espera.
O primeiro se inclinou, passando a língua por um dos meus mamilos. Era áspera, como lixa, e o contraste com minha pele sensível me fez arquear as costas.
— Viu? — disse, mordendo o outro —. Até que ela gosta.
A Gravação
Foi então que notei a câmera. Pequena, quase escondida na penteadeira, mas com sua luz vermelha piscando.
— Não... por favor — supliquei, tentando me sentar —. Não gravem...
— Quietinha — o mais baixo me deu um tapa na coxa, deixando uma marca vermelha —. Ou isso vai ficar feio.
O de nariz aquilino tomou seu lugar entre minhas pernas. Seus dedos, frios e experientes, encontraram minha lubrificação com facilidade.
— Olhem isso — mostrou os dedos brilhantes aos outros —. A putinha já tá pronta.
A Penetração
Não houve preâmbulos. Não houve carícias para me preparar. Só a dor aguda da penetração, brutal e sem lubrificação.
— Ah! — gritei, mas uma mão tapou minha boca.
— Shh... — o mais alto sussurrou no meu ouvido —. Não queremos acordar os vizinhos.
A dor era insuportável, mas algo pior começava a surgir. Uma sensação de prazer distorcido, como se meu próprio corpo estivesse se virando contra mim.
— Ela tá se apertando — grunhiu o que estava por cima de mim —. Tá gostando.
A Mudança
Não sabia quanto tempo tinha passado. Só que, em algum momento, os gemidos que saíam da minha boca já não eram só de dor.
— Por... por favor — supliquei, mas nem eu mesma sabia se estava pedindo pra parar ou continuar.
O segundo homem tomou seu turno, dessa vez por trás. A dor era diferente, mais profunda, mas a droga no meu sistema transformava aquilo em algo quase prazeroso.
— Grita agora, putinha — ordenou, e quando gritei, a câmera capturou cada som.
A Consumação
Quando o terceiro gozou em minha boca, já tinha perdido a noção do tempo. Meu corpo estava coberto de suor, de marcas, de líquidos que não eram meus. A porta se abriu bem quando o primeiro voltava pra mais uma rodada. — O tempo acabou — disse a Sofia da soleira, sorrindo enquanto gravava com o celular—. Curtiu? Não respondi. Não conseguia. Mas em algum lugar, bem lá no fundo, uma parte monstruosa já sabia a resposta. Continua... Se esse capítulo te deixou com tesão, clica e me segue nas minhas redeswww.relatos-celine-parra← *:
Foi então que eu os vi.
Não eram fantasmas, nem figuras imaginárias fruto da minha mente turva. Eram homens—três, talvez quatro—sentados na borda da cama de casal dos pais da Sofia. Suas silhuetas eram volumosas, seus rostos ocultos entre as sombras, mas seus olhos brilhavam com o mesmo interesse lascivo.
— Olha o que nos trouxeram — disse um, com a voz rouca, como se tivesse fumado por décadas.
Minhas pernas tremeram. Não sabia se era pelo efeito da droga ou pelo medo que começava a tomar conta de mim. Tentei recuar, mas meus calcanhares bateram na porta fechada.
— Não… não entendo — gaguejei, sentindo o vestido branco grudar nas minhas costas suadas—. Sofia… Sofia?
Meus chamados foram respondidos com risadas do outro lado da porta.
— Divirta-se! — gritou uma delas, com a voz distorcida pela madeira—. É só um jogo.
Primeiro Contato
O mais próximo de mim se levantou. Era alto, com o cabelo grisalho penteado para trás e uma barriga que saltava levemente sobre o cinto. Suas mãos, grossas e com veias marcadas, se estenderam em minha direção.
— Quietinha, princesa — murmurou, enquanto seus dedos se fechavam ao redor do meu pulso fino.
Seu toque era quente, quase febril. Eu podia sentir as calosidades nas palmas dele roçando minha pele macia enquanto ele me arrastava para o centro do quarto.
— O que… o que vocês querem? — perguntei, mas minha voz soava fraca, como se nem eu mesma acreditasse nas minhas próprias palavras.
O segundo homem, mais baixo mas igualmente robusto, se aproximou por trás. Suas mãos pousaram nas minhas cadeiras. estreitas, afundando os dedos na minha carne como se estivesse medindo o quanto podia apertar.
—Essa cinturinha —comentou, o bafo de uísque batendo na minha nuca—. Parece de boneca.
O terceiro, ainda sentado, só me observava com um sorriso que gelou meu sangue. Tinha nariz aquilino e lábios finos, e nos olhos dele havia um cálculo que os outros não tinham.
—Despe ela —ordenou simplesmente.
O Vestido Branco
As mãos do primeiro subiram pelos meus braços até as alças do vestido. Com um movimento rápido, deslizou-as pelos meus ombros, deixando o tecido cair até a minha cintura. Meus seios pequenos, pálidos e com mamilos rosados que endureciam pelo medo e pelo frio, ficaram expostos.
—Olha isso —assobiou o de trás—. Parecem de adolescente.
—Ainda é —respondeu o do nariz aquilino, e o comentário dele me fez tremer.
O vestido acabou no chão, formando um círculo branco aos meus pés. Agora só restava minha calcinha fio dental preta, minúscula contra minha pele clara.
—Isso sobra —disse o primeiro, enganchando os dedos no tecido e arrancando-a de uma vez.
O som do tecido rasgando ecoou nos meus ouvidos.
As Zombarias
—Quantos anos você tem, hein? —perguntou o mais baixo enquanto beliscava um dos meus mamilos.
—Vinte… vinte e dois —menti, tentando que minha voz não saísse trêmula.
—Mentirosa —riu o outro—. A Sofia nos disse que você mal tem dezenove.
O uso do nome dela como prova da traição me atingiu como um soco. Minhas amigas. Minhas próprias amigas tinham dado detalhes sobre mim pra eles.
—Pensei que seria mais encorpada —comentou o terceiro, passando a mão pela minha barriga lisa—. Mas dá pra ver que aqui tudo é pequenininho.
As palavras dele eram facas, mas o pior era como meu corpo, traiçoeiro, começava a responder. O álcool, a droga, a adrenalina… não sabia o que era, mas entre minhas pernas uma umidade vergonhosa começava a se formar.
O Primeiro Toque
O mais alto me empurrou pra cama. Caí de costas, sentindo as lençóis frios contra minha pele. Antes que eu pudesse tentar me cobrir, as mãos deles estavam em todo lugar.
— Olha como ela treme — observou o segundo, abrindo minhas pernas com os joelhos.
— Coitadinha — zombou o terceiro —. Nem sabe o que a espera.
O primeiro se inclinou, passando a língua por um dos meus mamilos. Era áspera, como lixa, e o contraste com minha pele sensível me fez arquear as costas.
— Viu? — disse, mordendo o outro —. Até que ela gosta.
A Gravação
Foi então que notei a câmera. Pequena, quase escondida na penteadeira, mas com sua luz vermelha piscando.
— Não... por favor — supliquei, tentando me sentar —. Não gravem...
— Quietinha — o mais baixo me deu um tapa na coxa, deixando uma marca vermelha —. Ou isso vai ficar feio.
O de nariz aquilino tomou seu lugar entre minhas pernas. Seus dedos, frios e experientes, encontraram minha lubrificação com facilidade.
— Olhem isso — mostrou os dedos brilhantes aos outros —. A putinha já tá pronta.
A Penetração
Não houve preâmbulos. Não houve carícias para me preparar. Só a dor aguda da penetração, brutal e sem lubrificação.
— Ah! — gritei, mas uma mão tapou minha boca.
— Shh... — o mais alto sussurrou no meu ouvido —. Não queremos acordar os vizinhos.
A dor era insuportável, mas algo pior começava a surgir. Uma sensação de prazer distorcido, como se meu próprio corpo estivesse se virando contra mim.
— Ela tá se apertando — grunhiu o que estava por cima de mim —. Tá gostando.
A Mudança
Não sabia quanto tempo tinha passado. Só que, em algum momento, os gemidos que saíam da minha boca já não eram só de dor.
— Por... por favor — supliquei, mas nem eu mesma sabia se estava pedindo pra parar ou continuar.
O segundo homem tomou seu turno, dessa vez por trás. A dor era diferente, mais profunda, mas a droga no meu sistema transformava aquilo em algo quase prazeroso.
— Grita agora, putinha — ordenou, e quando gritei, a câmera capturou cada som.
A Consumação
Quando o terceiro gozou em minha boca, já tinha perdido a noção do tempo. Meu corpo estava coberto de suor, de marcas, de líquidos que não eram meus. A porta se abriu bem quando o primeiro voltava pra mais uma rodada. — O tempo acabou — disse a Sofia da soleira, sorrindo enquanto gravava com o celular—. Curtiu? Não respondi. Não conseguia. Mas em algum lugar, bem lá no fundo, uma parte monstruosa já sabia a resposta. Continua... Se esse capítulo te deixou com tesão, clica e me segue nas minhas redeswww.relatos-celine-parra← *:
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