A saída do hotel teve uma urgência diferente da chegada, marcada por um imprevisto que nos sacudiu de repente e nos devolveu na hora para a realidade mais cortante.
Enquanto pensava em ir tomar banho sem escorrer pelos cantos do quarto os restos do Fer, o celular dele vibrou com insistência em cima da mesinha de cabeceira.
O Fer olhou de canto, empalideceu por um segundo e soltou um palavrão em voz baixa: era a mulher dele, perguntando onde ele estava e quando voltava pra casa.
O clima de cumplicidade se quebrou na hora, dando lugar a uma tensão fria e real.
Um susto me fez apressar os movimentos com o coração na boca, sentindo o peso da culpa e da adrenalina misturadas, sentindo ainda o rastro grosso e morno do Fer escorrendo devagar pela perna.
Sem perder um segundo, vesti a calcinha — o tecido absorveu na hora a umidade acumulada, deixando-a encharcada e colada na pele — e terminamos de nos vestir às pressas, com a sensação de que o jogo estava ficando perigosamente perto do abismo.
Na viagem de volta pra casa, com o banco da caminhonete absorvendo o calor do meu corpo e a buceta ainda dilatada e sensível pela intensidade de tudo que a gente tinha vivido, não consegui parar de pensar nem por um segundo no que tinha acabado de acontecer. Cada roçada do tecido molhado era um lembrete constante, um eco físico que me mantinha em estado de choque e tesão ao mesmo tempo, sentindo o peso do sêmen dele ainda guardado dentro de mim, me lembrando da forma mais crua de quem era aquele corpo e a quem pertencia a culpa.
Quando abri a porta de casa, a atmosfera estava em completo silêncio, quebrado só pelo zumbido da geladeira. O Ignacio me esperava acordado na sala, com o celular virado pra cima na mesinha de centro.
Ele já tinha lido a mensagem com os emojis de fogo e o aviso explícito de que eu levava um presentinho pra ele.
Ele não partiu pra cima de mim pra me interrogar nem deixou escapar aquele tipo de ciúme escuro e destrutivo que alguém esperaria encontrar em qualquer outro casal; simplesmente ficou sentado no sofá, me observando com uma mistura de curiosidade, calma absoluta e uma cumplicidade perversa que desmontou completamente minhas defesas.
Me aproximei devagar, sentindo o peso exato da calcinha encharcada e o perfume inconfundível de Fer misturado com meu próprio suor.
—Chegou —disse Ignacio com voz baixa, sem tirar os olhos de mim—. Demorou. Foi tão boa assim?
Mordi o lábio inferior, sentindo o calor subir de novo pelo meu pescoço.
—Você não faz ideia —respondi num sussurro.
Sem dizer mais uma palavra, desabotoei o vestido escuro e o deixei cair lentamente no chão, ficando de pé diante dele exatamente como tinha saído do motel.
Ignacio arregalou um pouco os olhos ao ver o estado em que eu estava; o tecido da roupa íntima aparecia completamente molhado, marcando de forma obscena as curvas do meu corpo.
—Deixa eu ver —murmurou com a voz rouca, estendendo uma mão firme para me tocar e conferir com os próprios dedos a umidade, o calor e os vestígios evidentes do que tinha acabado de acontecer.
Soltei um suspiro longo e trêmulo quando os dedos dele deslizaram pelo tecido, confirmando cada uma das fantasias que tínhamos conversado antes de sair.
—Você tá toda cheia dele —murmurou Ignacio com um sorriso torto, fascinado e ao mesmo tempo perturbado pela cena—. Vem cá.
Sentei-me de pernas abertas sobre as pernas dele, sentindo a própria excitação contida contra meu quadril, e nos perdemos numa troca de beijos molhados, desesperados e carregados de uma adrenalina estranha. Eu adorava beijar Ignacio sabendo que meus lábios estavam cheios de outro, sabendo que a saliva dele se misturava com a de Fer na minha boca. Ele apertava minha cintura, percorria minhas costas e me perguntava detalhes sujos contra minha pele: se eu tinha gritado, se tinha gostado mais do que da primeira vez, se eu ainda sentia a marca dele dentro de mim. E eu, entregue àquela loucura compartilhada, eu respondia tudo com uma honestidade brutal que acendia a gente de um jeito completamente doentio.
Bem mais tarde, quando a gente se deitou na beira da cama, a conversa continuou num tom mais íntimo.
Não precisava entrar em cada detalhe técnico do que tinha rolado porque as provas estavam ali, impregnadas nos lençóis e no meu corpo.
Eu sentia uma mistura estranha de pudor e uma excitação selvagem ao admitir em voz alta as coisas que tinham me feito perder o controle absoluto no hotel.
Me dava uma certa vergonha confessar como eu tinha me entregado sem usar nenhum método de barreira, como eu tinha implorado pra ele me encher por completo, mas essa culpa se dissolvia totalmente ao ver o brilho febril nos olhos do Ignacio, que não só não ficava bravo, mas parecia curtir minha entrega como se fosse uma vitória dele.
O mais surpreendente não era o que eu tinha feito com o Fer, mas descobrir o prazer oculto e sombrio que eu sentia ao ver o Ignacio me ouvindo tão atento, querendo saber cada batida do que eu tinha compartilhado com outro, transformando minha própria transgressão numa ponte que nos unia ainda mais.
No meio daquela confissão febril, olhando nos olhos dele com uma mistura de desafio e perversão, eu avisei que se ele realmente quisesse saber todos os detalhes e ouvir cada palavra, teria que merecer.
— Se você quer mais detalhes, vai ter que me chupar até eu gozar — sussurrei, roçando os lábios dele.
Não precisou dizer duas vezes para Ignacio. Movido pela urgência de saber tudo e pelo calor da cena, ele se acomodou entre minhas pernas sem hesitar um instante. A língua dele deslizou com voracidade, lambendo e chupando cada cantinho com uma intensidade selvagem, sentindo o gosto do Fer misturado comigo enquanto me levava ao limite de novo, me fazendo explodir num orgasmo barulhento e trêmulo em cima dos lençóis. Ele ficou tão excitado com meu tremor e com o que estava saboreando que, ao me ver gozar, se apressou pra gozar também, se deixando cair com todo o peso e derramando o próprio semen quente na minha pélvis, respirando ofegante contra minha pele.
Na manhã seguinte, voltar pro local foi pisar em outro planeta.
Fer já estava atrás do balcão, arrumando umas caixas com uma elegância fingida.
A gente tentou manter as aparências na frente dos funcionários, nos mover com um profissionalismo estrito e agir como se nada de extraordinário tivesse mudado entre a gente na tarde anterior.
Mas era materialmente impossível.
Toda vez que a gente cruzava o olhar, o ar ficava denso. Esbarros deliberados ao passar as notas, sorrisos contidos e alguma mensagem furtiva que vibrava no bolso do avental quebrava o protocolo a todo instante.
Fer me olhava com aquele meio sorriso de superioridade, convencido de que eu continuava sendo uma "trapaceira" incorrigível, e não parava de remoer na cabeça tentando decifrar até onde o Ignacio realmente sabia e como diabos era possível ele estar tão tranquilo com tudo aquilo.
A tarde se arrastava lenta entre telas, planilhas e clientes ocasionais, até que perto das quatro o celular vibrou com força em cima da escrivaninha de madeira.
Era uma mensagem direta do Fer.
Ele abriu a conversa com algo que quebrava por completo a rotina de se verem de forma clandestina ou improvisada.
Fer: Amanhã o local fecha mais cedo. Tenho uma ideia, mas dessa vez a gente joga com outras regras.
Fiquei tonta parada na frente da tela, sentindo o pulso acelerar de uma vez e um arrepio gelado subindo pelas pernas.
— Que regras? — respondi na hora, mordendo o lábio com a respiração curta.
Em poucos segundos veio a resposta dele, fazendo meu peito dar um nó:
Fer: Quero você na minha casa. Só nós dois, sem pressa, e com a porta aberta pra sua bunda saber exatamente a que horas você vai embora... ou se vai ficar pra dormir.
Já não era só uma aventura escondida ou um joguinho de mensagens no trabalho; aquilo tava abrindo a porta pra uma fase completamente nova, mais pesada e perigosa, da qual eu já não sabia se ia querer — ou conseguir — fugir algum dia.
Já de madrugada, com a casa em silêncio e os ecos da proposta do Fer batendo na minha cabeça, me deitei de barriga pra cima na cama do meu quarto, com a penumbra envolvendo tudo.
Abri o Instagram no celular e, com os dedos levemente trêmulos, puxei um pouco a calcinha pro lado pra deixar a pele toda exposta. Tirei uma foto improvisada, escura e direta da minha buceta, uma provocação muda pensada exclusivamente pro chat privado dele.
Mandei sem pensar duas vezes.
Em poucos minutos, a tela vibrou com a resposta dela: uma foto explícita, crua e direta, onde dava pra ver ele duro, com a cabeça rosada brilhando e fios de porra fresca escorrendo pela glande.
Fiquei paralisada olhando a imagem, sabendo exatamente que não havia mais volta para nenhum de nós dois.
Enquanto pensava em ir tomar banho sem escorrer pelos cantos do quarto os restos do Fer, o celular dele vibrou com insistência em cima da mesinha de cabeceira.
O Fer olhou de canto, empalideceu por um segundo e soltou um palavrão em voz baixa: era a mulher dele, perguntando onde ele estava e quando voltava pra casa.
O clima de cumplicidade se quebrou na hora, dando lugar a uma tensão fria e real.
Um susto me fez apressar os movimentos com o coração na boca, sentindo o peso da culpa e da adrenalina misturadas, sentindo ainda o rastro grosso e morno do Fer escorrendo devagar pela perna.
Sem perder um segundo, vesti a calcinha — o tecido absorveu na hora a umidade acumulada, deixando-a encharcada e colada na pele — e terminamos de nos vestir às pressas, com a sensação de que o jogo estava ficando perigosamente perto do abismo.
Na viagem de volta pra casa, com o banco da caminhonete absorvendo o calor do meu corpo e a buceta ainda dilatada e sensível pela intensidade de tudo que a gente tinha vivido, não consegui parar de pensar nem por um segundo no que tinha acabado de acontecer. Cada roçada do tecido molhado era um lembrete constante, um eco físico que me mantinha em estado de choque e tesão ao mesmo tempo, sentindo o peso do sêmen dele ainda guardado dentro de mim, me lembrando da forma mais crua de quem era aquele corpo e a quem pertencia a culpa.
Quando abri a porta de casa, a atmosfera estava em completo silêncio, quebrado só pelo zumbido da geladeira. O Ignacio me esperava acordado na sala, com o celular virado pra cima na mesinha de centro.
Ele já tinha lido a mensagem com os emojis de fogo e o aviso explícito de que eu levava um presentinho pra ele.
Ele não partiu pra cima de mim pra me interrogar nem deixou escapar aquele tipo de ciúme escuro e destrutivo que alguém esperaria encontrar em qualquer outro casal; simplesmente ficou sentado no sofá, me observando com uma mistura de curiosidade, calma absoluta e uma cumplicidade perversa que desmontou completamente minhas defesas.
Me aproximei devagar, sentindo o peso exato da calcinha encharcada e o perfume inconfundível de Fer misturado com meu próprio suor.
—Chegou —disse Ignacio com voz baixa, sem tirar os olhos de mim—. Demorou. Foi tão boa assim?
Mordi o lábio inferior, sentindo o calor subir de novo pelo meu pescoço.
—Você não faz ideia —respondi num sussurro.
Sem dizer mais uma palavra, desabotoei o vestido escuro e o deixei cair lentamente no chão, ficando de pé diante dele exatamente como tinha saído do motel.
Ignacio arregalou um pouco os olhos ao ver o estado em que eu estava; o tecido da roupa íntima aparecia completamente molhado, marcando de forma obscena as curvas do meu corpo.
—Deixa eu ver —murmurou com a voz rouca, estendendo uma mão firme para me tocar e conferir com os próprios dedos a umidade, o calor e os vestígios evidentes do que tinha acabado de acontecer.
Soltei um suspiro longo e trêmulo quando os dedos dele deslizaram pelo tecido, confirmando cada uma das fantasias que tínhamos conversado antes de sair.
—Você tá toda cheia dele —murmurou Ignacio com um sorriso torto, fascinado e ao mesmo tempo perturbado pela cena—. Vem cá.
Sentei-me de pernas abertas sobre as pernas dele, sentindo a própria excitação contida contra meu quadril, e nos perdemos numa troca de beijos molhados, desesperados e carregados de uma adrenalina estranha. Eu adorava beijar Ignacio sabendo que meus lábios estavam cheios de outro, sabendo que a saliva dele se misturava com a de Fer na minha boca. Ele apertava minha cintura, percorria minhas costas e me perguntava detalhes sujos contra minha pele: se eu tinha gritado, se tinha gostado mais do que da primeira vez, se eu ainda sentia a marca dele dentro de mim. E eu, entregue àquela loucura compartilhada, eu respondia tudo com uma honestidade brutal que acendia a gente de um jeito completamente doentio.
Bem mais tarde, quando a gente se deitou na beira da cama, a conversa continuou num tom mais íntimo.
Não precisava entrar em cada detalhe técnico do que tinha rolado porque as provas estavam ali, impregnadas nos lençóis e no meu corpo.
Eu sentia uma mistura estranha de pudor e uma excitação selvagem ao admitir em voz alta as coisas que tinham me feito perder o controle absoluto no hotel.
Me dava uma certa vergonha confessar como eu tinha me entregado sem usar nenhum método de barreira, como eu tinha implorado pra ele me encher por completo, mas essa culpa se dissolvia totalmente ao ver o brilho febril nos olhos do Ignacio, que não só não ficava bravo, mas parecia curtir minha entrega como se fosse uma vitória dele.
O mais surpreendente não era o que eu tinha feito com o Fer, mas descobrir o prazer oculto e sombrio que eu sentia ao ver o Ignacio me ouvindo tão atento, querendo saber cada batida do que eu tinha compartilhado com outro, transformando minha própria transgressão numa ponte que nos unia ainda mais.
No meio daquela confissão febril, olhando nos olhos dele com uma mistura de desafio e perversão, eu avisei que se ele realmente quisesse saber todos os detalhes e ouvir cada palavra, teria que merecer.
— Se você quer mais detalhes, vai ter que me chupar até eu gozar — sussurrei, roçando os lábios dele.
Não precisou dizer duas vezes para Ignacio. Movido pela urgência de saber tudo e pelo calor da cena, ele se acomodou entre minhas pernas sem hesitar um instante. A língua dele deslizou com voracidade, lambendo e chupando cada cantinho com uma intensidade selvagem, sentindo o gosto do Fer misturado comigo enquanto me levava ao limite de novo, me fazendo explodir num orgasmo barulhento e trêmulo em cima dos lençóis. Ele ficou tão excitado com meu tremor e com o que estava saboreando que, ao me ver gozar, se apressou pra gozar também, se deixando cair com todo o peso e derramando o próprio semen quente na minha pélvis, respirando ofegante contra minha pele.Na manhã seguinte, voltar pro local foi pisar em outro planeta.
Fer já estava atrás do balcão, arrumando umas caixas com uma elegância fingida.
A gente tentou manter as aparências na frente dos funcionários, nos mover com um profissionalismo estrito e agir como se nada de extraordinário tivesse mudado entre a gente na tarde anterior.
Mas era materialmente impossível.
Toda vez que a gente cruzava o olhar, o ar ficava denso. Esbarros deliberados ao passar as notas, sorrisos contidos e alguma mensagem furtiva que vibrava no bolso do avental quebrava o protocolo a todo instante.
Fer me olhava com aquele meio sorriso de superioridade, convencido de que eu continuava sendo uma "trapaceira" incorrigível, e não parava de remoer na cabeça tentando decifrar até onde o Ignacio realmente sabia e como diabos era possível ele estar tão tranquilo com tudo aquilo.
A tarde se arrastava lenta entre telas, planilhas e clientes ocasionais, até que perto das quatro o celular vibrou com força em cima da escrivaninha de madeira.
Era uma mensagem direta do Fer.
Ele abriu a conversa com algo que quebrava por completo a rotina de se verem de forma clandestina ou improvisada.
Fer: Amanhã o local fecha mais cedo. Tenho uma ideia, mas dessa vez a gente joga com outras regras.
Fiquei tonta parada na frente da tela, sentindo o pulso acelerar de uma vez e um arrepio gelado subindo pelas pernas.
— Que regras? — respondi na hora, mordendo o lábio com a respiração curta.
Em poucos segundos veio a resposta dele, fazendo meu peito dar um nó:
Fer: Quero você na minha casa. Só nós dois, sem pressa, e com a porta aberta pra sua bunda saber exatamente a que horas você vai embora... ou se vai ficar pra dormir.
Já não era só uma aventura escondida ou um joguinho de mensagens no trabalho; aquilo tava abrindo a porta pra uma fase completamente nova, mais pesada e perigosa, da qual eu já não sabia se ia querer — ou conseguir — fugir algum dia.
Já de madrugada, com a casa em silêncio e os ecos da proposta do Fer batendo na minha cabeça, me deitei de barriga pra cima na cama do meu quarto, com a penumbra envolvendo tudo.
Abri o Instagram no celular e, com os dedos levemente trêmulos, puxei um pouco a calcinha pro lado pra deixar a pele toda exposta. Tirei uma foto improvisada, escura e direta da minha buceta, uma provocação muda pensada exclusivamente pro chat privado dele.
Mandei sem pensar duas vezes.Em poucos minutos, a tela vibrou com a resposta dela: uma foto explícita, crua e direta, onde dava pra ver ele duro, com a cabeça rosada brilhando e fios de porra fresca escorrendo pela glande.
Fiquei paralisada olhando a imagem, sabendo exatamente que não havia mais volta para nenhum de nós dois.
1 comentários - Cuckold - 07 Volta pra casa - foto real