Oi, tudo bem! Hoje vou contar a história de quando um caminhoneiro me fez de sua garota, uma das melhores experiências que já tive.
Já fazia um tempo que eu curtia ser um carinha passivo com coroas, mas só rolava pelo chat. Eu tinha descoberto que adorava como os coroas me tratavam, muito mais dominadores e românticos que os outros homens.
Aí um dia chegou uma notificação de,Caminhoneiro com lugar, assim que a gente começou a conversar, ele ficou bem dominante, sempre mandando, e isso me deixou muito excitada.
- Oi, gata, então você tá atrás de um coroa maduro? Eu posso te servir...
- Oi, senhor, o senhor acha mesmo?
- Pode crer, meu amor, eu posso te fazer minha mulher.
Me excitava pra caralho o jeito que ele me tratava, então a gente continuou conversando e ele me contou que já tinha passado dos 50 e que a fantasia dele era ter um garoto promíscuo pra fazer dele sua gatinha. Eu nunca tinha feito nada daquilo, mas já tava curtindo todo aquele mambo, e com vários outros coroas eu já tinha falado sobre isso, então sabia como entrar no jogo. Só que, como com os outros, eu achava que ia ser só um papo quente e ia ficar por ali, mas me surpreendeu ver que os dias passavam e ele continuava falando comigo, contando mais coisas que queria fazer e como tava doido pra eu fazer parte das fantasias dele. Aí ele me perguntou se eu queria ver o amigo dele, eu disse que sim, e ele me mandou isso.
Eu não podia acreditar no tamanho daquela pica, me deixou com um tesão danado, e ainda mais com a mensagem que veio depois
—Cê gosta? Vai me chupar inteira.
Na mesma hora, me senti na obrigação de retribuir esse presente mandando uma foto da minha raba.
O que me deixou tão excitado que ele me mandou mais fotos da rola dele e áudios bem safados contando todas as coisas que ia fazer comigo.Mmm, que bundinha promíscua, você não sabe como eu vou te chupar, vou meter minha língua até o fundo e, com a calcinha fio dental ainda em você, vou te dar a foda da sua vida, você nunca mais vai esquecer...Eu tava explodindo de prazer só de ouvir ele, então na hora tive que bater uma pra aliviar meu tesão. Com o passar dos dias, a gente continuou conversando e ele me contou que trabalhava como caminhoneiro, e naquele momento começamos a fantasiar sobre ele me pegar na estrada e me comer no caminhão.
Assim os dias foram passando e eu continuava enrolando ele, dizendo que hoje não dava, amanhã também não, e ele cada vez mais insistente pra gente se encontrar, até que num momento ele me fala:
- Olha o que eu comprei pra você.
E de novo ela me tinha jogada aos seus pés... Com essas coisas só mostrava a vontade que tinha de me comer e como não ia parar até encher minha bunda de porra como sempre me dizia, pouco tempo depois acabei combinando um encontro com ele e longe de se acalmar ele ficou mais doido, cada vez mais fotos da pica dele (que eu amava que ele me mandasse) e sobre como ele ia me comer. No dia anterior ele me mandou duas fotos que tiraram completamente a puta que existia dentro de mim.Quando você entrar aqui amanhã, vai virar minha putinha.
Ela estava tão gostosa que eu não aguentei, tive que puxar ela pra perto e meter a mão naquela buceta molhada.Aqui eu vou te fazer minha mulher
Finalmente chegou o dia e combinamos que ele me pegaria no caminhão perto da faculdade onde eu estudava na época. Conforme eu me aproximava do caminhão, mais explodia de tesão, era daqueles caminhões velhos super espaçosos por dentro e parecia meio sujo, bem entrei e como ele tinha me dito, me deu um beijo na boca e me disse:Oi, gostosa!Nesse mesmo instante senti um pouco de precum escorrendo e manchando minha cueca, algo que só a presença de um macho de verdade pode causar. Já olhando com mais calma, ele era tudo que eu procurava num homem: maduro, com cara clara de velho, muita barriga, corpulento e com uma cara de safado e pervertido. Bem, saímos pra estrada e, já sem semáforos, vendo que eu tava meio nervoso, ele pediu pra eu me aproximar dele pra ficarmos mais juntos. Em um minuto, deixando só uma mão no volante, levou a outra pra calça e tirou pra fora aquele pau de macho que ficou balançando. Pediu pra eu chegar mais perto e começar a brincar do jeito que ele sabe que eu gosto. Na hora, assumi meu papel naquela relação e, com minha cueca encharcada de precum, agarrei aquele membro com vontade. Não podia acreditar no quanto tava quente e grosso. Ele começou a pulsar aos poucos e foi ficando ainda maior só de eu estar segurando. Comecei a bater uma punheta com gosto e, com o precum que saía, passava na cabeça ou juntava com os dedos e levava à boca.
— Cê gosta de macho que seja sua putinha? — ele dizia enquanto eu batia com força.
— Ai, Ema! Olha como você bate, que talento divino! Chega mais, me dá um beijinho...
Como consegui, me contorci, passando minha cabeça por baixo do braço dele, do tronco até as bolas, pra depois começar a lamber das bolas até a cabeça. E quando comecei a enfiar a cabeça aos poucos, ele mandou eu parar e olhar no bolso da bolsa que tava na cama. Quando abri, não podia acreditar: estavam a calcinha fio dental e um batom vermelho. Ele mandou eu vestir tudo e só depois voltar a chupar. Na hora, comecei a me despir em pé, sem me importar se os carros que passavam me viam, que soubessem que eu tava prestes a me tornar a putinha de um bom macho. Quando ele viu meu pintinho todo molhado de tesão, riu e disse:
— Olha como você tava com a buceta molhada, tava doida pra comer esse pau, hein?
Na mesma hora, passei o batom nos lábios e me ajoelhei pra chupar aquele pau com tudo. as forças que eu tinha, tava louca, a cada poucas chupadas eu tirava ele da boca pra cuspir e lubrificar mais, com a intenção de conseguir enfiar mais fundo ainda, ouvir ele gemer me excitava cada vez mais
- Uai sim emiii como você chupa meu amorrr Aaaaah vai vai putinha chupa engole tudo vai
Assim até que ele começou a tentar foder minha boca, mas como eu não aguentava, eu tirava ele a cada duas ou três investidas até que ele cansou e parou de repente, eu não sabia o que tava acontecendo porque ele parou e como pude me agarrei nele pra não sair girando na cabine, ele se virou de lado no banco, segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a me dar pica na boca que nem um louco, eu não aguentava muito mas não conseguia me soltar fácil porque ele segurava muito forte e assim ficou por vários minutos pela cabine toda até que me encurralou entre a cama e o banco do motorista, eu já não podia fazer nada além de tentar acalmar as investidas dele com minhas mãos mas ele era muito forte então acabei cedendo e tendo ânsia a toda hora enquanto ele fodiaminha boca do jeito que mais dava prazer pra ele.
Assim ficou por vários minutos, a saliva já enchia todo meu peito e a pica dele, então ele parou e me levantou como um saco de batatas, me jogou na cama dele, abriu minhas pernas, afastou minha calcinha fio dental e em questão de segundos já tinha a cara toda afundada na minha bucetinha pequena, eu não podia acreditar no prazer que ele tava me fazendo sentir com a língua, sentia a força que ele tinha pra me abrir na base do empurrão e como me enchia de saliva na hora, enquanto isso de vez em quando eu me esticava como dava pra ver a pica dele e contemplar como tava super dura e pulsando pedindo aos gritos pra tomar o lugar da língua, ele se levantou depois de uns minutos e me fez chupar mais um pouco a pica dele pra eu lubrificar enquanto ele me deixava deitada na cama enfiando um dedo que entrava com relativa facilidade, então ele me sentou na cama, abriu minhas pernas de novo e tentou enfiar o membro dele escorrendo saliva e pra mim surpresa, a cabeça entrou com bastante facilidade, claro que depois eu ia perceber que com tanta língua e dedo que ele tinha me dado, tinha deixado tudo bem dilatado, naquele momento ficamos nos olhando fixamente por um instante, ele me deu um beijo de língua e me disse:Prepara essa buceta, gostosa, porque hoje eu te faço minha mulher...E começou com a investida, entrando aos poucos, cada vez mais pau, sempre me encarando fixo e brincando com meus peitinhos. Mas a empolgação durou pouco, porque depois disso ele não conseguiu entrar muito mais, então paramos e ele me disse pra irmos pra casa dele, que lá ele estava mais preparado e a gente ia aproveitar melhor. A casa dele era relativamente perto, porque em poucos minutos já estávamos lá. Uma casa bem decadente e bem afastada de qualquer centro urbano, toda aquela aura de marginalidade me deixava mais e mais excitada. Quando entramos, ele me deu uns beijos bem profundos e disse pra eu esperar um momento. Eu não podia acreditar, ele voltou com um vestido vermelho super apertado, pedindo pra eu experimentar, e um pote de lubrificante. Eu topei e comecei a desfilar pra ele ali na cozinha-sala dele. Ele sentou numa cadeira com aquela pica enorme pra fora, se jogou um jato de lubrificante e começou a bater uma enquanto me olhava. Toda aquela sequência me excitava pra caralho, eu me sentia tão puta e eufórica. Depois ele fez sinal com a mão pra eu chegar perto, o que eu obedeci na hora, e me agarrou por trás, se jogou um pouco de lubrificante nos dedos e começou a me dedar com tudo. Ele enfiava um e depois dois, aqueles dedos grossos iam e voltavam, eu não aguentava de tanto prazer, até que num momento ele me jogou contra a mesa, apoiou a cabeça na minha bunda e começou a pressionar. Não precisou de muito pra ele entrar de novo, e pro tronco ele espalhou ainda mais lubrificante, e foi aí que começou o vai e vem. Primeiro delicado e devagar, eu gemia e gemia de prazer, e depois investidas rápidas e profundas que eu mal aguentava em pé. Ele me agarrava de onde dava, às vezes na cadeira, outras nas pontas da mesa, enquanto ria e me dizia:Você gosta, vadia? haha era isso que você queria, né? Quem procura acha, vadia. Agora vou descontar tudo em você!... Toma, vadia gulosa!...Eu não respondia nada, estava totalmente em transe, só sentindo aquele membro enorme entrando e saindo das minhas entranhas, até que ele começou a bufar como um touro e eu sentia a pica ficando mais grossa lá dentro, e pedi por favor pra ele tirar e gozar fora. Pra minha surpresa, ele tirou e me encheu de porra no cabelo e nas costas. A quantidade de porra que ele tinha jorrado era uma loucura. Totalmente exaustos, nós dois nos jogamos num sofá que tinha por perto. Eu estava toda dolorida, das costas até a buceta, e ali ficamos meio cochilando, meio abraçados e saciados dos nossos prazeres. Depois disso, voltamos a nós, olhamos as horas e já eram 15:30 passadas (eu tinha subido no caminhão umas 12). Ficamos um tempo conversando e rindo à toa, e ele me dizia:
— Que bem que você aguentou, putinha. Seu cu é muito aguentador, aguentou de boa, kkk.
— Ué, é que do jeito que você me tratou, igual um macho, o cu só abriu.
— Tá pronta pra mais uma volta, meu amor? (E começou a me apalpar e dar tapas fortes na minha bunda.)
— Ai não, papi, agora não. Deixa eu descansar um pouco, você deixou meu cu na miséria.
— Tá bom, putinha, mas olha como eu tô. Vai me deixar na mão?
Aí eu entendi que tinha que usar minha boca e deixar ele me comer de novo à vontade. E assim comecei, naquele sofá que tinha um cheiro estranho, a chupar a pica dura e cheia de cheiro de porra e lubrificante, lambendo a cabeça, o tronco, as bolas, batendo uma de vez em quando e enfiando tudo de novo na boca. Ficamos assim uns 20 minutos, mais ou menos, até que eu fiz ele gozar na base de punheta e boquete, mas não engoli porque ainda tinha medo disso, kkk. Depois disso, pedi pra usar o banheiro pra me lavar e poder ir embora. E enquanto eu tava lá, ele entrou com a pica dura e o lubrificante na mão. Eu sabia que não ia escapar do que vinha. Ele encheu a pica de lubrificante, assim como minha bunda pequena, e começou o vai e vem intenso contra a parede. Eu mal conseguia ficar de pé, então jogava meu peso em cima dele pra fazer menos esforço. Ele me tirou de lá... Tomou banho e me fez ficar de quatro e começou a me bombar com mais força até que me fez ajoelhar e jogou toda aquela porra quente na minha cara, que eu tava morrendo de vontade de engolir, mas não fiz, e daí fui pro banheiro de novo pra gente se lavar junto porque eu tava sujo de novo. Já na minha casa, percebi que no encontro inteiro ele nunca tinha tocado no meu pau, nem eu, e que mesmo fazendo ele gozar três vezes, eu não tinha gozado nenhuma, isso me deixou mais excitado e assim que me toquei, gozei uma porrada de porra como nunca antes.
E foi assim que ele virou meu homem e amante por quase dois anos, se vocês quiserem que eu conte outras histórias que vivi com ele, comentem! E desculpa porque ficou tão longo, mas é que aconteceu muita coisa kkkk
Já fazia um tempo que eu curtia ser um carinha passivo com coroas, mas só rolava pelo chat. Eu tinha descoberto que adorava como os coroas me tratavam, muito mais dominadores e românticos que os outros homens.
Aí um dia chegou uma notificação de,Caminhoneiro com lugar, assim que a gente começou a conversar, ele ficou bem dominante, sempre mandando, e isso me deixou muito excitada.
- Oi, gata, então você tá atrás de um coroa maduro? Eu posso te servir...
- Oi, senhor, o senhor acha mesmo?
- Pode crer, meu amor, eu posso te fazer minha mulher.
Me excitava pra caralho o jeito que ele me tratava, então a gente continuou conversando e ele me contou que já tinha passado dos 50 e que a fantasia dele era ter um garoto promíscuo pra fazer dele sua gatinha. Eu nunca tinha feito nada daquilo, mas já tava curtindo todo aquele mambo, e com vários outros coroas eu já tinha falado sobre isso, então sabia como entrar no jogo. Só que, como com os outros, eu achava que ia ser só um papo quente e ia ficar por ali, mas me surpreendeu ver que os dias passavam e ele continuava falando comigo, contando mais coisas que queria fazer e como tava doido pra eu fazer parte das fantasias dele. Aí ele me perguntou se eu queria ver o amigo dele, eu disse que sim, e ele me mandou isso.
Eu não podia acreditar no tamanho daquela pica, me deixou com um tesão danado, e ainda mais com a mensagem que veio depois —Cê gosta? Vai me chupar inteira.
Na mesma hora, me senti na obrigação de retribuir esse presente mandando uma foto da minha raba.
O que me deixou tão excitado que ele me mandou mais fotos da rola dele e áudios bem safados contando todas as coisas que ia fazer comigo.Mmm, que bundinha promíscua, você não sabe como eu vou te chupar, vou meter minha língua até o fundo e, com a calcinha fio dental ainda em você, vou te dar a foda da sua vida, você nunca mais vai esquecer...Eu tava explodindo de prazer só de ouvir ele, então na hora tive que bater uma pra aliviar meu tesão. Com o passar dos dias, a gente continuou conversando e ele me contou que trabalhava como caminhoneiro, e naquele momento começamos a fantasiar sobre ele me pegar na estrada e me comer no caminhão. Assim os dias foram passando e eu continuava enrolando ele, dizendo que hoje não dava, amanhã também não, e ele cada vez mais insistente pra gente se encontrar, até que num momento ele me fala:
- Olha o que eu comprei pra você.
E de novo ela me tinha jogada aos seus pés... Com essas coisas só mostrava a vontade que tinha de me comer e como não ia parar até encher minha bunda de porra como sempre me dizia, pouco tempo depois acabei combinando um encontro com ele e longe de se acalmar ele ficou mais doido, cada vez mais fotos da pica dele (que eu amava que ele me mandasse) e sobre como ele ia me comer. No dia anterior ele me mandou duas fotos que tiraram completamente a puta que existia dentro de mim.Quando você entrar aqui amanhã, vai virar minha putinha.
Ela estava tão gostosa que eu não aguentei, tive que puxar ela pra perto e meter a mão naquela buceta molhada.Aqui eu vou te fazer minha mulher
Finalmente chegou o dia e combinamos que ele me pegaria no caminhão perto da faculdade onde eu estudava na época. Conforme eu me aproximava do caminhão, mais explodia de tesão, era daqueles caminhões velhos super espaçosos por dentro e parecia meio sujo, bem entrei e como ele tinha me dito, me deu um beijo na boca e me disse:Oi, gostosa!Nesse mesmo instante senti um pouco de precum escorrendo e manchando minha cueca, algo que só a presença de um macho de verdade pode causar. Já olhando com mais calma, ele era tudo que eu procurava num homem: maduro, com cara clara de velho, muita barriga, corpulento e com uma cara de safado e pervertido. Bem, saímos pra estrada e, já sem semáforos, vendo que eu tava meio nervoso, ele pediu pra eu me aproximar dele pra ficarmos mais juntos. Em um minuto, deixando só uma mão no volante, levou a outra pra calça e tirou pra fora aquele pau de macho que ficou balançando. Pediu pra eu chegar mais perto e começar a brincar do jeito que ele sabe que eu gosto. Na hora, assumi meu papel naquela relação e, com minha cueca encharcada de precum, agarrei aquele membro com vontade. Não podia acreditar no quanto tava quente e grosso. Ele começou a pulsar aos poucos e foi ficando ainda maior só de eu estar segurando. Comecei a bater uma punheta com gosto e, com o precum que saía, passava na cabeça ou juntava com os dedos e levava à boca.— Cê gosta de macho que seja sua putinha? — ele dizia enquanto eu batia com força.
— Ai, Ema! Olha como você bate, que talento divino! Chega mais, me dá um beijinho...
Como consegui, me contorci, passando minha cabeça por baixo do braço dele, do tronco até as bolas, pra depois começar a lamber das bolas até a cabeça. E quando comecei a enfiar a cabeça aos poucos, ele mandou eu parar e olhar no bolso da bolsa que tava na cama. Quando abri, não podia acreditar: estavam a calcinha fio dental e um batom vermelho. Ele mandou eu vestir tudo e só depois voltar a chupar. Na hora, comecei a me despir em pé, sem me importar se os carros que passavam me viam, que soubessem que eu tava prestes a me tornar a putinha de um bom macho. Quando ele viu meu pintinho todo molhado de tesão, riu e disse:
— Olha como você tava com a buceta molhada, tava doida pra comer esse pau, hein?
Na mesma hora, passei o batom nos lábios e me ajoelhei pra chupar aquele pau com tudo. as forças que eu tinha, tava louca, a cada poucas chupadas eu tirava ele da boca pra cuspir e lubrificar mais, com a intenção de conseguir enfiar mais fundo ainda, ouvir ele gemer me excitava cada vez mais
- Uai sim emiii como você chupa meu amorrr Aaaaah vai vai putinha chupa engole tudo vai
Assim até que ele começou a tentar foder minha boca, mas como eu não aguentava, eu tirava ele a cada duas ou três investidas até que ele cansou e parou de repente, eu não sabia o que tava acontecendo porque ele parou e como pude me agarrei nele pra não sair girando na cabine, ele se virou de lado no banco, segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a me dar pica na boca que nem um louco, eu não aguentava muito mas não conseguia me soltar fácil porque ele segurava muito forte e assim ficou por vários minutos pela cabine toda até que me encurralou entre a cama e o banco do motorista, eu já não podia fazer nada além de tentar acalmar as investidas dele com minhas mãos mas ele era muito forte então acabei cedendo e tendo ânsia a toda hora enquanto ele fodiaminha boca do jeito que mais dava prazer pra ele.
Assim ficou por vários minutos, a saliva já enchia todo meu peito e a pica dele, então ele parou e me levantou como um saco de batatas, me jogou na cama dele, abriu minhas pernas, afastou minha calcinha fio dental e em questão de segundos já tinha a cara toda afundada na minha bucetinha pequena, eu não podia acreditar no prazer que ele tava me fazendo sentir com a língua, sentia a força que ele tinha pra me abrir na base do empurrão e como me enchia de saliva na hora, enquanto isso de vez em quando eu me esticava como dava pra ver a pica dele e contemplar como tava super dura e pulsando pedindo aos gritos pra tomar o lugar da língua, ele se levantou depois de uns minutos e me fez chupar mais um pouco a pica dele pra eu lubrificar enquanto ele me deixava deitada na cama enfiando um dedo que entrava com relativa facilidade, então ele me sentou na cama, abriu minhas pernas de novo e tentou enfiar o membro dele escorrendo saliva e pra mim surpresa, a cabeça entrou com bastante facilidade, claro que depois eu ia perceber que com tanta língua e dedo que ele tinha me dado, tinha deixado tudo bem dilatado, naquele momento ficamos nos olhando fixamente por um instante, ele me deu um beijo de língua e me disse:Prepara essa buceta, gostosa, porque hoje eu te faço minha mulher...E começou com a investida, entrando aos poucos, cada vez mais pau, sempre me encarando fixo e brincando com meus peitinhos. Mas a empolgação durou pouco, porque depois disso ele não conseguiu entrar muito mais, então paramos e ele me disse pra irmos pra casa dele, que lá ele estava mais preparado e a gente ia aproveitar melhor. A casa dele era relativamente perto, porque em poucos minutos já estávamos lá. Uma casa bem decadente e bem afastada de qualquer centro urbano, toda aquela aura de marginalidade me deixava mais e mais excitada. Quando entramos, ele me deu uns beijos bem profundos e disse pra eu esperar um momento. Eu não podia acreditar, ele voltou com um vestido vermelho super apertado, pedindo pra eu experimentar, e um pote de lubrificante. Eu topei e comecei a desfilar pra ele ali na cozinha-sala dele. Ele sentou numa cadeira com aquela pica enorme pra fora, se jogou um jato de lubrificante e começou a bater uma enquanto me olhava. Toda aquela sequência me excitava pra caralho, eu me sentia tão puta e eufórica. Depois ele fez sinal com a mão pra eu chegar perto, o que eu obedeci na hora, e me agarrou por trás, se jogou um pouco de lubrificante nos dedos e começou a me dedar com tudo. Ele enfiava um e depois dois, aqueles dedos grossos iam e voltavam, eu não aguentava de tanto prazer, até que num momento ele me jogou contra a mesa, apoiou a cabeça na minha bunda e começou a pressionar. Não precisou de muito pra ele entrar de novo, e pro tronco ele espalhou ainda mais lubrificante, e foi aí que começou o vai e vem. Primeiro delicado e devagar, eu gemia e gemia de prazer, e depois investidas rápidas e profundas que eu mal aguentava em pé. Ele me agarrava de onde dava, às vezes na cadeira, outras nas pontas da mesa, enquanto ria e me dizia:Você gosta, vadia? haha era isso que você queria, né? Quem procura acha, vadia. Agora vou descontar tudo em você!... Toma, vadia gulosa!...Eu não respondia nada, estava totalmente em transe, só sentindo aquele membro enorme entrando e saindo das minhas entranhas, até que ele começou a bufar como um touro e eu sentia a pica ficando mais grossa lá dentro, e pedi por favor pra ele tirar e gozar fora. Pra minha surpresa, ele tirou e me encheu de porra no cabelo e nas costas. A quantidade de porra que ele tinha jorrado era uma loucura. Totalmente exaustos, nós dois nos jogamos num sofá que tinha por perto. Eu estava toda dolorida, das costas até a buceta, e ali ficamos meio cochilando, meio abraçados e saciados dos nossos prazeres. Depois disso, voltamos a nós, olhamos as horas e já eram 15:30 passadas (eu tinha subido no caminhão umas 12). Ficamos um tempo conversando e rindo à toa, e ele me dizia:
— Que bem que você aguentou, putinha. Seu cu é muito aguentador, aguentou de boa, kkk.
— Ué, é que do jeito que você me tratou, igual um macho, o cu só abriu.
— Tá pronta pra mais uma volta, meu amor? (E começou a me apalpar e dar tapas fortes na minha bunda.)
— Ai não, papi, agora não. Deixa eu descansar um pouco, você deixou meu cu na miséria.
— Tá bom, putinha, mas olha como eu tô. Vai me deixar na mão?
Aí eu entendi que tinha que usar minha boca e deixar ele me comer de novo à vontade. E assim comecei, naquele sofá que tinha um cheiro estranho, a chupar a pica dura e cheia de cheiro de porra e lubrificante, lambendo a cabeça, o tronco, as bolas, batendo uma de vez em quando e enfiando tudo de novo na boca. Ficamos assim uns 20 minutos, mais ou menos, até que eu fiz ele gozar na base de punheta e boquete, mas não engoli porque ainda tinha medo disso, kkk. Depois disso, pedi pra usar o banheiro pra me lavar e poder ir embora. E enquanto eu tava lá, ele entrou com a pica dura e o lubrificante na mão. Eu sabia que não ia escapar do que vinha. Ele encheu a pica de lubrificante, assim como minha bunda pequena, e começou o vai e vem intenso contra a parede. Eu mal conseguia ficar de pé, então jogava meu peso em cima dele pra fazer menos esforço. Ele me tirou de lá... Tomou banho e me fez ficar de quatro e começou a me bombar com mais força até que me fez ajoelhar e jogou toda aquela porra quente na minha cara, que eu tava morrendo de vontade de engolir, mas não fiz, e daí fui pro banheiro de novo pra gente se lavar junto porque eu tava sujo de novo. Já na minha casa, percebi que no encontro inteiro ele nunca tinha tocado no meu pau, nem eu, e que mesmo fazendo ele gozar três vezes, eu não tinha gozado nenhuma, isso me deixou mais excitado e assim que me toquei, gozei uma porrada de porra como nunca antes.
E foi assim que ele virou meu homem e amante por quase dois anos, se vocês quiserem que eu conte outras histórias que vivi com ele, comentem! E desculpa porque ficou tão longo, mas é que aconteceu muita coisa kkkk
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