Capricho da minha esposa

Ficamos bem próximos da pista de dança, na companhia de membros daquela empresa, porque a ideia era que conhecêssemos o pessoal deles e que eles fizessem dessa atividade uma noite agradável para nós, os convidados. Éramos oito pessoas naquela mesa, três casais e dois homens sozinhos. Quando a música começou a tocar, todos saímos para dançar, menos aqueles dois senhores, bem jovens, que foram designados para nos fazer companhia.
Passadas duas rodadas de dança, considerei que aqueles jovens estavam entediados de nos ver dançar, então insinuei que, se quisessem, podiam dançar com minha esposa. Outro casal se manifestou da mesma forma, então aqueles rapazes se atreveram a convidar nossas esposas para dançar. Elas não os recusaram, e tanto eu quanto o outro marido ficamos vendo nossas esposas dançarem com aqueles jovens, que, pelo que observamos, estavam agradando.
Dava para ver que havia empatia entre eles e nossas mulheres, então ficaram na pista o tempo todo em que a música tocou. E, depois de dançarem duas rodadas seguidas, voltaram para a mesa. "Parece que a coisa tá agradando", eu disse, quando elas acabaram de se sentar. "Tem que aproveitar", respondeu uma delas. "Vocês gostam de ficar falando de trabalho, então a gente aproveita e dá uma escapadinha. Não é mesmo, Laura?" "Claro", respondeu minha esposa. "Isso não se vê todo dia." "Bom, rapazes", eu disse, "então se preparem, porque essas senhoras não vão deixar vocês descansarem a noite toda."
Na rodada seguinte, ficamos conversando e bebendo uns drinks, dando um respiro para todos. Quando começou a outra, eu, pelo menos, tirei minha esposa para dançar, e vi que a outra senhora saía de novo com um dos rapazes. "E eles dançam bem pra caralho?", perguntei à minha esposa enquanto dançávamos ao lado do outro casal. "Sim, eles são bons nisso", disse ela. "Têm ritmo, são respeitosos e conversam agradavelmente."
A música ainda não tinha acabado, e voltamos à mesa. O outro rapaz, que estava lá, deve ter feito algum gesto ou sinal que eu não percebi, porque minha mulher nem se sentou, mas esperou o jovem que acabava de se levantar e voltaram para a pista de dança. De modo que, ao me acomodar ali, vi os dois se afastando em direção à pista e começando a dançar. A música estava bem animada, então justifiquei o fato de minha esposa decidir continuar na atividade, bem antes de começarem a servir a comida. O tempo tinha passado voando e eu tinha me entretido conversando com vários colegas e conhecidos enquanto minha esposa dançava. Aquele homem estava bem atencioso com minha mulher, e eu via aquilo com bons olhos, pois se tratava dos anfitriões e queriam nos causar, pensava eu, boa impressão. Então continuamos compartilhando durante o jantar.

Terminada a comida, a música dançante começou a tocar de novo. Eu tomei a iniciativa e a tirei para dançar. Quando começou uma nova leva, nosso anfitrião se adiantou e convidou minha esposa para dançar, que, sem nenhum reparo, aceitou e saiu novamente para dançar com ele. Ao que parecia, nossos anfitriões tinham agradado nossas esposas.

A música ficou lenta e romântica, e nossos casais continuavam na pista de dança, então prestamos atenção para vê-los. A música, a hora, o ritmo, sei lá, sugeria uma proximidade de corpos durante a dança e, claro, era exatamente isso que estávamos observando. Ambos os casais já dançavam bem quente. Até comentamos com o colega que, no ritmo em que aquelas iam, referindo-nos às nossas esposas, iam acabar na cama com eles, mas longe de imaginar qualquer coisa, seguimos conversando e observando o que acontecia. Nada fora do normal, só que dançavam bem agarradinhos. Era só isso.

Eram quase duas da manhã quando eles voltaram à mesa. Minha esposa nem chegou a se sentar, e disse que ia ao banheiro se arrumar um pouco. O homem, sim, fazendo um sinal de despedida para ela, sentou-se ao meu lado. "Gosto da sua senhora", me disse. Ele Olhei meio surpreso e ri, mas meio curioso apontou; obrigado, considero um elogio. Mas, de onde veio isso?, perguntei. Não, é só que gostei de dançar com ela, ela dança muito bem e me passou pela cabeça se ela se mexe igual na cama, respondeu. Ri de novo impulsivamente e, meio sério, perguntei, e é que você quer transar com ela? Bom, se vocês me derem a oportunidade, sim, respondeu. Do que vocês dois conversaram enquanto dançavam, posso saber?, perguntei. Bom, nada de especial. O de sempre entre um homem e uma mulher; o senhor sabe. Eu, não vou negar, fiquei paquerando a sua esposa e tive a impressão de que ela gostava de tudo isso. Eu disse que o jeito dela dançar me deixava muito excitado e fiz ela sentir que eu estava bem tarado... mas, quero dizer ao senhor, sem faltar com o respeito. Fui direto com ela e disse que queria saber se ela se mexia tão bem na cama quanto na pista de dança. E ela me respondeu que isso eu teria que verificar pessoalmente. Então respondi que eu adoraria. Entendi isso como um sim. Depois perguntei como é que a gente ia fazer. Então ela me disse que tudo era possível, sem rodeios, mas que teríamos que contar com o senhor, porque ela não fazia nada sem o seu consentimento. E é por isso que me atrevi a falar com o senhor do jeito que estou falando. Mas, eu disse, ela não me contou nada. Bom, ela me pediu para eu fazer isso. E o senhor, perguntei, não tem medo da minha possível reação? Ela me disse, respondeu, que já enfrentaram situações assim outras vezes, e que pode acontecer. É só que não tínhamos isso em mente esta noite. O senhor sabe que horas são?, eu disse. Sei, respondeu, talvez a gente não demore muito. E para onde vamos a essa hora? Eu tenho quarto no hotel, indicou. Lembre-se de que estou só de passagem e estou hospedado aqui mesmo. Muito conveniente, apontei. É só uma coincidência, replicou ele. Se der, ótimo. Se não der, também. Bom, vamos esperar ela chegar e decidimos o que fazer, respondi.
Pouco depois ela chegou, bem produzida. Zero km e bem apetitosa de se olhar. Bom, aí o Oscar, que era o nome dele, me contou o plano. Você topa? Não sei de que plano você tá falando, respondeu. Fiquei olhando pra ele, que na hora interveio e disse, bom, se vocês toparem, a gente pode subir pro meu quarto, porque tô hospedado aqui, e a gente curte um tempo juntos. Pra mim tá ótimo, disse ela, se você não se importar. E o que eu vou me importar, se já tinham tudo combinado. Não é assim, disse ela, você já sabe como funciona isso. Se você topa, a gente faz. E se não, não aconteceu nada, a gente vai pra casa.
Beleza, mas tem uma coisa que não ficou clara pra mim, falei. Você topa?, perguntei pra ela na frente do Oscar. Sim, disse ela, eu quero. Então, moço, apontei, aí é sua vez de mostrar a que veio e provar do que é feito. Pode deixar, disse ele, vou tentar não decepcionar. A gente se despediu dos nossos companheiros de mesa, que também já iam indo, e fiquei na dúvida se o outro cara também tava no mesmo esquema que o Oscar. E acabei fantasiando com a ideia de a gente se encontrar todos, subindo em grupo pros quartos. Mas não foi assim...
Seguimos ele pelo corredor até o elevador. E foi meio estranha a situação, porque o trajeto e a espera foram em silêncio total, ninguém falava nada. Entramos no elevador e fomos pro décimo segundo andar. Chegando lá, nos levaram pro quarto 1208. O Oscar abriu a porta e nos convidou a entrar. Ela entrou primeiro, eu depois e por último o boy da vez, que fechou a porta atrás de si. O quarto era amplo, com uma cama de casal grande e umas janelonas, com as cortinas abertas, de onde se tinha uma vista magnífica da cidade. Pensei que ele fosse fechar as cortinas ou apagar algumas luzes, mas deixou tudo como estava. Eu passei direto pela cama e me acomodei numa poltrona, do lado da janela, num canto da cama.
Oscar perguntou, Querem algo para beber? Tem alguma coisa na geladeira?, respondi. Sim, disse ele, tem uísque, rum, vodka, cerveja, refrigerantes. Te anima alguma coisa?, perguntou a ela. Não, respondeu ela, assim tá bom. Bom, falei, aceito um uísque, pra me entreter enquanto vocês tão ocupados. Ninguém respondeu ao comentário e o Oscar me trouxe uma garrafinha de uísque e um copo com gelo. Se quiser mais, fique à vontade. Obrigado, respondi. Vou tomar um banho rápido e já volto pra vocês, disse ele. Me acompanha?, perguntou a ela. Eu te espero, respondeu ela.

O Oscar entrou no banheiro e ficamos só eu e ela, ali, em silêncio. Quase de imediato ouvimos o som da água saindo do chuveiro e vimos vapor saindo por baixo da porta do banheiro. Você vai demorar?, perguntei. Não muito, acho. É só um capricho. E, enquanto dizia isso, começou a tirar a saia, a blusa, e a calcinha fio dental. E, já assim, seminua como estava, se acomodou na cama pra esperar por ele.

Quando ele saiu, quase na mesma hora, a encontrou de barriga pra cima, com as pernas entreabertas. Ele tinha saído do banheiro, só com uma toalha na cintura. Era um homem de altura mediana, talvez 1,75 m, mais ou menos, de porte normal. Ao vê-la, deixou a toalha cair, se mostrando totalmente nu, com o pau ereto. Acho que pra ela não houve surpresa nenhuma. Era um pau normal, comum, nada que a surpreendesse como em outras ocasiões. E, ao vê-lo nu, ao lado da cama, ela abriu as pernas e disse, vem, enquanto esticava os braços fazendo sinal pra recebê-lo. Ele não hesitou nem um pouco e, se posicionando entre as pernas dela, decidiu beijar a buceta dela antes de penetrá-la.

Antes de fazer isso, percorreu com as mãos todo o corpo da minha mulher, acariciando com especial interesse as pernas dela. E, de joelhos, com o rosto na altura do quadril dela, se inclinou pra cuidar da buceta dela. Chegou até ela com a boca e, assim que a provou, deixou o corpo cair sobre o dela. cama, deitado de bruços. E assim sua língua começou a brincar com o clitóris da minha mulher que, aos pouquinhos, começou a ficar excitada e a empurrar a buceta contra o rosto dele. Ele, percebendo isso, começou também a usar os dedos para estimulá-la e deixá-la ainda mais molhada. Ela começou a gemer, sinal inequívoco de que aquilo estava agradando.
Pouco depois, com ela bem excitada, ele se ergueu, avançou para frente no meio das pernas dela e deixou o corpo cair sobre o dela, penetrando-a com o pau. Ela, tomada pela excitação, o recebeu com um aaiii… bem sonoro, enquanto o puxava para perto, agarrando as nádegas dele, que acariciava com intensidade especial. Ele começou a meter e tirar ritmicamente o pau, com delicadeza, e ela respondeu dizendo: “você é muito gostoso”. Essas palavras, sem dúvida, estimularam Oscar a bombar com força, fazendo com que ela começasse a gemer, primeiro como se estivesse se segurando e, depois, cada vez mais alto conforme ele empurrava fundo dentro dela.
Não posso negar que essa cena é excitante. A gente sente uma sensação estranha, uma mistura de tesão, surpresa e medo, quando um estranho, recém-conhecido, penetra a sua mulher. Esse momento é desafiador, porque uma parte de você quer parar aquilo, e pensa que talvez não devesse ter ido tão longe, mas outra parte deseja intensamente que aconteça. Eu tentei me distrair olhando a vista da cidade, mas a intensidade dos gemidos dela me fazia voltar o olhar para observar o que estava rolando.
Ele continuava bombando enquanto ela contorcia o corpo debaixo dele e esticava os braços acima da cabeça, se rendendo às sensações do momento. De repente, ela o interrompe, senta, vira-se na cama, fica de quatro e faz sinal para ele penetrá-la de novo. Ela me olha quando faz isso e eu, de onde estava, faço sinal com as mãos, incentivando-o a continuar. vai em frente. E ele assim o faz. Começa a empurrar pra dentro da buceta dela, por trás, e tira o sutiã que vestia a minha esposa, deixando-a agora com os peitos à mostra, à mercê das mãos inquietas do Oscar, que não hesita em amassar aquelas tetas grandes e volumosas. Ele está em êxtase. Dá pra notar a euforia que ele sente, e assim, curtindo ao máximo o corpo da minha mulher, ele me olha e investe com ainda mais força, fazendo os gemidos dela crescerem em intensidade.
Ela o interrompe de novo, vira-se mais uma vez, deita na cama e levanta as pernas. Ele se agarra nelas e volta a penetrá-la, e assim, nessa posição, empurra e empurra até que os gemidos dela parecem atingir o auge da intensidade, chegando a um pico onde ela agita o corpo, recolhe as pernas e diz repetidamente: "aiii... que gostoso, que gostoso... você é muito gostoso, papai". Sei que isso faz parte da experiência sexual, mas ouvi-la chamar um completo estranho de "papai" parece não me agradar. No entanto, adoro vê-la submissa debaixo de um macho que a satisfaz e a faz gemer. Ela chegou ao orgasmo, mas ele parece que ainda não.
Então, ela, ofegante e exausta, parece interrompê-lo e sugerir que ele espere um pouco. Ele se afasta com o pau ainda ereto. Ela se levanta ao lado da cama, fica de pé, inclina o tronco sobre o colchão e oferece a bunda para que o Oscar, de pé, atrás dela, a penetre de novo. Ele, decidido, o faz e começa a acelerar o ritmo das investidas, dando tapas na bunda da minha mulher e acariciando os peitos dela, que balançam de um lado pro outro com os golpes daquele macho, até que ele, finalmente, atinge o ápice do prazer. Tira o pau da buceta da minha mulher e vê o esperma dele se espalhar pelas costas dela.
Ela fica nessa posição por um tempo, como se recuperando do esforço. Ele, já com o pau mole, vai até a geladeira, pega uma garrafinha de uísque e, assim, direto no gargalo ela toma um gole e me diz, saúde. Isso foi bom. Espero que não se incomode, mas sua mulher é muito gostosa. Eu concordo com a cabeça, sorrindo enquanto o escuto. Bom, eu digo, você verificou o que queria verificar? Absolutamente, ele disse. O sexo da sua mulher é um liquidificador. Me perdoe pelo que vou dizer, senhora, mas você transa muito bem. Obrigada, ela diz, mostrando no rosto um pouco de rubor diante da afirmação daquele cara.
Ela entra no banheiro para tomar banho e se arrumar. Enquanto isso, eu fico com aquele cara, contemplando-o nu, sentado numa cadeira, conversando. Bom, eu pergunto, e é assim com todas as damas quando te designam como anfitrião? Não, ele responde. A verdade é que algo surgiu enquanto eu dançava com ela e foi aí que tudo aconteceu, mas de jeito nenhum eu imaginava que isso ia rolar esta noite. De madrugada, você quer dizer, porque já são quase 4 da manhã. Esse foi um sexo de madrugada, eu anotei. Sim, é verdade, mas a noite foi muito boa. Agradeço a vocês.
Ela saiu do banheiro, um tempo depois, já arrumada, como se nada tivesse acontecido. Bom, já está tarde. Hora de ir. Obrigada pelas atenções. De nada, senhora, tomara que a gente se veja de novo.
No caminho para casa, eu perguntei, e o que esse cara tinha de especial pra te despertar a vontade de ficar com ele? A verdade, era um cara normal. Só que ele me deu vontade de fazer. Foi só um capricho. E como tal, eu aproveitei. O que mais posso dizer?

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