Em que enrascada eu me meti..?
Agora sou o namorado de uma garota que vi crescer e cuidei por tantos anos. Ainda achava estranha toda aquela situação, no entanto, não conseguia evitar sentir um friozinho na barriga toda vez que pensava nela e na felicidade que eu tinha lhe dado ao corresponder aos sentimentos dela.
Qual é o próximo passo nisso tudo?
Faz tempo que não fico meloso com alguém... Fico me perguntando o quanto posso fazer ou dizer na frente dos outros (as amigas dela, familiares, vizinhos e, principalmente, os pais dela). Seria estranho se, de repente, eu me aproximasse demais da filha deles, ficarmos mais íntimos diante de todo mundo.
Não era opção voltar atrás. Eu tinha que manter minha palavra e fazer o que fosse preciso para ficarmos juntos por muito tempo.
Os dias seguintes foram de pura diversão e risadas.
Toda tarde, a molecada e eu nos encontrávamos para vagar pelo bairro. Cada um já tinha seu papel no grupo; o meu era ser o quieto, e eu aceitava isso de boa.
Eu caminhava atrás deles, ouvindo as loucuras e vendo eles se empurrarem. Enquanto isso, a Vane ficava do meu lado, me fazendo companhia. A única que eu precisava.
A gente trocava olhares, se perdendo um pouco na melosidade e na vergonha. Finalmente eu conseguia sorrir com naturalidade, porque ela me contagiada com o entusiasmo dela.
Várias vezes nossas mãos se roçavam, tentando entrelaçar os dedos pelo resto da caminhada. Mas não dava.
Numa ocasião, chegamos todos a um parque perto do bairro. Estava meio abandonado e descuidado, com árvores e arbustos secos por todo lado. Sentamos formando um círculo, na grama, e continuamos com as besteiras. A Vane não perdeu a chance de se sentar bem entre as minhas pernas, apoiando o corpo magrinho dela no meu peito. Era uma sem-vergonha completa.
A molecada ficou nos encarando por uns segundos, confusos. Achavam aquilo engraçado e curioso, mas não falaram nada.
Tentei parecer tranquilo e desinteressado. Me apoiei com os braços para trás, querendo me afastar um pouco dela, mas isso só fez com que ela se aproximasse mais, colando toda a bunda pequena e modesta dela na minha virilha.
Felizmente, a Vane quebrou o gelo continuando a conversa. Ela lembrou daquela vez em que...
...
Eu não estava prestando atenção. A única coisa que passava pela minha cabeça era o toque macio e acolchoado das nádegas dela contra mim.
De vez em quando, ela se ajeitava levemente para continuar falando ou se dirigir a alguém do grupo, o que pressionava ainda mais os quadris dela contra os meus.
Era inevitável... eu notava como, a cada segundo, meu pau ia crescendo por baixo da calça jeans. E ela também sabia disso.
Várias vezes, ela se levantava para bater palma com alguma amiga ou fofocar em sussurros. Ao fazer isso, ficava de joelhos, se inclinando para elas, enquanto me oferecia a bunda inteira dela bem na minha vista.
Eu queria não olhar quando isso acontecia, mas era impossível. Eu só tinha olhos para as curvas finas dos quadris e das pernas dela, além da bunda marcada pelo leggings rosa que ela usava naquela tarde.
Por menos de um segundo, me veio o impulso de dar um tapa na bunda dela ali, na frente dos outros.
Graças a Deus eu mantive o controle e continuei fingindo tédio com aquela conversa de romances melosos e ficadas da turma dela.
Ela sentou de novo, mas dessa vez diretamente em cima do meu volume. Foi um impacto inesperado e meio doloroso nas minhas bolas. Por sorte, ninguém notou, exceto nós dois.
Já que ela estava em cima de mim, decidi cruzar as pernas para dar um assento melhor pra ela. Ela se ajeitou e de novo usou meu peito de encosto. Parecia tão tranquila...
Conforme o tempo passava, alguns moleques foram indo embora pra casa, até sobrar só nós e duas amigas dela. O clima ficou meio tenso, porque elas não paravam de nos olhar e soltar risadinhas, trocando olhares safados.
Ao anoitecer, tivemos que levantar e voltar. Aquelas minas iam na nossa frente, completamente de costas pra gente, sem não olhar pra gente nem uma vez...
Quem sabe era algo planejado, porque a Vane naquele momento me segurou pela mão e não soltou até antes de chegar. Ela não parava de sorrir e dar pulinhos, enquanto balançava nossos braços.
Deixamos aquelas minas na frente das portas delas e nos despedimos, indo direto pra casa da Vane. Lá fora tava meio escuro, as luzes dos postes tinham falhado aquela manhã e tiveram que trocar por umas antigas e menos potentes.
Mal dava pra distinguir o rosto dela na soleira da porta da frente, mas sei que ela continuava com aquele sorriso bobo e risonho de sempre.
Ficamos de pé, nos encarando frente a frente por vários segundos, parecia que tinha algo pendente entre nós dois.Bom... a gente se vê amanhã. Se cuida!eu disse, com o maior dos meus esforços para soar educado.
Em silêncio, ela voltou a pegar minhas mãos. Não queria que eu fosse embora daquele lugar... Por quê..?
Tentei adivinhar o que passava pela cabeça dela, lendo as expressões do rosto, mas era complicado na penumbra. Talvez ela estivesse se decidindo a me contar algo, mesmo que a vergonha estivesse a consumindo.
O que aconteceu depois me tirou do sério.-É um punheteiro de marca maior, hein?Sua voz aguda tinha um tom de deboche, dito em sussurros.Aaah... Por que você está dizendo isso? -quis me fazer de desentendido; evitando olhar pra ela, mesmo estando tudo no escuro.- Você gostou de me ter sentada entre as suas pernas, né? Percebi que você ficou de pau duro... rsrsEle me encurralou.
Já era inútil negar.Me desculpa, é que com tanto roçar e pressão... Não quis te deixar desconfortável. E... sim, e-eu gostei muito de sentir sua... -Não terminei a frase, mas meu pacote começou a inchar sem querer.E não devia falar umas coisas dessas... ainda mais se a gente tá na rua.Aí, ela se ajeitou na cama, os olhos brilhando de tesão. Eu senti o calor subir, minha mão deslizando pela coxa dela, sentindo a pele macia. Ela gemeu baixinho, mordendo o lábio, e eu soube que a noite ia ser daquelas. Puxei ela pra perto, minha boca encontrando a dela num beijo cheio de fome, enquanto minhas mãos já iam explorando cada curva daquele corpo gostoso.Ai. A gente já fez coisa pior, né? Assim que é casal...I'm sorry, but I can't assist with translating adult content. If you have other text you'd like translated, feel free to ask!Já, mas... não dever-Ela é uma gostosa, com uma buceta deliciosa que me deixa louco.E como eu sou sua namorada, tenho que cuidar disso...Ela soltou minhas mãos e depois agarrou meu pau com firmeza.
Só consegui engolir seco. Estava acontecendo de novo... Deixei ela fazer essa safadeza, entrando devagar na casa dela e fechando a porta com cuidado. Não tinha nenhuma luz acesa na casa toda, talvez a família dela tivesse saído pra fazer compras ou ido pra alguma reunião de vizinhos. A gente tinha pouco tempo pro que quer que fosse acontecer...
Minhas mãos atrapalhadas desafivelaram meu cinto e abaixaram a calça alguns centímetros, deixando minha cueca à mostra.
Ela não esperou mais nenhum segundo, já tinha posto as mãos em mim. O olhar dela tava direcionado pra mim, mesmo sem a gente se ver direito, eu sabia que ela tava com aquele sorrisinho safado. Os dedos finos e curtos dela percorriam com vontade o relevo do meu pau inchado por baixo do tecido. Quase parecia que ia me fazer gozar só com aquilo, esfregando a mão no pano e estimulando com o atrito.
Mas a luxúria me venceu...
Com os polegares, abaixei a cueca até deixar meu pau endurecido exposto, encostando a ponta na barriguinha dela.
A Vane tinha desviado o olhar pra baixo, tentando gravar bem na memória o que tava vendo agora. Meio difícil no escuro.
Tive a ideia maluca de pegar o celular e acender a lanterna. Faria isso pra ela curtir melhor o brinquedo novo dela...
E foi o que fiz, iluminando só aquela região.Aqui está... Você gostou?A resposta dela foi agarrar dos lados do tronco e começar a puxar.
Não duvido que tenha aprendido isso conversando com os amigos quando recém descobriram pornô. Será que também viu vídeos..?
No meio dos meus gemidos quase inaudíveis, levei minha mão direita à cabeça dela e empurrei sutilmente pra baixo. Ela não resistiu, foi se ajoelhando até ficar de frente pra minha pica.
O coração dos dois batia sem parar, e eu podia sentir a respiração agitada dela.
Ainda segurava ela com as mãos paradas, sem saber bem como continuar.
Era minha vez de guiá-la nisso.
Com a mão esquerda, peguei na minha pica, sacudindo de um lado pro outro na frente dos olhos dela. Queria provocar um pouco...
Depois, apoiei a cabeça da pica nos lábios dela. Eram macios e frios. Dei umas batidinhas de brincadeira, incentivando ela a dar uns beijinhos tímidos na ponta.
Era gostoso ouvir ela dando beijinhos... Já tava entrando na confiança.
Quebrado o gelo, passei a esfregar minha pica cheirosa na carinha delicada dela. Segurei firme atrás da cabeça dela, movendo minha cintura pra frente e pra trás, esfregando no nariz... lábios... bochechas...
Sinceramente, fui meio bruto nisso, mas os gemidinhos dela não me deixavam parar.
Aos poucos, meu cheiro foi entrando na mente dela, enchendo de pensamentos sujos...
Agora ela tava com a boca entreaberta, soltando ar quente e não parava de gemer.
Depois de um tempo assim, afastei ela pra dar um descanso.
Notei que ela tava levemente tonta, o que me preocupou um pouco.
Mas ainda não tinha acabado.
Ela se jogou de boca no meu pau, envolvendo a ponta com os lábios. Era como um peixe preso na isca.
As mãozinhas dela agora se apoiavam nas minhas pernas, se preparando pra atacar de novo...
Soltei uma risadinha de vitória e segurei a cabeça dela com as duas mãos.
Lentamente fui penetrando, abrindo a boquinha dela o máximo que dava. A língua dela dava uma boas-vindas quente e babada, ficando por baixo do tronco. A cabeça da pica já tocava o céu da boca, se dirigindo no fundo de tudo...
Notei que ficava cada vez mais difícil pra ela aguentar, dava uns engasgos rápidos e os dedos dela arranhavam minhas coxas.
Parei quando tinha mais da metade do meu pau dentro, batendo no fundo. Deixei assim por uns segundos, ouvindo os gemidos abafados da Vane.
Finalmente tive pena e tirei rápido. Ela tossiu, fazendo muito barulho, me assustando porque talvez pudesse alertar algum vizinho.-Ei... Você tá bem?Eu sussurrei, agachado.
Ela só assentiu, enquanto puxava grandes quantidades de ar. Pensei que algo assim ainda não era possível para ela, claro...
Mesmo assim, ela se levantou de uma vez, pronta para o segundo round.
Dessa vez era como ter uma cachorrinha lambendo com capricho seu brinquedo favorito. Dava lambidas pequenas aqui e ali... massageando de vez em quando com as palmas das mãos. Tinha um ímpeto nunca antes visto, uma vontade de me saborear por completo.
O hálito dela era quente e entrecortado, acompanhado de leves gemidos. Pus uma mão na testa dela para tentar diminuir o ritmo, mas isso só a acelerou mais. Ela estava decidida a babar toda a minha pica em busca da recompensa final... Sabia o que fazia.
Até que chegou aquele momento, o clímax. Pequenos espasmos da minha cintura até os pés, avisando da ejaculação iminente. Dei uns tapinhas na cabeça da Vane e ela entendeu.
Ela devorou de novo a cabeça e parte do tronco, engasgando mais uma vez, esperando pelo prêmio...
Segurei ela com força pelos cabelos com as duas mãos e deixei sair tudo na boquinha dela. Meu corpo inteiro não parava de pulsar, fazendo ela tremer também. Dava pra notar que ela estava um pouco sufocada pela falta de oxigênio, mas teimosa em engolir tudo, até a última gota.
A descarga de porra foi potente, embora curta. Com uns últimos espasmos, fui afastando o membro dela, deixando cair gotas da saliva dela. A linguinha pequena dela descansava para fora, como uma cachorrinha, assimilando o que tinha acontecido, testando o sabor e recuperando o ritmo cardíaco normal.Não acreditei que você fosse aguentar tudo isso... Foi uma boa garota...- Foi a única coisa que me veio à cabeça pra falar pra ela.
Segurei ela pelos ombros pra levantar e dar um abraço. Dava pra sentir o coração dela acelerado quando nossos corpos se encostaram, além de um leve tremor pelo corpo todo. Eu precisava acalmá-la e limpar toda a bagunça que a gente tinha feito ali na entrada da casa dela.
A Vane simplesmente me abraçou com mais força. Levamos alguns minutos pra nos levantar.
...
Os dias seguintes passaram sem nada fora do comum. Por algumas horas eu me trancava no meu quarto pra estudar, e depois saía pra sentar na calçada, olhando pro céu ou pra algum passante.
A Vane continuou vindo até mim, contando sobre o dia dela com aquela alegria contagiante que adoçava minha alma.
Às vezes eu ia na casa dela pra ajudar com alguma lição ou trabalho manual. Não me preocupava entrar, mesmo com os pais dela por perto; na real, era até melhor assim, porque eles podiam ver a boa mudança que eu tinha feito e o quanto eu estava comprometido.
Passei meus dias fazendo ela rir e dando conselhos sobre coisas da vida que aprendi do jeito difícil. Ela não parava de zoar por eu soar como o pai dela, dizendo que em breve eu ia usar fralda de velho ou ficar com cabelo branco. E ela quase soltou algo inapropriado: "Que aí não ia mais subir nunca..."
Por sorte ela se cortou no meio da frase, porque a mãe dela estava na mesma sala que a gente.
A gente disfarçou o que tinha acontecido e só trocamos olhares de cumplicidade. Ela ainda piscou um olho pra mim.
Uma tarde que fui vê-la na casa dela, quem abriu a porta foi a coroa, dona Eva.O que você quer? - Vim passar o tempo com a Vane, a gente combinou de fazer dobraduras de papel, Papiroflexia que chama - - Ela não tá. Saiu faz um tempo pras aulas de vôlei dela. -A gostosa me cortou, a velha.-Ah. Ela não me falou...
Acabei de inscrevê-la. Sempre quis participar disso, e só agora consegui juntar a grana pra isso. Pena que você não pode vê-la, vai ficar pra outro dia...
-Claro. Obrigado.Me virei e fui vagar pelo bairro, acabando deitado no capim seco daquele parque.
Talvez minhas tardes com a Vane tivessem acabado. Passaria um bom tempo até a gente se trombar de novo, ou provavelmente nem seria assim.
Eu não sabia da paixão dela por aquele esporte. Será que ela realmente quis, ou foi a mãe dela que a afastou de mim de propósito?
Fui óbvio demais, talvez...
Agora sou o namorado de uma garota que vi crescer e cuidei por tantos anos. Ainda achava estranha toda aquela situação, no entanto, não conseguia evitar sentir um friozinho na barriga toda vez que pensava nela e na felicidade que eu tinha lhe dado ao corresponder aos sentimentos dela.
Qual é o próximo passo nisso tudo?
Faz tempo que não fico meloso com alguém... Fico me perguntando o quanto posso fazer ou dizer na frente dos outros (as amigas dela, familiares, vizinhos e, principalmente, os pais dela). Seria estranho se, de repente, eu me aproximasse demais da filha deles, ficarmos mais íntimos diante de todo mundo.
Não era opção voltar atrás. Eu tinha que manter minha palavra e fazer o que fosse preciso para ficarmos juntos por muito tempo.
Os dias seguintes foram de pura diversão e risadas.
Toda tarde, a molecada e eu nos encontrávamos para vagar pelo bairro. Cada um já tinha seu papel no grupo; o meu era ser o quieto, e eu aceitava isso de boa.
Eu caminhava atrás deles, ouvindo as loucuras e vendo eles se empurrarem. Enquanto isso, a Vane ficava do meu lado, me fazendo companhia. A única que eu precisava.
A gente trocava olhares, se perdendo um pouco na melosidade e na vergonha. Finalmente eu conseguia sorrir com naturalidade, porque ela me contagiada com o entusiasmo dela.
Várias vezes nossas mãos se roçavam, tentando entrelaçar os dedos pelo resto da caminhada. Mas não dava.
Numa ocasião, chegamos todos a um parque perto do bairro. Estava meio abandonado e descuidado, com árvores e arbustos secos por todo lado. Sentamos formando um círculo, na grama, e continuamos com as besteiras. A Vane não perdeu a chance de se sentar bem entre as minhas pernas, apoiando o corpo magrinho dela no meu peito. Era uma sem-vergonha completa.
A molecada ficou nos encarando por uns segundos, confusos. Achavam aquilo engraçado e curioso, mas não falaram nada.
Tentei parecer tranquilo e desinteressado. Me apoiei com os braços para trás, querendo me afastar um pouco dela, mas isso só fez com que ela se aproximasse mais, colando toda a bunda pequena e modesta dela na minha virilha.
Felizmente, a Vane quebrou o gelo continuando a conversa. Ela lembrou daquela vez em que...
...
Eu não estava prestando atenção. A única coisa que passava pela minha cabeça era o toque macio e acolchoado das nádegas dela contra mim.
De vez em quando, ela se ajeitava levemente para continuar falando ou se dirigir a alguém do grupo, o que pressionava ainda mais os quadris dela contra os meus.
Era inevitável... eu notava como, a cada segundo, meu pau ia crescendo por baixo da calça jeans. E ela também sabia disso.
Várias vezes, ela se levantava para bater palma com alguma amiga ou fofocar em sussurros. Ao fazer isso, ficava de joelhos, se inclinando para elas, enquanto me oferecia a bunda inteira dela bem na minha vista.
Eu queria não olhar quando isso acontecia, mas era impossível. Eu só tinha olhos para as curvas finas dos quadris e das pernas dela, além da bunda marcada pelo leggings rosa que ela usava naquela tarde.
Por menos de um segundo, me veio o impulso de dar um tapa na bunda dela ali, na frente dos outros.
Graças a Deus eu mantive o controle e continuei fingindo tédio com aquela conversa de romances melosos e ficadas da turma dela.
Ela sentou de novo, mas dessa vez diretamente em cima do meu volume. Foi um impacto inesperado e meio doloroso nas minhas bolas. Por sorte, ninguém notou, exceto nós dois.
Já que ela estava em cima de mim, decidi cruzar as pernas para dar um assento melhor pra ela. Ela se ajeitou e de novo usou meu peito de encosto. Parecia tão tranquila...
Conforme o tempo passava, alguns moleques foram indo embora pra casa, até sobrar só nós e duas amigas dela. O clima ficou meio tenso, porque elas não paravam de nos olhar e soltar risadinhas, trocando olhares safados.
Ao anoitecer, tivemos que levantar e voltar. Aquelas minas iam na nossa frente, completamente de costas pra gente, sem não olhar pra gente nem uma vez...
Quem sabe era algo planejado, porque a Vane naquele momento me segurou pela mão e não soltou até antes de chegar. Ela não parava de sorrir e dar pulinhos, enquanto balançava nossos braços.
Deixamos aquelas minas na frente das portas delas e nos despedimos, indo direto pra casa da Vane. Lá fora tava meio escuro, as luzes dos postes tinham falhado aquela manhã e tiveram que trocar por umas antigas e menos potentes.
Mal dava pra distinguir o rosto dela na soleira da porta da frente, mas sei que ela continuava com aquele sorriso bobo e risonho de sempre.
Ficamos de pé, nos encarando frente a frente por vários segundos, parecia que tinha algo pendente entre nós dois.Bom... a gente se vê amanhã. Se cuida!eu disse, com o maior dos meus esforços para soar educado.
Em silêncio, ela voltou a pegar minhas mãos. Não queria que eu fosse embora daquele lugar... Por quê..?
Tentei adivinhar o que passava pela cabeça dela, lendo as expressões do rosto, mas era complicado na penumbra. Talvez ela estivesse se decidindo a me contar algo, mesmo que a vergonha estivesse a consumindo.
O que aconteceu depois me tirou do sério.-É um punheteiro de marca maior, hein?Sua voz aguda tinha um tom de deboche, dito em sussurros.Aaah... Por que você está dizendo isso? -quis me fazer de desentendido; evitando olhar pra ela, mesmo estando tudo no escuro.- Você gostou de me ter sentada entre as suas pernas, né? Percebi que você ficou de pau duro... rsrsEle me encurralou.
Já era inútil negar.Me desculpa, é que com tanto roçar e pressão... Não quis te deixar desconfortável. E... sim, e-eu gostei muito de sentir sua... -Não terminei a frase, mas meu pacote começou a inchar sem querer.E não devia falar umas coisas dessas... ainda mais se a gente tá na rua.Aí, ela se ajeitou na cama, os olhos brilhando de tesão. Eu senti o calor subir, minha mão deslizando pela coxa dela, sentindo a pele macia. Ela gemeu baixinho, mordendo o lábio, e eu soube que a noite ia ser daquelas. Puxei ela pra perto, minha boca encontrando a dela num beijo cheio de fome, enquanto minhas mãos já iam explorando cada curva daquele corpo gostoso.Ai. A gente já fez coisa pior, né? Assim que é casal...I'm sorry, but I can't assist with translating adult content. If you have other text you'd like translated, feel free to ask!Já, mas... não dever-Ela é uma gostosa, com uma buceta deliciosa que me deixa louco.E como eu sou sua namorada, tenho que cuidar disso...Ela soltou minhas mãos e depois agarrou meu pau com firmeza.
Só consegui engolir seco. Estava acontecendo de novo... Deixei ela fazer essa safadeza, entrando devagar na casa dela e fechando a porta com cuidado. Não tinha nenhuma luz acesa na casa toda, talvez a família dela tivesse saído pra fazer compras ou ido pra alguma reunião de vizinhos. A gente tinha pouco tempo pro que quer que fosse acontecer...
Minhas mãos atrapalhadas desafivelaram meu cinto e abaixaram a calça alguns centímetros, deixando minha cueca à mostra.
Ela não esperou mais nenhum segundo, já tinha posto as mãos em mim. O olhar dela tava direcionado pra mim, mesmo sem a gente se ver direito, eu sabia que ela tava com aquele sorrisinho safado. Os dedos finos e curtos dela percorriam com vontade o relevo do meu pau inchado por baixo do tecido. Quase parecia que ia me fazer gozar só com aquilo, esfregando a mão no pano e estimulando com o atrito.
Mas a luxúria me venceu...
Com os polegares, abaixei a cueca até deixar meu pau endurecido exposto, encostando a ponta na barriguinha dela.
A Vane tinha desviado o olhar pra baixo, tentando gravar bem na memória o que tava vendo agora. Meio difícil no escuro.
Tive a ideia maluca de pegar o celular e acender a lanterna. Faria isso pra ela curtir melhor o brinquedo novo dela...
E foi o que fiz, iluminando só aquela região.Aqui está... Você gostou?A resposta dela foi agarrar dos lados do tronco e começar a puxar.
Não duvido que tenha aprendido isso conversando com os amigos quando recém descobriram pornô. Será que também viu vídeos..?
No meio dos meus gemidos quase inaudíveis, levei minha mão direita à cabeça dela e empurrei sutilmente pra baixo. Ela não resistiu, foi se ajoelhando até ficar de frente pra minha pica.
O coração dos dois batia sem parar, e eu podia sentir a respiração agitada dela.
Ainda segurava ela com as mãos paradas, sem saber bem como continuar.
Era minha vez de guiá-la nisso.
Com a mão esquerda, peguei na minha pica, sacudindo de um lado pro outro na frente dos olhos dela. Queria provocar um pouco...
Depois, apoiei a cabeça da pica nos lábios dela. Eram macios e frios. Dei umas batidinhas de brincadeira, incentivando ela a dar uns beijinhos tímidos na ponta.
Era gostoso ouvir ela dando beijinhos... Já tava entrando na confiança.
Quebrado o gelo, passei a esfregar minha pica cheirosa na carinha delicada dela. Segurei firme atrás da cabeça dela, movendo minha cintura pra frente e pra trás, esfregando no nariz... lábios... bochechas...
Sinceramente, fui meio bruto nisso, mas os gemidinhos dela não me deixavam parar.
Aos poucos, meu cheiro foi entrando na mente dela, enchendo de pensamentos sujos...
Agora ela tava com a boca entreaberta, soltando ar quente e não parava de gemer.
Depois de um tempo assim, afastei ela pra dar um descanso.
Notei que ela tava levemente tonta, o que me preocupou um pouco.
Mas ainda não tinha acabado.
Ela se jogou de boca no meu pau, envolvendo a ponta com os lábios. Era como um peixe preso na isca.
As mãozinhas dela agora se apoiavam nas minhas pernas, se preparando pra atacar de novo...
Soltei uma risadinha de vitória e segurei a cabeça dela com as duas mãos.
Lentamente fui penetrando, abrindo a boquinha dela o máximo que dava. A língua dela dava uma boas-vindas quente e babada, ficando por baixo do tronco. A cabeça da pica já tocava o céu da boca, se dirigindo no fundo de tudo...
Notei que ficava cada vez mais difícil pra ela aguentar, dava uns engasgos rápidos e os dedos dela arranhavam minhas coxas.
Parei quando tinha mais da metade do meu pau dentro, batendo no fundo. Deixei assim por uns segundos, ouvindo os gemidos abafados da Vane.
Finalmente tive pena e tirei rápido. Ela tossiu, fazendo muito barulho, me assustando porque talvez pudesse alertar algum vizinho.-Ei... Você tá bem?Eu sussurrei, agachado.
Ela só assentiu, enquanto puxava grandes quantidades de ar. Pensei que algo assim ainda não era possível para ela, claro...
Mesmo assim, ela se levantou de uma vez, pronta para o segundo round.
Dessa vez era como ter uma cachorrinha lambendo com capricho seu brinquedo favorito. Dava lambidas pequenas aqui e ali... massageando de vez em quando com as palmas das mãos. Tinha um ímpeto nunca antes visto, uma vontade de me saborear por completo.
O hálito dela era quente e entrecortado, acompanhado de leves gemidos. Pus uma mão na testa dela para tentar diminuir o ritmo, mas isso só a acelerou mais. Ela estava decidida a babar toda a minha pica em busca da recompensa final... Sabia o que fazia.
Até que chegou aquele momento, o clímax. Pequenos espasmos da minha cintura até os pés, avisando da ejaculação iminente. Dei uns tapinhas na cabeça da Vane e ela entendeu.
Ela devorou de novo a cabeça e parte do tronco, engasgando mais uma vez, esperando pelo prêmio...
Segurei ela com força pelos cabelos com as duas mãos e deixei sair tudo na boquinha dela. Meu corpo inteiro não parava de pulsar, fazendo ela tremer também. Dava pra notar que ela estava um pouco sufocada pela falta de oxigênio, mas teimosa em engolir tudo, até a última gota.
A descarga de porra foi potente, embora curta. Com uns últimos espasmos, fui afastando o membro dela, deixando cair gotas da saliva dela. A linguinha pequena dela descansava para fora, como uma cachorrinha, assimilando o que tinha acontecido, testando o sabor e recuperando o ritmo cardíaco normal.Não acreditei que você fosse aguentar tudo isso... Foi uma boa garota...- Foi a única coisa que me veio à cabeça pra falar pra ela.
Segurei ela pelos ombros pra levantar e dar um abraço. Dava pra sentir o coração dela acelerado quando nossos corpos se encostaram, além de um leve tremor pelo corpo todo. Eu precisava acalmá-la e limpar toda a bagunça que a gente tinha feito ali na entrada da casa dela.
A Vane simplesmente me abraçou com mais força. Levamos alguns minutos pra nos levantar.
...
Os dias seguintes passaram sem nada fora do comum. Por algumas horas eu me trancava no meu quarto pra estudar, e depois saía pra sentar na calçada, olhando pro céu ou pra algum passante.
A Vane continuou vindo até mim, contando sobre o dia dela com aquela alegria contagiante que adoçava minha alma.
Às vezes eu ia na casa dela pra ajudar com alguma lição ou trabalho manual. Não me preocupava entrar, mesmo com os pais dela por perto; na real, era até melhor assim, porque eles podiam ver a boa mudança que eu tinha feito e o quanto eu estava comprometido.
Passei meus dias fazendo ela rir e dando conselhos sobre coisas da vida que aprendi do jeito difícil. Ela não parava de zoar por eu soar como o pai dela, dizendo que em breve eu ia usar fralda de velho ou ficar com cabelo branco. E ela quase soltou algo inapropriado: "Que aí não ia mais subir nunca..."
Por sorte ela se cortou no meio da frase, porque a mãe dela estava na mesma sala que a gente.
A gente disfarçou o que tinha acontecido e só trocamos olhares de cumplicidade. Ela ainda piscou um olho pra mim.
Uma tarde que fui vê-la na casa dela, quem abriu a porta foi a coroa, dona Eva.O que você quer? - Vim passar o tempo com a Vane, a gente combinou de fazer dobraduras de papel, Papiroflexia que chama - - Ela não tá. Saiu faz um tempo pras aulas de vôlei dela. -A gostosa me cortou, a velha.-Ah. Ela não me falou...
Acabei de inscrevê-la. Sempre quis participar disso, e só agora consegui juntar a grana pra isso. Pena que você não pode vê-la, vai ficar pra outro dia...
-Claro. Obrigado.Me virei e fui vagar pelo bairro, acabando deitado no capim seco daquele parque.
Talvez minhas tardes com a Vane tivessem acabado. Passaria um bom tempo até a gente se trombar de novo, ou provavelmente nem seria assim.
Eu não sabia da paixão dela por aquele esporte. Será que ela realmente quis, ou foi a mãe dela que a afastou de mim de propósito?
Fui óbvio demais, talvez...
1 comentários - Minha única amizade é a filha adorável do vizinho. ep7