Ambos caíram no sono em cima da maca, exaustos. Quando acordaram, continuavam sendo eles mesmos. Sofia abriu os olhos, tocou o ombro mordido e depois olhou para Carlos com uma mistura de alívio e algo mais suave.
— Jurei pro meu marido que só com ele teria sexo anal… mas obrigada por se arriscar por mim.
Parece que você fez uma grande descoberta: sexo anal é seguro pra ambos. Não vamos mais depender só de camisinha. Obrigada, Carlos. Te amo.
Ele acariciou o cabelo dela, ainda com restos de poeira e sangue seco.
— Obrigado a você, Sofi. Também te amo. Agora é hora de recuperar a ocitocina.
Saíram com cuidado. Os zumbis tinham se espalhado. Recuperaram a mochila onde tinha caído, conferiram que as cinco ampolas continuavam intactas e partiram de volta.
Chegaram ao complexo exaustos, ao anoitecer. Não contaram pra ninguém o que tinham encontrado nem o que tinham descoberto. Só pediram água quente e se trancaram no quarto da Sofia.
Entraram juntos na banheira improvisada — um tanque grande com água esquentada na marra —. O vapor tomava conta do ar. Carlos ensaboou as costas dela, as mãos deslizando pela curva da cintura até aquele bundão. Sofia se virou, puxou ele pela nuca e beijou com fome. A pica do Carlos já tava dura contra a barriga dela. Ela se abaixou dentro da água e levou ele pra boca, chupando devagar, sentindo o gosto de sabão e de pele. Depois se levantou, virou de costas, apoiou as mãos na borda do tanque e empurrou a bunda pra ele.
Carlos cuspiu nos próprios dedos, preparou ela por um momento e entrou no cu dela com uma empurrada lenta. A água se mexia ao redor enquanto ele comia ela com força, as mãos cravadas naquelas ancas largas, o som de pele molhada batendo. Sofia gemia, pedindo mais, e quando ele gozou dentro, ela se tocou no clitóris até gozar também, tremendo contra ele.
No dia seguinte, Sofia propôs testar a ocitocina primeiro na Camila. Não sabiam qual quantidade seria necessária e preferiam não arriscar uma dose completa sem controle.
Carlos conversou com a mãe dele. Contou tudo: a busca, a Sofia, a mordida, a descoberta do anal, as ampolas. Camila ouviu em silêncio, com a expressão séria. No final, ela concordou.
—Tá bom. Se tem uma chance… eu topo.
Foram com a Sofía. Ela preparou uma dose baixa e aplicou na Camila no braço. Depois olhou pro Carlos.
—Vai com ela para o quarto dela. Fica de olho no estado dela. Qualquer mudança estranha, me avisa.
Em poucos minutos o efeito fez efeito. Camila ficou parada por um instante, a respiração acelerando. Depois um calor intenso subiu do baixo-ventre dela. Os olhos ficaram turvos de necessidade. Ela se jogou em cima do Carlos, quase arrancando a roupa dele, as mãos tremendo, a voz embargada:
—Por favor… filho, eu preciso de você. Tô morrendo de vontade. Me come. Por favor.
Carlos sabia que se não fizesse, ela procuraria qualquer outro… e ele a perderia. Tirou uma camisinha, colocou com dedos atrapalhados e a beijou com força.
A primeira vez foi contra a parede. Levantou uma perna dela, abriu a buceta com os dedos e entrou de uma vez. Camila gritou de alívio, as unhas cravadas nas costas dele. Carlos a fodeu em pé, fundo, rápido, o corpo voluptuoso da mãe quicando contra a parede. As tetas pesadas escapavam da blusa; ele as tirou para fora e chupou enquanto metia.
—Mais… mais forte, filho… não para — ela arfava.
Ele a levou para a cama. Colocou ela de quatro e a penetrou por trás, as mãos agarrando as cadeiras largas dela, o som molhado enchendo o quarto. Camila empurrava pra trás, pedindo que fosse mais fundo. Ele deu uma palmada nela e ela gozou com um gemido longo, a buceta apertando ele em espasmos.
Não parou por aí. Carlos se recostou e ela montou em cima. Cavalgou com desespero, quicando, os peitos pulando na cara dele. Ele segurava a bunda dela e metia de baixo pra cima. Trocaram de novo: ela de lado, uma perna levantada, ele entrando fundo enquanto esfregava o clitóris dela.
Depois a colocou de costas, abriu as pernas dela até quase dobrá-la e comeu ela com força, olhando nos olhos dela.
— Te amo, mãe — grunhiu contra a boca dela.
— Te amo, filho… me come, me enche… não para…
Gozaram juntos. Camila arqueou as costas, o orgasmo sacudiu ela com violência; Carlos veio segundos depois, esvaziando-se dentro da camisinha enquanto ela ainda se contraía em volta dele.
Ficaram abraçados, suados, a respiração ofegante. O calor da ocitocina ainda estava ali, mas já não era desespero puro. Era algo mais profundo, mais perigoso… e mais deles.
Depois da dose de ocitocina, a Camila não sentiu mais aquela urgência desesperada. Passou mais de um mês sem que o calor a empurrasse pra ninguém. Dormia melhor, trabalhava na cozinha com a mente clara e, embora continuasse dividindo a cama com o Carlos, as noites eram tranquilas. O experimento tinha funcionado… pelo menos nela.
Sofía decidiu que era a vez dela.
Uma tarde, depois de conferir as quatro ampolas que sobravam, chamou Carlos pro quarto dela. Se injetou a mesma quantidade que tinham dado na Camila. Sentaram pra esperar. Em poucos minutos a mudança foi evidente: a respiração da Sofía acelerou, as bochechas ficaram coradas e um brilho febril apareceu nos olhos dela. Ela se remexeu na cadeira, cruzou e descruzou as pernas, e de repente se levantou.
—Chico… já começou. Me atende.
Carlos não precisou que pedisse duas vezes. Trancou a porta com a chave, empurrou ela contra a parede e beijou com força. Sofia arrancou a camiseta dele enquanto ele baixava as calças dela. A bunda grande ficou livre; Carlos apreciou por um segundo com as mãos antes de virá-la e fazê-la se apoiar na escrivaninha. Separou as nádegas dela, cuspiu na buceta já encharcada e enfiou a pica dentro de uma só estocada profunda.
Sofia gritou de alívio.
—Porra, sim… assim!
Ele a fodeu sem contenção, os quadris batendo naquela bunda redonda uma vez atrás da outra. As mãos seguravam a cintura dela com força; cada estocada sacudia o corpo inteiro de Sofia. Ela empurrava para trás, buscando mais profundidade, gemia sem se importar com quem pudesse ouvir. Carlos levantou uma perna dela para abri-la mais e mudou o ângulo, acertando exatamente o ponto que a fazia tremer.
Ele a virou. Sentou-a na borda da escrivaninha, abriu as coxas dela e entrou de novo. Agora olhava no rosto dela enquanto a comia. Sofia cravava as unhas nos ombros dele, os lábios entreabertos, os olhos vidrados de prazer. Ele se inclinou e chupou uma das tetinhas dela, mordiscando o bico enquanto metia mais rápido.
—Mais forte… não para, Carlos… tô gozando…
Ela gozou com um gemido agudo, a buceta apertando a pica dele em espasmos fortes. Carlos não parou. Tirou ela da escrivaninha, colocou ela de quatro na cama e penetrou de novo, dessa vez mais fundo, quase brutal. O som da pele batendo na pele enchia o quarto. Sofia afundava o rosto no travesseiro e empurrava a raba pra trás, pedindo pra ele usar ela sem piedade.
Depois ele montou nela. Sentou-se na pica do Carlos e cavalgou com desespero, quicando, aquele rabão batendo nas coxas dele. Carlos segurava a cintura dela e metia de baixo pra cima cada vez que ela descia. O suor escorria pela pele dos dois. Sofia gozou uma segunda vez, o corpo inteiro tremendo, e no meio do orgasmo Carlos virou ela sem sair de dentro, colocou ela de lado e continuou fodendo até ele também gozar, grunhindo no pescoço dela enquanto se esvaziava dentro da camisinha.
Ficaram enroscados, ofegando. Sofía ainda tinha pequenos tremores residuais. Carlos acariciou o cabelo dela, molhado de suor, e beijou sua têmpora.
Ela soltou uma risada baixa, cansada e satisfeita.
—Funciona… porra, funciona.
Uma semana depois, no meio da madrugada, Carlos acordou com o movimento ao lado dele. Camila estava inquieta, respirando ofegante, o corpo quente debaixo dos lençóis. Ela virou-se para ele e procurou a virilha dele com a mão, encontrando-o já meio duro por causa do atrito.
— Filho... de novo — sussurrou com a voz rouca de necessidade—. O calor tá subindo em mim. Por favor... me ajuda. Preciso de você dentro de mim.
Carlos procurou às cegas na gaveta improvisada. Vazia. Não sobrava mais camisinha. Tinham esgotado tudo nos últimos dias. Por um segundo hesitou. Depois lembrou do que tinham descoberto com a Sofía: sexo anal era seguro. Não transmitia o vírus. E com a mãe dele... já não havia barreira que não tivessem atravessado.
— Não tem mais camisinha — ele disse em voz baixa—. Mas eu posso... por trás. É seguro.
Camila assentiu sem hesitar, quase com alívio. Ajoelhou-se na cama, deu as costas e arqueou o corpo, oferecendo aquela bunda madura e redonda que ele tinha olhado tantas vezes em segredo. Carlos se ajoelhou atrás dela. Afastou as nádegas com as mãos, admirando por um momento a entrada apertada. Cuspiu nos dedos e começou a prepará-la com cuidado: um dedo primeiro, devagar, girando, empurrando até o músculo ceder. Depois dois. Camila gemia contra o travesseiro, empurrando para trás, impaciente.
—Já… por favor, filho. Mete.
Carlos alinhou a rola, ainda só com saliva, e empurrou. A cabeça abriu caminho com dificuldade. Camila soltou um gemido longo, mistura de incômodo e prazer. Ele avançou centímetro por centímetro, sentindo como a bunda da mãe apertava com uma força quase dolorosa, até estar completamente dentro. Ficou parado um momento, deixando ela se acostumar, as mãos firmes nos quadris largos dela.
—Tá bem? —perguntou, a voz tensa.
—Sim… me fode. Fode gostoso.
Começou devagar. Meteu com cuidado no início, tirando quase todo o comprimento e voltando a entrar até o fundo. O calor e a pressão eram intensos. Camila empurrava pra trás a cada vez, buscando mais. Aos poucos Carlos acelerou. O som dos quadris batendo na bunda da mãe encheu o quarto. Ela gemia sem esconder a boca, pedindo mais forte, mais fundo. Ele deu um tapa nela e ela tremeu de prazer.
Inclinou ela mais pra frente, quase com o peito colado na cama, e mudou o ângulo. Agora entrava mais fundo. Uma mão rodeou a cintura dela e desceu até a buceta, encontrando-a encharcada. Esfregou o clitóris com os dedos enquanto comia ela por trás. Camila gozou primeiro: o corpo tensionou, a bunda apertou a rola em espasmos rítmicos e um gemido abafado escapou contra o lençol.
Carlos não parou. Segurou ela pelos quadris e continuou metendo com mais força, usando o corpo maduro da mãe sem reserva. O suor escorria pela pele dos dois. Ela ainda tremia do orgasmo quando ele sentiu que ia gozar. Afundou até o fundo e gozou dentro dela, enchendo a bunda com jatos quentes, grunhindo o nome dela contra as costas.
Ficaram assim por um tempo, unidos, ofegantes. Depois Carlos se retirou com cuidado. Camila se deixou cair de lado, ainda com pequenos tremores. Ele se deitou atrás dela e abraçou a cintura, o peito colado nas costas dela.
—Obrigada… —murmurou ela, a voz já mais calma. calma—. Te amo.
—Também te amo—respondeu ele, beijando o ombro dela.
Lá fora o condomínio dormia. Dentro do quarto, o cheiro de sexo e o calor dos corpos misturados eram a única prova do que tinha acabado de rolar.
No dia seguinte, Carlos e Camila foram ver a Sofía. Contaram pra ela o que tinha acontecido na noite anterior: o calor tinha voltado pra Camila apesar da dose anterior.
Sofía franziu o cenho, pensativa.
—Pode ter sido a dose… ou precisar de mais de uma aplicação. Proponho que a gente se injete as duas. Comigo a gente vê se várias doses seguidas funcionam. Com a Camila a gente testa uma mais forte. Assim a gente descobre o que realmente segura isso.
As duas aceitaram. Sofía preparou as seringas. Na Camila, aplicou uma dose visivelmente mais alta. Nela mesma, uma normal. Se injetaram quase ao mesmo tempo.
Os efeitos não demoraram.
Em menos de cinco minutos o calor subiu como uma onda. Camila foi a primeira a sentir o desespero: as pernas tremiam, a buceta encharcou na hora e ela se arrastou até o Carlos quase de joelhos.
—Filho… agora. Por favor.
Sofia não estava muito melhor. Mordeu o lábio, os olhos já nublados de necessidade, e tirou a camiseta de uma vez.
— As camisinhas acabaram ontem à noite — disse Carlos, a voz tensa —. Só sobrou o anal.
Nenhuma das duas discutiu.
Carlos levou as duas para a cama grande da Sofia. Primeiro cuidou da mãe. Colocou ela de quatro, afastou as nádegas e, com saliva e os dedos, preparou ela o mais rápido que conseguiu. Camila empurrava pra trás, impaciente. Quando ele alinhou a rola e empurrou, ela soltou um gemido gutural ao sentir ele abrindo caminho dentro do cu dela. Carlos não se segurou: comeu ela com força desde o primeiro momento, as mãos cravadas naquelas cadeiras de milf, largas, metendo fundo enquanto ela gemia o nome dele e pedia mais.
Sofia não esperou a vez dela. Ela se posicionou na frente de Camila, de joelhos, e ofereceu a buceta pra boca dela. Camila, ainda sendo penetrada por trás, começou a lamber com fome, chupando o clitóris dela enquanto o filho comia o cu dela. Sofia agarrou o cabelo dela e se esfregou na cara, gemendo.
Depois eles trocaram. Carlos tirou a pica da mãe, ainda dura e brilhando de saliva, e enfiou em Sofia com uma estocada só. A bunda grande da líder se abriu em volta dele com um gemido agudo. Ele comeu ela sem piedade, as cadeiras batendo uma vez atrás da outra, enquanto Camila se sentava na frente e oferecia os peitos pesados pra Sofia chupar. O som de pele batendo em pele, gemidos e respirações ofegantes enchia o quarto.
Carlos foi alternando entre as duas. Um tempo ele comia a buceta da Sofía com estocadas profundas e rápidas; depois voltava pra da mãe dela, mais apertada, mais quente. As duas se tocavam entre si: se beijavam, chupavam os peitos uma da outra, enfiavam os dedos na buceta enquanto ele usava elas por trás. Em um momento, colocou uma do lado da outra, ambas de joelhos, os dois rabos expostos. Entrava numa, dava várias estocadas fortes, saía e cravava na outra sem perder o ritmo.
Camila gozou primeiro, a bunda apertando a pica em espasmos enquanto gritava contra o travesseiro. Sofía seguiu minutos depois, o corpo inteiro tremendo, um fio de saliva escorrendo pelo canto dos lábios. Carlos não aguentou muito mais. Afundou até o fundo na bunda de Sofía e gozou com um grunhido longo, enchendo ela. Ainda meio duro, passou pra mãe e terminou de se esvaziar dentro dela também.
Os três caíram na cama, suados, ofegantes, os corpos entrelaçados.
O cheiro de sexo era denso. Lá fora o condomínio seguia com sua rotina. Dentro daquele quarto, por um tempo, só existiam eles três e o alívio temporário que tinham se dado.
— Jurei pro meu marido que só com ele teria sexo anal… mas obrigada por se arriscar por mim.
Parece que você fez uma grande descoberta: sexo anal é seguro pra ambos. Não vamos mais depender só de camisinha. Obrigada, Carlos. Te amo.
Ele acariciou o cabelo dela, ainda com restos de poeira e sangue seco.
— Obrigado a você, Sofi. Também te amo. Agora é hora de recuperar a ocitocina.
Saíram com cuidado. Os zumbis tinham se espalhado. Recuperaram a mochila onde tinha caído, conferiram que as cinco ampolas continuavam intactas e partiram de volta. Chegaram ao complexo exaustos, ao anoitecer. Não contaram pra ninguém o que tinham encontrado nem o que tinham descoberto. Só pediram água quente e se trancaram no quarto da Sofia.
Entraram juntos na banheira improvisada — um tanque grande com água esquentada na marra —. O vapor tomava conta do ar. Carlos ensaboou as costas dela, as mãos deslizando pela curva da cintura até aquele bundão. Sofia se virou, puxou ele pela nuca e beijou com fome. A pica do Carlos já tava dura contra a barriga dela. Ela se abaixou dentro da água e levou ele pra boca, chupando devagar, sentindo o gosto de sabão e de pele. Depois se levantou, virou de costas, apoiou as mãos na borda do tanque e empurrou a bunda pra ele.
Carlos cuspiu nos próprios dedos, preparou ela por um momento e entrou no cu dela com uma empurrada lenta. A água se mexia ao redor enquanto ele comia ela com força, as mãos cravadas naquelas ancas largas, o som de pele molhada batendo. Sofia gemia, pedindo mais, e quando ele gozou dentro, ela se tocou no clitóris até gozar também, tremendo contra ele.No dia seguinte, Sofia propôs testar a ocitocina primeiro na Camila. Não sabiam qual quantidade seria necessária e preferiam não arriscar uma dose completa sem controle.
Carlos conversou com a mãe dele. Contou tudo: a busca, a Sofia, a mordida, a descoberta do anal, as ampolas. Camila ouviu em silêncio, com a expressão séria. No final, ela concordou.
—Tá bom. Se tem uma chance… eu topo.Foram com a Sofía. Ela preparou uma dose baixa e aplicou na Camila no braço. Depois olhou pro Carlos.
—Vai com ela para o quarto dela. Fica de olho no estado dela. Qualquer mudança estranha, me avisa.Em poucos minutos o efeito fez efeito. Camila ficou parada por um instante, a respiração acelerando. Depois um calor intenso subiu do baixo-ventre dela. Os olhos ficaram turvos de necessidade. Ela se jogou em cima do Carlos, quase arrancando a roupa dele, as mãos tremendo, a voz embargada:
—Por favor… filho, eu preciso de você. Tô morrendo de vontade. Me come. Por favor.Carlos sabia que se não fizesse, ela procuraria qualquer outro… e ele a perderia. Tirou uma camisinha, colocou com dedos atrapalhados e a beijou com força.
A primeira vez foi contra a parede. Levantou uma perna dela, abriu a buceta com os dedos e entrou de uma vez. Camila gritou de alívio, as unhas cravadas nas costas dele. Carlos a fodeu em pé, fundo, rápido, o corpo voluptuoso da mãe quicando contra a parede. As tetas pesadas escapavam da blusa; ele as tirou para fora e chupou enquanto metia.
—Mais… mais forte, filho… não para — ela arfava.Ele a levou para a cama. Colocou ela de quatro e a penetrou por trás, as mãos agarrando as cadeiras largas dela, o som molhado enchendo o quarto. Camila empurrava pra trás, pedindo que fosse mais fundo. Ele deu uma palmada nela e ela gozou com um gemido longo, a buceta apertando ele em espasmos.
Não parou por aí. Carlos se recostou e ela montou em cima. Cavalgou com desespero, quicando, os peitos pulando na cara dele. Ele segurava a bunda dela e metia de baixo pra cima. Trocaram de novo: ela de lado, uma perna levantada, ele entrando fundo enquanto esfregava o clitóris dela.
Depois a colocou de costas, abriu as pernas dela até quase dobrá-la e comeu ela com força, olhando nos olhos dela.— Te amo, mãe — grunhiu contra a boca dela.
— Te amo, filho… me come, me enche… não para…
Gozaram juntos. Camila arqueou as costas, o orgasmo sacudiu ela com violência; Carlos veio segundos depois, esvaziando-se dentro da camisinha enquanto ela ainda se contraía em volta dele.
Ficaram abraçados, suados, a respiração ofegante. O calor da ocitocina ainda estava ali, mas já não era desespero puro. Era algo mais profundo, mais perigoso… e mais deles.
Depois da dose de ocitocina, a Camila não sentiu mais aquela urgência desesperada. Passou mais de um mês sem que o calor a empurrasse pra ninguém. Dormia melhor, trabalhava na cozinha com a mente clara e, embora continuasse dividindo a cama com o Carlos, as noites eram tranquilas. O experimento tinha funcionado… pelo menos nela.
Sofía decidiu que era a vez dela. Uma tarde, depois de conferir as quatro ampolas que sobravam, chamou Carlos pro quarto dela. Se injetou a mesma quantidade que tinham dado na Camila. Sentaram pra esperar. Em poucos minutos a mudança foi evidente: a respiração da Sofía acelerou, as bochechas ficaram coradas e um brilho febril apareceu nos olhos dela. Ela se remexeu na cadeira, cruzou e descruzou as pernas, e de repente se levantou.
—Chico… já começou. Me atende.Carlos não precisou que pedisse duas vezes. Trancou a porta com a chave, empurrou ela contra a parede e beijou com força. Sofia arrancou a camiseta dele enquanto ele baixava as calças dela. A bunda grande ficou livre; Carlos apreciou por um segundo com as mãos antes de virá-la e fazê-la se apoiar na escrivaninha. Separou as nádegas dela, cuspiu na buceta já encharcada e enfiou a pica dentro de uma só estocada profunda.
Sofia gritou de alívio.—Porra, sim… assim!
Ele a fodeu sem contenção, os quadris batendo naquela bunda redonda uma vez atrás da outra. As mãos seguravam a cintura dela com força; cada estocada sacudia o corpo inteiro de Sofia. Ela empurrava para trás, buscando mais profundidade, gemia sem se importar com quem pudesse ouvir. Carlos levantou uma perna dela para abri-la mais e mudou o ângulo, acertando exatamente o ponto que a fazia tremer.
Ele a virou. Sentou-a na borda da escrivaninha, abriu as coxas dela e entrou de novo. Agora olhava no rosto dela enquanto a comia. Sofia cravava as unhas nos ombros dele, os lábios entreabertos, os olhos vidrados de prazer. Ele se inclinou e chupou uma das tetinhas dela, mordiscando o bico enquanto metia mais rápido.
—Mais forte… não para, Carlos… tô gozando…
Ela gozou com um gemido agudo, a buceta apertando a pica dele em espasmos fortes. Carlos não parou. Tirou ela da escrivaninha, colocou ela de quatro na cama e penetrou de novo, dessa vez mais fundo, quase brutal. O som da pele batendo na pele enchia o quarto. Sofia afundava o rosto no travesseiro e empurrava a raba pra trás, pedindo pra ele usar ela sem piedade.
Depois ele montou nela. Sentou-se na pica do Carlos e cavalgou com desespero, quicando, aquele rabão batendo nas coxas dele. Carlos segurava a cintura dela e metia de baixo pra cima cada vez que ela descia. O suor escorria pela pele dos dois. Sofia gozou uma segunda vez, o corpo inteiro tremendo, e no meio do orgasmo Carlos virou ela sem sair de dentro, colocou ela de lado e continuou fodendo até ele também gozar, grunhindo no pescoço dela enquanto se esvaziava dentro da camisinha.
Ficaram enroscados, ofegando. Sofía ainda tinha pequenos tremores residuais. Carlos acariciou o cabelo dela, molhado de suor, e beijou sua têmpora.Ela soltou uma risada baixa, cansada e satisfeita.
—Funciona… porra, funciona.
Uma semana depois, no meio da madrugada, Carlos acordou com o movimento ao lado dele. Camila estava inquieta, respirando ofegante, o corpo quente debaixo dos lençóis. Ela virou-se para ele e procurou a virilha dele com a mão, encontrando-o já meio duro por causa do atrito.
— Filho... de novo — sussurrou com a voz rouca de necessidade—. O calor tá subindo em mim. Por favor... me ajuda. Preciso de você dentro de mim.Carlos procurou às cegas na gaveta improvisada. Vazia. Não sobrava mais camisinha. Tinham esgotado tudo nos últimos dias. Por um segundo hesitou. Depois lembrou do que tinham descoberto com a Sofía: sexo anal era seguro. Não transmitia o vírus. E com a mãe dele... já não havia barreira que não tivessem atravessado.
— Não tem mais camisinha — ele disse em voz baixa—. Mas eu posso... por trás. É seguro.Camila assentiu sem hesitar, quase com alívio. Ajoelhou-se na cama, deu as costas e arqueou o corpo, oferecendo aquela bunda madura e redonda que ele tinha olhado tantas vezes em segredo. Carlos se ajoelhou atrás dela. Afastou as nádegas com as mãos, admirando por um momento a entrada apertada. Cuspiu nos dedos e começou a prepará-la com cuidado: um dedo primeiro, devagar, girando, empurrando até o músculo ceder. Depois dois. Camila gemia contra o travesseiro, empurrando para trás, impaciente.
—Já… por favor, filho. Mete.Carlos alinhou a rola, ainda só com saliva, e empurrou. A cabeça abriu caminho com dificuldade. Camila soltou um gemido longo, mistura de incômodo e prazer. Ele avançou centímetro por centímetro, sentindo como a bunda da mãe apertava com uma força quase dolorosa, até estar completamente dentro. Ficou parado um momento, deixando ela se acostumar, as mãos firmes nos quadris largos dela.
—Tá bem? —perguntou, a voz tensa.
—Sim… me fode. Fode gostoso.
Começou devagar. Meteu com cuidado no início, tirando quase todo o comprimento e voltando a entrar até o fundo. O calor e a pressão eram intensos. Camila empurrava pra trás a cada vez, buscando mais. Aos poucos Carlos acelerou. O som dos quadris batendo na bunda da mãe encheu o quarto. Ela gemia sem esconder a boca, pedindo mais forte, mais fundo. Ele deu um tapa nela e ela tremeu de prazer.
Inclinou ela mais pra frente, quase com o peito colado na cama, e mudou o ângulo. Agora entrava mais fundo. Uma mão rodeou a cintura dela e desceu até a buceta, encontrando-a encharcada. Esfregou o clitóris com os dedos enquanto comia ela por trás. Camila gozou primeiro: o corpo tensionou, a bunda apertou a rola em espasmos rítmicos e um gemido abafado escapou contra o lençol.
Carlos não parou. Segurou ela pelos quadris e continuou metendo com mais força, usando o corpo maduro da mãe sem reserva. O suor escorria pela pele dos dois. Ela ainda tremia do orgasmo quando ele sentiu que ia gozar. Afundou até o fundo e gozou dentro dela, enchendo a bunda com jatos quentes, grunhindo o nome dela contra as costas.
Ficaram assim por um tempo, unidos, ofegantes. Depois Carlos se retirou com cuidado. Camila se deixou cair de lado, ainda com pequenos tremores. Ele se deitou atrás dela e abraçou a cintura, o peito colado nas costas dela.
—Obrigada… —murmurou ela, a voz já mais calma. calma—. Te amo.
—Também te amo—respondeu ele, beijando o ombro dela.
Lá fora o condomínio dormia. Dentro do quarto, o cheiro de sexo e o calor dos corpos misturados eram a única prova do que tinha acabado de rolar.
No dia seguinte, Carlos e Camila foram ver a Sofía. Contaram pra ela o que tinha acontecido na noite anterior: o calor tinha voltado pra Camila apesar da dose anterior.
Sofía franziu o cenho, pensativa.—Pode ter sido a dose… ou precisar de mais de uma aplicação. Proponho que a gente se injete as duas. Comigo a gente vê se várias doses seguidas funcionam. Com a Camila a gente testa uma mais forte. Assim a gente descobre o que realmente segura isso.
As duas aceitaram. Sofía preparou as seringas. Na Camila, aplicou uma dose visivelmente mais alta. Nela mesma, uma normal. Se injetaram quase ao mesmo tempo.
Os efeitos não demoraram.
Em menos de cinco minutos o calor subiu como uma onda. Camila foi a primeira a sentir o desespero: as pernas tremiam, a buceta encharcou na hora e ela se arrastou até o Carlos quase de joelhos.
—Filho… agora. Por favor.Sofia não estava muito melhor. Mordeu o lábio, os olhos já nublados de necessidade, e tirou a camiseta de uma vez.
— As camisinhas acabaram ontem à noite — disse Carlos, a voz tensa —. Só sobrou o anal.
Nenhuma das duas discutiu.
Carlos levou as duas para a cama grande da Sofia. Primeiro cuidou da mãe. Colocou ela de quatro, afastou as nádegas e, com saliva e os dedos, preparou ela o mais rápido que conseguiu. Camila empurrava pra trás, impaciente. Quando ele alinhou a rola e empurrou, ela soltou um gemido gutural ao sentir ele abrindo caminho dentro do cu dela. Carlos não se segurou: comeu ela com força desde o primeiro momento, as mãos cravadas naquelas cadeiras de milf, largas, metendo fundo enquanto ela gemia o nome dele e pedia mais.
Sofia não esperou a vez dela. Ela se posicionou na frente de Camila, de joelhos, e ofereceu a buceta pra boca dela. Camila, ainda sendo penetrada por trás, começou a lamber com fome, chupando o clitóris dela enquanto o filho comia o cu dela. Sofia agarrou o cabelo dela e se esfregou na cara, gemendo.Depois eles trocaram. Carlos tirou a pica da mãe, ainda dura e brilhando de saliva, e enfiou em Sofia com uma estocada só. A bunda grande da líder se abriu em volta dele com um gemido agudo. Ele comeu ela sem piedade, as cadeiras batendo uma vez atrás da outra, enquanto Camila se sentava na frente e oferecia os peitos pesados pra Sofia chupar. O som de pele batendo em pele, gemidos e respirações ofegantes enchia o quarto.
Carlos foi alternando entre as duas. Um tempo ele comia a buceta da Sofía com estocadas profundas e rápidas; depois voltava pra da mãe dela, mais apertada, mais quente. As duas se tocavam entre si: se beijavam, chupavam os peitos uma da outra, enfiavam os dedos na buceta enquanto ele usava elas por trás. Em um momento, colocou uma do lado da outra, ambas de joelhos, os dois rabos expostos. Entrava numa, dava várias estocadas fortes, saía e cravava na outra sem perder o ritmo.
Camila gozou primeiro, a bunda apertando a pica em espasmos enquanto gritava contra o travesseiro. Sofía seguiu minutos depois, o corpo inteiro tremendo, um fio de saliva escorrendo pelo canto dos lábios. Carlos não aguentou muito mais. Afundou até o fundo na bunda de Sofía e gozou com um grunhido longo, enchendo ela. Ainda meio duro, passou pra mãe e terminou de se esvaziar dentro dela também.Os três caíram na cama, suados, ofegantes, os corpos entrelaçados.
O cheiro de sexo era denso. Lá fora o condomínio seguia com sua rotina. Dentro daquele quarto, por um tempo, só existiam eles três e o alívio temporário que tinham se dado.
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