Capítulo 7. Será que vale a pena?
Humberto está deprimido por causa da rejeição que a mãe dele fez.Volto para casa, são 15h28. Peço uma pizza, ela chega às 16h. Confiro meu celular e vejo mensagens da Ana e dela… decido ignorá-las. Não estou a fim.
Pego minhas fatias de pizza, vejo mensagens da Ana e dela, fico na dúvida se abro, penso, analiso, no final abro o whatsapp. - Chat -
Ana: Sério, eu não sei o que tá acontecendo com você, você não é assim, de verdade. Se for por causa de uma mulher, esquece ela, não é a única no mundo. Eu sei, eu sei, não devia me meter na sua vida, mas não gosto de te ver desse jeito. Aracely: Sabe, quando sua irmã me disse que você estava na praça, meu coração acelerou, e quando te vi na praça fiquei nervosa. Pensei que você ficaria feliz em me ver, mas vi seu olhar, aquele brilho que você tinha se foi, se apagou. Será que eu sou a culpada? Me responde quando ler isso. Sua irmã me lembrou que quando você termina um relacionamento ou é rejeitado, você age assim. Me perdoa, não quis te machucar. Fico pensando em que palavras usar, começo a escrever pra minha mãe: Beto:Entendo cada palavra que você me escreve, e quero que saiba que não precisa pedir perdão. Você não fez nada de errado, o que viu nos meus olhos é só um reflexo de autodefesa que aprendi nesse tempo todo. Não foi você quem apagou meu brilho; eu mesmo fiz isso, como quem baixa as cortinas pra ninguém ver o que tem dentro. Assim como você tem seu tempo pra processar, eu faço o mesmo do meu jeito. Talvez seja melhor pros dois que você continue com ela, até o papai voltar. Loleo, mando. Sigo com minhas coisas, vejo a TV, coloco uma série, perco tempo assistindo, fico entediado, vou tomar banho. Saio do banho, deito, durmo. Vou abrindo os olhos às 22h15, esquento a pizza, janto, fico jogando um pouco. Sigo assim até dar sono, vejo a hora, são 3h45 da manhã. Deito, vejo as notificações. Tem da Ana e da minha mãe: - Chat -
Ana: Como você tá? Ainda tá chorando por aquela? Vem jantar.
Ana: Já são 8h30 da noite, você não leu a mensagem. Acho que não. Tchau.
Aracely: Entendo suas palavras, e aceito seu jeito de ver as coisas. Mas quando você diz que o melhor é eu ficar com sua irmã... me dói que você pense que dá pra escolher assim, como se fossem opções iguais. Ela é sua irmã, e fico feliz em estar com ela, sim. Mas... ela não é você, só porque é "o melhor". Fico feliz que você pense que é o melhor pra mim. Se precisar de distância, vai ter. Se precisar de tempo, eu te dou. Mas não me peça pra escolher o caminho fácil e te deixar de fora. Eu não vou a lugar nenhum. Toma seu tempo. Mas não decida pelos dois. O que eu tô começando a sentir por você, não se substitui nem se muda. Fico relendo a mensagem da minha mãe,o que eu começo a sentir por você,essa parte me fez reler, uma e outra e outra vez… minha mãe está se apaixonando por mim? Com essa nova informação, decido continuar sendo carinhoso com ela, mas mais sutil.
SEGUNDA-FEIRAAcordo às 11h da manhã, levanto pra lavar o rosto, me olho no espelho, tô decidido a conquistar minha mãe. Então, vou começar a mandar mensagens com o mesmo impacto das notas, é verdade, fazer isso pelo celular parece muito impessoal, superficial, mas vamos ver no que dá. Pego meu celular. Olho as notificações, abro o chat da minha mãe: Beto: Oi. Só queria te cumprimentar e dizer que não paro de pensar em você, naquele beijo, naquele sentimento que você me despertou. Mas é justamente por isso que me dá uma vontade de te cuidar, de te acompanhar, de fazer você sentir que tem gente que sabe te valorizar de verdade, que não vai soltar sua mão. Beijos. Loleo, eu mando, mas... já não tenho mais aquela preocupação, ansiedade, medo. Me surpreende a serenidade que eu tenho. É como se eu não ligasse pras consequências. Deixo meu celular, coloco no modo vibrar no meu quarto. Vou pra cozinha, começo a fazer meu café da manhã, uns hot-cakes, vejo o mel, o creme de avelã, a geleia, me preparo um café. Sento pra comer, com calma, saboreando e curtindo cada mordida dos hot-cakes. Vou pra sala, ligo a TV, procuro uma série, filmes, me chama atenção um de terror, começo a assistir, no meio do filme dou pausa, vou pro meu quarto, vejo a hora, são 2:00 da tarde, vejo uma notificação da minha mãe que curtiu a mensagem. Em seguida, uma resposta dela:
Aracely:Isso tocou meu coração. Obrigada pelas suas palavras, por ser tão atencioso e por me respeitar desse jeito. A verdade é que eu tenho dificuldade em acreditar que você me queira de um jeito tão lindo assim, você me faz sentir diferente. Não sei o que vai acontecer, nem se um dia vou conseguir te corresponder como você merece… mas me faz bem saber o que você pensa de mim. Obrigada pelo seu carinho, vou guardá-lo com cuidado, junto com os outros que você já me deu. Amo ela, não respondo. Deixo assim, dou o tempo e o espaço dela. Sigo na minha, vendo filmes, séries, até dar 4h15 da tarde, quando vou tomar banho. Mas dessa vez faço algo diferente, antes do banho, vou no quarto dela, entro, reviro o closet, pego uma calcinha fio dental limpa, levo ao meu nariz, faz dias que não me masturbo, agora vou fazer pensando nela, deito no lado dela da cama, tiro tudo, enrolo ela no meu pau que tá duro, começo a me masturbar, imaginando como ela chupa, como ela deve montar, lembro dos gemidos dela, começo a me esfregar mais, mais, já tô quase gozando, é acumulado de vários dias, me ajeito de um jeito que seja mais gostoso… sinto que vou gozar… explodo de um jeito tão forte que minha visão fica turva de tanto prazer acumulado, gritando o nome dela ARACELYYYYY, MAMA, AHHHH… gozei de um jeito abundante, e o que faço com toda a intenção é deixar ali mesmo, com minha porra, ajeito de um jeito que quando ela voltar e ver, saiba que pensei nela. Saio do meu quarto, vou tomar banho. Tô relaxado, curto o banho… fazia dias que não aproveitava assim… algo mudou. Sim, é a primeira vez que me masturbo usando direto uma peça de roupa da minha mãe, e foi muito gostoso! Me deu fome, me preparo algo pra comer, faço o que todo cara de 19 anos, que se acha um adulto independente, faz: um miojo. Como com vontade, curto o almoço, e quando termino vou olhar meu celular. Vejo uma mensagem da Ana. -Ana: Você já está melhor? A mamãe disse que sim, que você falou com ela algumas vezes, isso é bom. Vem jantar às 20h. A gente te espera. Vejo, agora são 6:20 da tarde, penso, e se eu for, vou poder ver a reação da minha mãe, vou ver como é que fica. Respondo que vou, e na hora ela me responde: Ana: Já que você tá melhor, pode fazer um favor pra mãe. Leva umas roupas pra ela, cê sabe que ela não gosta de repetir, parece até quadro.
Beto: Mmm…ok, então não é tanto que querem me ver, e sim que eu seja um faz-tudo.
Ana: Um favor que você faz pra nossa mãe.
Beto: Ok Nisso eu penso, é minha chance de ver o que acontece se realmente houver um avanço ou uma rejeição. Pelas mensagens e respostas dela, dá margem pra eu fazer uma jogada arriscada. Mas será que vale a pena? Eu pego, entro no quarto dela, decido fazer o impensável e a coisa mais idiota… me masturbar pela segunda vez em outra peça de roupa, deixá-la assim, junto com a primeira, e levar as duas usadas pra ela, junto com outras pra disfarçar. É isso que eu faço. Tô tão excitado que não demorei pra esvaziar minhas bolas de novo na calcinha fio dental da minha mãe. Escolhi as mais sexys, e roupas de ficar em casa, normais, nada provocantes, só a lingerie. Levanto elas numa sacola, arrumo de um jeito que não manchem as outras peças. Pego o carro e vou pra casa da minha irmã, chego às 8:15 da noite, e quem me recebe é a minha irmã.
-Ana: Beto, finalmente! Tá vivo!, kkkk, entra, entra… mãe, chegou teu filhinho querido…
-cunhado: Bem-vindo, senta aí que a janta já tá quase pronta.
-Aracely: Filho, como você mudou! Tá comendo direito?
-Beto: Valeu, valeu, sim, mãe. Tô comendo só miojo. Pega o pedido que a Ana me passou.
-O Aracely: Obrigada, eu levo pro quarto.
Observo minha mãe usando uma blusa decotada e uma minissaia que chega nas coxas. Ela está uma delícia. Sentamos pra jantar de um jeito que ela fica do meu lado, enquanto na nossa frente estão a Ana e meu cunhado. A gente conversa sobre tudo, sobre quando eu começo a escola, e eu falo que é daqui a mais ou menos um mês. Nesse momento, a Ana, como sempre, cutucando a ferida…
-Ana: Te vejo melhor do que da última vez. Já superou ela?
-Aracely: Ana! Para de encher o saco do seu irmão.
-Beto:…É nisso que estou, ainda dói, um pouco, mas continua doendo.
-Ana: Você precisa esquecê-la, tem muita mina na faculdade, vai ver que você vai arrumar uma que vai te dar as melhores noites da sua vida… né, amor? – Se referindo ao marido.
Beto: Talvez, mas nenhuma como ela. Enfim… vamos mudar de assunto ou eu vazo.
-Ana: Ash, você não aguenta nada. É o filhinho da mamãe…
Aracely: Chega, Ana!
-Está bem, tá bom.
-Beto: Talvez sim, talvez não, mas já não sou criança de ninguém, sou um homem que sabe o que quer e vai saber esperar pela pessoa certa, sei que ela vai perceber meus sentimentos.
Digo isso olhando para o meu prato e de canto de olho pra minha mãe, que ao ouvir fica nervosa. Da parte dela, começa a falar de outros assuntos, finalmente! Jogamos um pouco de cartas, vejo as horas, são 21h45, decido ir embora, me despeço de todos. Subo no carro, nesse momento saem Ana, meu cunhado e minha mãe pra se despedir de mim pela segunda vez... nesse instante minha mãe diz que quer falar comigo um momento, que entrem... fico esperando...
-Aracely: Andei pensando muito no que aconteceu, no que senti, na minha reação... você me perdoa?
-Beto: Você não precisa se desculpar, fui eu quem errou, achei que tinha algo especial. Vi isso nos seus olhos e interpretei errado. Desculpa. A gente se vê, descansa.Nesse momento, ela vira pra olhar pra dentro, acho que não vê eles... ela se inclina, segura meu rosto e me dá um beijo rápido nos lábios, não um de boa noite, mas um beijo de verdade.
-Aracely: Espero que isso te dê uma ideia do quanto eu pensei.Eu fico sem palavras, ela ri, entra e fecha a porta, não sem antes me olhar de novo.
Chego às 22h35, entro em casa, escovo os dentes, vou pro meu quarto, tiro a roupa, me deito, fico navegando nas redes sociais um pouco. Não tem nada interessante. Começo a ver vídeos, são 23h22, quando chega uma notificação da minha mãe: - Chat -
Aracely: Obrigada por vir, obrigada pelo beijo.
Beto: Você não precisa agradecer, já fazia tempo que eu não te via contente, sinto falta de te ver aqui, ver seu sorriso, seu corpo…
Aracely: Eu sei, não é fácil pra mim, por isso te pedi um tempo. E te agradeço por me dar isso, isso mostra sua maturidade como homem.
Beto: Eu sei, não é fácil. Aquele beijo me surpreendeu, não esperava.
Aracely: Essa era a ideia, estamos quites.
Beto: Ha, ha, ok… então vou ter que mudar isso.
Aracely: Não sei. Descansa, meu amor.
Beto: Você também. Fiquei mais um tempo navegando, devem ter se passado uns 20 minutos quando minha mãe me manda uma mensagem: -Aracely: Obrigado por me fazer sentir desejada. Yuna, uma foto da sua calcinha manchada com a minha gozada.
TERÇA-FEIRAAcordo às 10h da manhã, confiro as mensagens, vejo que não foi sonho o que ela disse, não apago. Vejo notificações da minha irmã, não abro, vou direto pro chat da minha mãe e escrevo: -Chat-
Beto: Bom dia pra mulher mais gostosa, aqui acordando e meus primeiros pensamentos são pra você. Tô com saudade. Reviso o chat da Ana que me mandou uma mensagem lá pelas 23h50
-Ana: Mano, cê não vai acreditar, fui beber uma água, ouvi a mãe soluçando, pensei que ela tava chorando, porque cê sabe como ela fica, e fui bater na porta pra perguntar se tava bem e fazer ela se sentir melhor, e mano, ela não tava chorando... que vergonha do caralho ia ser, ainda bem que tua cunhada não ouviu, porque ia dar vontade nela, kkkk.
Deixo uma reação de rosto rindo. Loleo, eu começo a rir com o comentário dela, mas percebo minutos depois que ela fez isso depois de me mandar a mensagem. Levanto, lavo o rosto, preparo meu café da manhã, quando depois de 40 minutos, ouço uma mensagem. Fico nervoso, não sei por quê, vejo que é da minha mãe: -Chat-
Aracely: Obrigada, você é um amor de homem. Sabe de uma coisa? Por sua culpa, por suas atenções e por seus tratos, eu sonhei com você.
Beto: Eu também tenho pensado em você. Sinto muito a sua falta.
Aracely: Eu sei, eu sei. Ontem, quando vi como você deixou minhas 2 calcinhas, fiquei muito nervosa, não sabia como reagir, se ficava brava ou não, mas você me faz sentir coisas que uma mãe não deveria sentir pelo filho. E te digo uma coisa, ontem pensei em você. Só te peço uma coisa, tá? Não mude, essas atenções que você tem comigo, eu gosto, me sinto bem como mulher. Só mais uns dias, já tomei uma decisão, só me deixa me preparar mentalmente. Ok?
Beto: Claro, sempre pensei em você, desde sempre, só não queria te falar, porque não sabia como você ia reagir. Se você me desse mais um pouco de oportunidade, eu te amaria do jeito certo.
Aracely: Ai, love, love, só me dá tempo pra aceitar minha decisão, não sei se vou conseguir te corresponder por completo, talvez seja aos poucos, entende que isso é muito forte. Mas me dá tempo. Mas te mando uma amostra do que você ganhou. Abro a imagem e vejo que ela está usando uma blusa, e uma das calcinhas que eu dei pra ela.
Humberto está deprimido por causa da rejeição que a mãe dele fez.Volto para casa, são 15h28. Peço uma pizza, ela chega às 16h. Confiro meu celular e vejo mensagens da Ana e dela… decido ignorá-las. Não estou a fim.
Pego minhas fatias de pizza, vejo mensagens da Ana e dela, fico na dúvida se abro, penso, analiso, no final abro o whatsapp. - Chat -
Ana: Sério, eu não sei o que tá acontecendo com você, você não é assim, de verdade. Se for por causa de uma mulher, esquece ela, não é a única no mundo. Eu sei, eu sei, não devia me meter na sua vida, mas não gosto de te ver desse jeito. Aracely: Sabe, quando sua irmã me disse que você estava na praça, meu coração acelerou, e quando te vi na praça fiquei nervosa. Pensei que você ficaria feliz em me ver, mas vi seu olhar, aquele brilho que você tinha se foi, se apagou. Será que eu sou a culpada? Me responde quando ler isso. Sua irmã me lembrou que quando você termina um relacionamento ou é rejeitado, você age assim. Me perdoa, não quis te machucar. Fico pensando em que palavras usar, começo a escrever pra minha mãe: Beto:Entendo cada palavra que você me escreve, e quero que saiba que não precisa pedir perdão. Você não fez nada de errado, o que viu nos meus olhos é só um reflexo de autodefesa que aprendi nesse tempo todo. Não foi você quem apagou meu brilho; eu mesmo fiz isso, como quem baixa as cortinas pra ninguém ver o que tem dentro. Assim como você tem seu tempo pra processar, eu faço o mesmo do meu jeito. Talvez seja melhor pros dois que você continue com ela, até o papai voltar. Loleo, mando. Sigo com minhas coisas, vejo a TV, coloco uma série, perco tempo assistindo, fico entediado, vou tomar banho. Saio do banho, deito, durmo. Vou abrindo os olhos às 22h15, esquento a pizza, janto, fico jogando um pouco. Sigo assim até dar sono, vejo a hora, são 3h45 da manhã. Deito, vejo as notificações. Tem da Ana e da minha mãe: - Chat -
Ana: Como você tá? Ainda tá chorando por aquela? Vem jantar.
Ana: Já são 8h30 da noite, você não leu a mensagem. Acho que não. Tchau.
Aracely: Entendo suas palavras, e aceito seu jeito de ver as coisas. Mas quando você diz que o melhor é eu ficar com sua irmã... me dói que você pense que dá pra escolher assim, como se fossem opções iguais. Ela é sua irmã, e fico feliz em estar com ela, sim. Mas... ela não é você, só porque é "o melhor". Fico feliz que você pense que é o melhor pra mim. Se precisar de distância, vai ter. Se precisar de tempo, eu te dou. Mas não me peça pra escolher o caminho fácil e te deixar de fora. Eu não vou a lugar nenhum. Toma seu tempo. Mas não decida pelos dois. O que eu tô começando a sentir por você, não se substitui nem se muda. Fico relendo a mensagem da minha mãe,o que eu começo a sentir por você,essa parte me fez reler, uma e outra e outra vez… minha mãe está se apaixonando por mim? Com essa nova informação, decido continuar sendo carinhoso com ela, mas mais sutil.
SEGUNDA-FEIRAAcordo às 11h da manhã, levanto pra lavar o rosto, me olho no espelho, tô decidido a conquistar minha mãe. Então, vou começar a mandar mensagens com o mesmo impacto das notas, é verdade, fazer isso pelo celular parece muito impessoal, superficial, mas vamos ver no que dá. Pego meu celular. Olho as notificações, abro o chat da minha mãe: Beto: Oi. Só queria te cumprimentar e dizer que não paro de pensar em você, naquele beijo, naquele sentimento que você me despertou. Mas é justamente por isso que me dá uma vontade de te cuidar, de te acompanhar, de fazer você sentir que tem gente que sabe te valorizar de verdade, que não vai soltar sua mão. Beijos. Loleo, eu mando, mas... já não tenho mais aquela preocupação, ansiedade, medo. Me surpreende a serenidade que eu tenho. É como se eu não ligasse pras consequências. Deixo meu celular, coloco no modo vibrar no meu quarto. Vou pra cozinha, começo a fazer meu café da manhã, uns hot-cakes, vejo o mel, o creme de avelã, a geleia, me preparo um café. Sento pra comer, com calma, saboreando e curtindo cada mordida dos hot-cakes. Vou pra sala, ligo a TV, procuro uma série, filmes, me chama atenção um de terror, começo a assistir, no meio do filme dou pausa, vou pro meu quarto, vejo a hora, são 2:00 da tarde, vejo uma notificação da minha mãe que curtiu a mensagem. Em seguida, uma resposta dela:
Aracely:Isso tocou meu coração. Obrigada pelas suas palavras, por ser tão atencioso e por me respeitar desse jeito. A verdade é que eu tenho dificuldade em acreditar que você me queira de um jeito tão lindo assim, você me faz sentir diferente. Não sei o que vai acontecer, nem se um dia vou conseguir te corresponder como você merece… mas me faz bem saber o que você pensa de mim. Obrigada pelo seu carinho, vou guardá-lo com cuidado, junto com os outros que você já me deu. Amo ela, não respondo. Deixo assim, dou o tempo e o espaço dela. Sigo na minha, vendo filmes, séries, até dar 4h15 da tarde, quando vou tomar banho. Mas dessa vez faço algo diferente, antes do banho, vou no quarto dela, entro, reviro o closet, pego uma calcinha fio dental limpa, levo ao meu nariz, faz dias que não me masturbo, agora vou fazer pensando nela, deito no lado dela da cama, tiro tudo, enrolo ela no meu pau que tá duro, começo a me masturbar, imaginando como ela chupa, como ela deve montar, lembro dos gemidos dela, começo a me esfregar mais, mais, já tô quase gozando, é acumulado de vários dias, me ajeito de um jeito que seja mais gostoso… sinto que vou gozar… explodo de um jeito tão forte que minha visão fica turva de tanto prazer acumulado, gritando o nome dela ARACELYYYYY, MAMA, AHHHH… gozei de um jeito abundante, e o que faço com toda a intenção é deixar ali mesmo, com minha porra, ajeito de um jeito que quando ela voltar e ver, saiba que pensei nela. Saio do meu quarto, vou tomar banho. Tô relaxado, curto o banho… fazia dias que não aproveitava assim… algo mudou. Sim, é a primeira vez que me masturbo usando direto uma peça de roupa da minha mãe, e foi muito gostoso! Me deu fome, me preparo algo pra comer, faço o que todo cara de 19 anos, que se acha um adulto independente, faz: um miojo. Como com vontade, curto o almoço, e quando termino vou olhar meu celular. Vejo uma mensagem da Ana. -Ana: Você já está melhor? A mamãe disse que sim, que você falou com ela algumas vezes, isso é bom. Vem jantar às 20h. A gente te espera. Vejo, agora são 6:20 da tarde, penso, e se eu for, vou poder ver a reação da minha mãe, vou ver como é que fica. Respondo que vou, e na hora ela me responde: Ana: Já que você tá melhor, pode fazer um favor pra mãe. Leva umas roupas pra ela, cê sabe que ela não gosta de repetir, parece até quadro.
Beto: Mmm…ok, então não é tanto que querem me ver, e sim que eu seja um faz-tudo.
Ana: Um favor que você faz pra nossa mãe.
Beto: Ok Nisso eu penso, é minha chance de ver o que acontece se realmente houver um avanço ou uma rejeição. Pelas mensagens e respostas dela, dá margem pra eu fazer uma jogada arriscada. Mas será que vale a pena? Eu pego, entro no quarto dela, decido fazer o impensável e a coisa mais idiota… me masturbar pela segunda vez em outra peça de roupa, deixá-la assim, junto com a primeira, e levar as duas usadas pra ela, junto com outras pra disfarçar. É isso que eu faço. Tô tão excitado que não demorei pra esvaziar minhas bolas de novo na calcinha fio dental da minha mãe. Escolhi as mais sexys, e roupas de ficar em casa, normais, nada provocantes, só a lingerie. Levanto elas numa sacola, arrumo de um jeito que não manchem as outras peças. Pego o carro e vou pra casa da minha irmã, chego às 8:15 da noite, e quem me recebe é a minha irmã.
-Ana: Beto, finalmente! Tá vivo!, kkkk, entra, entra… mãe, chegou teu filhinho querido…
-cunhado: Bem-vindo, senta aí que a janta já tá quase pronta.
-Aracely: Filho, como você mudou! Tá comendo direito?
-Beto: Valeu, valeu, sim, mãe. Tô comendo só miojo. Pega o pedido que a Ana me passou.
-O Aracely: Obrigada, eu levo pro quarto.
Observo minha mãe usando uma blusa decotada e uma minissaia que chega nas coxas. Ela está uma delícia. Sentamos pra jantar de um jeito que ela fica do meu lado, enquanto na nossa frente estão a Ana e meu cunhado. A gente conversa sobre tudo, sobre quando eu começo a escola, e eu falo que é daqui a mais ou menos um mês. Nesse momento, a Ana, como sempre, cutucando a ferida…
-Ana: Te vejo melhor do que da última vez. Já superou ela?
-Aracely: Ana! Para de encher o saco do seu irmão.
-Beto:…É nisso que estou, ainda dói, um pouco, mas continua doendo.
-Ana: Você precisa esquecê-la, tem muita mina na faculdade, vai ver que você vai arrumar uma que vai te dar as melhores noites da sua vida… né, amor? – Se referindo ao marido.
Beto: Talvez, mas nenhuma como ela. Enfim… vamos mudar de assunto ou eu vazo.
-Ana: Ash, você não aguenta nada. É o filhinho da mamãe…
Aracely: Chega, Ana!
-Está bem, tá bom.
-Beto: Talvez sim, talvez não, mas já não sou criança de ninguém, sou um homem que sabe o que quer e vai saber esperar pela pessoa certa, sei que ela vai perceber meus sentimentos.
Digo isso olhando para o meu prato e de canto de olho pra minha mãe, que ao ouvir fica nervosa. Da parte dela, começa a falar de outros assuntos, finalmente! Jogamos um pouco de cartas, vejo as horas, são 21h45, decido ir embora, me despeço de todos. Subo no carro, nesse momento saem Ana, meu cunhado e minha mãe pra se despedir de mim pela segunda vez... nesse instante minha mãe diz que quer falar comigo um momento, que entrem... fico esperando...
-Aracely: Andei pensando muito no que aconteceu, no que senti, na minha reação... você me perdoa?
-Beto: Você não precisa se desculpar, fui eu quem errou, achei que tinha algo especial. Vi isso nos seus olhos e interpretei errado. Desculpa. A gente se vê, descansa.Nesse momento, ela vira pra olhar pra dentro, acho que não vê eles... ela se inclina, segura meu rosto e me dá um beijo rápido nos lábios, não um de boa noite, mas um beijo de verdade.
-Aracely: Espero que isso te dê uma ideia do quanto eu pensei.Eu fico sem palavras, ela ri, entra e fecha a porta, não sem antes me olhar de novo.
Chego às 22h35, entro em casa, escovo os dentes, vou pro meu quarto, tiro a roupa, me deito, fico navegando nas redes sociais um pouco. Não tem nada interessante. Começo a ver vídeos, são 23h22, quando chega uma notificação da minha mãe: - Chat -
Aracely: Obrigada por vir, obrigada pelo beijo.
Beto: Você não precisa agradecer, já fazia tempo que eu não te via contente, sinto falta de te ver aqui, ver seu sorriso, seu corpo…
Aracely: Eu sei, não é fácil pra mim, por isso te pedi um tempo. E te agradeço por me dar isso, isso mostra sua maturidade como homem.
Beto: Eu sei, não é fácil. Aquele beijo me surpreendeu, não esperava.
Aracely: Essa era a ideia, estamos quites.
Beto: Ha, ha, ok… então vou ter que mudar isso.
Aracely: Não sei. Descansa, meu amor.
Beto: Você também. Fiquei mais um tempo navegando, devem ter se passado uns 20 minutos quando minha mãe me manda uma mensagem: -Aracely: Obrigado por me fazer sentir desejada. Yuna, uma foto da sua calcinha manchada com a minha gozada.
TERÇA-FEIRAAcordo às 10h da manhã, confiro as mensagens, vejo que não foi sonho o que ela disse, não apago. Vejo notificações da minha irmã, não abro, vou direto pro chat da minha mãe e escrevo: -Chat-
Beto: Bom dia pra mulher mais gostosa, aqui acordando e meus primeiros pensamentos são pra você. Tô com saudade. Reviso o chat da Ana que me mandou uma mensagem lá pelas 23h50
-Ana: Mano, cê não vai acreditar, fui beber uma água, ouvi a mãe soluçando, pensei que ela tava chorando, porque cê sabe como ela fica, e fui bater na porta pra perguntar se tava bem e fazer ela se sentir melhor, e mano, ela não tava chorando... que vergonha do caralho ia ser, ainda bem que tua cunhada não ouviu, porque ia dar vontade nela, kkkk.
Deixo uma reação de rosto rindo. Loleo, eu começo a rir com o comentário dela, mas percebo minutos depois que ela fez isso depois de me mandar a mensagem. Levanto, lavo o rosto, preparo meu café da manhã, quando depois de 40 minutos, ouço uma mensagem. Fico nervoso, não sei por quê, vejo que é da minha mãe: -Chat-
Aracely: Obrigada, você é um amor de homem. Sabe de uma coisa? Por sua culpa, por suas atenções e por seus tratos, eu sonhei com você.
Beto: Eu também tenho pensado em você. Sinto muito a sua falta.
Aracely: Eu sei, eu sei. Ontem, quando vi como você deixou minhas 2 calcinhas, fiquei muito nervosa, não sabia como reagir, se ficava brava ou não, mas você me faz sentir coisas que uma mãe não deveria sentir pelo filho. E te digo uma coisa, ontem pensei em você. Só te peço uma coisa, tá? Não mude, essas atenções que você tem comigo, eu gosto, me sinto bem como mulher. Só mais uns dias, já tomei uma decisão, só me deixa me preparar mentalmente. Ok?
Beto: Claro, sempre pensei em você, desde sempre, só não queria te falar, porque não sabia como você ia reagir. Se você me desse mais um pouco de oportunidade, eu te amaria do jeito certo.
Aracely: Ai, love, love, só me dá tempo pra aceitar minha decisão, não sei se vou conseguir te corresponder por completo, talvez seja aos poucos, entende que isso é muito forte. Mas me dá tempo. Mas te mando uma amostra do que você ganhou. Abro a imagem e vejo que ela está usando uma blusa, e uma das calcinhas que eu dei pra ela.
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