Ela se chamava Aldana, tinha chegado por recomendação pra trabalhar em casa. Eu a via muito pouco, quase nada, disso cuidava minha esposa, que saía de manhã pra trabalhar. Isso aconteceu num dia em que cheguei cedo, tipo meio-dia, por essas coisas da vida. Entrei, cheiro de limpeza pra todo lado, procurei ela pra cumprimentar mas não achei, com certeza deve estar no tanque, pensei. Coloquei um short porque tava calor e fui cumprimentá-la. Ela é baixinha, de quadril largo, uma bunda boa e muitos peitos, devia ter uns trinta e poucos anos. Acho ela no tanque, fazendo alguma coisa, vestia uma camiseta curta e sem sutiã que dava pra ver os bicos de longe, um short justinho que marcava bem a raba e a cintura. Me aproximo, cumprimento, ela diz que a patroa saiu há instantes, volta depois das 17:00. A gente conversa sobre o calor, como o clima é insuportável, e que a gente sua muito em dias assim. Até aí tudo normal, até que ela fala, já que o senhor tá aí, pode me ajudar a trocar as cortinas, é que tenho medo de escorregar da cadeira, eu digo que sem problema, ela sobe numa cadeira e me deixa a bunda na altura do meu rosto, me afastei um pouquinho pra ela não pensar mal e de canto de olho olho os peitos que dava pra ver por baixo da camiseta. Que peitão que essa mulher tem e que bunda boa, quase imperceptível mas deu uma endurecida, ela se move pra alcançar a ponta e antes que escorregue seguro ela na altura da bunda, agora sim alcanço, ela diz. Ajudo ela a descer da cadeira e ela desce de frente roçando os peitos no meu rosto, ah desculpa, ela fala como se não tivesse percebido. Tudo bem, eu digo, tá firme aí, falo brincando e ela responde já não, tão um pouco caídas, faz tempo que não vejo um par desse estilo, eu falo, não acredito, ela diz, alguma deve ter por aí, ela fala e sorri, nesse ponto pensei comigo mesmo "é agora". Ela começa a lavar algo na pia, me aproximo por trás e abraço ela sem encostar, ela se levanta um um pouco e me diz "não tá certo isso", eu passo as mãos por baixo da camiseta e agarro as tetas dela, grandes e com os bicos durinhos, ela empina a bunda e eu encosto meu pau duro nessa raba gostosa. Como eu tava com as mãos molhadas, seguro a cabeça dela e começo a beijá-la, ela não me tocava, beijo o pescoço dela e desço pras tetas, não precisei de esforço nenhum, só levantei a camiseta um pouquinho e lá estavam duas tetonas. Eu me levanto e procuro a boca dela de novo, ela me agarra e mete a mão procurando meu pau que já queria sair sozinho. Ela se ajoelha e me faz um boquete de pelo menos 20 minutos, eu já tava prestes a explodir, mas queria comer ela. Eu baixo um pouco o short dela e ela pergunta "cê tem camisinha?" Tenho, eu digo, e vou pro quarto buscar uma, a mistura de tesão, o nervosismo do que tava acontecendo, e do jeito e com quem, tava me deixando doido. Quando volto, ela tava sentada no bidê do banheiro da lavanderia, se lavando com a buceta, já sem short nem calcinha, que eu vi no chão. Eu me aproximo do jeito que tava e falo "te ajudo um pouquinho", ela deixa, e eu meto a mão na buceta aberta dela até que ela quase gozou ali sentada. "Quero te chupar um pouquinho", eu digo, ela se apoia no lavatório e empina a bunda pra mim, eu meti a língua em tudo quanto é lugar, chupei e mordi as nádegas dela à vontade. Eu visto a camisinha e meto devagar, depois ela começa a rebolar como se tivesse dançando, "cê gosta?" ela pergunta, "adoro", eu respondo, ela abriu mais as pernas, eu segurei firme na cintura dela e meti por uns dez minutos até gozar como se fosse um litro. Fiquei encharcado de suor, tiro ela de dentro, ela se levanta, tava toda suada, "vou tomar um banho e seguir minha vida", ela diz, "pode ir", eu falo, tiro a camisinha e enrolo no papel, ela pega no meu pau, todo cheio de gozo do jeito que tava, e começa a chupar de novo, deixou impecável, eu tava no paraíso naquele momento. A gente conversou um pouco e depois cada um pro seu lado. Quando dava no meu trabalho, eu saía mais cedo pra comer ela um pouquinho, nunca consegui combinar de ir pra um hotel, mas em minha casa durante uns dois anos, de vez em quando a gente se mandava uma transa nível deus.
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