Ano novo em Madri (9)

Os dias passavam. Os irmãos conviviam na casa sem problema. Marta notava o olhar do irmão sobre ela. Não era um olhar de passagem, ele parava na bunda dela, ficava encarando por segundos.
Uma noite, enquanto os quatro Velázquez jantavam em família, rolou uma situação de risadas e cumplicidade. Vocês lembram do acidente do outro dia? – disse a mãe de repente.
Marta e Dani se olharam nos olhos. Não esqueço mais isso – disse Dani E por quê? – quis saber a mãe É que um acidente, assim, na porta da sua própria casa, não é pra esquecer assim à toa, né? Pois é, claro – disse a mãe.
Mais tarde, Marta o segurou no corredor e disse:
- Dani, você é terrível, cara, quase fez eu engasgar com a comida. É que é verdade, nunca mais esqueço daquele acidente Só isso? Não só disso… Que bom que você gostou
Marta dizia para si mesma: que porra eu tô fazendo brincando com meu irmão? Será que tô dando em cima dele? Ela se afastou pelo corredor porque não sabia como reagiria se ficasse.
Quando já tinha andado alguns metros, ouviu atrás dela
- Quando é que a gente vai pra outra? Nunca – Marta se virou e riu Só mais uma… Já vamos ver… Espera! Marta estava entrando no quarto dela e Daniel foi atrás dela por trás. Tenho uma ideia, Marta O que você tá dizendo, mano, nossos pais tão andando pela casa aí Você sabe que nunca entram nos nossos quartos sem bater E aí, o que você tá pensando? Vou te devolver a punheta que te devo Você tá de brincadeira? Vem cá, olha, eu olho pela janela e você fica atrás e eu enfio minha mão Você é louco, cara.
A Marta dizia isso, mas ao mesmo tempo se deixava pegar na mão pelo irmão e o seguia. Da buceta dela começava a brotar o néctar da excitação, e ela percebia. Vamos ver o acidente? – disse Marta com uma risadinha Vamos, vem.
Dani não demorou nada pra meter a mão dentro da calcinha da Marta, e ela soltou um gemido quando sentiu o dedo quente do irmão brincando na sua buceta. Aiii Daniiii, isso sim que eu gosto Muito, maninha. Eu te devia essa. Você não me devia nada, mas continua… Quero fazer você gozar… Receio que você vá conseguir.
Agora Marta adiantou a mão, rodeando a cintura do irmão, e também enfiou a mão dentro da cueca dele. Não é necessário Quero fazer isso, Dani Bem, não vou negar
Agora estavam os dois de pé, se masturbando um ao outro enquanto ouviam os passos de algum dos pais pelo corredor. Não podiam, nem queriam parar por nada deste mundo. Já tô chegando, Dani, você é muito bom E eu também, Marta. Somos uns safadinhos, hein! Aghhhh Aghmmmmmm
A gozada do Dani começou a vazar enquanto ele ouvia no ouvido os gemidos docinhos da irmã. A corrente de tesão que percorreu os dois irmãos parecia ser algo genético.
Dani virou a cabeça e olhou nos olhos da irmã. Ela, por instinto, sem querer, olhou pra boca dele. Ele olhou pra boca dela e foi se aproximando.
Continua…
Podem deixar seus comentários emreybaco2005@gmail.comO no Telegram @reybaco2005

Os dias passavam. Os irmãos conviviam na casa sem problema. Marta notava o olhar do irmão sobre ela. Não era um olhar de passagem, ele parava na bunda dela, ficava encarando por segundos.
Uma noite, enquanto os quatro Velázquez jantavam em família, rolou uma situação de risadas e cumplicidade. Vocês lembram do acidente do outro dia? – disse a mãe de repente.
Marta e Dani se olharam nos olhos. Não esqueço mais isso – disse Dani E por quê? – quis saber a mãe É que um acidente, assim, na porta da sua própria casa, não é pra esquecer assim à toa, né? Pois é, claro – disse a mãe.
Mais tarde, Marta o segurou no corredor e disse:
- Dani, você é terrível, cara, quase fez eu engasgar com a comida. É que é verdade, nunca mais esqueço daquele acidente Só isso? Não só disso… Que bom que você gostou
Marta dizia para si mesma: que porra eu tô fazendo brincando com meu irmão? Será que tô dando em cima dele? Ela se afastou pelo corredor porque não sabia como reagiria se ficasse.
Quando já tinha andado alguns metros, ouviu atrás dela
- Quando é que a gente vai pra outra? Nunca – Marta se virou e riu Só mais uma… Já vamos ver… Espera! Marta estava entrando no quarto dela e Daniel foi atrás dela por trás. Tenho uma ideia, Marta O que você tá dizendo, mano, nossos pais tão andando pela casa aí Você sabe que nunca entram nos nossos quartos sem bater E aí, o que você tá pensando? Vou te devolver a punheta que te devo Você tá de brincadeira? Vem cá, olha, eu olho pela janela e você fica atrás e eu enfio minha mão Você é louco, cara.
A Marta dizia isso, mas ao mesmo tempo se deixava pegar na mão pelo irmão e o seguia. Da buceta dela começava a brotar o néctar da excitação, e ela percebia. Vamos ver o acidente? – disse Marta com uma risadinha Vamos, vem.
Dani não demorou nada pra meter a mão dentro da calcinha da Marta, e ela soltou um gemido quando sentiu o dedo quente do irmão brincando na sua buceta. Aiii Daniiii, isso sim que eu gosto Muito, maninha. Eu te devia essa. Você não me devia nada, mas continua… Quero fazer você gozar… Receio que você vá conseguir.
Agora Marta adiantou a mão, rodeando a cintura do irmão, e também enfiou a mão dentro da cueca dele. Não é necessário Quero fazer isso, Dani Bem, não vou negar
Agora estavam os dois de pé, se masturbando um ao outro enquanto ouviam os passos de algum dos pais pelo corredor. Não podiam, nem queriam parar por nada deste mundo. Já tô chegando, Dani, você é muito bom E eu também, Marta. Somos uns safadinhos, hein! Aghhhh Aghmmmmmm
A gozada do Dani começou a vazar enquanto ele ouvia no ouvido os gemidos docinhos da irmã. A corrente de tesão que percorreu os dois irmãos parecia ser algo genético.
Dani virou a cabeça e olhou nos olhos da irmã. Ela, por instinto, sem querer, olhou pra boca dele. Ele olhou pra boca dela e foi se aproximando.
Continua…
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