Nunca pensei no meu sobrinho

Sou uma mulher casada e, como qualquer uma, tenho os problemas normais: não tem paixão, quase não rola mais relação e nada é muito original, essas coisas. Mesmo assim, acho que a infidelidade não acontece da noite pro dia, mas com o tempo. Pois é, eu nunca tinha pensado nisso, nem quando saía com minhas amigas e a gente ficava de olho em uns caras ou senhores, brincando se a gente pegaria ou não, falando do tamanho, coisas de mulher, sabe? A gente sabe que nem tudo é romantismo.

Bom, vou começar dizendo que a gente tem (meu marido e eu, ou melhor, é sobrinho do meu marido) um cara que a gente conhece desde pequeno, porque tô com meu marido há anos, desde a faculdade, então sempre vi ele como um filho e a gente gostava muito dele, até saía com ele quando era criança. Com o tempo, tivemos uma filha e paramos de vê-lo, só em reuniões de família, e não rolava nenhuma atração.

Ele começou a trabalhar perto da nossa casa e entrou numa academia, fiquei sabendo quando meu marido me contou, e ele disse que viria aqui em casa pra almoçar, perguntou se a gente podia ajudar com isso. Eu, por tudo que já contei, falei que não tinha problema. Só que meu marido trabalha até de noite e minha filha vai pra escola à tarde, então os dois chegam tarde.

Resumindo, meu sobrinho começou a vir, a gente retomou o contato, embora pra mim não tivesse rolado nada demais. Meu sobrinho tem vinte e cinco anos e é bem bonito, malha, mas nada exagerado, na verdade ele só vai na academia pra correr ou fazer cardio.

Falei pra ele que, se a academia fosse perto, ele podia tomar banho aqui em casa, e falei sem maldade nenhuma, comentei porque os banheiros de academia geralmente não são muito higiênicos, ou talvez meu subconsciente tava me enganando. Ele aceitou e vinha aqui em casa tomar banho, e assim foram várias semanas até que ele começou a me chamar a atenção de outro jeito, e eu comecei a reparar no volume dele na calça, fazia isso bem discreta e no começo fiquei com medo, porque sabia o que era. Um dia chegou uma amiga minha, porque eu tinha convidado ela pra ver umas coisas de uma excursão que a gente ia fazer. Aí ela chegou e meu sobrinho tava tomando banho. Tudo era tão natural que eu esqueci de avisar que ele tava lá. Ela entrou no banheiro sem bater e eu ouvi um gritinho, e ela saiu quase correndo.

— Amiga, você não me disse que tinha alguém em casa, e olha que ele tem um...
— Que vergonha, Cristina! Esqueci de te falar que meu sobrinho tava aqui.
— Tá, tá, entendi... desculpa... bom, vamos ver o orçamento?
— Vamos, sim, tô esquentando café. Ei, Cris, o que você ia me dizer?
— Nada, não, desculpa, não sabia que era seu sobrinho.
— Fala, Cristina, não foi nada. A gente se conhece há tanto tempo.
— Hummm, bom, é que quando abri a porta, seu sobrinho tava se secando e eu vi, sabe, o pinto dele.
— E daí? Não é o primeiro pinto que você vê, Cristina hahaha
— Sim, isso é verdade hahaha, mas é o primeiro que vejo assim, e olha que (fez um gesto com as mãos sobre o pênis)
— Hahaha, empresto ele pra você, se quiser, Cristina.
— Pois eu até entraria no banho com ele hahaha

A gente continuou brincando mais um pouco até que meu sobrinho saiu. Apresentei ele pra Cristina, e ela se esfregou nele. Vi que ele ficou desconfortável e olhei pro volume dele, parecia que confirmava o que a Cristina tinha dito. Ele se desculpou e foi embora, dizendo que não queria atrapalhar.

Continuei com minha amiga o assunto da excursão, e ela foi embora depois de uma hora. Eu continuava com tesão, pensando no meu sobrinho, que eu já via de outro jeito, como um homem, como um pedaço de carne entre as pernas dele, e ficava imaginando.

Naquela tarde-noite, tive um dos orgasmos mais gostosos me masturbando até não aguentar mais, pensando num pau moreno, grosso, cheio de veias que eu imaginava. Fiquei extasiada, mas ainda insatisfeita. Então, mesmo com medo por ser meu sobrinho, queria ver ele.

Eu sempre me vestia casual, de moletom, roupas meio esportivas, mesmo estando um pouco acima do peso. Meus peitos são normais, não muito grandes, 34B, e meus quadris são meu ponto forte, são meio largos e bem no lugar. Bom, naquele dia eu não me... Vesti calcinha, coloquei um moletom e uma blusa. Me senti estranha e sentia meus peitos roçando na roupa, o que fazia eles ficarem durinhos, e isso me excitava muito de me ver.

Quando cheguei, percebi como ele ficou paralisado ao me ver, e eu continuei meu teatro, tudo normal, mas exagerando um pouco em várias coisas. Logo notei que o pau dele já estava animado e dava pra perceber mais do que o normal. Fiquei muito molhada e tive vontade de me jogar nele e me ajoelhar pra chupar aquele pedaço de pau.

Quando ele entrou no banho, não consegui evitar de me tocar na hora. Tava muito molhada, enfiei os dedos e comecei a meter e tirar, a me esfregar. Sentia meus lábios e meus fluidos subindo e descendo dentro de mim. Nisso, vi a pequena janelinha que dava pro banheiro e tava aberta, então me espiei e vi ele sentado no vaso, se masturbando devagar e depois mais rápido. O pau dele duro como pedra, brilhando, moreno, meio avantajado e depilado. A mão dele mal fechava e mal conseguia subir e descer. Devia ter uns 20 cm, depois descobri que eram 22 cm, mas isso é outra história. Eu queria sentir aquele pedaço todo dentro de mim e, como não queria que ele desperdiçasse o gozo, decidi correr e interromper. Então fui no banheiro e bati na porta.

— Tá ocupado? Queria pegar umas toalhas.
— Só um momento, tia. (Ouvi ele mexer em algumas coisas e abrir. Acho que pela pressa e nervosismo, ele só colocou a toalha.)

Entrei e vi ele ali com o pau marcado na toalha. Me abaixei e peguei umas toalhas debaixo da pia.
— Tudo bem?
— Sim... sim, tia, tava me despindo.
— Bom, qualquer coisa me avisa. Espera, pega aquele desodorante pra mim.

Perguntei quase instintivamente. Sabia que ele teria que se esticar e, quando fez isso, a toalha caiu e eu pude ver aquele pedaço delicioso se balançando, pendendo de um lado pro outro. Ele tentou se cobrir rápido, e eu me abaixei, peguei a toalha e tentei dar pra ele e cobri-lo. Acabei tocando no pau dele por cima da toalha e quase tive um orgasmo, porque foi quase isso. Aperto ela. Ele pegou a toalha e se enrolou como deu, eu pedi desculpas e saí.

Quando terminou de tomar banho, se despediu de mim rápido, nos abraçamos, senti meus mamilos esfregando nele e ele foi embora envergonhado. Eu fiquei muito excitada e me masturbei lembrando do pau dele. Abri minhas pernas o máximo que pude e me perguntei se ele caberia todo em mim. Meti os dedos freneticamente, devo ter gozado umas três vezes e não sentia mais as pernas. Meu clitóris já estava muito molhado e ardia um pouco de tanto que me tocava. Devo ter ficado assim umas duas horas, não parava. Tocava meus peitos, apertava, imaginava ele me chupando. Abria meus lábios, tocava, esfregava todos os dedos neles e depois enfiava, fazendo círculos dentro de mim. Meus fluidos escorriam entre minhas pernas. Molhei tudo e cheirava a meus líquidos, a sexo. Tive que lavar os lençóis. Continuei tão excitada que, se não fodesse com meu sobrinho, sentia que morreria de tesão.

Se gostaram, deixem um comentário. Vou contar a segunda parte. E se tiverem alguma pergunta, respondo nos comentários.

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