Confissão com a sogra parte 3

Oi, como é que vocês estão? Esta é a terceira parte da minha confissão sobre a minha sogra. Como eu tinha mencionado, a minha sogra estava ficando com a gente por uns dias, e durante a estadia dela com a gente, acabei conhecendo um lado da minha sogra que eu não conhecia. Virou costume meu me masturbar com as calcinhas da minha sogra toda vez que ela deixava penduradas no chuveiro. A mãe da minha esposa usava todo tipo de roupa íntima, desde calcinhas estilo biquíni de seda até tangas fio dental. Mas as minhas calcinhas favoritas eram um par de calcinhas de babados vermelhas, igualzinhas às que a minha esposa usa. Minha sogra é uma mulher muito gostosa e gosta de estar sempre bem vestida e maquiada. O jeito dela se vestir é normalmente com vestidos ou saias curtas, sempre um pouco acima dos joelhos. Não é que ela se vista como uma puta, mas o corpo voluptuoso dela fazia ela parecer assim. Não teve um dia em que eu não olhasse pra bunda dela toda vez que ela se abaixava. Até acho que ela fazia de propósito pra ver minha reação. Eu sempre fingia que não via nada, mas ficava de olho toda vez que ela passava do meu lado. Numa das últimas noites que ela ficou com a gente, eu estava no banheiro e esqueci de trancar a porta. Eu saí do chuveiro bem na hora em que a minha sogra entrou, ela abriu a porta do banheiro. Quando ela me viu, ficou vermelha e saiu rapidinho do banheiro, me pedindo desculpa, dizendo que não sabia que eu estava tomando banho. Eu disse pra ela não se preocupar, que essas coisas acontecem. Mas ela me pediu pra não contar nada pra minha esposa, porque talvez ela ficasse brava. Eu disse que não falaria nada e que seria nosso segredo. E brincando, eu falei que pra ficar quites, talvez eu tivesse que ver ela nua também. Mas falei que era só brincadeira. Ela me chama de engraçadinho, mas o que me deixou bem excitado foi que ela não se importou com meu comentário. Bom, no dia seguinte era a última noite que a minha sogra ia ficar com a gente, então decidimos fazer um churrasco e convidamos alguns vizinhos, pra comemorar o último dia da férias da minha sogra. Começou como um churrasco e terminou como festa. Cada vizinho trouxe algo pra beber, então tinha uma quantidade enorme de cerveja e garrafas de Vodka e Tequila. No decorrer da noite, eu e minha esposa dançamos com vários vizinhos e, sinceramente, a gente tava se divertindo muito. Mas lá pelas 11 da noite, percebi que não via minha sogra em lugar nenhum. Perguntei pra minha esposa, e ela disse que talvez ela tivesse ido dormir, já que o voo dela saía lá pro meio-dia. E talvez ela não quisesse virar a noite. Não dei muita importância e continuei curtindo com um dos vizinhos. Tava quase acendendo um cigarro quando percebi que tinha deixado eles no meu carro. Falei pro meu vizinho que voltava em alguns minutos, que ia buscar os cigarros no carro. Normalmente eu estaciono meu carro no beco que fica atrás da minha casa. A gente tem garagem, mas minha esposa guarda os equipamentos de academia dela lá. Quando me aproximei do carro, notei que a luz da garagem tava acesa. Isso me pareceu estranho, e pensei que talvez minha esposa tivesse esquecido de apagar. Foi então que comecei a ouvir o som de palmas vindo da garagem. Decidi investigar e fui pra parte de trás, onde tem a porta com uma janelinha. Graças à luz acesa, dava pra ver perfeitamente pra dentro. Quando me inclinei, não conseguia acreditar no que tava vendo: minha sogra tava curvada, com a saia levantada na cintura, sendo penetrada pelo meu vizinho Victor, um senhor de uns 50 anos que mora sozinho desde que a esposa morreu. Ele é um cara alto, de bigode e com um físico bom pra idade dele. Acho que fazia anos que ele não ficava com uma mulher, porque parecia um touro no cio. Ele agarrava minha sogra pela cintura e empurrava a rola nela com uma intensidade que fazia ela gemer como uma puta. Ele metia e tirava a rola enquanto apalpava os peitos dela. As caras que minha sogra fazia parecia que tava possuída, ela mordia os lábios pra não gritar. Nisso, ele O vizinho diz que vai vir, e minha sogra se ajoelha na frente dele e começa a fazer sexo oral nele. Ele puxava ela pelo cabelo e enfiava a pica toda na boca dela, fazendo minha sogra engasgar de tanta pica. Nisso, o vizinho goza na boca dela, e minha sogra não para de chupar até deixar ele seco. Quando eu vejo que eles terminam, eu me retiro antes que me vejam e volto pra festa. Quase todo mundo já tinha ido embora, só sobraram umas amigas da minha esposa e seus parceiros. Minha esposa estava bem animada, já que tinha bebido bastante; eu, na real, não gosto de beber, então estava com meus cinco sentidos. Eu não conseguia tirar a imagem da sogra transando da cabeça. Tenho que admitir que estava com a pica dura como pedra, já queria que todo mundo fosse embora pra ficar a sós com minha esposa. Minha esposa e as 2 amigas dela começaram a dançar uma cumbia, e eu vejo os maridos das amigas se juntarem a elas. Isso continua por alguns minutos; eu não sei dançar, então sento e acendo um cigarro enquanto vejo todo mundo dançando junto. Em uma dessas, percebi que minha esposa estava no meio dos dois caras, os três dançando no mesmo ritmo como se fossem um só. Dava pra ver um deles segurando minha esposa pelas cadeiras e o outro pela cintura. As amigas da minha esposa não pareciam se importar, elas continuavam dançando entre si. Minha esposa praticamente estava sendo feita de sanduíche na minha frente; eu já estava bem tarado, e quando vi isso, me excitei ainda mais. Tanto que não conseguia esconder o volume na minha calça. Minha esposa estava com um short preto meio folgado e um top branco de alcinha; acho que ela não estava de sutiã porque dava pra ver os bicos bem marcados. Eu via ela esfregando a bunda em um dos caras enquanto dançavam. O outro cara a segurava pela cintura de um jeito que, com certos movimentos, o short subia, deixando ver a calcinha branca dela. Eu estava sentado observando eles da mesa; os 3 terminam de dançar e se sentam. comigo. Os dois caras me diziam que minha esposa é muito boa pra dançar e não sei o quê. As amigas da minha esposa sentam e uma delas diz que a noite é jovem e que a gente deveria fazer alguma coisa. Minha esposa fala pra elas que já é meio tarde e que fica pra outra. Elas quase implorando falam pra ela se animar. Acabam convencendo ela e abrem outra garrafa de vodka e colocam música pra continuar dançando. Eu falo pra minha esposa que ela fique com as amigas, mas que eu ia me retirar porque tinha que acordar cedo. Eu entrei pra dentro de casa, tava com a dúvida do que tinha acontecido com a minha sogra. Quando passei pelo quarto, escutei ela falando no telefone, tava discutindo com alguém. Não dava pra ouvir muito bem, mas ela dizia que tava com muito sono e que amanhã conversavam. Eu fui pro meu quarto e me troquei, mas não conseguia pegar no sono. Tava bem tarado só de imaginar a cara de puta que a minha sogra fazia. Passaram 45 minutos e eu não conseguia dormir, e minha esposa não tinha previsão. Decidi ir ver o que a minha esposa tava fazendo. A cozinha tem uma janela de onde dá pra ver o quintal. Quando me espiei, não vi minha esposa, só vi uma das amigas dela com o parceiro sentados no quintal conversando. Achei estranho. Me perguntei onde ela estaria, calcei minhas havaianas e saí sem fazer muito barulho. Não via ela em lugar nenhum. Decidi ir pra parte de trás e, pra minha surpresa, a luz da garagem tava acesa de novo. Me aproximei devagar, sentia o coração saindo pela boca. Com muito cuidado, me espiei pela janela. Mas a amiga da minha esposa tava encostada na janela e não dava pra ver muito bem. Dava pra ouvir risadas, mas não via nada. Passaram alguns minutos e finalmente a amiga da minha esposa se mexeu. E quando finalmente consegui olhar pra dentro, sinto um nó na garganta: minha esposa tava de joelhos fazendo boquete no parceiro da amiga. A amiga tava do lado, enquanto afastava o cabelo do rosto da minha esposa. Eu não sabia pensar, a cena por um lado me excitava, mas ao mesmo tempo sentia raiva e ciúmes. Eu não queria continuar olhando, mas não conseguia parar de ver. A amiga da minha esposa se ajoelha ao lado da minha esposa e começa a beijá-la nos lábios, enquanto as duas chupam a pica do cara. Ele agarrava a cabeça delas e enfiava a pica até a garganta. Passaram quase 15 minutos das duas mamando pica como se fossem bezerras. Aí as duas juntas ajudam ele a tirar a calça. O cara fica completamente pelado. Minha esposa se ajoelha de novo na frente dele, vejo como ela brinca com as bolas dele enquanto lambe com muito cuidado. A amiga da minha esposa tira a blusa e finalmente posso ver os peitos dela, não eram muito grandes, mas tinha uns bicos lindos bem rosadinhos. Minha esposa continuava chupando a pica do cara como se fosse um aspirador. Eu não reconhecia minha esposa, nunca na vida pensaria que ela seria capaz de fazer algo assim. Mas o fato é que dava pra ver que ela estava curtindo. A amiga dela levanta a saia e desce a calcinha até os tornozelos e se inclina contra a parede. Minha esposa e o cara param o que estavam fazendo e vão até ela. Os dois começam a brincar com a bunda da amiga da minha esposa. Os dois davam tapas nela enquanto todos riam. Depois vejo minha esposa começando a tirar a roupa, eu sei que continuava olhando de fora, que meu coração se partia em 1000 pedaços, mas por um motivo ou outro não conseguia parar de olhar. Minha esposa fica completamente nua, só com as meias brancas e os tênis que estava usando. A amiga da minha mulher e o parceiro dela já estavam transando. A amiga estava inclinada contra a parede e o parceiro atrás dela metendo nela. Minha esposa se aproxima deles, começa a brincar com a bunda do cara enquanto beijava o pescoço dele. Minha esposa assume a mesma posição da amiga. O cara, sem parar de transar com a parceira, começa a brincar com a buceta da minha esposa, que nessa altura ela já tava bem molhada e babada. Mesmo estando do lado de fora, dava pra ouvir os gemidos da minha esposa. Eu sentia ciúmes, mas tenho que admitir que também tava muito excitado, como nunca antes, sentia que a pica ia estourar. Depois eu vejo o cara se posicionar atrás da minha esposa. Ele cospe na mão e esfrega no próprio pau e depois na buceta da minha esposa. Vejo ele começando a meter devagarzinho. Minha esposa tava com as mãos na parede e o cara segurava ela pela cintura e enfiava a pica até o talo. Ele tava dando uma fodida selvagem, minha esposa gemia que nem uma puta, a amiga dela começa a brincar com os peitos da minha esposa, beliscava e esticava, como se fossem de elástico. Minha mulher tava com os fluidos escorrendo pelas pernas. O cara tava metendo tão forte na minha esposa que dava pra ver as pernas dela tremendo. Depois, sem pedir permissão pra minha esposa, o cara enfia a pica no cu dela de uma vez. Ela deu um pulo que nem égua, mas o filho da puta segurou ela pela cintura e não deixou ela escapar, e meteu de novo, minha esposa gemia e pedia que nem uma puta. Depois de ficar assim por uma eternidade, ele mandou as duas ficarem de joelhos e gozou na cara da minha esposa e da amiga. Eu rapidinho fui pra dentro, não queria que me vissem. Voltei pro meu quarto e me deitei, pensando em tudo que tinha presenciado. Minha esposa era tão puta quanto a mãe dela. Passaram mais 2 horas antes de ela finalmente chegar pra dormir. Quem sabe o que mais pode ter rolado depois que eu deixei eles na garagem. Ela pensou que eu tava dormindo, mas eu tava acordado. Ela tava com o cabelo todo bagunçado, e o short preto que ela tava usando tava todo manchado do que eu imaginava ser sêmen. Minha esposa tava com um cheiro forte de vodka e sexo, ela tava tão cansada que apagou do jeito que tava. Eu ajeitei ela na cama e não consegui evitar notar as pernas dela todas escorrendo dos fluidos vaginais. Eu tava com vontade, queria fazer ela minha. Mas por mais que eu falasse com ela, ela tava completamente dormida. Eu me deitei ao lado dela e a abracei. A gente dormiu e no dia seguinte bem cedo levei a mãe dela pro aeroporto enquanto ela ainda dormia. A mãe dela antes de ir foi se despedir da minha esposa. Quando eu tava a caminho do aeroporto, a sogra me fala: "você deixou minha filha bem acabada". Eu não sabia do que ela tava falando, mas aí lembrei que minha esposa aguentou mais 2 depois que eu parei na garagem. Eu só sorri e mudei de assunto rapidinho. Deixei ela no aeroporto e ela se despediu de mim com um beijo no rosto, e me disse pra eu me comportar, que a filha dela me amava muito. Ela me agradeceu e eu fui embora. No caminho pra casa decidi não falar nada pra minha esposa, no fim das contas não ganharia nada se eu reclamasse. Cheguei em casa e minha esposa tava só de toalha, tinha acabado de sair do banho. Dei um beijo na boca dela e ela me disse que tava com dor de cabeça, que tinha bebido demais. Ela terminou de se trocar e a gente foi comer um mocotó. Nunca reclamei sobre o assunto, já fazem 3 anos, e ainda me masturbo pensando naquela noite. Fim

1 comentários - Confissão com a sogra parte 3

Muy buen relato que bien la paso tu mujer.