Ser bully e amante é um processo onde a gente evolui junto com as pessoas com quem compartilhamos os atos sexuais.
O melhor exemplo é a mamãe que entregou a amiga e até a própria filha no jogo perverso do prazer.
Mãe e filhas sendo minhas, entregues aos prazeres da carne e da sodomia, ambas casadas, ambas submissas e servis quando o desejo as faz entrar e se entregar…
Sempre fomos claros sobre nossa relação, elas têm seus maridos e suas responsabilidades, e eu tenho meu trabalho e minha vida livre, onde me dou o prazer de continuar nesse ambiente que tanto amo. Embora não custe admitir que, tendo elas duas, não preciso procurar mais... só me encontro com casais que queiram humilhar o corno, já que nesse caso, tanto a mãe quanto a filha fazem isso escondido, sendo eu mais um amante e preenchendo o vazio da humilhação do cuck.
aqui os relatos que são a gênese disso…
https://www.poringa.net/posts/relatos/6122912/Sin-codigos-comiendo-un-arbol-familiar.html
aqui entrego a filha…
https://www.poringa.net/posts/relatos/6302579/Comiendo-un-arbol-familiar-2-sin-codigos.html
Até aqui, sim, mamãe se mostrava submissa aos meus desejos e entregue aos prazeres. Mas entre estar entregue e ser submissa, tem uma puta diferença…
Sim, é real. Tanto ela quanto eu curtimos o risco. Comi ela no escritório dela, na casa dela, no carro do marido, do lado da filha dela (como vocês já leram), com a amiga que empresta o apê perto da Ferro, e até fizemos umas paradas em público, sweet. Mas nunca rolou troca de casal nem suruba (se vocês leram meus contos, sabem que não curto essas paradas de grupo).
Assim, avançando no tempo, ela se entregava a cada nova loucura do jeito que eu gosto, se vestia de puta do jeito que eu gosto do sexo, mas ela sabia que quando vinha na minha casa tinha toda uma série de coisas que a gente nunca usou.
Foi assim que, um dia depois de ter batizado o carro novo do marido dela na Costanera, chegamos na minha casa e ela, querendo manter a chama acesa e, acho que um pouco por ciúmes de saber dos prazeres que aquele armário esconde, pegou as algemas e as cordas e me disse:
- quando você vai me amarrar…
— não sei se você é mulher pra jogar esses jogos. eu respondi.
—Por que não te esquento o suficiente? — ela respondeu.
- Não é isso, esses são elementos do meu domínio nos meus momentos sádicos e nesse mundo tudo segue suas regras, tudo é diferente. Respondi.
Ela, entre excitada e gostosa, me pediu,
- por favor, me ensina.
Ali começou, em linhas gerais, a explicação. O BDSM é uma das expressões do prazer onde eu, particularmente, curto o bondage e a dominação… não sou fã de porrada nem de coisas escatológicas, então ali eu imponho meus limites, embora não me recuse a usar o chicote ou botar o submisso no lugar dele se for preciso.
Um submisso se entrega sem perder uma parcela do controle, e costuma-se dizer que o verdadeiro controle está com o submisso (ele inicia e encerra cada ato). O dominante impõe e guia o prazer do submisso, levando-o por caminhos de prazer onde as restrições, o fetichismo (no meu caso, com o bondage) e a dor fazem parte… sempre existe e existirá uma palavra de segurança que te permitirá encerrar o ato, marcando o limite da sessão…

Um submisso puro curte a restrição, a submissão da humilhação, e faz parte do prazer dele a dor, a ponto de marcas, arranhões e até hematomas serem parte do tesão… Num ato de BDSM pode rolar prazer mesmo longe da penetração ou do coito. No meu caso, eu ainda curto o coito, o tesão da penetração, mas em posições, com restrições, com amarras que só rolam no BDSM.
— Quero ser sua mulher completa, me guia. — ela disse.
Assim, amarrei as mãos dela e sabia que o que ia fazer seria um teste, um daqueles momentos em que a colocaria mais perto do limite dela pra ver se ela dizia a palavra de segurança.
Minha casa tá preparada pra colocar mosquetões e cordas por tudo, sou escalador amador, então quando quero treinar nós, eu faço.
perímetro amarrou ela de mãos pra cima, a ponto de deixar ela na ponta dos pés, e pra ela escolher com consciência, comecei a dar tapa na cara dela. o processo era um tapa e a pergunta do que ela queria, um tapa e a pergunta do que ela queria, e ela firme no desejo…
Assim indefesa naquela posição, toquei a virilha dela e, pra minha surpresa, tava molhada, igual nos momentos mais românticos. Isso despertou minha vontade de dominar. Soltei as mãos dela e fiz um nó no pescoço, o famoso nó de forca… Apertei até ela ficar só de calcinha, de pé, e com ela quase pendurada pelo pescoço dava pra sentir o cheiro dos fluidos dela. Minha casa se encheu de cheiro de sexo…
Parecia impossível que a escrivã, a mãe, a madame bem-nascida, vazasse fluidos de excitação enquanto estava sendo enforcada. Era tamanho o que acontecia ao abrir aquela porta de prazeres novos que, antes mesmo de chegarem à sua buceta melada, sem tocar seu clitóris, ela começou a gozar extremamente forte, com um squirt potente, pegajoso, de aroma intenso de sexo.
quanto mais ela gozava, mais a corda apertava no pescoço e mais tesuda ela ficava, um ciclo infinito de tesão que nem ela conhecia, ela tremia, os olhos pareciam virar de prazer, a parte interna das coxas inteira encharcada de fluidos.
Tremia tanto que a corda já começou a apertar perigosamente, aí cortei e deixei cair em cima do corpo dela. Não sei de onde tirei forças, não sei como aconteceu, mas ela se recompôs, tomada pelo êxtase, me empurrou pro colchão e montou como nenhuma mulher tinha feito antes… o resto posso dizer que foi uma foda gloriosa. Beijava intensamente, sem conseguir formar uma frase, era puro instinto, pura luxúria… tive que dar uns tapas nela pra deixar ela de quatro, e sabendo que é um dia sadomasô, só passei uma linguada na bunda dela e recebi uma seca, dura, mas onde dava pra sentir as pernas dela tremendo e os fluidos escorrendo sem controle… esses espasmos faziam aquela bunda, já treinada pro meu pau, se fechar mais, sugando até a última gota…

depois a gente ficou no sofá, ela demorou horas pra voltar do êxtase que viveu, quando tava indo embora, teve que se maquiar por umas hora, o pescoço dela tava cheio de marca, o rosto dela tava cheio de marca e como nunca pensei, quando chegamo perto da porta ela me beijou e falou VALEU!!!
assim passaram uns dias e eu cumpro com nosso acordo de não escrever pra ela pra manter as aparências, aí chega uma mensagem dela.
posso ir na sua casa e passar a noite juntos…
Sim, claro, seria genial. Escrevi pra ela enquanto continuava dando aula…
enquanto eu dava aula, chegavam fotos dela sem texto, sem voz, só fotos dela de lingerie tipo vinílica, e não posso negar que ela tava uma gostosa.

nunca andei tão rápido pra casa, sinceramente, depois de ter ela como submisso uns dias antes e vestida como tava hoje, tava mó tesão.
Assim que entrei e vi ela com aquela roupa preta de látex, ligas e renda, já fiquei de pau duro. Ela se ajoelhou como uma boa submissa, olhando nos meus olhos e me entregando um chicote que sempre fica pendurado com minhas coisas, num ato de submissão e desejo…
O primeiro corretivo foi no rosto dela, e eu falei: "É assim que se recebe o seu macho?" E sem mais delongas, ela abriu minha braguilha e chupou com gosto. Ela sabia que isso me excita, então tentava fazer garganta profunda, e quando conseguia, eu marcava o ritmo. Uma sensação muito melhor que o boquete clássico: sentir a garganta sendo vencida, com os olhos dela lacrimejando e, de vez em quando, tossindo, toda lambuzada de baba e porra. É divino…
Num instante ela se afasta, abrindo os braços e se segurando na porta, quero que você desvirgine minha pele… deixando as costas dela expostas.
Tem certeza do que tá pedindo, sabe que vai deixar marcas, né? Falei pra ela.
sim, e quero que meu macho me marque, deixa eu ser sua. ela me respondeu

Fui no gaveteiro e peguei uma máscara de látex, se fosse realizar os desejos dela, não queria machucar o rostinho dela…
Acariciei ela e, pra levar essa história além dos limites e conhecendo bem nossos gostos explorados desde o dia que nos conhecemos, coloquei um estimulador de clitóris nela, amarrei ela na posição de T e perguntei…

- que que cê é?
- uma esposa infiel, puta e oferecida, disse
a frase não terminava e o chicote rompeu o silêncio direto na bunda dela coberta pela saia de látex, o gemido gutural de dor me fez pensar que ela não queria mais… mas ela se ajeitou de novo
- O que você é? insisti.- uma mãe ruim, puta e oferecida. respondeu de novode novo o chicote rasgou o silêncio da noite, dessa vez nas costas nuas dela, desenhando uma linha vermelha na pele, dessa vez deu pra sentir ela gemer enquanto gritava, dava pra ver ela se mexer, se esfregando pra aumentar o prazer daquele estímulo.
- O que você é. Insisti, olhando para ela como um ato espetacular e sensual.
— sou sua putinha, sua putinha, e quero que me use do teu jeito — dizia ela rebolando a raba…
Dessa vez foram 2 chicotadas, uma na bunda e outra mais intensa nas costas, fazendo fios vermelhos de sangue escorrerem. Dessa vez as pernas dela cederam e ela ficou pendurada…
- Eu não tenho putas, porque não divido minha mulher. Se quer ser uma vagabunda, pode voltar pro seu marido e ser puta de quem quiser… falei pra ela.
- O que você é? insisti.
- sou sua mulher, sua cadela no cio e sua escrava de prazer… dito isso, ele mereceu a foda, é indescritível o quanto eu tava molhada e ao sentir a respiração dele, percebi que ele gozou a tapas
Assim amarrada em T de parada eu comi ela e ela ganhou o direito de levar a primeira pirocada na sua deliciosa pussy. Depois eu soltei ela e a gente trepou de novo, muito gostoso, ela se deixou fazer tudo e ainda me ofereceu tudo se a gente parasse pra recuperar o fôlego, e ela assim que sentia a cock endurecer de novo já tava dando, pedindo e se entregando toda.

ao amanhecer ela me acordou me acariciando, olhou nos meus olhos e só conseguiu dizer novamente OBRIGADA…
quero saber se me marcaram como sua. disse ela.
O chicote na sua costa vai deixar marca. Falei pra ela.
Não é isso que eu quis dizer, quero que me marque como suas hotwifes. Ela insistiu.
mas os maridos delas sabiam e adoram ver que elas carregam a marca de outro. falei pra ele
quero que não sobre dúvida de que sou sua…
Dei as chaves do carro pra ela e falei "dirige". Fomos na casa de um amigo tatuador que ia me atender à noite. Enquanto subíamos no elevador pra casa dele, dei um corretivo novo nela.
—Tem certeza, não?
e só consigo devorar sua boca, sou sua e quero que você tenha isso bem claro, meu marido não tem outra escolha a não ser ficar comigo se quiser continuar vivendo essa vida gostosa, mas se ele não é meu macho e eu uso o anel dele, quero que meu macho me reivindique…
Tatuamos uma pica de hotwife minúscula entre as nádegas dela, nem pelada dá pra ver, só quando ela tá de quatro, só quando ela entrega aquele cuzinho que é meu…
Agora a gente tem um laço especial. Quando quero visitar o calabouço, posso de novo. Ela sabe bem do seu lugar, não fica de onda querendo ser a única. Não vai mudar a vida dela nem largar o mundão, mas pelo menos uma vez por semana a gente se vê, e essa relação é muito frutífera, porque ela não só fica louca de tesão por ser minha, mas também me entrega amigas e conhecidas… Ainda me escapa a Martina, a filha mais nova dela. Eu amaria ter as três num fim de semana só pra mim, mas sei que é pedir demais, até pra sorte que me acompanha nesse mundo.
BULL sempre…. @leonardkta.
O melhor exemplo é a mamãe que entregou a amiga e até a própria filha no jogo perverso do prazer.
Mãe e filhas sendo minhas, entregues aos prazeres da carne e da sodomia, ambas casadas, ambas submissas e servis quando o desejo as faz entrar e se entregar…
Sempre fomos claros sobre nossa relação, elas têm seus maridos e suas responsabilidades, e eu tenho meu trabalho e minha vida livre, onde me dou o prazer de continuar nesse ambiente que tanto amo. Embora não custe admitir que, tendo elas duas, não preciso procurar mais... só me encontro com casais que queiram humilhar o corno, já que nesse caso, tanto a mãe quanto a filha fazem isso escondido, sendo eu mais um amante e preenchendo o vazio da humilhação do cuck.
aqui os relatos que são a gênese disso…
https://www.poringa.net/posts/relatos/6122912/Sin-codigos-comiendo-un-arbol-familiar.html
aqui entrego a filha…
https://www.poringa.net/posts/relatos/6302579/Comiendo-un-arbol-familiar-2-sin-codigos.html
Até aqui, sim, mamãe se mostrava submissa aos meus desejos e entregue aos prazeres. Mas entre estar entregue e ser submissa, tem uma puta diferença…
Sim, é real. Tanto ela quanto eu curtimos o risco. Comi ela no escritório dela, na casa dela, no carro do marido, do lado da filha dela (como vocês já leram), com a amiga que empresta o apê perto da Ferro, e até fizemos umas paradas em público, sweet. Mas nunca rolou troca de casal nem suruba (se vocês leram meus contos, sabem que não curto essas paradas de grupo).
Assim, avançando no tempo, ela se entregava a cada nova loucura do jeito que eu gosto, se vestia de puta do jeito que eu gosto do sexo, mas ela sabia que quando vinha na minha casa tinha toda uma série de coisas que a gente nunca usou.
Foi assim que, um dia depois de ter batizado o carro novo do marido dela na Costanera, chegamos na minha casa e ela, querendo manter a chama acesa e, acho que um pouco por ciúmes de saber dos prazeres que aquele armário esconde, pegou as algemas e as cordas e me disse:
- quando você vai me amarrar…
— não sei se você é mulher pra jogar esses jogos. eu respondi.
—Por que não te esquento o suficiente? — ela respondeu.
- Não é isso, esses são elementos do meu domínio nos meus momentos sádicos e nesse mundo tudo segue suas regras, tudo é diferente. Respondi.
Ela, entre excitada e gostosa, me pediu,
- por favor, me ensina.
Ali começou, em linhas gerais, a explicação. O BDSM é uma das expressões do prazer onde eu, particularmente, curto o bondage e a dominação… não sou fã de porrada nem de coisas escatológicas, então ali eu imponho meus limites, embora não me recuse a usar o chicote ou botar o submisso no lugar dele se for preciso.
Um submisso se entrega sem perder uma parcela do controle, e costuma-se dizer que o verdadeiro controle está com o submisso (ele inicia e encerra cada ato). O dominante impõe e guia o prazer do submisso, levando-o por caminhos de prazer onde as restrições, o fetichismo (no meu caso, com o bondage) e a dor fazem parte… sempre existe e existirá uma palavra de segurança que te permitirá encerrar o ato, marcando o limite da sessão…

Um submisso puro curte a restrição, a submissão da humilhação, e faz parte do prazer dele a dor, a ponto de marcas, arranhões e até hematomas serem parte do tesão… Num ato de BDSM pode rolar prazer mesmo longe da penetração ou do coito. No meu caso, eu ainda curto o coito, o tesão da penetração, mas em posições, com restrições, com amarras que só rolam no BDSM.
— Quero ser sua mulher completa, me guia. — ela disse.
Assim, amarrei as mãos dela e sabia que o que ia fazer seria um teste, um daqueles momentos em que a colocaria mais perto do limite dela pra ver se ela dizia a palavra de segurança.
Minha casa tá preparada pra colocar mosquetões e cordas por tudo, sou escalador amador, então quando quero treinar nós, eu faço.
perímetro amarrou ela de mãos pra cima, a ponto de deixar ela na ponta dos pés, e pra ela escolher com consciência, comecei a dar tapa na cara dela. o processo era um tapa e a pergunta do que ela queria, um tapa e a pergunta do que ela queria, e ela firme no desejo…
Assim indefesa naquela posição, toquei a virilha dela e, pra minha surpresa, tava molhada, igual nos momentos mais românticos. Isso despertou minha vontade de dominar. Soltei as mãos dela e fiz um nó no pescoço, o famoso nó de forca… Apertei até ela ficar só de calcinha, de pé, e com ela quase pendurada pelo pescoço dava pra sentir o cheiro dos fluidos dela. Minha casa se encheu de cheiro de sexo…
Parecia impossível que a escrivã, a mãe, a madame bem-nascida, vazasse fluidos de excitação enquanto estava sendo enforcada. Era tamanho o que acontecia ao abrir aquela porta de prazeres novos que, antes mesmo de chegarem à sua buceta melada, sem tocar seu clitóris, ela começou a gozar extremamente forte, com um squirt potente, pegajoso, de aroma intenso de sexo.
quanto mais ela gozava, mais a corda apertava no pescoço e mais tesuda ela ficava, um ciclo infinito de tesão que nem ela conhecia, ela tremia, os olhos pareciam virar de prazer, a parte interna das coxas inteira encharcada de fluidos.
Tremia tanto que a corda já começou a apertar perigosamente, aí cortei e deixei cair em cima do corpo dela. Não sei de onde tirei forças, não sei como aconteceu, mas ela se recompôs, tomada pelo êxtase, me empurrou pro colchão e montou como nenhuma mulher tinha feito antes… o resto posso dizer que foi uma foda gloriosa. Beijava intensamente, sem conseguir formar uma frase, era puro instinto, pura luxúria… tive que dar uns tapas nela pra deixar ela de quatro, e sabendo que é um dia sadomasô, só passei uma linguada na bunda dela e recebi uma seca, dura, mas onde dava pra sentir as pernas dela tremendo e os fluidos escorrendo sem controle… esses espasmos faziam aquela bunda, já treinada pro meu pau, se fechar mais, sugando até a última gota…

depois a gente ficou no sofá, ela demorou horas pra voltar do êxtase que viveu, quando tava indo embora, teve que se maquiar por umas hora, o pescoço dela tava cheio de marca, o rosto dela tava cheio de marca e como nunca pensei, quando chegamo perto da porta ela me beijou e falou VALEU!!!
assim passaram uns dias e eu cumpro com nosso acordo de não escrever pra ela pra manter as aparências, aí chega uma mensagem dela.
posso ir na sua casa e passar a noite juntos…
Sim, claro, seria genial. Escrevi pra ela enquanto continuava dando aula…
enquanto eu dava aula, chegavam fotos dela sem texto, sem voz, só fotos dela de lingerie tipo vinílica, e não posso negar que ela tava uma gostosa.

nunca andei tão rápido pra casa, sinceramente, depois de ter ela como submisso uns dias antes e vestida como tava hoje, tava mó tesão.
Assim que entrei e vi ela com aquela roupa preta de látex, ligas e renda, já fiquei de pau duro. Ela se ajoelhou como uma boa submissa, olhando nos meus olhos e me entregando um chicote que sempre fica pendurado com minhas coisas, num ato de submissão e desejo…
O primeiro corretivo foi no rosto dela, e eu falei: "É assim que se recebe o seu macho?" E sem mais delongas, ela abriu minha braguilha e chupou com gosto. Ela sabia que isso me excita, então tentava fazer garganta profunda, e quando conseguia, eu marcava o ritmo. Uma sensação muito melhor que o boquete clássico: sentir a garganta sendo vencida, com os olhos dela lacrimejando e, de vez em quando, tossindo, toda lambuzada de baba e porra. É divino…
Num instante ela se afasta, abrindo os braços e se segurando na porta, quero que você desvirgine minha pele… deixando as costas dela expostas.
Tem certeza do que tá pedindo, sabe que vai deixar marcas, né? Falei pra ela.
sim, e quero que meu macho me marque, deixa eu ser sua. ela me respondeu

Fui no gaveteiro e peguei uma máscara de látex, se fosse realizar os desejos dela, não queria machucar o rostinho dela…
Acariciei ela e, pra levar essa história além dos limites e conhecendo bem nossos gostos explorados desde o dia que nos conhecemos, coloquei um estimulador de clitóris nela, amarrei ela na posição de T e perguntei…

- que que cê é?
- uma esposa infiel, puta e oferecida, disse
a frase não terminava e o chicote rompeu o silêncio direto na bunda dela coberta pela saia de látex, o gemido gutural de dor me fez pensar que ela não queria mais… mas ela se ajeitou de novo
- O que você é? insisti.- uma mãe ruim, puta e oferecida. respondeu de novode novo o chicote rasgou o silêncio da noite, dessa vez nas costas nuas dela, desenhando uma linha vermelha na pele, dessa vez deu pra sentir ela gemer enquanto gritava, dava pra ver ela se mexer, se esfregando pra aumentar o prazer daquele estímulo.
- O que você é. Insisti, olhando para ela como um ato espetacular e sensual.
— sou sua putinha, sua putinha, e quero que me use do teu jeito — dizia ela rebolando a raba…
Dessa vez foram 2 chicotadas, uma na bunda e outra mais intensa nas costas, fazendo fios vermelhos de sangue escorrerem. Dessa vez as pernas dela cederam e ela ficou pendurada…
- Eu não tenho putas, porque não divido minha mulher. Se quer ser uma vagabunda, pode voltar pro seu marido e ser puta de quem quiser… falei pra ela.
- O que você é? insisti.
- sou sua mulher, sua cadela no cio e sua escrava de prazer… dito isso, ele mereceu a foda, é indescritível o quanto eu tava molhada e ao sentir a respiração dele, percebi que ele gozou a tapas
Assim amarrada em T de parada eu comi ela e ela ganhou o direito de levar a primeira pirocada na sua deliciosa pussy. Depois eu soltei ela e a gente trepou de novo, muito gostoso, ela se deixou fazer tudo e ainda me ofereceu tudo se a gente parasse pra recuperar o fôlego, e ela assim que sentia a cock endurecer de novo já tava dando, pedindo e se entregando toda.

ao amanhecer ela me acordou me acariciando, olhou nos meus olhos e só conseguiu dizer novamente OBRIGADA…
quero saber se me marcaram como sua. disse ela.
O chicote na sua costa vai deixar marca. Falei pra ela.
Não é isso que eu quis dizer, quero que me marque como suas hotwifes. Ela insistiu.
mas os maridos delas sabiam e adoram ver que elas carregam a marca de outro. falei pra ele
quero que não sobre dúvida de que sou sua…
Dei as chaves do carro pra ela e falei "dirige". Fomos na casa de um amigo tatuador que ia me atender à noite. Enquanto subíamos no elevador pra casa dele, dei um corretivo novo nela.
—Tem certeza, não?
e só consigo devorar sua boca, sou sua e quero que você tenha isso bem claro, meu marido não tem outra escolha a não ser ficar comigo se quiser continuar vivendo essa vida gostosa, mas se ele não é meu macho e eu uso o anel dele, quero que meu macho me reivindique…
Tatuamos uma pica de hotwife minúscula entre as nádegas dela, nem pelada dá pra ver, só quando ela tá de quatro, só quando ela entrega aquele cuzinho que é meu…
Agora a gente tem um laço especial. Quando quero visitar o calabouço, posso de novo. Ela sabe bem do seu lugar, não fica de onda querendo ser a única. Não vai mudar a vida dela nem largar o mundão, mas pelo menos uma vez por semana a gente se vê, e essa relação é muito frutífera, porque ela não só fica louca de tesão por ser minha, mas também me entrega amigas e conhecidas… Ainda me escapa a Martina, a filha mais nova dela. Eu amaria ter as três num fim de semana só pra mim, mas sei que é pedir demais, até pra sorte que me acompanha nesse mundo.
BULL sempre…. @leonardkta.
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