Minha segunda vez como Nayeli, bom, continuando o relato, um dia ele me disse: que eu devia me preparar porque ele voltaria por uma semana e queria me ver na casa dele pra servir ele como a putinha empregada dele durante toda aquela semana, que eu ficaria o tempo todo como mulher e que não poderia sair de lá, que ele já tinha falado com meu pai pra pedir permissão. Então eu não pude recusar, e na real nem queria, porque eu tava emocionadíssima e super excitada e tarada como não ficava há muito tempo. Depois de uns dias, meu pai me avisou que meu tio passaria na quinta-feira pra me buscar, já que no fim de semana eles iam viajar. Aí eu me animei, ele disse: que eu só devia levar uma muda de roupa pra vestir e nada mais, que ele cuidava do resto.
Foi assim que eu fiz e ele passou por mim na caminhonete dele, fomos pra casa dele, o caminho foi normal, sem novidade. Eu tava muito nervosa e não falei nada, mas ele ficou me contando como ia ser e o quanto sentiu minha falta enquanto acariciava minhas pernas. Devo dizer que até parecia carinhoso, mas tudo mudou assim que entramos na casa dele. Ali ele virou o macho dominante e forte que me deixava louca. Primeiro me deu um beijo que mais parecia que tava estuprando minha boca com a língua enquanto acariciava minha bunda. Depois ele se afastou e me disse: "vai pro quarto e se troca, sua puta, ok". Fui pro quarto onde encontrei uma fantasia de empregada de látex, daquelas com touca e avental, a minissaia era curtíssima e com sutiã no lugar da blusa, umas sapatilhas de salto alto transparentes, meias de látex, fio dental também de látex, uma mordaça pra boca, pulseiras e tornozeleiras de couro grosso com argolas de metal, um aparelho de castidade que prendia meu pau fechado com um cadeadinho do qual ele tinha a chave, minha touca e meu colar de puta com uma plaquinha que dizia: "Nayeli, puta, propriedade do David". Depois de me arrumar, saí do quarto e encontrei ele ali na frente da porta me olhando com uma cara de tesão que me deixou ainda mais excitada. Depois disso ele me disse que eu tinha que arrumar tudo, mas que antes ele precisava me dar algo mais. Ele tirou meu sutiã e colocou umas pinças em cada mamilo unidas por uma correntinha que doíam muito, mas mesmo assim me faziam sentir tanto prazer. Depois me fez me inclinar, lambeu minha bunda e passou um tipo de óleo que eu não sabia o que era, mas cheirava estranho, e me disse pra abrir as pernas. Sem me dar tempo, ele enfiou um plug com rabo tipo de raposa e o encaixou no fio dental de um jeito que parecia que eu era a puta dele. Ele me fez ficar de quatro e me disse que era assim que eu devia andar por enquanto. Depois colocou uma coleira presa no meu colar e me fez segui-lo. Aí ele ficou me passeando pela casa toda: o quintal, a garagem, os quartos, a cozinha, a sala, o banheiro, enfim, não deixou nenhum cômodo sem percorrer. tudo ia bem até que ele me levou pro quintal dos fundos, aí sim eu fiquei com medo porque dava pra ver o quintal dele das casas de trás e pensei que alguém podia nos ver, fiquei nervosa mas ele soube como tirar isso de mim com umas boas palmadas que me fizeram reagir e seguir em frente, eu tava vermelha de vergonha mas pelo visto ninguém percebeu. depois de um tempo o amo me colocou pra dentro e me disse: que eu ficasse de pé e fizesse os deveres da casa, limpar, trocar a cama e essas coisas, e assim eu fiz enquanto ele via TV, toda vez que eu passava ele me dava palmadas ou beliscões, quando terminava cada tarefa eu dizia: amo, terminei, pode verificar se essa putinha fez direito, e ele verificava, se algo não tava certo ou faltava ele me dizia: que eu tinha que me curvar e oferecer minha bunda pra ele açoitar como castigo, no total ele me deu umas 25 palmadas. depois ele me disse: que eu fosse com ele ao banheiro e o acompanhasse, aí primeiro ele me fez despir ele e também me fez ensaboar o corpo inteiro dele, principalmente o membro dele, que eu não só ensaboei mas também massageei e atendi com as mãos como se fosse a coisa mais preciosa que existia, passei as mãos nas bolas enormes e peludas dele, no pau gostoso e gordo dele, na cabecinha rosada e grossa, foi algo sublime, eu me sentia feliz com tamanha honra, de repente ele me afastou e me disse: que eu ficasse de joelhos e abrisse bem a boca, assim eu fiz sem saber o que ia acontecer, quando me dei conta ele pegou a pica divina dele e apontou pra minha cara e boca ordenando eu abrir, eu não imaginava naquele momento o que ele faria mas não pensava em negar nada porque eu realmente queria ser dele, me entregar e me submeter aos desejos dele, e de repente ele soltou o primeiro jato de urina e me disse: que eu não deixasse cair nada ou eu ia passar mal, fiz o que pude mas alguns jatos caíram e depois de terminar ele me perguntou: como se diz, e eu só soube dizer obrigada amo, isso o deixou feliz mas ele disse: que por isso não ia deixar passar meu erro, depois de me fazer limpar com a língua os jatos que caíram e limpar bem a rola dele. ele me levou pra sala e me disse: que espera, tem parada, e foi assim que eu fiz. depois de meia hora a campainha tocou e ele me disse: que eu abrisse a porta, eu não queria, estava muito nervosa, faria qualquer coisa menos aquilo, mas ele não ligou, me deu um tapa muito forte que me deixou as nádegas marcadas com o cinto dele e me obrigou a abrir, tive que fazer, e quando abri, quem bateu na porta era um entregador de comida, um cara de uns 30 anos, gordo, com barba e bigode, marcas de acne no rosto, óculos, cabelo liso meio desarrumado, olhar de tarado, não muito alto, que trazia um pedido. quando me viu, ficou muito sem graça, mas parecia bem intrigado, eu estava morrendo de vergonha, paguei ele e meu dono, de trás da porta onde não dava pra ver, me disse: que eu não fechasse ainda, que deixasse ele me ver e que eu até devia me virar pra mostrar minha bunda de puta, agradecendo e pedindo que, se ele quisesse, podia tocar no meu rabo, e o garoto não hesitou nem um instante, me deu um tapa forte e apertou minha bunda, depois puxou minha bunda pequena, tirando um pouco o plug e depois empurrou de volta pra dentro, eu me sentia morrendo, mas não posso negar, super gostoso e excitada, depois ele me ordenou: me oferecer como puta, quando ele quisesse algo mais, coisa que fiz tremendo e gaguejando, gostoso... quando quiser e tiver tempo... se precisar ou quiser alguém pra te atender... seria um prazer ser seu saco de porra, que me use... e me arrebente o cu com força, gostoso, pode me usar como quiser e como meu dono autorizar, ele só respondeu: que seria ótimo, que agora tinha que voltar pro trabalho, que não tinha muito tempo, que voltaria amanhã à noite se eu topasse, eu só sorri, agradeci pela comida e pela mão boba e disse que esperaria por ele e fechei a porta, o dono, visivelmente excitado e intrigado, me perguntou: o que eu tinha sentido, eu não soube o que responder, realmente morria de vergonha, mas estava super excitada, depois ele me disse: que eu ficasse de quatro e o seguisse, que a partir daquele momento eu não podia mais falar, só latir. Eu obedeci ele, chegamos na cozinha, ele tirou a comida e sentou pra comer. Me deixou do lado dele, só olhando. Depois que terminou, baixou o prato deixando as sobras e me disse: que eu comesse, mas sem as mãos, como uma verdadeira puta. Custou muito, mas eu fiz. Aí ele me deu água numa bandeja e foi assim que fiquei, até que de repente ele saiu da cozinha.
Quando ele voltou a entrar, senti que algo estava cheirando minha buceta e, ao me virar, vi que era um cachorro grande. Não sei bem de raça, mas era preto com marrom, grande. Acho que era um rottweiler. Fiquei muito nervosa, já que não tinha visto ele, e meu dono me disse: que era o cachorro do amigo dele, que tinha deixado com ele por aquele dia para cuidar, e que eu seria a putinha dele e deveria satisfazê-lo em tudo, absolutamente em tudo. Eu não sabia o que fazer. Vamos combinar que eu sou bem safada e gosto de experimentar, mas isso nunca tinha passado pela minha cabeça. Eu só balançava a cabeça dizendo que não, mas ele só riu e me disse: que não era pergunta, que eu tinha que fazer sem mais nem menos. Ele nos levou os dois para o quintal dos fundos. Eu estava apavorada, agora ainda mais pelo que ele pensava em fazer. Ele se aproximou de mim e colocou umas espécies de luvas nas minhas mãos que me impediam de usar os dedos. Prendeu minhas mãos na minha coleira, deixando meus cotovelos no chão, e colocou umas cotoveleiras. Disse: que eram para eu não me machucar no chão. Depois colocou umas correias ao redor dos meus braços, tornando impossível desgrudar o braço do antebraço. Em seguida, colocou uma barra em cada perna, amarrando minha coxa e minha panturrilha, fazendo meus joelhos ficarem rentes ao chão e também impossibilitando que eu esticasse as pernas. Amarrou outra correia igual, garantindo a posição das minhas pernas. Depois colocou uma espécie de gancho nas minhas narinas e esticou a outra parte até prender na coleira, deixando meu nariz levantado como o de uma porca. (O que felizmente eu sou.) Depois tirou o plug e passou algo nas minhas nádegas e na minha buceta. Naquele momento, não sabia o que era, só depois descobri que eram feromônios. Então nos colocou uma corrente, deixando-nos acorrentados juntos. Eu estava apavorada porque não sabia o que ia acontecer, mas o dono estava feliz. Então, o cachorro, sem mais, se aproximou muito de mim e parecia excitado, não sei por quê. Ele me disse: que eu devia satisfazer meu macho. Eu não sabia o que fazer, nem conseguia falar de tão nervosa, e pela posição desconfortável em que minha cara estava presa. então ele ficou puto e me falou: que eu obedecesse, que eu devia ser uma boa puta, o cachorro só latia e me olhava estranho, então ele me disse: que eu fizesse cara de safada, que eu devia botar a língua pra fora e lamber as bolas e a rola dele, que eu devia latir e ofegar como o que eu era, uma puta porca. eu, super assustada, fiz isso, depois ele me disse: que eu lambesse a ponta da vara dele, mas eu tava com medo, pensava que podia me morder ou algo assim, mas o cachorro se deixava fazer e eu comecei a lamber devagarzinho, fui ganhando confiança e degustando aquele sabor tão diferente do de um homem, mas igualmente viciante e delicioso. enfiei na boca e comecei a chupar, o cachorro tava doido e soltava um líquido que tinha gosto azedo. depois de um bom tempo ali chupando, sugando, enfiando tudo na boca até a bola e brincando com a língua enquanto tava na minha boca, senti ele gozar toda aquela porra amarga, mas excitante, era líquido pra caralho caindo bastante da minha boca, o resto eu tinha dentro. quando ia cuspir, ele me falou: que eu devia ser uma boa puta e não desperdiçar a porra do meu macho, que eu devia engolir, mas eu não conseguia, e então ele se aproximou e com o cinto começou a me dar chicotadas na bunda, eu do jeito que dava engoli, pela dor, pelo nervosismo, pelo nojo, já até tinha esquecido onde tava e que alguém podia me ver. depois de engolir e me fazer limpar o resto do chão e da rola do cachorro, ele colocou minha coleira e assim do jeito que eu tava pegou uma mangueira e começou a me molhar, a água tava gelada, mas não fazia muito frio, por sorte. ele me ensaboou e enxaguou de novo e me deixou ali por alguns minutos pra eu secar, depois me desamarrou e tirou tudo o que era extra, me deixando só com a coleira, as pulseiras nos pés e nas mãos, as luvas, o sutiã, a calcinha fio dental, as meias, as pinças nos mamilos e minha coleira de condução com a qual ele me levou pra dentro de casa. ele me disse: que eu lavasse meu focinho rápido, assim eu fiz, mesmo bem confusa e perturbada com o que tinha acontecido, também pensando no que viria a seguir e o que mais ele me faria fazer, que limite eu cruzaria por ele e quanto eu teria que cair pra satisfazê-lo, mas estranhamente eu continuava excitada e muito molhada, e ao sair do banheiro lá estava ele nu e com a pica bem dura, me disse: que o seguisse, e me levou pro quarto. Uma vez lá dentro, me disse: que me ajoelhasse, ele sentou na cama e me disse: que chupasse ele. Assim eu fiz, com a cabeça cheia de dúvidas e perguntas, mas também com muito prazer, desejosa, molhada, excitada por tudo que tinha acontecido até então. Embora eu realmente não soubesse o que mais me excitava: ter sido exibida e oferecida como uma puta, ter sido apalpada, ou ter sido obrigada a ficar com o cachorro. O que sei é que, pelo que pude ver, ele estava fazendo muito bem, porque ele só dizia coisas como: "que puta gostosa eu tenho, você é uma grande puta, de verdade você é uma puta excepcional, continue assim e será uma puta completa. Você teria querido que o cachorro montasse em você?", ele me perguntou. Eu não pude negar, estava estampado na minha cara, e o tesão e a humilhação de me saber possuída e ser a puta mais suja e mais gostosa me fizeram aceitar que, embora no começo não coubesse na minha cabeça, depois do que aconteceu eu adoraria que tivesse sido assim, verdade. Já que ela estava bem molhada, a pica dele com a minha saliva, ele me disse: que eu me inclinasse, que ele ia me dar meu prêmio, e eu, gostosa, me inclinei e me ofereci pra ele, abrindo minhas nádegas. Ele tirou meu plug e cuspiu no meu cu, como eu amava que ele fizesse aquilo, de verdade. Depois ele colocou a cabeça da pica dele no meu cu e empurrou. Graças ao plug, dessa vez não doeu tanto, mas mesmo assim era delicioso sentir a ardência e a dor que fica quando você enfia algo no cu. Assim ficou um bom tempo me comendo com força e me dando palmadas, me insultando com: "você é uma puta, uma puta, minha puta, puta Nayeli, minha e de mais ninguém". Eu gemia e gritava de prazer com o que ele fazia, e o que ele dizia me acendia cada vez mais. Depois de um tempo, ele gozou dentro de mim, me enchendo. De novo ele colocou o plug pra não vazar nada, e me fez limpar a pica dele com a boca. Uma vez limpa, ele me disse que era hora de jantar. Ele trouxe algo pra comer, ele comeu na mesa e eu aos pés dele. Depois disso ele me disse: que eu tinha que dormir porque ele ia embora cedo no dia seguinte. Então ele me disse: que eu o seguisse, ele me levou pra um quartinho onde tinha uma cadeira, me mandou sentar, embora com o plug fosse bem difícil, me acomodei como pude e ele começou a me amarrar com as mãos acima da cabeça, pra trás. Ele amarrou a correntinha dos meus mamilos nas algemas de pulso, de um jeito que se eu mexesse os braços, puxaria meus mamilos. Depois amarrou minhas pernas nas algemas dos pés, fazendo com que meus pés não tocassem o chão e meu corpo ficasse inclinado pra frente, fazendo o plug se empurrar e entrar mais pra dentro, doendo um pouco. Então amarrou minhas algemas de pulso nas de tornozelo e no aparelho de castidade, amarrou de um jeito que puxasse pra trás, não com força, mas bem desconfortável. Depois, enquanto me olhava, ele colocou uma camisinha e gozou dentro dela. Depois tirou e enfiou na minha boca, de um jeito que o líquido fosse escorrendo pra dentro da minha boca. Colocou a mordaça, deixando uma parte da camisinha pra fora, pra eu não me engasgar. O plug tinha um modo de vibração que eu não tinha percebido, e ele ligou, deixando ainda mais desconfortável ficar naquela posição. E assim ele me deixou, foi dormir e me deixou assim a noite toda. De manhã ele acordou, entrou no meu lugar, eu não tinha conseguido dormir nada, em parte pelo desconforto e em parte pela tesão de imaginar como eu estava. Ele tirou a mordaça, checou a camisinha, jogou fora e tirou a rola pra fora, sem mais nem menos, enfiou na minha boca e comecei a sentir o líquido quente da urina dele. Depois de terminar e de eu limpar a rola dele, ele me desamarrou tudo, meu corpo doía e estava dormente. Depois de um tempo jogada no chão sem conseguir me mexer, ele me disse: que eu me levantasse, preparasse o café da manhã e depois fosse ao banheiro com ele. Assim eu fiz, só preparei uns ovos mexidos e café, nada difícil, e fui pro banheiro. Lá eu tive que dar banho nele e chupar a rola dele até receber o cum gostoso dele, que tomei com prazer, como é minha obrigação. depois de me vestir, tomei café da manhã e ele me disse: que eu limpasse tudo. terminando, ele me deu meu café da manhã, um pão com café e leite com porra de macho, e me disse: você tem que se arrumar do seguinte jeito, ok? veste esse vestido vermelho lindíssimo de lycra bem colado, que mal tapava minha bunda, a calcinha fio dental preta de látex, umas meias de rede pretas também com uma liga, as sapatilhas, você se maquia e coloca essa peruca, uma peruca loira comprida e maravilhosa, não tira nem o colar nem as pulseiras, ok? e enfia essa joia anal, coisa que fiz com gosto, porque a gente vai a um almoço com um amigo. eu tava morrendo de medo, digo, uma coisa era o que eu já tinha vivido, e outra bem diferente sair assim vestida. o que rolou no almoço e o que aconteceu depois à noite, deixo pra outro relato. valeu.
Agradeço seus comentários, sugestões e principalmente suas propostas, caso alguém se interesse em ser meu dono e experimentar muitas dessas coisas ou mais, obrigada. PROCURO MACHOS DEGENERADOS VICIADOS GROSSEIROS PERVERTIDOS BRUTOS UM DONO OU AMO CAFETÃO QUE ME TIRE E ME EXIBA À NOITE ME FEMINIZE E COLOQUE PIERCING NOS MAMILOS E MARCAS DE ESCRAVA FAÇA SUA putinha REAL ESTOU AOS SEUS PÉS.
Foi assim que eu fiz e ele passou por mim na caminhonete dele, fomos pra casa dele, o caminho foi normal, sem novidade. Eu tava muito nervosa e não falei nada, mas ele ficou me contando como ia ser e o quanto sentiu minha falta enquanto acariciava minhas pernas. Devo dizer que até parecia carinhoso, mas tudo mudou assim que entramos na casa dele. Ali ele virou o macho dominante e forte que me deixava louca. Primeiro me deu um beijo que mais parecia que tava estuprando minha boca com a língua enquanto acariciava minha bunda. Depois ele se afastou e me disse: "vai pro quarto e se troca, sua puta, ok". Fui pro quarto onde encontrei uma fantasia de empregada de látex, daquelas com touca e avental, a minissaia era curtíssima e com sutiã no lugar da blusa, umas sapatilhas de salto alto transparentes, meias de látex, fio dental também de látex, uma mordaça pra boca, pulseiras e tornozeleiras de couro grosso com argolas de metal, um aparelho de castidade que prendia meu pau fechado com um cadeadinho do qual ele tinha a chave, minha touca e meu colar de puta com uma plaquinha que dizia: "Nayeli, puta, propriedade do David". Depois de me arrumar, saí do quarto e encontrei ele ali na frente da porta me olhando com uma cara de tesão que me deixou ainda mais excitada. Depois disso ele me disse que eu tinha que arrumar tudo, mas que antes ele precisava me dar algo mais. Ele tirou meu sutiã e colocou umas pinças em cada mamilo unidas por uma correntinha que doíam muito, mas mesmo assim me faziam sentir tanto prazer. Depois me fez me inclinar, lambeu minha bunda e passou um tipo de óleo que eu não sabia o que era, mas cheirava estranho, e me disse pra abrir as pernas. Sem me dar tempo, ele enfiou um plug com rabo tipo de raposa e o encaixou no fio dental de um jeito que parecia que eu era a puta dele. Ele me fez ficar de quatro e me disse que era assim que eu devia andar por enquanto. Depois colocou uma coleira presa no meu colar e me fez segui-lo. Aí ele ficou me passeando pela casa toda: o quintal, a garagem, os quartos, a cozinha, a sala, o banheiro, enfim, não deixou nenhum cômodo sem percorrer. tudo ia bem até que ele me levou pro quintal dos fundos, aí sim eu fiquei com medo porque dava pra ver o quintal dele das casas de trás e pensei que alguém podia nos ver, fiquei nervosa mas ele soube como tirar isso de mim com umas boas palmadas que me fizeram reagir e seguir em frente, eu tava vermelha de vergonha mas pelo visto ninguém percebeu. depois de um tempo o amo me colocou pra dentro e me disse: que eu ficasse de pé e fizesse os deveres da casa, limpar, trocar a cama e essas coisas, e assim eu fiz enquanto ele via TV, toda vez que eu passava ele me dava palmadas ou beliscões, quando terminava cada tarefa eu dizia: amo, terminei, pode verificar se essa putinha fez direito, e ele verificava, se algo não tava certo ou faltava ele me dizia: que eu tinha que me curvar e oferecer minha bunda pra ele açoitar como castigo, no total ele me deu umas 25 palmadas. depois ele me disse: que eu fosse com ele ao banheiro e o acompanhasse, aí primeiro ele me fez despir ele e também me fez ensaboar o corpo inteiro dele, principalmente o membro dele, que eu não só ensaboei mas também massageei e atendi com as mãos como se fosse a coisa mais preciosa que existia, passei as mãos nas bolas enormes e peludas dele, no pau gostoso e gordo dele, na cabecinha rosada e grossa, foi algo sublime, eu me sentia feliz com tamanha honra, de repente ele me afastou e me disse: que eu ficasse de joelhos e abrisse bem a boca, assim eu fiz sem saber o que ia acontecer, quando me dei conta ele pegou a pica divina dele e apontou pra minha cara e boca ordenando eu abrir, eu não imaginava naquele momento o que ele faria mas não pensava em negar nada porque eu realmente queria ser dele, me entregar e me submeter aos desejos dele, e de repente ele soltou o primeiro jato de urina e me disse: que eu não deixasse cair nada ou eu ia passar mal, fiz o que pude mas alguns jatos caíram e depois de terminar ele me perguntou: como se diz, e eu só soube dizer obrigada amo, isso o deixou feliz mas ele disse: que por isso não ia deixar passar meu erro, depois de me fazer limpar com a língua os jatos que caíram e limpar bem a rola dele. ele me levou pra sala e me disse: que espera, tem parada, e foi assim que eu fiz. depois de meia hora a campainha tocou e ele me disse: que eu abrisse a porta, eu não queria, estava muito nervosa, faria qualquer coisa menos aquilo, mas ele não ligou, me deu um tapa muito forte que me deixou as nádegas marcadas com o cinto dele e me obrigou a abrir, tive que fazer, e quando abri, quem bateu na porta era um entregador de comida, um cara de uns 30 anos, gordo, com barba e bigode, marcas de acne no rosto, óculos, cabelo liso meio desarrumado, olhar de tarado, não muito alto, que trazia um pedido. quando me viu, ficou muito sem graça, mas parecia bem intrigado, eu estava morrendo de vergonha, paguei ele e meu dono, de trás da porta onde não dava pra ver, me disse: que eu não fechasse ainda, que deixasse ele me ver e que eu até devia me virar pra mostrar minha bunda de puta, agradecendo e pedindo que, se ele quisesse, podia tocar no meu rabo, e o garoto não hesitou nem um instante, me deu um tapa forte e apertou minha bunda, depois puxou minha bunda pequena, tirando um pouco o plug e depois empurrou de volta pra dentro, eu me sentia morrendo, mas não posso negar, super gostoso e excitada, depois ele me ordenou: me oferecer como puta, quando ele quisesse algo mais, coisa que fiz tremendo e gaguejando, gostoso... quando quiser e tiver tempo... se precisar ou quiser alguém pra te atender... seria um prazer ser seu saco de porra, que me use... e me arrebente o cu com força, gostoso, pode me usar como quiser e como meu dono autorizar, ele só respondeu: que seria ótimo, que agora tinha que voltar pro trabalho, que não tinha muito tempo, que voltaria amanhã à noite se eu topasse, eu só sorri, agradeci pela comida e pela mão boba e disse que esperaria por ele e fechei a porta, o dono, visivelmente excitado e intrigado, me perguntou: o que eu tinha sentido, eu não soube o que responder, realmente morria de vergonha, mas estava super excitada, depois ele me disse: que eu ficasse de quatro e o seguisse, que a partir daquele momento eu não podia mais falar, só latir. Eu obedeci ele, chegamos na cozinha, ele tirou a comida e sentou pra comer. Me deixou do lado dele, só olhando. Depois que terminou, baixou o prato deixando as sobras e me disse: que eu comesse, mas sem as mãos, como uma verdadeira puta. Custou muito, mas eu fiz. Aí ele me deu água numa bandeja e foi assim que fiquei, até que de repente ele saiu da cozinha.
Quando ele voltou a entrar, senti que algo estava cheirando minha buceta e, ao me virar, vi que era um cachorro grande. Não sei bem de raça, mas era preto com marrom, grande. Acho que era um rottweiler. Fiquei muito nervosa, já que não tinha visto ele, e meu dono me disse: que era o cachorro do amigo dele, que tinha deixado com ele por aquele dia para cuidar, e que eu seria a putinha dele e deveria satisfazê-lo em tudo, absolutamente em tudo. Eu não sabia o que fazer. Vamos combinar que eu sou bem safada e gosto de experimentar, mas isso nunca tinha passado pela minha cabeça. Eu só balançava a cabeça dizendo que não, mas ele só riu e me disse: que não era pergunta, que eu tinha que fazer sem mais nem menos. Ele nos levou os dois para o quintal dos fundos. Eu estava apavorada, agora ainda mais pelo que ele pensava em fazer. Ele se aproximou de mim e colocou umas espécies de luvas nas minhas mãos que me impediam de usar os dedos. Prendeu minhas mãos na minha coleira, deixando meus cotovelos no chão, e colocou umas cotoveleiras. Disse: que eram para eu não me machucar no chão. Depois colocou umas correias ao redor dos meus braços, tornando impossível desgrudar o braço do antebraço. Em seguida, colocou uma barra em cada perna, amarrando minha coxa e minha panturrilha, fazendo meus joelhos ficarem rentes ao chão e também impossibilitando que eu esticasse as pernas. Amarrou outra correia igual, garantindo a posição das minhas pernas. Depois colocou uma espécie de gancho nas minhas narinas e esticou a outra parte até prender na coleira, deixando meu nariz levantado como o de uma porca. (O que felizmente eu sou.) Depois tirou o plug e passou algo nas minhas nádegas e na minha buceta. Naquele momento, não sabia o que era, só depois descobri que eram feromônios. Então nos colocou uma corrente, deixando-nos acorrentados juntos. Eu estava apavorada porque não sabia o que ia acontecer, mas o dono estava feliz. Então, o cachorro, sem mais, se aproximou muito de mim e parecia excitado, não sei por quê. Ele me disse: que eu devia satisfazer meu macho. Eu não sabia o que fazer, nem conseguia falar de tão nervosa, e pela posição desconfortável em que minha cara estava presa. então ele ficou puto e me falou: que eu obedecesse, que eu devia ser uma boa puta, o cachorro só latia e me olhava estranho, então ele me disse: que eu fizesse cara de safada, que eu devia botar a língua pra fora e lamber as bolas e a rola dele, que eu devia latir e ofegar como o que eu era, uma puta porca. eu, super assustada, fiz isso, depois ele me disse: que eu lambesse a ponta da vara dele, mas eu tava com medo, pensava que podia me morder ou algo assim, mas o cachorro se deixava fazer e eu comecei a lamber devagarzinho, fui ganhando confiança e degustando aquele sabor tão diferente do de um homem, mas igualmente viciante e delicioso. enfiei na boca e comecei a chupar, o cachorro tava doido e soltava um líquido que tinha gosto azedo. depois de um bom tempo ali chupando, sugando, enfiando tudo na boca até a bola e brincando com a língua enquanto tava na minha boca, senti ele gozar toda aquela porra amarga, mas excitante, era líquido pra caralho caindo bastante da minha boca, o resto eu tinha dentro. quando ia cuspir, ele me falou: que eu devia ser uma boa puta e não desperdiçar a porra do meu macho, que eu devia engolir, mas eu não conseguia, e então ele se aproximou e com o cinto começou a me dar chicotadas na bunda, eu do jeito que dava engoli, pela dor, pelo nervosismo, pelo nojo, já até tinha esquecido onde tava e que alguém podia me ver. depois de engolir e me fazer limpar o resto do chão e da rola do cachorro, ele colocou minha coleira e assim do jeito que eu tava pegou uma mangueira e começou a me molhar, a água tava gelada, mas não fazia muito frio, por sorte. ele me ensaboou e enxaguou de novo e me deixou ali por alguns minutos pra eu secar, depois me desamarrou e tirou tudo o que era extra, me deixando só com a coleira, as pulseiras nos pés e nas mãos, as luvas, o sutiã, a calcinha fio dental, as meias, as pinças nos mamilos e minha coleira de condução com a qual ele me levou pra dentro de casa. ele me disse: que eu lavasse meu focinho rápido, assim eu fiz, mesmo bem confusa e perturbada com o que tinha acontecido, também pensando no que viria a seguir e o que mais ele me faria fazer, que limite eu cruzaria por ele e quanto eu teria que cair pra satisfazê-lo, mas estranhamente eu continuava excitada e muito molhada, e ao sair do banheiro lá estava ele nu e com a pica bem dura, me disse: que o seguisse, e me levou pro quarto. Uma vez lá dentro, me disse: que me ajoelhasse, ele sentou na cama e me disse: que chupasse ele. Assim eu fiz, com a cabeça cheia de dúvidas e perguntas, mas também com muito prazer, desejosa, molhada, excitada por tudo que tinha acontecido até então. Embora eu realmente não soubesse o que mais me excitava: ter sido exibida e oferecida como uma puta, ter sido apalpada, ou ter sido obrigada a ficar com o cachorro. O que sei é que, pelo que pude ver, ele estava fazendo muito bem, porque ele só dizia coisas como: "que puta gostosa eu tenho, você é uma grande puta, de verdade você é uma puta excepcional, continue assim e será uma puta completa. Você teria querido que o cachorro montasse em você?", ele me perguntou. Eu não pude negar, estava estampado na minha cara, e o tesão e a humilhação de me saber possuída e ser a puta mais suja e mais gostosa me fizeram aceitar que, embora no começo não coubesse na minha cabeça, depois do que aconteceu eu adoraria que tivesse sido assim, verdade. Já que ela estava bem molhada, a pica dele com a minha saliva, ele me disse: que eu me inclinasse, que ele ia me dar meu prêmio, e eu, gostosa, me inclinei e me ofereci pra ele, abrindo minhas nádegas. Ele tirou meu plug e cuspiu no meu cu, como eu amava que ele fizesse aquilo, de verdade. Depois ele colocou a cabeça da pica dele no meu cu e empurrou. Graças ao plug, dessa vez não doeu tanto, mas mesmo assim era delicioso sentir a ardência e a dor que fica quando você enfia algo no cu. Assim ficou um bom tempo me comendo com força e me dando palmadas, me insultando com: "você é uma puta, uma puta, minha puta, puta Nayeli, minha e de mais ninguém". Eu gemia e gritava de prazer com o que ele fazia, e o que ele dizia me acendia cada vez mais. Depois de um tempo, ele gozou dentro de mim, me enchendo. De novo ele colocou o plug pra não vazar nada, e me fez limpar a pica dele com a boca. Uma vez limpa, ele me disse que era hora de jantar. Ele trouxe algo pra comer, ele comeu na mesa e eu aos pés dele. Depois disso ele me disse: que eu tinha que dormir porque ele ia embora cedo no dia seguinte. Então ele me disse: que eu o seguisse, ele me levou pra um quartinho onde tinha uma cadeira, me mandou sentar, embora com o plug fosse bem difícil, me acomodei como pude e ele começou a me amarrar com as mãos acima da cabeça, pra trás. Ele amarrou a correntinha dos meus mamilos nas algemas de pulso, de um jeito que se eu mexesse os braços, puxaria meus mamilos. Depois amarrou minhas pernas nas algemas dos pés, fazendo com que meus pés não tocassem o chão e meu corpo ficasse inclinado pra frente, fazendo o plug se empurrar e entrar mais pra dentro, doendo um pouco. Então amarrou minhas algemas de pulso nas de tornozelo e no aparelho de castidade, amarrou de um jeito que puxasse pra trás, não com força, mas bem desconfortável. Depois, enquanto me olhava, ele colocou uma camisinha e gozou dentro dela. Depois tirou e enfiou na minha boca, de um jeito que o líquido fosse escorrendo pra dentro da minha boca. Colocou a mordaça, deixando uma parte da camisinha pra fora, pra eu não me engasgar. O plug tinha um modo de vibração que eu não tinha percebido, e ele ligou, deixando ainda mais desconfortável ficar naquela posição. E assim ele me deixou, foi dormir e me deixou assim a noite toda. De manhã ele acordou, entrou no meu lugar, eu não tinha conseguido dormir nada, em parte pelo desconforto e em parte pela tesão de imaginar como eu estava. Ele tirou a mordaça, checou a camisinha, jogou fora e tirou a rola pra fora, sem mais nem menos, enfiou na minha boca e comecei a sentir o líquido quente da urina dele. Depois de terminar e de eu limpar a rola dele, ele me desamarrou tudo, meu corpo doía e estava dormente. Depois de um tempo jogada no chão sem conseguir me mexer, ele me disse: que eu me levantasse, preparasse o café da manhã e depois fosse ao banheiro com ele. Assim eu fiz, só preparei uns ovos mexidos e café, nada difícil, e fui pro banheiro. Lá eu tive que dar banho nele e chupar a rola dele até receber o cum gostoso dele, que tomei com prazer, como é minha obrigação. depois de me vestir, tomei café da manhã e ele me disse: que eu limpasse tudo. terminando, ele me deu meu café da manhã, um pão com café e leite com porra de macho, e me disse: você tem que se arrumar do seguinte jeito, ok? veste esse vestido vermelho lindíssimo de lycra bem colado, que mal tapava minha bunda, a calcinha fio dental preta de látex, umas meias de rede pretas também com uma liga, as sapatilhas, você se maquia e coloca essa peruca, uma peruca loira comprida e maravilhosa, não tira nem o colar nem as pulseiras, ok? e enfia essa joia anal, coisa que fiz com gosto, porque a gente vai a um almoço com um amigo. eu tava morrendo de medo, digo, uma coisa era o que eu já tinha vivido, e outra bem diferente sair assim vestida. o que rolou no almoço e o que aconteceu depois à noite, deixo pra outro relato. valeu.
Agradeço seus comentários, sugestões e principalmente suas propostas, caso alguém se interesse em ser meu dono e experimentar muitas dessas coisas ou mais, obrigada. PROCURO MACHOS DEGENERADOS VICIADOS GROSSEIROS PERVERTIDOS BRUTOS UM DONO OU AMO CAFETÃO QUE ME TIRE E ME EXIBA À NOITE ME FEMINIZE E COLOQUE PIERCING NOS MAMILOS E MARCAS DE ESCRAVA FAÇA SUA putinha REAL ESTOU AOS SEUS PÉS.
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