Minha história como uma porca safada

MINHA 4ª VEZ COMO NAYELI Quando abri os olhos de novo, já estávamos dentro da casa do dono. Ele mandou eu sair da jaula e descer. Ao fazer isso, eu realmente sentia meu cu aberto e minhas pernas tremendo. Depois o dono me disse: que eu entrasse e me lavasse bem. Ao ir pro banheiro, nisso eu ouvi baterem na porta da rua. Já eram umas 11 da noite e achei muito estranho. Então ouvi meu dono falando com alguém, embora eu não entendesse o que diziam. Eu, enquanto isso, dentro do banheiro, deixava a água cair sobre mim aos poucos. Quando a água tocou meu cu, ardeu e eu vi estrelinhas da dor que senti, quase caí com a pontada. Então, nesse estado, só ouço o dono dizer: "não, hoje não dá, a puta foi muito usada e não quero que ela se machuque, mas pro fim de semana ela já se recuperou e você vai poder usar ela sem problema. À tarde vem e a gente vê, ok?" "Sim, claro, como o senhor disser, mas é sério que vai dar? É que ontem me deixou super excitado ver sua puta assim vestida e tão oferecida. É muito raro ver uma puta tão cooperativa, sério, e ela é gostosa, a vagabunda. E me diga, posso fazer o que quiser com essa putinha ou tem limites? Por favor, quero saber bem os detalhes, porque quero usar ela com força, dá pra ver que é uma puta safada e complacente, senhor.Minha história como uma porca safadaEntão o dono pediu o whatsapp dela pra conversar direito, agora vai embora, depois fechou a porta e sentou no sofá. Eu já tava tomando banho e ao sair não conseguia acreditar na cara que via no espelho, fora da realidade. E mesmo que não queiram acreditar, o reflexo não era o esperado, abatido ou cansado, era o de uma puta feliz e cheia de vida. Sei que o que vivi foi traumático, ou é o que muitos vão pensar, mas também sei que era algo que eu desejava e que mostrou pra todo mundo que sou capaz de fazer o que meu dono mandar. E acima de tudo, nunca me senti tão viva nem tão completa como sendo a puta do meu dono. Depois, só vesti a fio dental e saí pra sala. Lá meu dono fumava um cigarro e tomava uma cerveja. Ele me viu e, como se algo maravilhoso tivesse acontecido, se levantou, me abraçou, me beijou e disse: "Bem, Nayeli, tô orgulhoso de você". Eu me senti a puta mais feliz do mundo, me senti uma mulher de verdade e, acima de tudo, a melhor puta. E meu dono tava feliz, isso era tudo que importava. Ele me abraçou e me levou pro meu quarto, onde a jaula já tava, e disse: "Hoje você vai dormir aqui, assim vai se acostumando a ficar trancada". "Ok, sim, dono, obrigada." E ele saiu do quarto. Eu dormi sem mais nada.vadiaDesta vez, meu relato é sobre aquele jovem entregador, lembram daquele que me viu no primeiro dia vestida de empregada e para quem me ofereci como uma puta vulgar e vadia? Bom, começo meu relato. Já era mais de meio-dia quando acordei, ainda estava na minha jaula com minha coleira, minhas pulseiras, o aparelho de castidade e sem calcinha, porque meu cu doía muito. Fui acordada pelo barulho de duas pessoas conversando, sinceramente não entendia do que, já que a porta estava fechada e eles falavam na sala. Então fiz barulho para me ouvirem, como era óbvio e eu sabia que meu dono desejava, só lati como uma boa puta. Então ouvi passos se aproximando do quarto onde eu estava e ouvi a porta abrir. Era ele, meu dono, vestindo roupas casuais, nada formal: calça jeans, camiseta, tênis de trabalho e um boné. Ele me olhou e, sorrindo, disse: "Oi, puta, bom dia. Como amanheceu a puta do seu dono? Espero que bem, puta. Te deixei descansar e estive passando pomada no seu cu para curar os pequenos rasgos que te causei ontem, ok? Mas agora você vai ter que se ligar, tomar banho, se arrumar e vir comigo para a sala, que temos visita. E você já sabe: de quatro e com a roupa que está no banheiro, ok." Depois disso, ele abriu minha jaula e foi embora. Eu saí e a primeira coisa que fiz foi correr para o espelho para ver meu cu, e, meu Deus, ele ainda estava dilatado, embora não tanto quanto ontem, mas parecia aberto. Isso me deixou louca de tesão. Depois disso, fui para o banheiro, tomei banho e passei creme. Ao terminar, saí do chuveiro e vi pendurado meu uniforme de empregada de látex, mas percebi que, diferente da vez anterior e por razões óbvias, desta vez não estavam meu plug de rabo nem a joia anal. Então me vesti e me preparei para ir para a sala, como meu dono indicou: de quatro, como a puta que sou. Ao chegar na sala, vi meu dono sentado na poltrona individual e um jovem que naquele momento não reconheci, até que fiquei de joelhos ao lado da poltrona do dono e o vi melhor. Ele não tirava os olhos de mim. Dessa cena, por razões óbvias, como era possível alguém aceitar ficar ali de joelhos com aquela roupa e, principalmente, aos pés de outra pessoa. Eu, em silêncio, fiquei ali parada, e o amo falou: "Então, sua puta, como você vê, esse cara é o entregador do outro dia. A gente tem conversado e ele me diz que não conseguiu tirar sua imagem da cabeça, que ele acha super gostoso que uma puta como você se entregue assim. Mostra pra ele que tipo de puta você é. Ok, mas não exagera também." "Ok, meu senhor, como o senhor mandar." Eu me endireitei, com as pernas abertas, mostrando meu cinto de castidade, e me colocando em posição de entrega, com as mãos sobre as pernas e levantando o rosto, eu disse: "Eu sou a Nayeli, a puta do meu amo Miguel, e estou à sua inteira disposição. Para mim, suas ordens são tudo, e eu não tenho nem vontade nem pensamento próprio. Isso é decisão do meu amo. Vou ficar feliz em cumprir seus desejos, sejam quais forem. Só uma coisa: eu só tenho um amo, então não espere que eu te chame assim em algum momento. Vou te tratar com respeito, mas só isso. Ok, o que você deseja dessa puta gostosa?vadiaO jovem ficou de boca aberta, meu dono sorrindo disse pra ele: então, garoto, ficamos no quê? Você topa ou não? O garoto só conseguiu dizer: tá bom, só uma coisa, quais são as regras pra essa putinha? Digo, não quero problema. Tá bom, os limites dela são os seguintes, disse meu dono bem sério: 1. nada de marcas permanentes nem visíveis 2. todo o sêmen será depositado na boca dela 3. nada de tratamento suave, tudo pesado e sem piedade 4. pode fazer o que quiser com ela, desde que não deixe marcas, ok 5. eu sempre vou estar presente 6. do dinheiro eu cuido 7. nada de fotos nem vídeos. Essas foram as ordens dele e as regras estabelecidas pro garoto. Pra mim só teve uma que foi: obedece, putinha, eu só faço de você o que eu quiser. E eu me dispus a me aproximar do garoto de quatro, ao chegar nos pés dele onde ele estava sentado, olhei pra ele e ele me disse: lambe meus sapatos, putinha. E foi o que fiz, comecei a passar a língua pelos sapatos dele até deixá-los brilhando com minha saliva, e enquanto ele acendia um cigarro e ria. Depois ele me disse: já chega, putinha, sobe aqui e quero que me trate como se fosse seu namorado, ok? Com carinho e paixão, sim, putinha. E eu, como boa putinha que sou, obedeci sorrindo e subindo nas pernas dele pra poder abraçar e beijar ele como uma garota apaixonada. Depois de nos esfregarmos gostoso até a morte e ele me apalpar até eu cansar, e nos beijarmos até quase minha língua dormir, ele disse: bom, acho que tá na hora. Então, putinha, primeiro de joelhos e desabotoa minha calça e tira minha rola pra fora, ok? Quero que você beije e chupe com devoção como se fosse o doce mais gostoso, e que me agradeça por deixar você provar. Entendeu, putinha? Como você quiser, meu bem, respondi sabendo que era isso que ele queria. Então fiz isso, me ajoelhei, desabotoei a calça dele e puxei pra baixo. Ao baixar a cueca, não consegui evitar uma cara de espanto e um gemido de prazer ao ver a rola que eu ia comer. Se não era grande, com certeza era bem grossa, e isso me deixou super excitada. Depois comecei dando um beijo na cabeça dela e... dizendo: obrigado, querida, por me deixar te mimar e te satisfazer e por me deixar brincar com essa delícia de caramelo, meu dono só estava ali sentado vendo tudo no sofá dele e eu o via feliz e satisfeito. Depois de um tempo chupando e mamando com vontade, embora eu deva admitir que foi difícil pra caralho por causa da grossura dela, senti que ele ia gozar e enfiei o máximo que pude, sentindo ele se descarregar na minha garganta, enchendo minha barriga com o cum dele. Ele só resfolegava e gemia e me dizia: que gostosa, mamãe, como você mama bem, sua puta. Nossa, senhor, sua puta mama como ninguém, de verdade. Depois ele me disse: agora limpa ela bem, e eu fiz isso. Já mais calmo, ele falou: bem, puta, vejo que seu dono te treinou bem, fico feliz. Agora quero ver quão bem treinado você tem esse cu, puta. Fica de quatro e me oferece esse cu como o que você é, uma puta gostosa, entendeu? Sim, querido, com um sorriso no rosto eu me virei, deixando a cabeça colada no chão e abrindo meu próprio cu com as mãos, e disse: por favor, querido, dá seu cum pra essa puta suja, abre meu cu com sua pica gostosa e grande, por favor, eu preciso, sim, amor. E olhando pra ele com cara de menina suplicante e ao mesmo tempo safada, ele só sorriu e disse: bem, puta, você mereceu, aguenta ela toda dentro. E sem mais, ele enfiou. Eu só fechei os olhos porque era muito grossa e doeu pra caralho, além de ainda estar sensível do dia anterior, mas aguentei. Só se ouviu meu gemido de prazer ao me sentir cheia e completa de novo, e ainda mais ao ver no rosto do meu dono um sorriso de satisfação. Ele me comia com força, sem piedade, e eu tava ficando louca de prazer. Nem sei quanto tempo durou, mas eu tava feliz. E de repente ele tirou a pica e disse: levanta, puta, abre a boca pra ganhar seu cum. E sem mais, ele começou a cuspir muito cum. Era muito, apesar de já ter gozado antes, ele ainda tinha muito cum, e eu amei isso porque tenho que admitir que sou viciada em cum de macho, adoro o gosto. Ele só disse: não engole, puta, ok, brinca com ele. com ela na boca e até que eu te mande, você engole, ok? eu assenti com a cabeça e comecei a brincar com a porra dela na minha boca.incestoDepois meu amo perguntou se ele queria um gole, e ele disse que sim, então o amo me disse: já ouviu, vadia, traz o tequila e não esquece que você não pode engolir nada, ok. Eu me levantei e fui pra cozinha pegar copos e o tequila, cortar limões e sal. Voltei pra sala com a bandeja nas mãos e, sorrindo, coloquei na mesa, me ajoelhando de novo e me preparando pra servir os copinhos e entregar na mão deles. Eles estavam sentados conversando sobre coisas e eu com a porra na boca. Depois de uns goles, o jovem me disse: beleza, vadia, abre a boca, me mostra que você tá com a porra, e eu abri a boca. Beleza, vadia, engole isso e começa a chupar de novo, ok. E assim ficaram um tempão conversando besteira enquanto eu continuava chupando até ele ficar duro de novo, e já durinho ele disse: isso é genial, vejo que você tem uma vadia realmente devota e boa pra isso. Que tal a gente dar uma volta e ver o que rola? Ele ficou pensando e disse que hoje era impossível, mas que já falariam sobre o assunto, e ele respondeu: tá bom, fica pra outra hora. Agora, por enquanto, quero que sua vadia sente no meu pau de costas pra mim, olhando pro seu amo enquanto você goza com meu pau, vadia, entendeu? E me levantando e virando de costas, comecei a sentar naquele pau gostoso até ele sumir dentro da buceta do meu amo, já que não era minha, era do meu amo. Depois de um tempo quicando pra cima e pra baixo, e ele me arranhando as costas e batendo na minha bunda, comecei a sentir ele bufando mais forte e, de repente, senti ele me enchendo de porra enquanto ele grunhia e me dava um tapa na bunda dizendo: já chega, vadia, não aguento mais, desce. Depois disso, meu amo se virou pra ele e disse: era isso, já tá tarde e minha vadia precisa descansar por agora, a gente fala sobre sair e essas coisas depois, mas por enquanto você tem que ir. Depois disso, o amo disse: vadia, você vai pra sua jaula, me espera do lado de fora dela que eu já te arrumo pra dormir, ok, vadia, enquanto eu me despeço do nosso amigo, ok. Eu só abaixei a cabeça e sorrindo eu disse que sim e fui embora assim de quatro como uma putinha feliz e orgulhosa de ter servido meu dono, depois de alguns minutos o dono chegou no meu quarto onde estava minha jaula e me disse: que eu me inclinasse que hoje eu dormiria bem cheia de porra, ele colocou meu plug anal, minhas pulseiras nos pés e mãos e minha focinheira, depois me colocou na jaula e me disse pra descansar porque amanhã seria um novo dia e mais divertido, além de que seria o último já que ele teria que ir embora antes por causa de negócios. Eu então arregalei os olhos porque não esperava aquilo e principalmente porque eu ficaria sozinha de novo sem meu dono por não sei quanto tempo, e isso me fez chorar por um bom tempo da noite. Bom amigos, esse é o fim desse conto e espero escrever logo o próximo, lembrem que eu amo vocês, agradeço os comentários e críticas e principalmente aprendo com elas, beijos.

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