MINHA 4ª VEZ COMO NAYELI Quando voltei a abrir os olhos, já estávamos dentro da casa do dono. Ele mandou eu sair da jaula e descer. Ao fazer isso, eu realmente sentia meu cu arrombado e minhas pernas tremendo. Depois, o dono me disse pra entrar e me lavar bem. Quando fui pro banheiro, nisso ouvi baterem na porta da rua. Já eram umas 11 da noite e achei muito estranho. Então ouvi meu dono falando com alguém, embora eu não entendesse o que diziam. Eu, enquanto isso, dentro do banheiro, deixava a água cair sobre mim aos poucos. Quando a água tocou meu cu, ardeu e eu vi estrelinhas da dor que senti, quase caí com a pontada. Então, nesse estado, só ouço o dono dizer: "não, hoje não dá, a puta foi muito usada e não quero que ela se machuque, mas pro fim de semana ela já se recuperou e você vai poder usar ela sem problema. À tarde vem e a gente vê, ok?" "Sim, claro, como o senhor disser, mas é sério que vai dar? É que ontem me deixou super excitado ver sua puta assim vestida e tão oferecida. É muito raro ver uma puta tão cooperativa, sério, e ela é gostosa, a vagabunda. E me diga, posso fazer o que quiser com essa puta ou tem limites? Quero saber bem os detalhes, porque quero usar ela com força, parece que é uma puta safada e complacente, senhor.
Então o dono pediu o whatsapp dela pra conversar direito, agora vai embora, depois fechou a porta e sentou no sofá. Eu já tava tomando banho e ao sair não conseguia acreditar na cara que via no espelho, fora da realidade. E mesmo que não queiram acreditar, o reflexo não era o esperado, abatido ou cansado, era o de uma puta feliz e cheia de vida. Sei que o que vivi foi traumático, ou é o que muitos vão pensar, mas também sei que era algo que eu queria e que mostrou pra todo mundo que sou capaz de fazer o que meu dono mandar. E acima de tudo, nunca me senti tão viva nem tão completa como sendo a puta do meu dono. Depois, só vesti a calcinha fio dental e saí pra sala. Lá meu dono fumava um cigarro e tomava uma cerveja. Ele me viu e, como se algo maravilhoso tivesse acontecido, se levantou, me abraçou, me beijou e disse: "Bem, Nayeli, tô orgulhoso de você". Eu me senti a puta mais feliz do mundo, me senti uma mulher de verdade e, acima de tudo, a melhor puta. E meu dono tava feliz, isso era tudo que importava. Ele me abraçou e me levou pro meu quarto, onde a jaula já tava lá, e me disse: "Hoje você vai dormir aqui, assim vai se acostumando a ficar trancada". "Ok, sim, dono, obrigada." E ele saiu do quarto. Eu adormeci sem mais.
Desta vez meu relato é sobre aquele jovem entregador, lembram daquele que me viu no primeiro dia vestida de empregada e pra quem eu me ofereci como uma puta vulgar e vadia? Bom, começo meu relato. Já era mais de meio-dia quando acordei, ainda estava na minha jaula com minha coleira, minhas pulseiras, o aparelho de castidade e sem calcinha, porque meu cu tava doendo muito. Me acordou o barulho de duas pessoas conversando, não entendia sobre o quê, sinceramente, já que a porta estava fechada e eles falavam na sala. Então fiz barulho pra me ouvirem, como era óbvio e eu sabia que meu dono queria, só lati como uma boa puta. Então ouvi passos se aproximando do quarto onde eu estava e ouvi a porta abrir. Era ele, meu dono, vestindo roupa casual, nada formal: calça jeans, camiseta, tênis de trabalho e um boné. Ele me olhou e, sorrindo, disse: "Oi, puta, bom dia. Como amanheceu a putinha do seu dono? Espero que bem, puta. Te deixei descansar e passei pomada no seu cu pra curar os pequenos rasgos que te causei ontem, ok? Mas agora você vai ter que se ligar, tomar banho, se arrumar e vir comigo pra sala, que temos visita. E já sabe: de quatro e com a roupa que tá no banheiro, ok?" Depois disso, ele abriu minha jaula e foi embora. Eu saí e a primeira coisa que fiz foi correr pro espelho pra ver meu cu, e, meu deus, ele ainda estava dilatado, embora não tanto quanto ontem, mas parecia aberto. Isso me deixou louca de tesão. Depois disso, fui pro banheiro, tomei banho e passei creme. Ao terminar, saí do chuveiro e vi pendurado meu uniforme de empregada de látex, mas percebi que, diferente da vez anterior e por razões óbvias, dessa vez não estavam meu plug de rabo nem a joia anal. Então me vesti e me preparei pra ir pra sala, como meu dono mandou: de quatro, como a puta que eu sou.
Ao chegar na sala, vi meu dono sentado na poltrona individual e um jovem que naquele momento eu não reconheci, até eu estar de joelhos ao lado da poltrona do dono e olhar melhor pra ele. Ele não tirava os olhos de mim. Dessa cena, por razões óbvias, como era possível alguém aceitar ficar ali de joelhos com aquela roupa e, principalmente, aos pés de outra pessoa. Eu, em silêncio, fiquei ali parada, e o amo falou: "Então, sua puta, como você vê, esse cara é o entregador do outro dia. A gente tem conversado e ele me diz que não conseguiu tirar sua imagem da cabeça, que ele acha super gostoso que uma puta como você se entregue assim. Mostra pra ele que tipo de puta você é. Ok, mas não exagera também." "Ok, meu senhor, como o senhor mandar." Eu me endireitei, com as pernas abertas, mostrando meu cinto de castidade, e me colocando em posição de entrega, com as mãos sobre as pernas e levantando o rosto, eu disse: "Eu sou a Nayeli, a puta do meu amo Miguel, e estou à sua inteira disposição. Para mim, suas ordens são tudo, e eu não tenho nem vontade nem pensamento; isso é decisão do meu amo. Ficarei feliz em cumprir seus desejos, sejam quais forem. Só uma coisa: eu só tenho um amo, então não espere que eu te chame assim em algum momento. Vou te tratar com respeito, mas só isso. Ok, o que você deseja dessa puta gostosa?
O jovem ficou de boca aberta, meu dono sorrindo disse: "então, garoto, ficamos no quê? Você topa ou não?" O garoto só conseguiu dizer: "tá bom, só uma coisa: quais são as regras pra essa puta? Digo, não quero problema." "Bem, os limites dela são os seguintes", disse meu dono bem sério: "1. nada de marcas permanentes nem visíveis; 2. todo o sêmen será depositado na boca dela; 3. nada de tratamento suave, tudo pesado e sem contemplação; 4. pode fazer o que quiser com ela, desde que não deixe marcas, ok; 5. eu sempre estarei presente; 6. do dinheiro eu cuido; 7. nada de fotos nem vídeos." Essas foram as ordens dele e as regras estabelecidas pro garoto. Pra mim só teve uma, que foi: "obedece, puta." Eu só fiz o que ele mandou e me dispus a me aproximar do garoto de quatro. Ao chegar aos pés dele, onde ele estava sentado, olhei pra ele e ele me disse: "chupa meus sapatos, puta." E assim eu fiz, comecei a passar a língua pelos sapatos dele até deixá-los brilhando com minha saliva, enquanto ele acendia um cigarro e ria. Depois ele me disse: "já chega, puta. Sobe aqui e quero que me trate como se eu fosse seu namorado, ok? Com carinho e paixão." "Sim, puta." E eu, como a boa puta que sou, obedeci sorrindo e subindo no colo dele pra abraçar e beijar como uma garota apaixonada. Depois de nos esfregarmos até a morte, ele me apalpando até eu cansar e nos beijando até quase minha língua dormir, ele disse: "bom, acho que tá na hora. Então, puta, primeiro de joelhos e desabotoa minha calça e tira minha pica, ok? Quero que você beije e chupe com devoção como se fosse o doce mais gostoso, e que me agradeça por deixar você provar. Entendeu, puta?" "Como você quiser, amor", respondi, sabendo que era isso que ele queria. Então fiz isso: me ajoelhei, desabotoei a calça dele e a baixei. Ao baixar a cueca, não consegui evitar uma cara de espanto e um gemido de prazer ao ver a pica que eu ia comer. Se não era grande, com certeza era bem grossa, e isso me deixou super excitada. Depois comecei dando um beijo na cabeça dela e... dizendo: obrigado, querida, por me deixar te mimar e te satisfazer e por me deixar brincar com essa delícia de caramelo, meu dono só estava ali sentado vendo tudo no sofá dele e eu o via feliz e satisfeito. Depois de um tempo chupando e mamando com gosto, embora eu admita que foi difícil pra caralho por causa da grossura dela, senti que ele ia gozar e enfiei o máximo que pude, sentindo ele se descarregar na minha garganta, enchendo minha barriga com o cum dele. Ele só bufava e gemia e me dizia: que gostosa, mamãe, como você mama bem, sua puta. Nossa, senhor, sua puta mama como ninguém, de verdade. Depois ele me disse: agora limpa ela bem, e eu fiz isso. Já mais calmo, ele me disse: bem, puta, vejo que seu dono te treinou bem, fico feliz. Agora quero ver quão bem treinado está seu cu, puta. Fica de quatro e me oferece esse cu como o que você é, uma puta gostosa, entendeu? Sim, querido, com um sorriso no rosto eu me virei, deixando a cabeça colada no chão e abrindo meu próprio cu com as mãos, e disse: por favor, querido, dá seu cum pra essa puta suja, abre meu cu com sua pica gostosa e grande, por favor, eu preciso, sim, amor. E olhando pra ele com cara de menina suplicante e ao mesmo tempo safada, ele só sorriu e disse: bem, puta, você mereceu. Agora aguenta ela toda dentro. E sem mais, ele enfiou. Eu só fechei os olhos porque era muito grossa e doeu pra caralho, além de ainda estar sensível do dia anterior, mas aguentei. Só se ouviu meu gemido de prazer ao me sentir cheia e completa de novo, e ainda mais ao ver no rosto do meu dono um sorriso de satisfação. Ele me comia com força, sem piedade, e eu tava virando uma louca de prazer. Nem sei quanto tempo durou, mas eu tava feliz. E de repente ele tirou a pica e disse: levanta, puta, abre a boca pra ganhar seu cum. E sem mais, ele começou a cuspir muito cum. Era muita coisa, mesmo já tendo gozado antes, ele ainda tinha muito cum, e isso me encantou porque eu tenho que admitir que sou viciada em cum de macho, amo o gosto. Ele só disse: não engole, puta, ok? Brinca com ele. com ela na boca e até que eu te mande, você engole, ok? eu assenti com a cabeça e comecei a brincar com a porra dele na minha boca.
Depois meu amo perguntou se ele queria um gole, e ele disse que sim, então o amo me disse: já ouviu, vadia, traz a tequila e não esquece que você não pode engolir nada, ok. Eu me levantei e fui pra cozinha pegar copos e a tequila, cortar limões e sal. Voltei pra sala com a bandeja nas mãos e, sorrindo, coloquei na mesa, me ajoelhando de novo e me preparando pra servir os cálices e entregá-los na mão deles. Eles estavam sentados conversando sobre coisas e eu com a porra na boca. Depois de uns goles, o jovem me disse: bem, vadia, abre a boca, me mostra que você tá com a porra aí, e eu abri a boca. Bem, vadia, engole isso e começa a chupar de novo, ok. E assim ficaram um bom tempo conversando besteira enquanto eu continuava chupando até ele ficar duro de novo, e já durinho ele disse: isso é genial, vejo que você tem uma vadia realmente devota e boa nisso, que tal a gente sair pra dar uma volta e ver o que acontece? Ele ficou pensando e disse que hoje era impossível, mas que já falariam sobre o assunto, e ele respondeu: tá bom, fica pra outra hora. Agora, por enquanto, quero que sua vadia sente no meu pau de costas pra mim, olhando pro seu amo enquanto você goza com meu pau, vadia, entendeu? E me levantando e virando de costas, comecei a me sentar naquele pau gostoso até ele sumir dentro da buceta do meu amo, já que não era minha, era do meu amo. Depois de um tempo quicando pra cima e pra baixo, e ele me arranhando as costas e batendo na minha bunda, comecei a sentir ele bufando mais forte e, de repente, senti ele me enchendo de porra enquanto ele grunhia e me dava um tapa na bunda dizendo: já chega, vadia, não aguento mais, desce. Depois disso, meu amo se virou pra ele e disse: era isso, já tá tarde e minha vadia precisa descansar por enquanto, a gente fala sobre sair e essas coisas depois, mas por agora você tem que ir. Depois disso, o amo disse: vadia, vai pra sua jaula e me espera do lado de fora dela, já já te arrumo pra dormir, ok, vadia, enquanto eu me despeço do nosso amigo, ok. Eu só abaixei a cabeça e sorrindo eu disse que sim e fui assim de quatro como uma putinha feliz e orgulhosa de ter servido meu dono, depois de alguns minutos o dono chegou no meu quarto onde estava minha jaula e me disse: que eu me inclinasse que hoje eu dormiria bem cheia de porra, ele colocou meu plug anal, minhas algemas nos pés e mãos e minha focinheira, depois me colocou na jaula e me disse pra descansar porque amanhã seria um novo dia e mais divertido, além de que seria o último já que ele teria que ir embora antes por causa de negócios, eu então abri os olhos arregalados já que não esperava aquilo e principalmente porque eu ficaria sozinha de novo e sem meu dono por não sei quanto tempo e isso me fez chorar por um bom tempo da noite. Bom amigos, esse é o fim desse conto e espero escrever logo o próximo, lembrem que eu amo vocês, agradeço seus comentários e críticas e principalmente aprendo com elas, beijos.
Então o dono pediu o whatsapp dela pra conversar direito, agora vai embora, depois fechou a porta e sentou no sofá. Eu já tava tomando banho e ao sair não conseguia acreditar na cara que via no espelho, fora da realidade. E mesmo que não queiram acreditar, o reflexo não era o esperado, abatido ou cansado, era o de uma puta feliz e cheia de vida. Sei que o que vivi foi traumático, ou é o que muitos vão pensar, mas também sei que era algo que eu queria e que mostrou pra todo mundo que sou capaz de fazer o que meu dono mandar. E acima de tudo, nunca me senti tão viva nem tão completa como sendo a puta do meu dono. Depois, só vesti a calcinha fio dental e saí pra sala. Lá meu dono fumava um cigarro e tomava uma cerveja. Ele me viu e, como se algo maravilhoso tivesse acontecido, se levantou, me abraçou, me beijou e disse: "Bem, Nayeli, tô orgulhoso de você". Eu me senti a puta mais feliz do mundo, me senti uma mulher de verdade e, acima de tudo, a melhor puta. E meu dono tava feliz, isso era tudo que importava. Ele me abraçou e me levou pro meu quarto, onde a jaula já tava lá, e me disse: "Hoje você vai dormir aqui, assim vai se acostumando a ficar trancada". "Ok, sim, dono, obrigada." E ele saiu do quarto. Eu adormeci sem mais.
Desta vez meu relato é sobre aquele jovem entregador, lembram daquele que me viu no primeiro dia vestida de empregada e pra quem eu me ofereci como uma puta vulgar e vadia? Bom, começo meu relato. Já era mais de meio-dia quando acordei, ainda estava na minha jaula com minha coleira, minhas pulseiras, o aparelho de castidade e sem calcinha, porque meu cu tava doendo muito. Me acordou o barulho de duas pessoas conversando, não entendia sobre o quê, sinceramente, já que a porta estava fechada e eles falavam na sala. Então fiz barulho pra me ouvirem, como era óbvio e eu sabia que meu dono queria, só lati como uma boa puta. Então ouvi passos se aproximando do quarto onde eu estava e ouvi a porta abrir. Era ele, meu dono, vestindo roupa casual, nada formal: calça jeans, camiseta, tênis de trabalho e um boné. Ele me olhou e, sorrindo, disse: "Oi, puta, bom dia. Como amanheceu a putinha do seu dono? Espero que bem, puta. Te deixei descansar e passei pomada no seu cu pra curar os pequenos rasgos que te causei ontem, ok? Mas agora você vai ter que se ligar, tomar banho, se arrumar e vir comigo pra sala, que temos visita. E já sabe: de quatro e com a roupa que tá no banheiro, ok?" Depois disso, ele abriu minha jaula e foi embora. Eu saí e a primeira coisa que fiz foi correr pro espelho pra ver meu cu, e, meu deus, ele ainda estava dilatado, embora não tanto quanto ontem, mas parecia aberto. Isso me deixou louca de tesão. Depois disso, fui pro banheiro, tomei banho e passei creme. Ao terminar, saí do chuveiro e vi pendurado meu uniforme de empregada de látex, mas percebi que, diferente da vez anterior e por razões óbvias, dessa vez não estavam meu plug de rabo nem a joia anal. Então me vesti e me preparei pra ir pra sala, como meu dono mandou: de quatro, como a puta que eu sou.Ao chegar na sala, vi meu dono sentado na poltrona individual e um jovem que naquele momento eu não reconheci, até eu estar de joelhos ao lado da poltrona do dono e olhar melhor pra ele. Ele não tirava os olhos de mim. Dessa cena, por razões óbvias, como era possível alguém aceitar ficar ali de joelhos com aquela roupa e, principalmente, aos pés de outra pessoa. Eu, em silêncio, fiquei ali parada, e o amo falou: "Então, sua puta, como você vê, esse cara é o entregador do outro dia. A gente tem conversado e ele me diz que não conseguiu tirar sua imagem da cabeça, que ele acha super gostoso que uma puta como você se entregue assim. Mostra pra ele que tipo de puta você é. Ok, mas não exagera também." "Ok, meu senhor, como o senhor mandar." Eu me endireitei, com as pernas abertas, mostrando meu cinto de castidade, e me colocando em posição de entrega, com as mãos sobre as pernas e levantando o rosto, eu disse: "Eu sou a Nayeli, a puta do meu amo Miguel, e estou à sua inteira disposição. Para mim, suas ordens são tudo, e eu não tenho nem vontade nem pensamento; isso é decisão do meu amo. Ficarei feliz em cumprir seus desejos, sejam quais forem. Só uma coisa: eu só tenho um amo, então não espere que eu te chame assim em algum momento. Vou te tratar com respeito, mas só isso. Ok, o que você deseja dessa puta gostosa?
O jovem ficou de boca aberta, meu dono sorrindo disse: "então, garoto, ficamos no quê? Você topa ou não?" O garoto só conseguiu dizer: "tá bom, só uma coisa: quais são as regras pra essa puta? Digo, não quero problema." "Bem, os limites dela são os seguintes", disse meu dono bem sério: "1. nada de marcas permanentes nem visíveis; 2. todo o sêmen será depositado na boca dela; 3. nada de tratamento suave, tudo pesado e sem contemplação; 4. pode fazer o que quiser com ela, desde que não deixe marcas, ok; 5. eu sempre estarei presente; 6. do dinheiro eu cuido; 7. nada de fotos nem vídeos." Essas foram as ordens dele e as regras estabelecidas pro garoto. Pra mim só teve uma, que foi: "obedece, puta." Eu só fiz o que ele mandou e me dispus a me aproximar do garoto de quatro. Ao chegar aos pés dele, onde ele estava sentado, olhei pra ele e ele me disse: "chupa meus sapatos, puta." E assim eu fiz, comecei a passar a língua pelos sapatos dele até deixá-los brilhando com minha saliva, enquanto ele acendia um cigarro e ria. Depois ele me disse: "já chega, puta. Sobe aqui e quero que me trate como se eu fosse seu namorado, ok? Com carinho e paixão." "Sim, puta." E eu, como a boa puta que sou, obedeci sorrindo e subindo no colo dele pra abraçar e beijar como uma garota apaixonada. Depois de nos esfregarmos até a morte, ele me apalpando até eu cansar e nos beijando até quase minha língua dormir, ele disse: "bom, acho que tá na hora. Então, puta, primeiro de joelhos e desabotoa minha calça e tira minha pica, ok? Quero que você beije e chupe com devoção como se fosse o doce mais gostoso, e que me agradeça por deixar você provar. Entendeu, puta?" "Como você quiser, amor", respondi, sabendo que era isso que ele queria. Então fiz isso: me ajoelhei, desabotoei a calça dele e a baixei. Ao baixar a cueca, não consegui evitar uma cara de espanto e um gemido de prazer ao ver a pica que eu ia comer. Se não era grande, com certeza era bem grossa, e isso me deixou super excitada. Depois comecei dando um beijo na cabeça dela e... dizendo: obrigado, querida, por me deixar te mimar e te satisfazer e por me deixar brincar com essa delícia de caramelo, meu dono só estava ali sentado vendo tudo no sofá dele e eu o via feliz e satisfeito. Depois de um tempo chupando e mamando com gosto, embora eu admita que foi difícil pra caralho por causa da grossura dela, senti que ele ia gozar e enfiei o máximo que pude, sentindo ele se descarregar na minha garganta, enchendo minha barriga com o cum dele. Ele só bufava e gemia e me dizia: que gostosa, mamãe, como você mama bem, sua puta. Nossa, senhor, sua puta mama como ninguém, de verdade. Depois ele me disse: agora limpa ela bem, e eu fiz isso. Já mais calmo, ele me disse: bem, puta, vejo que seu dono te treinou bem, fico feliz. Agora quero ver quão bem treinado está seu cu, puta. Fica de quatro e me oferece esse cu como o que você é, uma puta gostosa, entendeu? Sim, querido, com um sorriso no rosto eu me virei, deixando a cabeça colada no chão e abrindo meu próprio cu com as mãos, e disse: por favor, querido, dá seu cum pra essa puta suja, abre meu cu com sua pica gostosa e grande, por favor, eu preciso, sim, amor. E olhando pra ele com cara de menina suplicante e ao mesmo tempo safada, ele só sorriu e disse: bem, puta, você mereceu. Agora aguenta ela toda dentro. E sem mais, ele enfiou. Eu só fechei os olhos porque era muito grossa e doeu pra caralho, além de ainda estar sensível do dia anterior, mas aguentei. Só se ouviu meu gemido de prazer ao me sentir cheia e completa de novo, e ainda mais ao ver no rosto do meu dono um sorriso de satisfação. Ele me comia com força, sem piedade, e eu tava virando uma louca de prazer. Nem sei quanto tempo durou, mas eu tava feliz. E de repente ele tirou a pica e disse: levanta, puta, abre a boca pra ganhar seu cum. E sem mais, ele começou a cuspir muito cum. Era muita coisa, mesmo já tendo gozado antes, ele ainda tinha muito cum, e isso me encantou porque eu tenho que admitir que sou viciada em cum de macho, amo o gosto. Ele só disse: não engole, puta, ok? Brinca com ele. com ela na boca e até que eu te mande, você engole, ok? eu assenti com a cabeça e comecei a brincar com a porra dele na minha boca.
Depois meu amo perguntou se ele queria um gole, e ele disse que sim, então o amo me disse: já ouviu, vadia, traz a tequila e não esquece que você não pode engolir nada, ok. Eu me levantei e fui pra cozinha pegar copos e a tequila, cortar limões e sal. Voltei pra sala com a bandeja nas mãos e, sorrindo, coloquei na mesa, me ajoelhando de novo e me preparando pra servir os cálices e entregá-los na mão deles. Eles estavam sentados conversando sobre coisas e eu com a porra na boca. Depois de uns goles, o jovem me disse: bem, vadia, abre a boca, me mostra que você tá com a porra aí, e eu abri a boca. Bem, vadia, engole isso e começa a chupar de novo, ok. E assim ficaram um bom tempo conversando besteira enquanto eu continuava chupando até ele ficar duro de novo, e já durinho ele disse: isso é genial, vejo que você tem uma vadia realmente devota e boa nisso, que tal a gente sair pra dar uma volta e ver o que acontece? Ele ficou pensando e disse que hoje era impossível, mas que já falariam sobre o assunto, e ele respondeu: tá bom, fica pra outra hora. Agora, por enquanto, quero que sua vadia sente no meu pau de costas pra mim, olhando pro seu amo enquanto você goza com meu pau, vadia, entendeu? E me levantando e virando de costas, comecei a me sentar naquele pau gostoso até ele sumir dentro da buceta do meu amo, já que não era minha, era do meu amo. Depois de um tempo quicando pra cima e pra baixo, e ele me arranhando as costas e batendo na minha bunda, comecei a sentir ele bufando mais forte e, de repente, senti ele me enchendo de porra enquanto ele grunhia e me dava um tapa na bunda dizendo: já chega, vadia, não aguento mais, desce. Depois disso, meu amo se virou pra ele e disse: era isso, já tá tarde e minha vadia precisa descansar por enquanto, a gente fala sobre sair e essas coisas depois, mas por agora você tem que ir. Depois disso, o amo disse: vadia, vai pra sua jaula e me espera do lado de fora dela, já já te arrumo pra dormir, ok, vadia, enquanto eu me despeço do nosso amigo, ok. Eu só abaixei a cabeça e sorrindo eu disse que sim e fui assim de quatro como uma putinha feliz e orgulhosa de ter servido meu dono, depois de alguns minutos o dono chegou no meu quarto onde estava minha jaula e me disse: que eu me inclinasse que hoje eu dormiria bem cheia de porra, ele colocou meu plug anal, minhas algemas nos pés e mãos e minha focinheira, depois me colocou na jaula e me disse pra descansar porque amanhã seria um novo dia e mais divertido, além de que seria o último já que ele teria que ir embora antes por causa de negócios, eu então abri os olhos arregalados já que não esperava aquilo e principalmente porque eu ficaria sozinha de novo e sem meu dono por não sei quanto tempo e isso me fez chorar por um bom tempo da noite. Bom amigos, esse é o fim desse conto e espero escrever logo o próximo, lembrem que eu amo vocês, agradeço seus comentários e críticas e principalmente aprendo com elas, beijos.
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