Gêmeas, empanadas e squirt na cara

💋 Capítulo I: O Plano

Estava sozinha no meu apartamento antigo, aquele estudo pequeno no bairro que deixei há meses, antes de me mudar para o apartamento compartilhado onde conheceria a Sarah e onde tudo aquilo do molho bolonhesa ainda não tinha acontecido. Eram outros tempos. Eu era mais ingênua, mais imprudente. As luzes estavam apagadas, a televisão brilhando na escuridão. "Viúvas Negras", aquela série argentina sobre mulheres que enredam homens para roubá-los, passava em loop. Eu estava no sofá, com uma mão entre as pernas, me movendo devagar, sem pressa, curtindo a tensão da série e a do meu próprio corpo.Gêmeas, empanadas e squirt na cara
Argentina
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lesbicas
goza na caraFazia dias que ninguém me tocava. Dias que minha pele pedia carinho, atenção, língua. E olhando pra aquelas mulheres espertas na tela, pensei: eu também posso ser uma viúva negra. Mas não queria roubar dinheiro. Queria roubar algo mais valioso: a homofobia da minha vizinha. Ela morava ao lado da casa da minha amiga Vicky, no subúrbio. Uma mulher na casa dos quarenta, cabelo tingido de loiro, sempre com cara de nojo quando via Vicky e eu de mãos dadas. "As lésbicas vão acabar sozinhas", ela tinha dito uma vez, alto o suficiente pra gente ouvir. Eu queria provar pra ela que não só não acabava sozinha, como podia fazê-la gozar. Vingança doce, na cama dela mesma. Liguei pra Vicky. Contei o plano. Primeiro ela me xingou: — Você é louca. Ela é homofóbica, sim, mas também é perigosa. Tem irmãos na polícia. — Não vou machucar ela — menti, ou pelo menos omiti parte da verdade—. Só vou seduzir. Provar que as lésbicas somos irresistíveis. Vicky suspirou. Aquele suspiro de amiga que sabe que você vai fazer uma merda, mas te ama mesmo assim. — Tá bom — cedeu finalmente—. Mas se ela te descobrir, não diz que eu sabia. E você me deve uma: vai ser minha cobaia pra praticar manicure. Tenho prova de cosmetologia. Prometido. 💋 Capítulo II: O Supermercado Encontrei ela no sábado, no supermercado do bairro. Estava escolhendo tomates, com aquela cara de quem julga a fruta alheia. Vestia um vestido florido, jovem demais pra idade dela, e o cabelo loiro recém-feito. Me aproximei com meu melhor sorriso de "sou inofensiva". — Com licença — falei—. Sabe se o queijo ralado tá em promoção?cunilinguaEla me olhou. Me avaliando. Vendo se eu era uma ameaça. No bairro roubavam muito, e eu era cara nova pra ela. —No corredor três —respondeu, seca. —Valeu. Sou nova por aqui. Vizinho da Vicky, acho.cara de putaA expressão dela mudou. O nome de Vicky —minha amiga, a lésbica assumida— fez os olhos dela se apertarem. Mas também despertou curiosidade. —Ah, sim. Eu conheço ela. —Sou Lu —estendi a mão—. Ela me convidou pra um café pra eu conhecer as vizinhas. Diz que o bairro é seguro, mas eu... tenho medo de andar sozinha. Mentira. Eu andava sozinha à noite desde os quinze. Mas a vítima perfeita excitava ela. A chance de ser a "boa vizinha" que acolhe a recém-chegada. —A gente pode tomar um café —ela disse, e a voz tinha um tom de condescendência que me dava vontade de estrangular e beijar ela ao mesmo tempo—. Conheço um lugar perto. 💋 Capítulo III: O Café e o Convite Fomos a um bar na esquina. Ela pediu um pingado, eu um suco de laranja. Falamos da vida dela: divorciada, dois filhos que moravam com o pai, trabalhava numa imobiliária. Ela falou das preocupações com a "insegurança" do bairro, usando palavras em código que eu traduzia fácil: "gente de má índole", "estrangeiros", "certos tipos de pessoa". Eu concordava, sorria, cruzava as pernas pra ela ver minhas coxas por baixo do short. —Você devia vir jantar na minha casa —ela disse de repente, como se a ideia surpreendesse ela mesma—. Faço esfiha. Minha avó me ensinou. —Eu adoraria —respondi, e minha voz saiu rouca, sincera. Combinamos pro domingo seguinte. 💋 Capítulo IV: O Molho Especial (Primeira Vez) No sábado à noite, preparei o bolo de chocolate. Farinha, ovos, açúcar, cacau amargo. E o ingrediente secreto. Me masturbei pensando nela. Na cara de nojo dela se transformando em desejo. Na boca fechada dela se abrindo pra mim. Na minha vingança doce, literalmente doce, entrando no corpo dela sem que ela soubesse.gostosa safada
mulheres de pernas abertas
Gêmeas, empanadas e squirt na caraQuando eu estava molhada, bem molhada, enfiei os dedos fundo. Peguei meus fluidos, aquela essência viscosa, transparente, com meu cheiro característico. E passei na mistura. Mexi bem, incorporando minha vingança em cada grama da massa.Argentina
humor
vadia
sexoNaquela noite, naquele pequeno estúdio que logo deixaria, descobri o poder do molho secreto. Ainda não sabia que anos depois, em outro apartamento, com outras companheiras, aperfeiçoaria a técnica até transformá-la em arte. Mas aqui, com esse bolo, foi onde tudo começou. Levei o bolo para a casa dela no domingo às oito da noite. Ela abriu a porta com um avental que dizia "A Rainha da Cozinha". Cheirava a cebola e especiarias. As esfihas estavam no forno, quase prontas. —Que gentileza —disse ela, vendo o bolo—. Chocolate, minha fraqueza. Sorri. Ela não fazia ideia do quanto. Jantamos na mesa da sala. As esfihas estavam deliciosas, recheadas com carne e cebola, suculentas, apimentadas. Conversamos sobre banalidades: o clima, o bairro, as plantas que ela cultivava na varanda. Eu bebia vinho tinto, ela cerveja. Quando terminamos, eu estava cheia, satisfeita, mas ela insistiu: —Preciso te servir a sobremesa. O bolo que você trouxe. Se importa se eu cortar? —Por favor —respondi—. Estou confortável aqui. Ela foi para a cozinha. Ouvi barulhos: gavetas se abrindo, pratos, a faca cortando o bolo. E silêncio. Depois, passos. Lentos. Calculados. Quando ela entrou na sala, parei de respirar. Ela usava um laço vermelho grande, de presente, cobrindo os seios. Apenas os seios. A barriga dela estava exposta, branca, com uma tatuagem pequena de borboleta no quadril que eu nunca tinha visto antes. E outro laço, menor, também vermelho, amarrado entre as pernas, cobrindo a buceta dela.lesbicas
goza na cara
cunilingua
cara de puta—A Rainha da Cozinha tem uma sobremesa especial para você — disse, e a voz dela já não era condescendente. Era rouca, dominante, animal. 💋 Capítulo V: A Dominação Ela não me deu tempo de processar. Não me deu tempo de falar. Ela se aproximou em três passos, se inclinou e me beijou.gostosa safadaFoi um beijo de conquista. A língua dela entrou na minha boca sem pedir permissão, explorando, reivindicando. As mãos dela agarraram meu cabelo, puxando para trás, expondo meu pescoço. E enquanto ela me beijava, eu sentia que ela me dominava por completo. —Levanta —ordenou. Eu obedeci. Minhas pernas tremiam. —Tira a roupa. Agora. Eu me despi na frente dela, na sala de jantar dela, com as empanadas ainda na mesa e o bolo de "vingança" na cozinha. Fiquei nua, vulnerável, excitada até o ponto da dor. Ela se aproximou. Me empurrou contra a mesa, me virando de costas, deixando eu sentir o corpo dela contra o meu. Senti os laços, a textura da fita contra minhas costas, e o hálito dela no meu ouvido. —Eu sabia que você queria isso —sussurrou—. Desde que você me viu no supermercado. Com a mão no short, pensando em mim. Não era verdade. Ou era. Eu já não sabia mais o que era verdade. Ela me virou. Me subiu na mesa, entre os pratos sujos. Abriu minhas pernas com força e se ajoelhou.mulheres de pernas abertas
Gêmeas, empanadas e squirt na cara—Vou fazer você gritar — prometeu. E cumpriu.ArgentinaA língua dela foi tormento e presente. Chupava meu clitóris com força brutal, depois suave, depois enfiava dois dedos, curvando-os, achando aquele ponto que me fazia ver estrelas. Gemi, gritei, me agarrei nas bordas da mesa enquanto ela me comia com uma dedicação que eu não esperava de uma mulher que odiava sapatão. —Mais —supliquei—. Por favor, mais.humor
vadiaEla acelerou. Os dedos entravam e saíam, a língua não parava, e eu senti que ia gozar. Uma vez, rápida, surpresa. Depois outra, mais intensa. E então, quando pensei que não aguentava mais, senti que gozava de novo, mas diferente, mais forte, mais líquido. Eu jorrei. Na boca dela, no rosto dela, na mesa da sala. Gritei o nome dela — aprendi que se chamava Mônica — enquanto meu corpo se contorcia.sexo
lesbicasEla limpou o rosto com as costas da mão, sorrindo, triunfante. —Isso foi só o começo— disse. Ela me carregou. Literalmente me levantou nos braços, eu pelada e pesada, e me levou pro quarto dela. Me jogou na cama —a cama dela, com lençóis floridos, de mulher casada— e subiu em cima de mim.goza na cara
cunilingua
cara de putaFizemos cunnilingus por horas. Ela por cima de mim, eu por cima dela, em posições que inventávamos, que quebrávamos, que ríamos. Ela me fez gozar mais três vezes com a língua dela, e eu retribuí o favor, descobrindo que o "ódio" dela por lésbicas não se aplicava ao próprio prazer quando uma mulher chupava o clitóris dela. 💋 Capítulo VI: O 69, o Grito e a Revelação Estávamos no 69 quando aconteceu. Eu embaixo, ela em cima, a buceta dela na minha boca, minha língua dentro dela, enquanto eu sentia a boca dela trabalhando no meu próprio sexo. Era o céu, era o inferno, era a perfeição.gostosa safada
mulheres de pernas abertasOuvi a porta da rua. Ela também ouviu, porque parou por um segundo. —Não para —supliquei, agarrando as coxas dela—. Por favor, não para. Ela obedeceu. Continuou me chupando, e eu continuava nela, perdida no prazer, no cheiro, no gosto. A porta do quarto se abriu de uma vez. —Mônica? Você tá aí? Trouxe o bolo que você me pediu pra provar... Levantei o rosto da buceta dela. E então vi algo que meu cérebro demorou pra processar. Uma mulher idêntica à Mônica. O mesmo cabelo loiro, o mesmo vestido florido, a mesma postura. Mas diferente. O nariz maior. Uma cicatriz pequena na sobrancelha. E os olhos... os olhos tinham o ódio que a Mônica nunca tinha me mostrado. Minha mente funcionou em câmera lenta: Gêmeas. São gêmeas. Transei com a irmã. Meu Deus, comi a noiva em vez da vizinha. A mulher na porta — a vizinha homofóbica de verdade, a que eu tinha planejado seduzir, a que nunca tinha me convidado pra nada — deixou o pedaço de bolo cair no chão. A boca dela se abriu num grito silencioso que explodiu em palavras que nunca vou esquecer: —¡¿QUE PORRA TÁ ACONTECENDO NA MINHA CAMA, SUAS VAGABUNDAS?! Mônica — a irmã gêmea, a noiva que casava em uma semana — se sentou. E naquele movimento, naquele instante de choque, o corpo traiçoeiro dela, excitado, explodiu. Um jorro de fluidos saiu dela. Um squirt longo, intenso, que caiu direto na minha cara. Nos meus olhos abertos, na minha boca entreaberta, no meu cabelo bagunçado.Gêmeas, empanadas e squirt na cara
ArgentinaEu estava cega pelos fluidos da irmã, ouvindo o grito da vizinha, sentindo o horror da situação. —Sai da minha cama! Sai da minha casa, sua puta lésbica de merda! —gritava a vizinha, com um sotaque suburbano bem marcado, com palavras que cortavam o ar—. Vagabunda! Sapatão! Vai tomar no cu, viado de merda, vou te denunciar pros meus manos da polícia! Tentei me levantar, escorregando nos fluidos próprios e alheios. Tentei falar, explicar, mas tinha a boca cheia do gosto da Mônica e minhas próprias palavras saíam engasgadas. —Se veste e cai fora ou eu chamo a polícia! —continuava gritando, pegando minhas roupas do chão e jogando na minha cara. Mas não me deixou vestir. Me empurrou, nua, toda melada, em direção à janela. —Cai fora por aqui, sua piranha! Não quero que você pise no meu chão nunca mais! A janela dava pro quintal dos fundos. Pro jardim da Vicky. Pra salvação. Pulei. Nua, com o squirt da Mônica ainda na minha cara, com minhas próprias roupas nas mãos, caindo dois metros até a grama úmida da noite. Corri. Atravessando o quintal, escalando a grade que separava as casas, chegando na porta da Vicky, batendo com os nós dos dedos nus, tremendo, rindo, chorando. 💋 Capítulo VII: O Banho e a Verdade Vicky abriu. Me viu: nua, despenteada, coberta de fluidos, com um pedaço de bolo de chocolate ainda grudado na minha coxa. —Funcionou? —perguntou, sorrindo. —Falhou estrondosamente —respondi, entrando na casa dela, procurando uma manta, dignidade—. Fui pra cama com a irmã gêmea dela. A namorada. Ela me expulsou pela janela. Vicky riu. Uma gargalhada longa, sincera, de amiga que te ama mesmo quando você faz merda. —Pelo menos a vizinha comeu seu bolo —disse, me abraçando. —É —respondi, e finalmente eu também ri, embora ainda tremesse—. Ela comeu toda a minha vingança. Sem saber. Enquanto a irmã dela me fazia esguichar na cama dela. Vicky me levou pro chuveiro. A água quente caiu sobre mim, tirando os fluidos da Mônica, o suor do sexo, a poeira da queda. Ela mesma me lavou o pelo, com uma ternura que me deu vontade de fazê-la minha no chuveiro.humor
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cunilingua—E agora? —perguntou Vicky. —Agora eu me mudo —falei, fechando os olhos debaixo d'água—. Preciso de um apartamento novo. Com colegas de quarto. Longe daqui. Vicky assentiu. Sabia que não havia volta. 💋 Epílogo: O Casamento e o Bolo de Fubá Nunca soube ao certo o que aconteceu depois. Mas um mês mais tarde, quando já estava instalada no meu novo apartamento compartilhado —aquele onde depois conheceria a Sarah e onde toda a história do molho à bolonhesa ainda estava por vir—, vi a Mônica no supermercado. Ela usava aliança. Estava casada. Ela me olhou. Nossos olhos se encontraram. E ela sorriu. Um sorriso pequeno, privado, de cumplicidade. Como quem diz: "foi bom, né?".cara de putaContinuou andando. Nunca soube meu nome verdadeiro. Nunca soube que o bolo que a irmã dele tinha elogiado ("Tava uma delícia, Mônica! Quem te trouxe?") carregava minha essência, minha vingança, meu primeiro molho secreto. Às vezes, quando vejo "Viúvas Negras" no meu apartamento novo, o que divido com minas que ainda não conhecem meu talento pra cozinha vingativa, me toco pensando naquela noite. No meu plano fracassado. Na minha humilhação gloriosa. E no gosto do fracasso, que é doce, bem doce, igual chocolate. E penso na Sarah, que ainda não chegou na minha vida. Nas roomies que vão roubar minhas calcinhas. No molho bolonhesa que vou preparar anos depois, aperfeiçoando a técnica que aprendi com um bolo de chocolate e uma mulher de lacinhos vermelhos. Mas isso é outra história. FIM. 💋

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