Chupando a pica do dono da loja

Ouça suas histórias favoritas no Spotify:https://open.spotify.com/show/384kdLhggl4LAoK1sGyYWL?si=DsG2I-MlTyWuypVKPFDnrwMeu nome é David. A Monse é minha namorada. Nós dois estudamos na mesma escola. Ela é linda de verdade, daquelas que quando entra numa sala todo mundo vira. Tem a pele clara, quase branca, daquelas que se marcam fácil com o sol. O cabelo chega até a metade das costas, castanho escuro, sempre solto ou num rabo de cavalo alto que deixa o pescoço à mostra. O rosto é ovalado, olhos grandes cor de mel, lábios carnudos e rosados que incham um pouco quando ela morde o inferior por nervosismo. O nariz é pequeno e empinado. O pescoço longo e fino. O corpo é o que mais chama atenção. Cintura fina, mas com quadris marcados e uma bunda redonda, firme, que balança quando ela anda. As pernas são longas, coxas macias que se roçam um pouco ao caminhar. Os peitos não são enormes, mas são altos e firmes, do tamanho certo pra aparecerem por baixo da blusa do uniforme. Os bicos são rosados e ficam duros com o frio ou quando ela fica nervosa. Eu tinha visto ela de calcinha e sutiã algumas vezes, mas nunca pelada por completo. Ainda não tínhamos falado sobre isso. Eu tinha vergonha. Eu achava que a Monse, assim como eu, era virgem. Um dia ela chegou na escola com os olhos brilhando e um panfleto amassado na mão. Era da banda favorita dela. Show em alguns meses. Ela falava sem parar, gesticulando, rindo. O peito dela balançava um pouco a cada risada. Eu sorri junto, mas por dentro já tava pensando no preço dos ingressos. Naquela mesma tarde, a gente entrou na internet no apartamento que ela aluga. Os ingressos custavam uma fortuna. Nem juntando o que a gente ganhava em casa dava pra comprar um só. A gente ficou em silêncio um tempo olhando pra tela. Ela tava com as pernas cruzadas na cadeira, o uniforme um pouco levantado, e dava pra ver a curva da coxa. — A gente tem que trabalhar — falei. A gente procurou anúncios. Tinha um numa loja média no centro. Pediam dois funcionários de meio período. Horário da tarde. Perfeito pra gente. Fomos juntos. O dono nos atendeu atrás do balcão. Era um cara com nanismo. Não chegava no meu peito. Cara larga, orelhas enormes que colavam na cabeça, nariz chato e achatado, lábios grossos e úmidos. Parecia tirado de um conto de duendes, mas dos feios. Os olhos eram pequenos e pretos, sempre se mexendo. Vestia uma camisa que ficava grande nele e calças que arrastavam um pouco. A loja ele tinha herdado da família, disse. Não alcançava muita coisa, por isso precisava de gente. Nos contratou os dois. Começamos no dia seguinte. De manhã escola, de tarde loja. Organizávamos caixas, atendíamos clientes, limpávamos. O dono, que se chamava seu Héctor, quase não saía dos fundos. Mas quando passava perto da Monse, eu via. Os olhos dele grudavam na bunda dela quando ela se abaixava pra arrumar mercadoria. Grudavam nas pernas quando ela subia uma escada. Grudavam no jeito que o sutiã marcava por baixo da blusa branca do uniforme, principalmente quando ela suava um pouco e o tecido ficava transparente. Não era um olhar normal. Era de tarado. Eu não gostava. Me dava uma sensação estranha no estômago toda vez que eu notava. As semanas passavam e o dinheiro entrava devagar. Já quase era a data do show e a gente mal tinha o de um ingresso. A Monse ficava nervosa. Eu também. Às vezes, quando fechávamos, ela ficava mais um tempo arrumando e eu esperava ela lá fora. Uma vez vi ela conversando com o seu Héctor perto do caixa. Ele sorria pra ela com aquela boca feia e ela olhava pro chão. Uma manhã ela não chegou na escola. Mandei mensagem. "Fiquei no apê. Tô me sentindo mal." Só assisti a primeira aula. Depois vazei. Fui direto pro prédio onde ela aluga. Umas minas que moravam no mesmo andar me falaram que tinham visto ela sair cedo, quase oito horas, com o uniforme vestido. Pensei que ela tinha dobrado turno pra juntar mais. Fui na loja. A porta de baixo estava fechada com cadeado. Estranho. Já ia embora Quando ouvi algo. Um baque surdo. Uma voz. Vinham de cima, do apartamentinho que o dono tinha sobre a loja. Subi as escadas de metal o mais devagar que pude. Cada degrau rangia um pouco. Lá em cima tinha uma porta de madeira e ao lado uma janelinha estreita, daquelas de banheiro, com o vidro meio sujo. Me abaixei e espiei. O que vi me bateu no peito. Monse estava de joelhos no chão. Completamente nua. O uniforme dela — a blusa branca, a saia cinza, o sutiã rosa e a calcinha da mesma cor — estava jogado num monte perto da cama. A luz da janela batia de lado e marcava cada curva. As costas eram lisas, a cintura fina, a bunda redonda e branca, com duas covinhas em cima. Os peitos pendiam um pouco pra frente por causa da posição, firmes, com os bicos rosados e duros. O cabelo caía solto sobre os ombros e as costas. Entre as pernas dava pra ver a buceta depilada, só um pouco de pelo fino em cima, os lábios rosados e fechados. O anão também estava nu. O corpo dele era curto, barriga mole e pálida, pernas tortas e peludas, peito afundado. Entre as pernas tinha uma pica grossa e escura, maior do que eu esperava pro tamanho dele. Estava completamente dura, com as veias marcadas e a cabeça brilhando de saliva. Monse estava com ela na boca. Segurava com as duas mãos, os dedos finos envolvendo o tronco, e enfiava até o fundo. Dava pra ouvir o som molhado, o chape-chape cada vez que ele empurrava o quadril pra frente. As bochechas dela afundavam. Um fio grosso de saliva escorria pelo canto dos lábios, descia pelo queixo e caía entre os peitos. Os olhos estavam fechados. Os joelhos abertos no chão de madeira. — Assim... mais fundo — disse o anão com voz rouca—. Engole bem, puta. É por isso que vou te pagar. Monse tirou a pica da boca por um momento, ofegante. Um fio de saliva ligava os lábios dela à ponta. — É muito grossa... minha mandíbula tá doendo. — Não reclama. Você aceitaste. Ou quer que eu te baixe o dinheiro? Ela não respondeu. Só abriu a boca de novo e enfiou de novo. Agora mais fundo. O anão agarrou o cabelo dela com as mãos curtas e gordas e começou a mover a cabeça dela no ritmo dele. Empurrava forte. Dava pra ouvir o som abafado da garganta da Monse quando a ponta batia lá atrás. Ela fazia sons de engasgo, mas não se afastava. As lágrimas escorriam pelos cantos dos olhos. As tetas balançavam a cada investida da cabeça. Eu fiquei congelado atrás da janelinha. Meu coração batia tão forte que achei que iam ouvir. Queria gritar. Queria quebrar o vidro. Mas não me mexi. Só olhei. A pica ficou dura dentro da calça sem eu conseguir evitar. Odiava aquilo. Odiava que meu corpo reagisse enquanto via minha mina de joelhos engolindo aquela coisa. Depois de um tempo, o anão soltou o cabelo dela e puxou ela pra cima pelo braço. — Sobe na cama. De joelhos. Rabo pra mim. A Monse obedeceu. Subiu na cama estreita, ficou de quatro e abriu as pernas. O rabo ficou na frente dele, alto, redondo, a fresta da buceta aberta e brilhando. Dava pra ver o buraquinho rosa do cu um pouco mais acima. O anão subiu atrás com dificuldade por causa do tamanho dele, mas se acomodou. Agarrou a pica com uma mão, esfregou um pouco entre os lábios dela, subindo e descendo, molhando com os fluidos que já escorriam, e enfiou de uma vez. A Monse soltou um grito abafado. — Ah... caralho! — Cala a boca. Aguenta. Começou a comer ela. As cadeiras curtas dele se moviam rápido, quase com violência. A pica grossa entrava e saía inteira, brilhando de saliva e dos fluidos dela. Dava pra ouvir o som molhado de pele contra pele, o chapinhar rítmico. Cada vez que entrava até o fundo, a barriga mole do anão batia no rabo da Monse. Ela tinha a cara enterrada no travesseiro, as mãos apertando os lençóis com força. Os dedos ficavam brancos. Cada investida fazia ela tremer pra frente vai em frente. As tetas dela balançavam e se moviam embaixo do corpo dela. Ainda não tínhamos falado sobre o assunto. Eu presumia que nós dois éramos virgens. Ver aquela rola abrindo a buceta dela pela primeira vez me partiu algo por dentro. —Mais forte… —ela disse de repente, com a voz quebrada—. Se vai me pagar, faz direito. O anão riu. Uma risada feia, curta, de peito. —Olha só. A namoradinha do moleque agora pede pra ser destruída. Você é uma puta cara, né? Ele deu um tapa forte na bunda dela. O som foi seco. A marca da mão ficou vermelha na hora na pele branca. Depois outro. E outro. Enquanto isso, ele não parava de meter. Agora mais fundo, mais rápido. A bunda da Monse se mexia a cada golpe. Ela começou a gemer mais alto. Já não escondia mais o rosto. Estava de lado, boca aberta, olhos semicerrados, cabelo grudado na testa de suor. Dava pra ver o peito dela balançando a cada estocada. Um fio de baba escorria do canto da boca dela até o travesseiro. Eu sentia o estômago revirando e ao mesmo tempo a rola tão dura que doía. Eu não entendia. Odiava o que via. Odiava o anão. Odiava que a Monse estivesse ali, aberta, gemendo, deixando aquele corpo feio usar ela. Mas eu não conseguia desviar o olhar. Cada detalhe ficava gravado: o jeito que a rola grossa abria os lábios da buceta dela, o líquido transparente escorrendo pela coxa interna até o joelho, o tremor das pernas dela, a expressão de prazer e vergonha misturados na cara dela. O anão virou ela. Colocou ela de barriga pra cima, abriu as pernas dela com as mãos curtas e se meteu de novo entre elas. Agora ele olhava pra ela de frente enquanto comia. As pernas da Monse ficaram abertas dos lados do corpo pequeno dele. Ele agarrou as tetas dela, apertou com força, beliscou os bicos até ela reclamar e arquear as costas. A rola entrava e saía rápida, fazendo um som obsceno. A buceta da Monse estava vermelha e inchada. —Seu namorado sabe que eu tô te comendo? —disse o anão, sorrindo com aquela boca feia—. Me diz. Monse só gemia. Tinha os olhos marejados. —Me diz ou eu corto metade do dinheiro. Ela fechou os olhos por um segundo. Depois abriu e falou, quase sem voz: —Não… —Mais alto. —Ele não sabe que você tá me comendo por dinheiro! Que você tá destruindo minha buceta por dinheiro! O anão acelerou. Agora a cama batia na parede a cada estocada. Monse gozou primeiro. Arqueou as costas inteiras, soltou um grito longo e o corpo todo se contraiu. As pernas tremeram. A buceta apertou em volta da pica do anão e um jato de líquido escorreu ao redor do tronco. Ele não parou. Continuou metendo até ela tremer e pedir pra dar uma pausa, com a voz arrasada. Ele ignorou. Usou ela até querer. No final, tirou ela da cama. Colocou ela de joelhos de novo no chão. Agarrou a pica, toda brilhante, grossa e vermelha, e esfregou rápido na frente da cara dela. Monse tava com o rosto vermelho, o cabelo colado na testa de suor, os lábios inchados e brilhando de saliva. Os olhos baixos. —Abre a boca. Mostra a língua. Monse obedeceu. Abriu a boca e mostrou a língua. O anão gozou com um grunhido grosso. Jatos grossos e brancos caíram na língua dela, no nariz, nas bochechas, no cabelo. Parte escorreu pelo queixo até o peito e manchou um mamilo. Monse ficou parada, com a boca aberta, recebendo tudo. Quando terminou, o anão esfregou a ponta da pica nos lábios dela, lambuzando o que sobrou. —Lambe. Tudo. Ela fez. Passou a língua pela cabeça inchada, pelo tronco, limpando os restos brancos. Depois passou os dedos pelo rosto, juntou o sêmen que tinha caído nas bochechas e levou à boca. Engoliu. O anão riu de novo. —Bom trabalho. O dinheiro tá na gaveta. Ouvi passos. Ele se movia em direção à porta do banheiro. Monse ficou sentada no chão por um momento, limpando o rosto com o lençol. O sêmen ainda brilhava no cabelo e no peito dela. Eu me afastei de a janelinha o mais rápido e silencioso que consegui. Desci as escadas quase sem respirar. Na rua, andei vários quarteirões sem rumo. Eu tava com a pica dura, o peito apertado e uma raiva que não sabia onde colocar. Se eu tivesse mais dinheiro, pensei, ela não teria precisado fazer aquilo. Se eu não fosse um pobre fudido, minha mina não estaria de joelhos engolindo a porra daquele anão. Não teria deixado abrirem a buceta dela pela primeira vez em troca de dinheiro. Nos dias seguintes, tentei agir normal. A Monse chegou na escola como se nada tivesse acontecido. Sorria, me dava beijos, me falava do show. O cabelo tava limpo, a cara lavada, o uniforme passado. Me disse que os pais dela tinham passado mais grana e que já dava pros dois ingressos. Mentira. Eu sabia. Mas não falei nada. Fingi acreditar nela. À noite, quando tava sozinho, não conseguia parar de pensar em como ela ficou com a cara cheia de gozo, com as pernas abertas e aquele corpo pequeno e feio por cima dela. Lembrava do som do chape-chape, do grito quando ela gozou, do jeito que abriu a boca pra receber tudo. Dias antes do show, a gente pediu demissão os dois. Eu já não aguentava mais olhar na cara do seu Héctor. Toda vez que ele me encarava, eu sentia que os olhos dele diziam a mesma coisa: "Comi tua mina. Gozei na cara dela. E ela aceitou por dinheiro.

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