Viagem inesquecível com minha sogra gostosa

Ouça a gente no Spotify:https://open.spotify.com/show/384kdLhggl4LAoK1sGyYWLhttps://open.spotify.com/show/384kdLhggl4LAoK1sGyYWLDesde que a conheci, senti uma atração louca por ela. Uma mulher madura, não muito alta, de cabelo loiro, olhos verdes, com um corpo que me enlouquecia, só uns quilinhos a mais, mas muito bem distribuídos. Dono de umas tetas lindas, deliciosas, grandes, redondas, e ainda por cima um rabão e umas pernas de matar. Uma deusa de 1,65 m de altura, um sonho, uma fantasia inalcançável, já que a mulher de quem falo era minha sogra.
Eu tinha acabado de me formar em Direito e recém comecei a exercer como advogado. Quase ao mesmo tempo me casei, apaixonado, por que não dizer, mas como todo casamento, o dia a dia, o trabalho, o sexo, a rotina, virou uma monotonia. Tentamos ter filhos, mas minha esposa nunca engravidou. Parece que não éramos compatíveis um com o outro.
Passaram-se os anos e minha sogra se manteve igual, assim como meus desejos por ela, só uma ou outra ruguinha nos olhos, mas nada além disso. De todos os genros (somos 3), eu, o mais velho de todos, o primeiro, era comigo que ela tinha mais confiança, de personalidades muito parecidas, mesmo jeito de pensar. Às vezes eu tinha a impressão de que eu agradava minha sogrinha, o jeito de me tratar, como às vezes me abraçava, era muito carinhosa comigo, diferente dos outros genros. Várias vezes dancei com ela e nos olhávamos enquanto dançávamos, eu a olhava com olhos de querer devorá-la, e ela, acho que se sentia lisonjeada que alguém mais novo a visse com esses olhos e me paquerava um pouco, mas daí, alguma insinuação ou outra coisa, nada mais.
Depois veio a morte do pai dela, que eu não via há muito tempo, já que morava no sul. Viajamos para o funeral quase toda a família, uma viagem longa de 6 horas. No meio de choros e cumprimentos de parentes distantes, meus olhos grudados no vestido preto da minha sogra, até de luto, a velha era uma gostosa, não tinha jeito. Ficamos na casa do falecido pai dela, uma casa grande, totalmente mobiliada.
Passaram-se uns meses e minha sogra e as irmãs dela decidiram vender a casa. Era o melhor, já que todas moravam na capital. Uma série de problemas pra entrar em acordo sobre o preço, achar um comprador, tirar as assinaturas de autorização, etc., até que tudo ficou pronto. A casa seria vendida mobiliada por um bom preço, que seria dividido em partes iguais.
Como minha sogra, que era a mais velha das irmãs, foi a líder do grupo, coube a ela viajar pro sul pra fazer toda a papelada e os trâmites da venda do imóvel. Como eu tinha visto a parte chata dos documentos e ela não dirigia, todo mundo concordou que o melhor era ela e eu viajarmos pro sul pra fechar a venda. De qualquer forma, minha sogra falou com as irmãs que eu deveria ser pago pela minha ajuda e todas toparam.
Foi assim que, numa segunda-feira bem cedo, a gente pegou a estrada (no carro do meu sogro), rumo ao sul, só ela e eu. Ela se vestiu com um daqueles vestidos curtos que gostava de usar, mostrando as pernas lindas dela. Quase 600 km de suplício, com aquelas pernas gostosas do meu lado, indo pra casa onde a gente ia passar a noite, pra voltar no dia seguinte. Enquanto dirigia, eu fantasiava com ela, me imaginando nós dois sozinhos naquela casa, transando em todo lugar, obviamente só na minha mente depravada.
No caminho longo, a gente conversou sobre um monte de coisas, passando pelo marido dela, as filhas, cunhados, política, etc. Ela tava feliz de ter vendido a casa tão rápido, tinha medo de que, ficando sozinha, alguém pudesse invadir e usar o lugar, além de que ela adorava viajar, sair da rotina do casamento, onde me contava que meu sogro não levava ela pra lugar nenhum. Além disso, minha sogra fumava, e como eu também fumava, ela podia fumar na viagem, rindo à toa, já que meu sogro tinha proibido fumar no carro dele, dizendo que seria nosso segredo e que antes de chegar a gente ia dar um jeito de tirar o cheiro.
Apesar de ser uma viagem muito longa, curti muito a companhia dela. da minha sogra. A gente nunca tinha passado tanto tempo junto assim. A gente riu, se divertiu pra caralho, parava pra tirar fotos, curtir a paisagem, etc, até que chegamos na cidade, o cartório estava fechado por causa do horário de almoço. Aproveitamos pra comer algo rápido, encontramos com os compradores e quando estávamos fazendo os trâmites, o comprador tinha a identidade vencida, então não dava pra fazer a venda. Por causa do horário, não dava pra fazer nada, ficou de regularizar o assunto cedo no dia seguinte, então todo o processo foi adiado pro dia seguinte. Aproveitamos pra passear, ela me levou pros pontos turísticos, me contou sobre a infância dela, as coisas que fazia, a gente riu, se divertiu muito. Várias fotos abraçados, que mandávamos pra família, que pra ninguém levantaria a menor suspeita. Uma tarde muito agradável, onde a gente se conheceu mais intimamente. Terminamos num lugar comendo algo e quando estávamos indo embora, passamos num supermercado que estava fechando, pra comprar alguma coisa, caso desse fome de noite, umas cervejas pra mim e uma garrafa de vinho branco pra ela. Chegamos em casa, os dois tomamos banho depois de um dia longo, colocando roupas mais confortáveis. Minha sogra vestiu umas leggings justas que destacavam perfeitamente a bunda deliciosa dela e as pernas lindas, com uma camiseta larga, que apesar de ser folgada, ainda assim mostrava o volume generoso dos peitos dela. Assistimos TV na sala, os dois sentados no sofá, bebemos, fumamos, comemos umas batatas fritas, relaxando do dia longo que a gente tinha tido. Minha sogra, depois de ter tomado metade da garrafa, ria de tudo, confessando que fazia muito tempo que não se divertia tanto. Eu, inquieto, com uma mulher daquelas do meu lado, uma mulher que sempre me atraiu, fazendo minha mente correr solta, soltando umas indiretas que não surtiram efeito, até a última. Eu acho que só aí minha sogra captou minhas intenções, e se fazendo de desentendida, mas ficando meio nervosa, me disse quemelhorela iria se deitar, me olhando nos olhos, me dando um abraço forte, me agradecendo por acompanhá-la e fazer com que ela tivesse um dia tão lindo. Ficamos um minuto abraçados, sentindo o perfume dela, nos olhando nos olhos. Encorajado pelas cervejas no meu corpo, pensei em beijá-la, mas ela, acho que percebendo minhas intenções, rapidamente me soltou, me agradecendo de novo, levantando do sofá pra ir dormir. Fiquei com o pau duro, pensando naquele momento. Fumei meu último cigarro, tomei uma cerveja, apaguei todas as luzes e fui me deitar. Até que tava cansado. Entrei num dos quartos, me despi, apaguei a luz e me deitei, pensando que do lado do meu quarto, tava minha sogrinha deitada com pouca roupa. Me imaginava entrando de noite no meu quarto e que a gente transava como loucos, até eu pegar no sono. Passou uns trinta minutos, calculo eu, quando escuto a televisão da sala. Fiquei uns minutos pensando no que fazer e obviamente me levantei. Pensei em vestir a calça, mas não vesti. Me arriscando, saí só de cueca. Agindo com surpresa, fui pra sala, onde minha sogra tava com todas as luzes apagadas, fumando um cigarro. Ela me sorriu ao me ver. Perguntei se tava acontecendo algo e ela disse que não, que só não conseguia dormir, que tinha muita coisa na cabeça dela. Só aí eu percebi, sentada no sofá, com a mesma camiseta folgada que usava, mas só de calcinha, claro que pelo comprimento da camiseta, não dava pra ver, mas dava pra ver as pernas lindas dela. Me sentei do lado dela e perguntei se ela tava triste por vender a casa da infância dela, ela disse que não, que era só uma casa, só que tinha muita coisa na mente que não deixava ela dormir. Pedi pra ela me contar, ela me olhou e sorriu, ficando em silêncio, dando a última tragada, apagou o cigarro pela metade e quebrou o silêncio me perguntando, o que eu faria, por uma única vez, um dia que sumisse da minha vida, se eu fosse livre, sem amarras, sem compromissos, sem família, sem parceira, sem que ninguém, nunca na vida fosse ficar sabendo, que loucura eu cometeria. Sem tirar os olhos dela, eu disse que me deixaria levar, que seria feliz e seguiria meus instintos.- Isso eu adoraria fazer -ela me disse,- ter aquele dia, só para mim, me sentir livre, me sentir mulher sem amarras, só uma noite e realizar uma fantasia que guardo há anos -Não podia ser verdade o que eu estava ouvindo. Minha sogra suspira fundo, me olhando desafiadora, levanta do sofá, dá um passo para trás, leva as mãos até a barra da camiseta e a tira por cima da cabeça, ficando só de calcinha estilo biquíni, com aquelas tetas maravilhosas de fora, me encarando fixamente, desafiadora, muito séria, me dizendo que aquela noite seria a noite para esquecer.

Fiquei petrificado admirando o corpo da minha sogra, não saía voz nenhuma. Nem nas minhas melhores fantasias eu teria imaginado algo assim. Me levantei do sofá como um molas e fui pra cima dela, nos fundindo num beijo quente e apaixonado. Nossas línguas se acariciando enquanto minhas mãos desciam pelas costas dela, até chegarem na bunda dela, puxando ela pra perto de mim.

Ela me empurrou pro sofá e montou em cima de mim, colocando aquelas tetas deliciosas na minha cara, me pedindo pra chupá-las. Era um sonho, um sonho realizado, minhas mãos tocando pela primeira vez aqueles peitos lindos que eu tinha desejado por tantos anos, chupando eles suavemente, sentindo aqueles bicos marcados dentro da minha boca.

Minha sogra falava baixinho comigo enquanto esfregava eles no meu rosto, confessando que há anos queria me ter só pra ela uma noite, me beijar, me chupar, me sentir dentro dela, queria que eu comesse ela de um jeito selvagem, enquanto eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo, nem falar, só sugando com força os peitos dela.

Também confessei que pra mim, como mulher, era um sonho. Ela se levantou e me despiu, se ajoelhando na minha frente, roçando os lábios dela no meu pau, passando ele no rosto dela, me dando beijos suaves, até que abriu a boca, enfiou e começou a me dar o boquete da minha vida. Os cabelos loiros dela descendo e subindo, engolindo meu pau, me dando um prazer inesquecível.

Pouco tempo depois, quis colocá-la por cima de novo, mas ela não quis,- Me deixa, por favor, me deixa realizar meu sonho –e continuou me chupando por um longo tempo, me levando ao céu.
Terminamos no quarto, tirei sua calcinha e a deitei na cama. Beijei ela, uma e mil vezes, acariciando seu corpo, apenas roçando nossos sexos, sem penetrá-la, para depois descer, beijar o contorno das suas pernas e mergulhar entre suas coxas, roçando meus lábios contra sua buceta, enquanto ela se agarrava forte na roupa de cama, me deixando agir.
O cheiro da buceta dela era delicioso, eu beijava suavemente, sentindo o prazer que aquilo causava nela, passando minha língua pelo contorno dos seus lábios, até meter minha língua pra dentro da buceta dela, arrancando um gemido longo de prazer.
Assim como ela, eu tomei meu tempo pra saborear sua buceta molhada, com delicadeza, fazendo meu melhor trabalho, dando prazer oral pra minha sogra que não conseguia conter os gemidos. Ela tentou me afastar e eu não deixei, depois tentou me mover de novo, já se contorcendo de prazer, até que gozou bruscamente pra cima, me dizendo que não queria gozar tão rápido. Subi, procurei seus lábios, nos beijamos por um longo tempo, beijando seu pescoço, me embriagando com seu perfume, acariciando ela por todos os lados, beijando seus peitos, que peitos maravilhosos, acariciando sua buceta suavemente, rolando na cama, até que meu pau ficou na posição perfeita, com ela embaixo, e a penetrei até o fundo, entrando sem nenhum problema na sua pussy molhada, arrancando um gemido longo, deixando completamente dentro.
Ela já era minha, completamente minha. Com minhas mãos agarrando suas nádegas, entrava e saía do corpo dela, vendo seu rosto, com os olhos fechados e a boca aberta, aproveitando o pau do genro. Apoiado nos meus braços, só com o contato dos nossos corpos, olhava pra baixo, seus peitos caídos pros lados, sua barriga, suas pernas recolhidas e meu pau dentro dela, nos dando o gostinho.
Mas algo estranho aconteceu comigo. Tantos vezes que sonhei com esse momento, tantas imagens dela transando como uma puta no cio, forçando ela, comendo ela bruscamente, gozando na cara dela e agora que eu a tinha, era tudo suave, com carinho, aproveitando cada segundo ao máximo, prolongando nosso encontro.
Mudamos de posição, ela por cima de mim, com as pernas recolhidas, enterrando meu pau devagar, quase tirando ele inteiro, pra descer de novo até a base e repetir isso uma e outra vez. Na mesma posição, sempre com suavidade, ela aproxima os peitos do meu rosto, me pedindo pra chupá-los, realmente um sonho.
Ela sentou completamente em cima de mim, com meu pau enterrado até o fundo, sem se mexer, com os peitos desafiadores, uma imagem divina, com as mãos atrás da cabeça, brincando com o cabelo longo e loiro, fazendo caras de satisfação, enquanto eu acariciava as pernas e os quadris dela.
Até que ela começou a se levantar e se deixar cair, cada vez mais rápido, balançando a cabeça de um lado pro outro, enquanto os peitos dela quicavam uma e outra vez, abrindo a boca pra soltar gritos de prazer, agarrando os próprios peitos, chegando a um orgasmo fabuloso e molhado, ao mesmo tempo que eu, sem conseguir me segurar diante de uma cena daquelas, descarregava meu sêmen dentro da minha sogra, gemendo alto igual a ela.
Foi requintado, delicioso. Minha sogra caiu sobre meu peito, procurou meus lábios e me beijou ofegante com a boca aberta, enquanto eu acariciava as nádegas redondas dela, com meu pau já sem forças dentro dela. Apesar de ter sido um momento muito excitante, foi diferente do que eu esperava, até meio amoroso.
Ela se deitou ao meu lado me dando as costas, enquanto eu a abraçava por trás, acariciando os seios dela e dizendo como tinha sido fabuloso.
Ela estava complicada, como se tivesse batido um peso na consciência por ter traído o marido e, muito mais, a filha dela. Eu a animei dizendo pra ela lembrar que era a nossa noite pra esquecer, embora depois de ter ficado com ela, isso fosse algo impossível, e que ninguém nunca ficaria sabendo do que tinha acontecido ali. Ela pegou minhas mãos e me agradeceu, me disse que fazia muitos, muitos anos que eu não sentia tanto prazer, que ela se sentia mulher, tão viva, tão desejada, que tinha sido maravilhoso.
Um tempo depois saí do quarto pra buscar uma cerveja e uma taça de vinho pra ela. Trouxe um cinzeiro e os cigarros. Ao voltar, ela tinha se coberto com o lençol, enquanto eu andava pelado. Perguntei se ela tinha sentido frio e ela disse que não, que pelo contrário, que estava com muito calor, mas que apesar de tudo o que tinha acontecido, se sentia desconfortável em estar nua ao meu lado. Eu ri e coloquei uma almofada sobre meu pau pra tampar um pouco minha nudez.
Acendemos uns cigarros, ela elogiou meu físico e meu desempenho na cama. Me disse que minha filha tinha muita sorte de me ter, enquanto eu dizia que invejava meu sogro que tinha uma mulher daquelas todas as noites, onde ela me confessou que pouco ou nada ele já a levava em conta.
Conversamos uns 40 minutos, a vergonha dela já tinha sumido, ela tinha voltado a rir, me olhando com aqueles lindos olhos verdes, quando eu já tinha me recuperado e quis continuar comendo ela, tinha que aproveitar ao máximo aquela noite.
Me aproximei dela, beijei ela, puxei o lençol, descobrindo o corpo nu dela. Novamente aquelas deliciosas tetas de fora e minha boca nelas, chupando como um louco, enquanto minha mão entre as pernas dela a masturbava suavemente. Minha sogra com as mãos estendidas, me entregava o corpo dela, sem se mover, pra ser percorrido pelos meus lábios, beijando cada parte do corpo dela.
Montei em cima dela, comecei a comer ela devagar, ela recolheu as pernas e eu agarrado no contorno das nádegas dela, metia num ritmo pausado, olhando aquelas tetas maravilhosas balançando enquanto eu comia ela, sem pressa, tínhamos a noite toda pra transar. Abri as pernas dela e me deliciei passando minha língua pelas partes íntimas dela, virando ela, mordendo as nádegas, pra depois separá-las e passar minha língua entre elas.
Minha sogra se deixava levar, se queixava sensual e deliciosamente, até levou uma das mãos pra trás e se abriu pra me facilitar mais espaço, onde minha língua fez o que tinha que fazer. Montei nela e a penetrei por trás, buscando sua boca, beijando-a enquanto metia. Tive ela de novo por cima de mim, deixando ela fazer todo o trabalho. Era exquisito ver ela com os olhos fechados, se levantando e se deixando cair, se acariciando as tetas, toda a sensualidade que vocês podem imaginar. Virei ela, sentada de costas pra mim, admirando a bunda dela quicando no meu corpo enquanto meu pau enterrava até o fundo. Depois tive ela de lado, acariciando os peitos dela e metendo por trás, enquanto ela passava uma perna por cima do meu corpo, me deixando masturbar ela enquanto eu comia ela e beijava.
Ela pediu pra me chupar, fiquei de pé na beira da cama e ela de costas, lambia minhas bolas segurando meu pau, me masturbando suave. Brinquei com os peitos dela, coloquei meu pau entre eles, e enquanto gozava numa masturbação com as tetas dela, até senti a língua dela roçando minha bunda. Depois ela se virou, completamente esticada de bruços, me chupava, me dando uma visão perfeita das costas, cintura e da raba dela, enquanto eu acariciava os cabelos loiros. Sem parar de me chupar, ela ficou de quatro na cama, com as tetas balançando, mamando deliciosamente, até que depois de um tempo, ela se vira deixando a bunda redonda dela à minha completa disposição.
Daí em diante foi uma loucura. Toda a suavidade ficou pra trás, ter naquela posição minha sogra, posição que ela mesma adotou, era o que eu tanto tinha sonhado. Peguei ela pela cintura e comecei a comer ela por trás com força. Minha sogra reclamava e pedia mais e mais, e eu dando e dando com tudo, batendo meu corpo contra a bunda carnuda dela, tirando e metendo até o fundo.
Eu me sentia poderoso, um homem de verdade, tava duro e minha sogra recebia feliz minhas investidas fortes, soltando gritos de prazer. Eu apertava a bunda dela, dava tapas e ela gozava mais ainda com isso. Olhando pra trás, com uma cara de safada peça- Me puxa o cabelo! –, ela queria se sentir submissa e agarrando ele com força, com mais fúria eu meti.
Minha sogra gritava como uma louca até que começou a gritar.– Acaba comigo! , acaba comigo! , vai , me enche de porra!, palavras que me excitaram mais do que deviam e, apesar de como eu estava duro, ouvi-la pedir meu sêmen daquele jeito não deu pra me segurar e comecei a gozar dentro dela, ao mesmo tempo em que minha sogra alcançava um delicioso orgasmo, chegando até a se mijar de prazer que o genro dava pra ela, deixando nós dois molhados, ainda mais excitante, e não soltei ela nem parei de meter até não aguentar mais.
Caí ao lado dela exausto, meu coração batendo a 100 por hora, e a única coisa que consegui dizer foi: "você é maravilhosa", e não era só da boca pra fora, aquela mulher me deixava louco.
Dormimos abraçados, ela de costas pra mim, se deixando querer, como se fôssemos um casal apaixonado. Não sei a que horas peguei no sono acariciando os peitos dela e aquele Booty.
No dia seguinte acordei ao lado dela. Minha sogra nua do meu lado, roncando profundamente. Acariciei os cabelos dela, as costas, as nádegas. Que nádegas deliciosas, eram de comer. Mesmo fazendo com carinho, depois de um tempo acariciando ela, fiquei duro e procurei entre as nádegas dela o sexo, tentando meter de novo. Minha sogra acordou sorrindo e deixou eu meter de novo, mas algo suave, algo devagar.
Tínhamos que encontrar os compradores no cartório, de qualquer forma tomamos banho juntos, nos beijamos e nos tocamos num chuveiro gostoso, deixando eu meter de novo, mas sem ninguém gozar.
Chegamos no nosso compromisso, os papéis foram assinados, o negócio fechado e entregamos as chaves. Não tinha mais nada a fazer. Fomos comer alguma coisa por aí e na própria cafeteria eu beijei ela e disse que a gente devia ter mais uma noite. Ela me dizia que tava morrendo de vontade de ficar comigo, que tinha sido uma noite mágica, mas que a gente precisava esquecer. Supliquei por mais uma noite e ela não conseguiu me dizer não.
Mentimos que precisávamos ficar mais um dia, nos trancamos até o dia seguinte num motel com jacuzzi, onde fizemos amor até o corpo aguentar. Minha sogra foi minha o dia inteiro, fizemos de tudo, só faltou fazer pela Booty, algo que não lhe agradava. Dormimos abraçados, levantando bem cedo no dia seguinte pra pegar a estrada de volta pra nossa cidade. No caminho, eu passava a mão nas pernas dela, nos peitos, e ela também em mim, até chegarmos, onde ela me fez jurar que o que tinha rolado entre a gente ficaria só como uma lembrança linda e deliciosa, mas que dali pra frente nunca mais se repetiria, nem sequer comentaríamos entre nós.
Essa viagem inesperada gerou em mim sentimentos confusos em relação à mãe da minha esposa. Não conseguia parar de pensar nela nem por um minuto. Embora o sexo com a minha sogra tenha sido incrível, como mulher ela despertou em mim mais do que uma simples tesão; eu lembrava dos beijos dela, dos carinhos, do perfume, me desestabilizou.
Passou muito tempo, e eu não consegui respeitar o acordo. Fui atrás dela várias vezes, e ela, sempre incorruptível, me rejeitou todas as vezes, chegando até a ficar brava com a minha insistência. Mas um dia, quando apertei uma bunda dela em casa, ela se irritou como nunca tinha visto. Mesmo assim, tenho certeza absoluta de que ela guarda no fundo do coração a lembrança da nossa viagem inesquecível e daquela noite inesquecível; nenhum de nós dois jamais esqueceria.

0 comentários - Viagem inesquecível com minha sogra gostosa