Na quinta-feira de manhã, a casa amanheceu num silêncio tenso, quase elétrico. Pedro tinha chegado cedo, mas o barulho das ferramentas dele na biblioteca saía espaçado, como se ele tivesse tanta dificuldade de se concentrar quanto a gente. Laura e eu estávamos na cama do andar de cima; ela tentava ler um livro e eu fingia revisar uns pendências no laptop, mas a verdade é que nenhum dos dois conseguia tirar a cabeça do que tinha rolado no banheiro no dia anterior. A marca leve e avermelhada no pescoço da minha esposa era o lembrete perfeito dos dedos do pedreiro na pele dela.
Lá pelas onze da manhã, o celular da Laura, que tava em cima do criado-mudo, vibrou. O som cortou o clima. Vi ela se tensar na hora e dar uma olhada de canto na tela. O rosto dela mudou na mesma hora: ficou pálida e depois um vermelhão subiu pelas bochechas dela.
**Anjo:** (Fechando o notebook de uma vez, com o coração disparando na hora) Quem é, Laura? É ele?
**Laura:** (Pegando o celular com as mãos trêmulas, destravando com medo) É... é um número desconhecido, mas... mas é o Pedro, Anjo. Meu Deus, ele conseguiu meu número pelo cartão que a gente deixou na cozinha. Olha o que ele mandou.
Eu deslizei na cama e me encostei nela, praticamente arrancando o celular da mão dela pra ler a tela. Meu coração deu um pulo louco quando vi o texto no WhatsApp.
**Mensagem do Pedro:** Bom dia, dona Laura. Não consegui trabalhar a manhã inteira pensando no que aconteceu ontem. A senhora me deixou no meio do caminho naquele banheiro. Adoraria ver um pouco mais do que a senhora me mostrou ontem debaixo daquela saia preta... manda uma foto daquela raba gostosa que a senhora tem, vai.
Eu fiquei sem ar. Ler aquele cara falando com tanta cara de pau e tanta safadeza pra minha esposa, a mulher elegante e reservada que todo mundo respeitava, me deu uma ereção na hora que empurrou forte contra minha calça. O tesão tava me queimando por dentro.
**Laura:** (Me olhando de olhos arregalados, assustada, procurando uma saída) Isso já passou dos limites, Anjo. Ele é um sem-vergonha. Vou bloquear ele agora mesmo, não pode falar assim comigo, parece um bicho.
**Anjo:** (Segurando a mão dela, com a voz trêmula de tesão) Não... não bloqueia não. Isso é perfeito, Laura. O cara tá completamente viciado. Tá caindo direitinho no nosso jogo.
**Laura:** (Com a voz trêmula, indignada mas claramente afetada pelo texto) Anjo, ele tá me pedindo uma foto da minha bunda! Você ficou maluco? Eu nunca tirei uma foto assim, nem pra você. Não consigo fazer isso, morro de vergonha se Alguém mais chega pra vê-la. Anjo: Ninguém vai vê-la além dele, meu amor. Me escuta, você vai responder ele. Mas não vai dar tudo de uma vez. Vamos brincar com a mente dele, deixar ele maluco de vez pra quando ele te ver de frente não conseguir se segurar. Escreve o que eu vou ditar. Laura suspirou, com o peito ofegante, mas colocou os dedos no teclado, obedecendo minha ordem como uma submissa presa na minha obsessão. Anjo: Escreve: "Você é muito atrevido, Pedro. Meu marido está em casa e pode te ver. Além disso, não sou mulher fácil pra ficar mandando foto pra qualquer um". Vamos provocar ele. Ela escreveu a mensagem e enviou. Nós dois ficamos vidrados olhando os dois risquinhos azuis. Não passaram nem trinta segundos quando a resposta do Pedro chegou, mais agressiva e direta. Mensagem do Pedro: Sei que não é fácil, senhora, por isso gosto ainda mais. Mas não me diga que não tá com vontade. Ontem senti como a senhora tava molhada quando meti a mão. Manda alguma coisa, mesmo que seja dos seus peitos, quero ver esses bicos tão gostosos que a senhora ficou me mostrando com a blusa cinza. Ninguém vai ficar sabendo. A adrenalina corria nas minhas veias igual fogo. Olhei pra Laura; ela tava respirando com dificuldade, mordendo os lábios, com os olhos fixos na tela. A própria intimidade dela tava traindo ela; soube que ler aquelas palavras tão sujas de um homem tão bruto tava deixando ela a mil lá embaixo. Anjo: (Segurando ela pela cintura, colando ela em mim) Dá o que ele pede, Laura. Mas vamos fazer do meu jeito. Tira a blusa. Laura: (Negando com a cabeça, com a voz fraca) Anjo... pelo amor... Anjo: Faz por mim, gata. Tira ela. Com os dedos trêmulos de nervoso, Laura desabotoou a blusa e tirou, ficando completamente nua da cintura pra cima. Os peitos firmes dela subiam e desciam com a respiração acelerada, e os bicos estavam completamente duros pela mistura de medo e tesão. Peguei o celular dela, abri a câmera e me posicionei atrás dela. Anjo: Fica de perfil na frente A janela, deixa a luz realçar o formato do seu peito. Isso aí... agora, cobre o rosto com o celular pra não aparecer, mas deixa o plano ser só o seu peito nu. Ela se ajeitou como eu mandei. Foquei com a câmera do celular dela os peitos perfeitos, lindos, expostos agora pra alegria de um peão que tava um andar abaixo. Tirei a foto. Ficou incrível, o mamilo escuro e duro se destacando de um jeito obsceno. Anjo: Manda pra ele. E põe: "Só porque você insistiu... mas não esquece quem manda aqui". Laura, com o coração na boca, apertou o botão de enviar. O silêncio no quarto ficou sufocante enquanto esperávamos a reação lá de baixo.
A mensagem foi lida na hora. Passaram-se uns minutos eternos em que aparecia o maldito "Escrevendo..." que me fazia suar as mãos de tesão. Finalmente, chegou um áudio de cinco segundos. Apertei play na hora, colando o telefone no ouvido dos dois. Áudio do Pedro: (Dava pra ouvir a respiração profunda, pesada, e um barulho de fundo da biblioteca vazia) Que pedaço de peito que a senhora tem, dona Laura... Meu Deus, são perfeitos. Vou pro caralho só de ver esse mamilo. Com isso vou bater uma aqui mesmo no banheiro da biblioteca pensando em como vou chupar eles na próxima vez que tiver ela por perto. Se prepare pra amanhã. O áudio acabou e Laura soltou um grito abafado, tapando a boca com as mãos enquanto deixava o telefone cair na cama. Ela estava tremendo, completamente dominada pela grosseria do cara, mas as pernas dela se abriram instintivamente no colchão. Me joguei nela que nem um bicho, enterrando o rosto nos peitos dela, mordendo os mamilos exatamente como o pedreiro tinha dito que queria fazer. Anjo: (Gemendo sem controle, enfiando a mão entre as pernas dela e encontrando ela toda molhada, um mar de desejo) Ouviu isso, Laura! Ele tá batendo uma lá embaixo pensando nos seus peitos! Esse infeliz quer te possuir por inteiro e você ficou doida ouvindo ele! Laura: (Gemendo alto, arqueando as costas enquanto eu metia nela sem piedade) Sim, Anjo! Fiquei doida! Me dá tanto tesão ele falar assim tão sujo comigo! Sinto que ele já me dominou completamente... Me come pensando que amanhã ele vai chupar meus peitos contra a parede da biblioteca!
Naquela tarde, a resposta veio com uma possessão absoluta, sabendo que a troca de mensagens tinha quebrado a última ponte com a moralidade. Laura já não era só minha esposa recatada; agora era a obsessão do Pedro, e o clímax dessa história estava a um passo de acontecer.
Lá pelas onze da manhã, o celular da Laura, que tava em cima do criado-mudo, vibrou. O som cortou o clima. Vi ela se tensar na hora e dar uma olhada de canto na tela. O rosto dela mudou na mesma hora: ficou pálida e depois um vermelhão subiu pelas bochechas dela. **Anjo:** (Fechando o notebook de uma vez, com o coração disparando na hora) Quem é, Laura? É ele?
**Laura:** (Pegando o celular com as mãos trêmulas, destravando com medo) É... é um número desconhecido, mas... mas é o Pedro, Anjo. Meu Deus, ele conseguiu meu número pelo cartão que a gente deixou na cozinha. Olha o que ele mandou.
Eu deslizei na cama e me encostei nela, praticamente arrancando o celular da mão dela pra ler a tela. Meu coração deu um pulo louco quando vi o texto no WhatsApp.
**Mensagem do Pedro:** Bom dia, dona Laura. Não consegui trabalhar a manhã inteira pensando no que aconteceu ontem. A senhora me deixou no meio do caminho naquele banheiro. Adoraria ver um pouco mais do que a senhora me mostrou ontem debaixo daquela saia preta... manda uma foto daquela raba gostosa que a senhora tem, vai.
Eu fiquei sem ar. Ler aquele cara falando com tanta cara de pau e tanta safadeza pra minha esposa, a mulher elegante e reservada que todo mundo respeitava, me deu uma ereção na hora que empurrou forte contra minha calça. O tesão tava me queimando por dentro.
**Laura:** (Me olhando de olhos arregalados, assustada, procurando uma saída) Isso já passou dos limites, Anjo. Ele é um sem-vergonha. Vou bloquear ele agora mesmo, não pode falar assim comigo, parece um bicho.
**Anjo:** (Segurando a mão dela, com a voz trêmula de tesão) Não... não bloqueia não. Isso é perfeito, Laura. O cara tá completamente viciado. Tá caindo direitinho no nosso jogo.
**Laura:** (Com a voz trêmula, indignada mas claramente afetada pelo texto) Anjo, ele tá me pedindo uma foto da minha bunda! Você ficou maluco? Eu nunca tirei uma foto assim, nem pra você. Não consigo fazer isso, morro de vergonha se Alguém mais chega pra vê-la. Anjo: Ninguém vai vê-la além dele, meu amor. Me escuta, você vai responder ele. Mas não vai dar tudo de uma vez. Vamos brincar com a mente dele, deixar ele maluco de vez pra quando ele te ver de frente não conseguir se segurar. Escreve o que eu vou ditar. Laura suspirou, com o peito ofegante, mas colocou os dedos no teclado, obedecendo minha ordem como uma submissa presa na minha obsessão. Anjo: Escreve: "Você é muito atrevido, Pedro. Meu marido está em casa e pode te ver. Além disso, não sou mulher fácil pra ficar mandando foto pra qualquer um". Vamos provocar ele. Ela escreveu a mensagem e enviou. Nós dois ficamos vidrados olhando os dois risquinhos azuis. Não passaram nem trinta segundos quando a resposta do Pedro chegou, mais agressiva e direta. Mensagem do Pedro: Sei que não é fácil, senhora, por isso gosto ainda mais. Mas não me diga que não tá com vontade. Ontem senti como a senhora tava molhada quando meti a mão. Manda alguma coisa, mesmo que seja dos seus peitos, quero ver esses bicos tão gostosos que a senhora ficou me mostrando com a blusa cinza. Ninguém vai ficar sabendo. A adrenalina corria nas minhas veias igual fogo. Olhei pra Laura; ela tava respirando com dificuldade, mordendo os lábios, com os olhos fixos na tela. A própria intimidade dela tava traindo ela; soube que ler aquelas palavras tão sujas de um homem tão bruto tava deixando ela a mil lá embaixo. Anjo: (Segurando ela pela cintura, colando ela em mim) Dá o que ele pede, Laura. Mas vamos fazer do meu jeito. Tira a blusa. Laura: (Negando com a cabeça, com a voz fraca) Anjo... pelo amor... Anjo: Faz por mim, gata. Tira ela. Com os dedos trêmulos de nervoso, Laura desabotoou a blusa e tirou, ficando completamente nua da cintura pra cima. Os peitos firmes dela subiam e desciam com a respiração acelerada, e os bicos estavam completamente duros pela mistura de medo e tesão. Peguei o celular dela, abri a câmera e me posicionei atrás dela. Anjo: Fica de perfil na frente A janela, deixa a luz realçar o formato do seu peito. Isso aí... agora, cobre o rosto com o celular pra não aparecer, mas deixa o plano ser só o seu peito nu. Ela se ajeitou como eu mandei. Foquei com a câmera do celular dela os peitos perfeitos, lindos, expostos agora pra alegria de um peão que tava um andar abaixo. Tirei a foto. Ficou incrível, o mamilo escuro e duro se destacando de um jeito obsceno. Anjo: Manda pra ele. E põe: "Só porque você insistiu... mas não esquece quem manda aqui". Laura, com o coração na boca, apertou o botão de enviar. O silêncio no quarto ficou sufocante enquanto esperávamos a reação lá de baixo.
A mensagem foi lida na hora. Passaram-se uns minutos eternos em que aparecia o maldito "Escrevendo..." que me fazia suar as mãos de tesão. Finalmente, chegou um áudio de cinco segundos. Apertei play na hora, colando o telefone no ouvido dos dois. Áudio do Pedro: (Dava pra ouvir a respiração profunda, pesada, e um barulho de fundo da biblioteca vazia) Que pedaço de peito que a senhora tem, dona Laura... Meu Deus, são perfeitos. Vou pro caralho só de ver esse mamilo. Com isso vou bater uma aqui mesmo no banheiro da biblioteca pensando em como vou chupar eles na próxima vez que tiver ela por perto. Se prepare pra amanhã. O áudio acabou e Laura soltou um grito abafado, tapando a boca com as mãos enquanto deixava o telefone cair na cama. Ela estava tremendo, completamente dominada pela grosseria do cara, mas as pernas dela se abriram instintivamente no colchão. Me joguei nela que nem um bicho, enterrando o rosto nos peitos dela, mordendo os mamilos exatamente como o pedreiro tinha dito que queria fazer. Anjo: (Gemendo sem controle, enfiando a mão entre as pernas dela e encontrando ela toda molhada, um mar de desejo) Ouviu isso, Laura! Ele tá batendo uma lá embaixo pensando nos seus peitos! Esse infeliz quer te possuir por inteiro e você ficou doida ouvindo ele! Laura: (Gemendo alto, arqueando as costas enquanto eu metia nela sem piedade) Sim, Anjo! Fiquei doida! Me dá tanto tesão ele falar assim tão sujo comigo! Sinto que ele já me dominou completamente... Me come pensando que amanhã ele vai chupar meus peitos contra a parede da biblioteca!
Naquela tarde, a resposta veio com uma possessão absoluta, sabendo que a troca de mensagens tinha quebrado a última ponte com a moralidade. Laura já não era só minha esposa recatada; agora era a obsessão do Pedro, e o clímax dessa história estava a um passo de acontecer.
2 comentários - O Peso da Minha Fantasia 5