Mamãe e os Amigos da Academia | Parte 9

Os caras voltaram da cozinha com os paus recuperados, completamente duros, dava pra ver pelas bolas que já estavam cheias de novo, enquanto a Mãe continuava largada no chão como um pano usado, mas não deram trégua pra ela. Levantaram ela e começaram a se vingar da forma mais brutal. Usavam ela sem piedade, como se fosse um brinquedo sexual qualquer. Kevin metia com força na buceta dela enquanto Marco enfiava o pau grosso inteiro no cu dela. Braulio fodia a boca dela sem compaixão, segurando o cabelo dela como se fosse uma alça. Os outros dois apertavam e batiam nos peitos dela, fazendo siririca neles, davam tapas que deixavam marcas vermelhas e xingavam ela sem parar. A Mãe já não era mais a mesma que eu lembrava, a mente dela tinha derretido completamente. Orgasmo atrás de orgasmo atravessavam ela sem controle, e o corpo dela se contorcia violentamente, jatos de squirt saíam disparados toda vez que trocavam ela de posição, e só saíam gemidos abafados, babas e lágrimas da boca dela. Rodavam ela sem parar: fodiam ela de quatro, carregavam ela no ar entre dois enquanto metiam nos dois buracos, colocavam ela contra o sofá… Sempre com pelo menos dois paus dentro dela. — Essa puta é só carne pra foder! — gritava Kevin enquanto enfiava com força. — Olha como ela treme! Não consegue nem falar — ria o Marco. Depois de vários minutos de fodas selvagens, o Marco notou meu pau, que tava durasso e pulsando dentro da calça. — Hahaha, olha o filhinho… tá quase estourando — apontou. O Braulio sorriu com crueldade, agarrou a Mãe pelo cabelo com força e obrigou ela a engatinhar até mim, a saliva e o porra escorrendo pela cara dela enquanto se arrastava no chão sujo. — Vem cá, é hora de cuidar do seu filhinho — ordenou o Braulio. Colocaram ela de joelhos bem na minha frente, a Mãe tentava não me olhar mas obrigaram ela a levantar o olhar, com a cara completamente destruída de porra, baba e lágrimas. Não precisou dar mais nada. Ordens, com as mãos trêmulas, ela baixou minha calça e puxou meu pau pra fora. Quando viram, os caras soltaram uma gargalhada geral. — Caralho! É isso que ele tem? — zoou o Marco —. É um pau de criança perto dos nossos. — Coitado do mano, com essa coisinha — completou o Kevin rindo. Minha mãe, ainda atordoada, se aproximou, segurando meu pau todo molhado de porra. Primeiro, ela esticou a língua e lambeu a cabecinha com vergonha. A língua quente e molhada roçou na minha glande, mandando um choque elétrico pelo corpo todo. Depois, enfiou devagar na boca. A sensação foi avassaladora: o calor úmido da boca da minha própria mãe me envolvendo pela primeira vez. Os lábios macios, a língua se mexendo sem jeito, a saliva grossa… Era intenso demais, mas os caras não iam deixar ser algo "suave". O Braulio agarrou o cabelo dela com força e empurrou a cabeça dela pra baixo sem piedade. — Engole tudo, puta! Até o fundo. Deixa teu filho sentir o que é uma garganta de verdade. Chupa o pau do teu filho como a puta que tu é! Minha mãe obedeceu, engoliu até o fundo, engasgando. A garganta dela apertava em volta do meu pau. Só duas chupadas fundas, com o nariz dela encostando na minha pélvis e os olhos lacrimejando me olhando, foram o suficiente. O prazer misturado com a humilhação foi devastador. Comecei a gemer igual um porco, o corpo todo tremendo sem controle, e comecei a gozar violentamente na garganta dela, soltando jorros fortes e grossos direto lá dentro enquanto gemia e ofegava igual um bicho, a visão ficou nublada de tanto prazer. Minha mãe engoliu uma parte sem conseguir evitar, o resto escorria pelos cantos da boca. Os caras explodiram em risadas e zoação: — Hahahaha! Já gozou? Com duas chupadas! — Que pau patético. Não durou nem três segundos. — Goza igual um virgem precoce. Que vergonha! Minha mãe ficou de joelhos na minha frente, com meu leite escorrendo da boca dela, me olhando com os olhos vidrados enquanto os caras continuavam dando gargalhadas do quão rápido e humilhante tudo tinha sido, enquanto eu recuperava a visão notei que estavam gravando tudo, mamãe me olhou com um olhar de pena e puxaram ela pelo cabelo pra continuar usando ela como um brinquedo....Mamãe e os Amigos da Academia | Parte 9

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