A tarde não passava mais. Eu tava com um tesão acumulado que fazia minha buceta pulsar. Sabia que na saída o Nico ia me esperar com aquele pauzão, e eu já tava toda molhada. Lá pelas 17h, chegou a mensagem do Nico: ele tava na porta com um Uber. Desci do trampo e lá estava ele. Era bonito, com o corpo bem definido, uma calça social que marcava bem o que ele trazia. Subimos juntos no banco de trás. Falei pro motorista: Monroe e Figueroa Alcorta. Achei que a gente ia num bar tomar alguma coisa. Já no caminho, a língua dele explorava a minha língua e minha boca sem deixar um cantinho sem percorrer. A gente se beijava com muita paixão, sim, mas com um tesão danado. Naquela hora, tudo tinha ficado nublado e eu esqueci que a gente tava no Uber. O Nico me beijava com paixão, da boca ao pescoço, mordia minha orelha e eu ficava doida. Era tanto tesão que minha respiração acelerou quando lembrei que tava no Uber, minhas pernas, por causa dos beijos, já estavam super abertas, e o motorista deve ter curtido uma vista linda da minha calcinha nova, toda molhada, de oncinha. E: Nico, vamos dar uma segurada... N: O que foi? Cê é envergonhada? E: Não, mas vamos parar... N: Parece que o motorista gostou do que tá vendo... Nessa hora, ele virou a cabeça e eu vi uma ereção enorme no motorista. E: Nãão, que vergonha! Falei pro Nico... N: Hmmm, vergonha? Cê não ia gostar de ter dois pausão só pra você?? Nessa hora, ele enfia a língua de novo até o fundo e começa a apalpar minhas coxas por dentro... subia e chegava na beirada onde começava minha calcinha e descia de novo... eu tava morrendo pra ele continuar, ele me fazia desejar, minha buceta já tava toda melada... Depois de me beijar, ele se afasta de mim... E: O que foi? N: Cê quer que eu continue ou não??? Nessa hora, eu dei um beijão nele e comecei a punhetar a porra do pauzão dele por cima da calça... subia e descia, apertava e amassava os ovos dele... enfiei a mão por dentro da calça e cheguei naquela pele macia, com uma cabeça rosada linda... E: Que lindo cacete tenho, cara... N: toda pra você... hoje você vai ver o que é ser comida de verdade... Nisso, sinto o carro parar, o motor desligar... Olho pra frente, e o motorista tira um cacete que eu nunca tinha visto na vida. Fácil, devia ter uns 25x7 cm... N: vai comer isso também? Y: uffff, não conheço ele... mas olha o tamanho dessa porra... O motorista aproxima e eu começo a bater uma pra ele, minha mão não conseguia cobrir nem metade do diâmetro desse pica. Era a glória. A gente tava nos bosques de Palermo e enquanto eu batia uma pro motorista, o Nico começou a meter os dedos na minha buceta. Um, dois, o terceiro já foi demais... explodi num orgasmo inesquecível. Enquanto continuava chupando o pau do motorista, que tava gozando como nunca... chupei e chupei, passei a língua por tudo até ele encher minha boquinha de porra... engoli tudo sem deixar cair uma gota... Aí falei pro Nico que já tava de boa, que a gente podia seguir viagem... Nico deu um sinal pro motorista e quando chegamos, era a porta do Etc Etc, um hotel lindo... Pedi o cartão pro Uber, que não cobrou nada... e a gente desceu... O que rolou no hotel fica pro próximo capítulo. Deixo foto da calcinha fio dental que estreou nesse dia!!! Valeu pelos pontos e comentários!!!
5 comentários - Me senti muito puta (parte 3)