A obra do tesão

Oi, sou a Mara. Pra ser sincera, não pensei que meu relato anterior fosse agradar tanto vocês. Tava com medo de ser julgada. Quero dar um contexto dessa época: eu tava muito deprimida por causa da minha separação, me sentia feia e nada desejada. Tinha uns 39 anos, acho. Se der, posto umas fotos minhas, mas sem mostrar o rosto, vocês vão entender. Também não sei direito como posta, hahaha. Sou uma mulher de corpo bom e me considero gostosa, mas eu me via horrível. O único jeito de me sentir bem era transar. Pra ser sincera, não ligava com quem, mas na hora me sentia desejada. Então saía pra conhecer alguém e dar.

Todo dia passava por uma obra a umas quadras de casa e eles gritavam de tudo pra mim. Sempre me fiz de sonsa. Depois, comecei a sair com um cara que conheci uma tarde e a gente transava. A gente se via, saía e transava, até que uma noite vi ele saindo de um hotel com uma gorda, velha e feia. Chorei a noite inteira. Na mesma hora, bloqueei ele de tudo. No dia seguinte, tava indo pra casa e passei pela obra umas 4 da tarde. Eles começaram a gritar coisas pra mim e, sinceramente, gostei. Eu olhava pra eles e eles falavam: "vem, não tem medo". Meu coração acelerou e, sem pensar, bati na porta da obra. Eles abriram e, quando me viram, se assustaram. Com certeza pensaram que eu ia denunciar eles. Entrei e perguntei: "o que vocês vão fazer comigo?". Eles não falavam nada. Tirei a camiseta e o sutiã e falei: "vamos começar?". Eles ficaram mudos. Me ajoelhei, comecei a apalpar eles. Eram quatro. Abri o zíper de um e comecei a chupar ele. Aí todos tiraram pra fora e chupei todos. Perguntei: "tem algum lugar confortável?". Eles me levaram pro quarto do vigia, que tinha um colchão no chão. E transei com todos eles. A maioria era peruano, boliviano e paraguaio. Ficamos umas duas horas, mais ou menos. Me vesti e fui embora sem falar nada. Em casa, me sentia horrível comigo mesma, mas na hora tava adorando.

Daí, na outra sexta, fui de novo sem ninguém me chamar e me entreguei pra todos. Assim, comecei a ir toda semana. Deixava fazerem de tudo comigo, por todos. Quase... Sempre era de um por vez, depois que o último terminava, eu ia embora. Nunca soube um nome sequer, não falava com eles, só me deixava comer. Me sentia super bem quando me comiam, mas chegava em casa e me sentia vazia, e quase sempre chorava. Assim foram quase três meses, até que a obra acabou e nunca mais os vi. Depois, aconteceu o que contei na minha história anterior, e agora me sinto uma deusa super gostosa. Espero que tenham gostado. Beijos.

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