Chupei o pau do amigo do meu marido 2

Meu coração batia tão forte que jurei que o Carlos ia ouvir do outro lado da porta. Javier respirou fundo, ajustando o cinto com dedos trêmulos enquanto eu passava a língua pelos lábios inchados, ainda sentindo o gosto salgado do pré-gozo dele. O olhar que trocamos foi o suficiente: não íamos parar. Não agora. Não quando o perigo queimava nossa pele igual uísque puro.

— Abre pra ele — sussurrou Javier, chegando perto do meu ouvido —. Mas não sai daqui.

As palavras dele arrepiaram os pelinhos da minha nuca. Com um movimento lento, girei a maçaneta e abri a porta só o bastante pro Carlos ver meu rosto corado, os lábios brilhando, o decote do vestido preto todo bagunçado, mostrando mais pele do que devia.

— Tudo bem? — perguntou Carlos, franzindo a testa ao nos ver tão perto um do outro. Os olhos dele pularam de mim pro Javier, que tinha se encostado na parede com um sorriso relaxado demais.

— A gente só tava… falando de negócios — menti, mordendo o lábio de baixo. Mentir pra ele daquele jeito, com o amigo dele meio vestido e meu corpo ainda quente do que a gente tinha feito, me fez apertar as coxas —. O Javier tava me explicando uns detalhes do empréstimo.

Carlos assentiu, mas as pupilas dele cravaram no vão do meu decote, onde um mamilo aparecia, duro que nem uma cereja madura.

— Ah. Bom, se já terminaram, preciso que vocês deem uma olhada nuns papéis no quarto. Deixei em cima da mesa — disse ele, virando as costas pro corredor.

Foi o momento perfeito. Javier não precisou de mais nada. A mão dele fechou no meu pulso e me arrastou atrás dele, silenciosos que nem ladrões, seguindo o Carlos até o quarto principal. O som da chuva batendo nos vidros abafava nossos passos, mas cada rangido do assoalho de madeira me fazia prender a respiração.

Carlos tava debruçado sobre a mesa de trabalho, revisando documentos, de costas pra gente. Javier não perdeu tempo. Com um movimento rápido, me empurrou contra a parede ao lado da porta, a boca dele se selando na minha enquanto os dedos dele procuravam a barra do meu vestido. Ele levantou até a cintura, deixando minha bunda nua no ar, e antes que eu pudesse gemer, já sentia a cabeça do pau dele roçando minha entrada, molhada e pronta.

—Não faz barulho — ele rosnou contra meus lábios, empurrando pra dentro com um movimento lento, deliberado, como se quisesse que cada centímetro fosse sentido.

Eu mordi o lábio até sangrar. Javier me preenchia por completo, as estocadas dele profundas e silenciosas, só o som molhado dos nossos corpos se chocando quebrando o silêncio. Mas o melhor era a vista: de onde eu estava, podia ver o Carlos, a só três metros de nós, completamente alheio que o amigo dele tava me comendo contra a parede do quarto dele. A excitação queimava por dentro, fazendo minhas paredes se apertarem em volta do pau do Javier como um punho sedento.

—Porra, você tá tão apertada — sussurrou Javier, as cadeiras dele se movendo em círculos, esfregando bem naquele ponto dentro de mim que me fazia ver estrelas —. Olha pro seu marido, putinha. Olha como ele não faz ideia que eu tô destruindo sua buceta.

Eu obedeci, cravando os olhos na nuca do Carlos. Ele ainda tava concentrado nos papéis, mas de repente se endireitou, como se sentisse algo no ar. Ele virou de leve, e por um segundo, nossos olhos se encontraram no espelho do armário. Vi como as pupilas dele dilataram, como a garganta dele se mexeu ao engolir saliva. Ele sabia. Ou pelo menos, desconfiava.

—Tudo bem, amor? — perguntei, minha voz trêmula mas com um toque de desafio. Javier não parou de se mover dentro de mim, as estocadas dele agora mais urgentes.

Carlos não respondeu na hora. Em vez disso, os olhos dele desceram, percorrendo meu corpo: o vestido amassado, as pernas tremendo, os dedos de Javier cravados nas minhas cadeiras. E então eu vi. O volume na calça dele, crescendo, traindo ele.

—Que buceta tá rolando aqui — ele cuspiu, a voz Um grunhido baixo.
Javier não parou. Pelo contrário, seus movimentos ficaram mais brutos, como se o perigo o excitasse ainda mais.

—Acho que sua esposa e eu estávamos… negociando em termos mais pessoais — disse Javier, tirando o pau de mim com um som obsceno. Ele me virou para Carlos, me exibindo: o vestido levantado, a buceta brilhando com meus fluidos, os dedos dele ainda marcando minha pele.

Carlos respirou fundo, os punhos se apertando.

—Sério, porra? — A voz dele tremia, mas não era só raiva que eu ouvia. Era algo mais escuro, mais quente—. Na minha casa?

—A gente não conseguiu resistir — falei, deslizando uma mão entre minhas pernas, esfregando meu clitóris inchado sem vergonha—. E você nem percebeu.

Carlos deu um passo em nossa direção, depois outro. Os olhos dele queimavam.

—Vocês são uns filhos da puta — resmungou, mas a mão dele já estava no cinto, abrindo com movimentos desajeitados—. Os dois.

Não houve mais palavras. Carlos se jogou em cima de mim, os lábios dele colidindo com os meus com uma fúria que tinha gosto de posse, de ciúme, de luxúria pura. Senti Javier se aproximar por trás, os dedos dele separando minhas nádegas enquanto Carlos levantava meu vestido por completo, deixando meu corpo exposto.

—Você vai pagar por isso — rosnou Carlos contra minha boca, mas os dedos dele já estavam cravados na minha carne, o pau dele duro como aço.

—Não me importo — gemi, arqueando quando Javier cuspiu entre minhas nádegas e começou a esfregar a cabeça dele no meu cu—. Só me fodam. Os dois. Agora.

Carlos não precisou de mais. Ele me empurrou para a cama, fazendo eu cair no colchão com um pulo. Antes que eu pudesse reagir, ele já estava em cima de mim, as coxas dele abrindo as minhas, o pau dele roçando minha entrada. Mas então Javier interveio, agarrando a base do pau de Carlos e guiando ele até meus peitos.

—Primeiro assim — ordenou Javier, a voz rouca—. Quero ver como ele se esfrega entre essas tetas gigantes.

Carlos não discutiu. Com um grunhido, colocou o pau dele entre meus seios, Apertando-os ao redor da grossura deles com as duas mãos. O calor da carne deles contra a minha me fez gemer, e quando Javier se colocou ao meu lado, com o pau já duro, eu sabia o que vinha.

—Porra, sim —murmurei, levando minhas mãos aos meus peitos, apertando-os ao redor dos dois paus que agora se roçavam entre eles.

Carlos e Javier começaram a se mover em uníssono, os paus deslizando pelo vale dos meus seios, as cabeças se roçando, pré-gozo escorrendo pela minha pele. Cada estocada para frente fazia as glandes baterem no meu queixo, me salpicando a cara com a excitação deles.

—Assim, putinha —rosnou Javier, agarrando meu cabelo e puxando pra trás pra que os dois me vissem melhor—. Aperta eles. Pra você sentir como eles se esfregam por sua causa.

Obedeci, apertando meus peitos com força, criando um túnel molhado e quente pros paus deles. O som das respirações ofegantes, o cheiro de sexo e suor, a visão dos corpos tensos sobre mim… era demais. Meus quadris se moviam sozinhos, esfregando minha buceta vazia no ar, implorando pra ser preenchida.

—Não aguento mais —ofegou Carlos, as estocadas ficando erráticas—. Vou gozar, porra.

—Eu também —rosnou Javier, os dedos apertando meu pescoço com a pressão exata pra me fazer gemer.

E então eles gozaram. Quase ao mesmo tempo, os corpos se tensionaram, os paus pulsando entre meus peitos enquanto jorros grossos de porra brotavam, me salpicando o peito, o pescoço, o queixo. O primeiro jato de Carlos foi tão forte que acertou meus lábios, e sem pensar, estiquei a língua pra provar, sentindo o amargor salgado.

Mas não pararam por aí. Javier pegou o pau de Carlos, ainda meio duro, e esfregou contra o dele, usando a porra como lubrificante pra continuar deslizando entre meus peitos. Cada movimento deixava mais rastro branco na minha pele, me marcando, me reivindicando.

—Deus, vocês são uns porcos —gemi, mas minhas mãos continuavam apertando, meus quadris continuavam se erguendo, implorando por mais. Carlos baixou a cabeça, lambendo uma gota de porra que pendia do meu mamilo.

—Agora a gente vai te foder de verdade —prometeu, os olhos escuros como a noite—. Nós dois ao mesmo tempo. E dessa vez, não vamos deixar você ir embora sem que os dois tenham te enchido de leite. Por todos os lados.

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