Mamãe e os Amigos da Academia | FINAL

Eu já tava completamente vazio, nunca tinha gozado tão forte na minha vida, muito menos na boca da mamãe. Sentia o corpo exausto, a cabeça rodando e só conseguia me resignar a olhar. As horas seguintes foram um suplício pra mamãe, gemidos e humilhação sem fim. Os caras continuaram brincando com a mamãe como se ela fosse um pedaço de carne. Colocaram ela de joelhos e fizeram umas russas brutais com as tetas operadas dela, fodendo elas com força enquanto davam tapas que deixavam as bochechas dela vermelhas. O Braulio pegou o batom vermelho da mamãe e começaram a escrever obscenidades pelo corpo todo dela: “slut” nas tetas, “BURACO PÚBLICO” na barriga, “ME ENCHE” em cima da buceta e setas apontando pro cu dela, até assinaram como se fosse um contrato: Marco, Kevin, Max e Braulio escreveram os nomes deles nas nádegas, tetas e coxas dela com letras grandes e tortas. Parecia que não paravam de achar jeitos de se divertir com o corpo da mamãe, num momento três deles tentaram enfiar a pica ao mesmo tempo no cu dela. Mamãe soltou um grito rouco quando forçaram. — Aaaahh! Chega… pelo amor de Deus! — gemeu, mas a voz dela já não tinha força. — Cala a boca, slut, e abre bem esse cu — rosnou Marco enquanto empurrava. Mamãe só gemia e babava. Os olhos dela estavam vazios, totalmente brancos, sem alma. Tinham deixado ela completamente oca, enquanto riam de como o cu dela se alargava. Nesse meio tempo, o cansaço me venceu e eu dormi no meio dos gemidos, tapas e risadas.Mamãe e os Amigos da Academia | FINALQuando acordei, olhei pro relógio da sala: 3:15 da manhã, talvez eu tenha perdido só uns 30 minutos. Quando vi o que tava rolando, só tinham sobrado o Marco e o Braulio usando a minha mãe. O Max e o Kevin já estavam largados no sofá, fumando com os paus moles, totalmente exaustos. O Marco tava metendo forte no cu dela, enquanto o Braulio fodia a boca dela sem dó. O som da barriga do Marco batendo sem parar nas nádegas gordas da minha mãe era forte e molhado, cada estocada fazia a carne dela tremer toda, as nádegas vermelhas e inchadas balançavam violentamente, junto com os gemidos abafados e gorgolejantes que saíam da garganta dela cada vez que o Braulio enfiava o pau até o fundo, misturados com os grunhidos guturais dos dois caras. A cena era completamente animal e depravada. Minha mãe parecia uma boneca de pano quebrada: o corpo mole, já não oferecia resistência nenhuma, os olhos semiabertos e sem expressão, só se mexia pela força das estocadas. Não soltava mais palavras, só gemidos fracos e abafados.

O Marco acelerou o ritmo, suando e grunhindo igual um porco. De repente, o corpo todo dele ficou tenso, os dedos se cravaram com força nos quadris da minha mãe e ele soltou um rugido selvagem: — CARALHO! Nunca gozei tanto com uma puta! Ela tá sugando minha alma, porra! Não aguento mais! — Ele tirou o pau do cu de uma vez e começou a gozar, soltando só uns jatos nas nádegas inchadas e roxas da minha mãe, que já estavam cobertas de porra seca de gozadas anteriores. Sem dúvida, estavam ficando vazios de tanto usar a minha mãe. A cara do Marco tava vermelha, as veias do pescoço saltadas, e ele continuava grunhindo enquanto soltava as últimas gotas, tremendo inteiro. Depois que o Marco gozou, ele e os outros caras já estavam completamente exaustos, se levantaram cambaleando e foram pros quartos descansar, rindo e comentando o quanto a minha mãe tinha sido uma puta. Só sobrou o Braulio, que com um sorriso satisfeito, pegou minha mãe pelo cabelo e a colocou... na frente dele, colocando as pernas dela nos ombros dele, ele começou a meter nela olhando na cara dela, mais devagar mas fundo, olhando nos olhos dela enquanto falava: — Tá vendo o que você é agora? Uma puta barata. Você não é mais mãe de ninguém… só um buraco pra pica. Entendeu? — . Mamãe, com o olhar vazio e sem alma, só balançou a cabeça fracamente. Não tinha mais dignidade, nem resistência. Só mexia a cabeça igual uma boneca quebrada.

Braulio sorriu de prazer ao ver ela daquele jeito. Meteu nela por mais um tempo, segurando ela pelo cabelo, até que não aguentou mais. Tirou a pica e gozou abundantemente na cara já destruída dela, pintando ela com novos jorros grossos que escorriam pelas bochechas, pelos lábios inchados e pelo queixo. Ele parou um pouco pra recuperar o fôlego e antes de ir, olhou pra mim, amarrado e com a pica dura e pulsando. Baixou o olhar pra minha ereção e soltou uma gargalhada debochada. Sem dizer mais nada, foi pelo corredor até um dos quartos. A última coisa que vi antes do sono me vencer foi mamãe largada no sofá, meio balbuciando incoerências, babando e com o olhar perdido. Tinham deixado ela completamente retardada de tanto prazer e humilhação. O corpo dela marcado, a buceta e o cu abertos, escorrendo… era a imagem mais depravada que eu já tinha visto na minha vida.

Depois de umas horas, acordei com o som de passos e uma discussão, eram eles, parecia que estavam discutindo se iam embora ou se iam comer minha mãe de novo, mas parecia que tavam com pressa. Eu fingi que ainda tava dormindo. Braulio chegou perto, desamarrou meus pulsos e me deu uns tapas na cara pra me acordar, falou baixo mas ameaçador: — Me escuta bem, cara. Isso nunca aconteceu. Se você abrir a boca, se procurar a gente, se falar uma palavra que seja… a gente vai foder sua vida e a da sua puta de mãe. Entendeu? Eu assenti sem dizer nada. Os quatro saíram de casa e fecharam a porta. O silêncio que ficou foi ensurdecedor.

Então virei pro sofá e vi ela: Mamãe tava largada de barriga pra cima, completamente destruída. O corpo dela era um espetáculo: peitos e abdômen coberto de letras vermelhas e assinaturas como "slut", "MARCO", "foxy", etc. O rosto e o cabelo grudados de várias camadas de porra seca. Da buceta e do cu dela ainda escorria uma mistura grossa de porra. As nádegas estavam roxas, marcas de dedos e mordidas por todo o corpo. O chão estava cheio de poças secas de fluidos, o cheiro era denso e pesado: de sexo, suor, porra e saliva rançosa.

Me levantei com as pernas tremendo e me aproximei dela. Toquei nos peitos dela, grudados, e naquele momento perdi o controle, desci a mão e enfiei dois dedos na buceta quente dela, cheia de uma mistura de porra e fluidos. A morbidez da situação me dominou por completo e meu pau endureceu como nunca, finalmente tinha minha mãe à minha mercê e não ia desperdiçar isso. Me deitei atrás dela, coloquei ela de ladinho e abri as pernas dela, enfiei devagar, ela estava molhada demais e quente, comecei a penetrar devagar, me deixando levar pelo prazer enquanto massageava suavemente os peitos dela.

Mamãe abriu os olhos atordoada quando sentiu meu pau, pensando que era um dos caras, não resistiu, mas quando percebeu que era eu, tentou se soltar, mas eu abracei ela com força. — Não... filhinho... por favor... não faz isso... — murmurou fracamente, tentando fechar as pernas. Pensei em parar depois de tudo que ela tinha passado, mas as palavras dela me encheram de raiva e ressentimento, e peguei o rosto dela, puxando pra perto de mim. — Agora você diz que não? — reclamei com raiva enquanto segurava ela —. Depois de se deixar comer como uma puta na minha frente? Depois de gozar como uma porca com um pepino no cu? Penetrava cada vez mais forte a cada reclamação, a sensação foi doentia e viciante: a buceta dela estava quente, escorregadia pela porra dos outros. Senti os restos das gozadas alheias me lubrificando enquanto entrava até o fundo, não parei mesmo com mamãe implorando, só continuei comendo ela enquanto beijava o rosto dela. — Ahh...! — gemeu mamãe, ainda tentando resistir um pouco. — Era isso que você queria, né? — continuei cobrando enquanto metia mais forte —. Que te vissem como a puta que você é. Que seu próprio filho te visse virada num buraco. Virei ela de bruços, abri as nádegas dela pra ver o cu que tava dilatado e vermelho, continuei fodendo ela com raiva. A bunda marcada dela quicava em mim. Depois virei ela de novo pra olhar na cara dela. Beijei o pescoço dela, apertei os peitos marcados de batom e continuei penetrando fundo. — Me perdoa… meu amor… me perdoa… — ela começou a implorar, mamãe, entre gemidos fracos, com os olhos cheios de lágrimas.

Quando gozei, abracei ela com força, enfiei a cara entre os peitos pegajosos dela e gozei dentro dela gemendo igual bicho. Jatos quentes saíam da minha pica enquanto sentia a buceta dela se contraindo fraquinho.

A gente dormiu abraçado, minha pica ainda dentro dela, respirando ofegante. Quando acordei…

A luz do meio-dia entrava pela janela. Mamãe tava passando a mão no meu cabelo com uma ternura estranha. — Nada vai ser igual… — ela sussurrou. — Não — respondi, ainda dentro dela —. Agora eu vou saber de tudo. Com quem você vai transar, quando, como… Não vai mais esconder nada de mim. Vou estar lá… pra ninguém mais te usar assim sem eu saber. Mamãe fechou os olhos por um momento e depois me beijou suave nos lábios.

— Tá bom, meu amor… — murmurou contra minha boca —. Agora somos eu e você. A gente ficou abraçado, o corpo dela marcado e destruído colado no meu, sabendo que a partir daquela noite nossa relação tinha mudado pra sempre… da forma mais doente e torcida possível.vadia

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