No ônibus me senti uma puta, ali começou tudo

Como tudo começou... Um dia de calor infernal em Buenos Aires, era mês de fevereiro e fui trabalhar como sempre. A viagem até o centro já me deixava de mau humor. Como sabia que estava chegando atrasada, vesti o uniforme em casa. Uma daquelas minissaias pretas de tecido, a camisa branca justa e o colete combinando. Calcei os saltos e saí correndo para o ponto de ônibus. Achei que não ia conseguir, mas no fim entrei. Tinha muita gente, tudo bem grudento, mas dava pra aguentar. Um lugar ficou vago, daqueles individuais, e consegui sentar... que alívio, pensei! Mas deu azar e lotou de novo... nisso, um homem de uns 40 anos parou na minha frente, tampando toda a minha visão. A única coisa que eu conseguia olhar era a virilha dele (dava pra ver que era avantajada) e uma camisa justa que marcava as costas. Não prestei muita atenção e fiquei mexendo no celular... quando levantei a vista, vi o tal homem ajustando a calça e marcando uma porra de uma pica enorme... nessa hora, mexi minhas pernas e percebi que ainda estava usando minha calcinha fio-dental preta, aquela que uso pra dormir, que é bem pequena... alguma coisa mexeu comigo, porque senti um calor subindo... "Tá acontecendo algo?", o cara perguntou. "Não, nada, por quê?", respondi. "Por isso", ele disse, apontando pro meu decote. A camisa tinha soltado alguns botões e dava pra ver o sutiã de renda transparente, meu mamilo durinho, podia ter furado o olho de alguém de tão duro que tava... fiquei vermelha, pedi desculpas e me tapei. "Não se assusta, gostosa", ele falou, e aí vi um sorriso que me desmontou... "Desculpa, nunca me aconteceu isso", falei, "me chamo Daniela." "Nome bonito", ele disse, tirando um cartão e me entregando: "Sou o Nicolas." Quando peguei o cartão, sem querer rocei na pica que ele carregava, e aquilo era potente pra caralho... ficamos conversando mais um pouco e já era hora de eu descer. "Vou descer aqui", falei. Levantei e, ao sair, senti ele encostar na minha bunda toda... senti ela linda... ele me deu um beijo no rosto e disse: "Me escreve! E arruma essa camisa! De novo fiquei vermelha, tava quase com o peito de fora... desci do ônibus e tive que ir ao banheiro, entrei correndo igual uma desesperada.... a tanga tava tão enfiada na minha buceta e tão molhada que custou pra desgrudar... tive que meter dois dedos enquanto amassava meus peitos, e gozei como não gozava há muito tempo... tirei a tanga preta e passei numa loja de lingerie pra comprar uma nova, não dava pra ir trabalhar daquele jeito.... no meio da tarde mandei mensagem pro Nico... mas isso é pra segunda parte, se vocês gostaram e deixem pontos...

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