Destruído na academia (relato gay)

Fala, poringa boys, beleza? Tô de volta depois de uns meses sumida, mas tava de olho nos posts e nas picas que vi — cada uma mais alucinante que a outra. Tô uma puta assumida e, sinceramente, adoro esse lado feminino. Como eu tava tão errada bancando a hétero? Vivo no fogo, e a vontade de receber uma rola nunca foi tão forte quanto nessa história. Vou contar: uns meses atrás, comecei a treinar. Minha ideia não é ganhar músculo ou ter um corpo masculino, mas sim perder gordura — e quero um rabão bem gostoso pra fio dental marcar tudo. Tava fazendo aeróbico e, no meio da tarde, a academia não enche tanto. Pena, porque adoro ver os caras se exercitando. Aí, um dia, terminei e fui pro vestiário tomar um banho. Corri a cortina sem perceber que tinha alguém lá: um cara barbudo, alto, fibroso e com uma pica super grossa. Foram segundos — eu, nervosa, pedi desculpas, mas quando me toquei, tava com o pau durasso, não parava de pensar naquela rola. Tomei banho e, quase saindo, senti alguém passar. O cara que eu vi entrou onde eu tava e não precisou conversar. Peguei aquela pica linda e chupei um pouco até ele me puxar e falar que a gente se via na saída. Ele saiu, eu me troquei. Ele não tava lá, mas quando saí do vestiário, tava me esperando na porta. Caminhamos rápido, como se estivéssemos fugindo de algo. Meu carro tava a umas quadras, e ele foi comigo. Tava nervosa, quase não falava. Ele dizia que não tinha problema, que a gente fosse pra um lugar afastado, como se tivesse medo de ser descoberto — não me incomodava. Ele me guiou até um descampado. Quando parei o carro, ele me beijou na boca e logo me puxou pra chupar a pica dele. Tava no meu paraíso. Chupei um tempão, alternando devagar, passando a língua nas veias, e rápido, fazendo barulho enquanto sugava. Ele tava gozando, aí me agarrou e baixou minha calça. Toquei um pouco e, aos poucos, ele começou a me penetrar, e eu rebolando naquela piroca que custava a entrar, mas que foi o suficiente pra me fazer gemer igual uma putinha. Ele me comeu gostoso por trás, ia devagar pra não gozar rápido, e eu não queria que ele tirasse, tava me dando muito prazer até ele gozar. Que resistência que o cara tinha, a academia deu mais fôlego pra ele. Depois deixei ele em casa, ele morava meio longe, mas aproveitei e fui comprar uma fio dental nova, fui na Zoom e coloquei uma calcinha curta. Tava tarada, me pegavam no escuro. Fazia um tempão que não ia lá, e claramente tava com a raba mais gostosa, mas não por causa de academia, e sim pelas pirocadas enormes que tinha levado naquele dia. Que se teve um sortudo que me agarrou lá? Sim, mas isso é outra história.

3 comentários - Destruído na academia (relato gay)

Que lindo, un pijudo me hizo eso. Mientras le chupaba esa pija hermosa me colaba los dedos el hdp. Despues me la metio un poco y acabo.