La conocí en Tinder

La conocí en TinderSiga a gente no Telegram https://t.me/+IBiaOjrKTQY4MDU0. Reconheço que, mesmo já tendo passado duas semanas, ainda me masturbo olhando os desenhos que fiz dela. Quando conheci ela, tinha acabado de terminar com minha ex, uma DJ que tava metida em paradas muito estranhas de drogas e uns rolês mais sombrios. Ela transava bem, mas nada comparado com a Suzy, a loira inocente de olhar invisível que me deixou maluco. Talvez porque ela tava parecendo uma puta doida. Vi as fotos dela de lingerie no Tinder e falei: quero comer ela. Uma loirinha patricinha, com cara de anjo, mas que eu sabia que escondia alguma coisa. A gente se encontrou perto da casa dela, em Fuenlabrada, ou pelo menos foi o que ela disse, porque nunca soube o endereço. Jantamos num italiano muito famoso de um shopping, e lá ela me falou que não queria nada sério. Só queria me foder naquela noite nos banheiros do Tagliatella. Quando serviram o jantar, ela riu com maldade e disse: vamos pro banheiro feminino. Lá, a gente entrou numa das cabines, ela tirou da bolsa um vidrinho de GHB e a gente tomou umas gotas. Porra, aquilo me deixou com tesão na hora. Meu pau ficou duro que nem um mastro. Ela lambeu os lábios e começou a se despir, depois se sentou no vaso e começou a se masturbar, esfregando os dedos na moita de pelos que cobria a bucetinha delicada dela. Ela começou a gemer e gritar sem se ligar onde a gente tava. Aquilo me excitou ainda mais, então mostrei minha vara e ela chupou com gosto. Depois, enfiou ela no cu dela direto, enquanto me sorria em silêncio.amadorNão levo camisinha", me confessou, e começou a empurrar o corpinho frágil dela contra o meu. Eu beijei ela, todo excitado, lambi até a pequena marca de uma cicatriz antiga na testa dela. "Quando era pequena, me zuavam", disse como desculpa, enquanto eu acariciava a marca. Ela tinha os peitos pequenos, e a idade dela devia estar entre 18 e 38... Não saberia dizer. Mal falava, só transávamos e batíamos nossos corpos nus, encontrando nosso sexo. Enfiei meu pau nela com toda a força que consegui, enquanto ela se contorcia, gemia — de dor ou prazer, não sei. Apostaria que era dor, era como se ela gostasse de se punir, se causando dor. Aquele pensamento, que senti ser a única verdade, me excitava, transformando ela num animal no cio. Sentia o buraquinho dela sufocando meu pau, a pele fria e macia dela. As gotas de suor, o olhar perdido que me atravessava enquanto uma baba escorria dos lábios finos dela. Parecia possuída. "Filho da puta, me machuca, filho da puta..." Ela gritou no meu ouvido enquanto começava a respirar como se tivesse tendo um ataque de ansiedade. Mas eu tava tarado demais pra parar de meter, então coloquei ela de quatro na frente do espelho e empurrei com tudo, o mais forte que podia. Era tão bestial, tão selvagem, tão desconhecido aquele prazer que me senti o porco mais sortudo do planeta... Depois de uma hora de foda, gozei na cara dela. Deixei ela parecendo que tinha levado uma torta de chantilly. Quando terminou, ela mal falou, se vestiu, lavou o rosto e me disse, pra minha surpresa: "São dois mil euros...

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