Alinka, a Ucraniana do coletivo (História real)

Acreditem ou não (nem eu mesmo), isso aconteceu de verdade. Tava viajando longa distância de Bariloche até La Plata. Paguei o banco da frente, na parte de cima, pra ter a melhor vista possível da estrada linda até La Plata. Subi, guardei a mochila embaixo e sentei enquanto mandava mensagem pra minha família dizendo que já ia partir, coloquei o fone, nada novo, nada estranho. Mais uma viagem de rotina e as 28 horas de bunda/bancada que me esperavam. Tinha baixado a saga inteira de Piratas do Caribe porque nunca tinha visto completa. O busão arranca e, pra minha surpresa, ninguém senta do meu lado. "Vai tomar no cu", falei pra mim mesmo, já que podia me esticar e evitar o momento desconfortável de sentar do lado de alguém por mais de um dia. Na parada seguinte, umas 2/3 horas depois, o inevitável aconteceu: alguém veio sentar do meu lado. Virei pra cumprimentar e era uma gatinha branca como a neve, com olhos azulados meio esverdeados, enormes, pareciam esmeraldas no fundo de um lago. Tava de óculos, vestido longo, cabelo liso bem castanho e mãos finas. Uma mina muito gostosa, honestamente. Cumprimentei ela educadamente e ela respondeu numa boa, tudo muito cordial, como um npc cumprimentando outro. Vale dizer que não tava a fim de paquerar nem nada, tinha acabado de terminar um relacionamento e a dor tava ali, não queria pegar ninguém. Enquanto o busão arranca e passa uns 20 minutos, puxo um papo pra quebrar o gelo e não deixar a viagem silenciosa tão estranha. — Cê vai longe? — Um pouquinho, vou pra Neuquén, e você? — Vou pra La Plata, tô estudando lá. — Ah é?? O que cê estuda? — Analista programador. E a conversa continua com uns mates e biscoitinhos. Me apresento e ela fala o nome, Alinka. — Esse nome é russo? — Ucraniano, sou ucraniana e vim há uns bons anos. Mano, tava sentado do lado de uma ucraniana espetacular e me sentia tão tranquilo, como se a conhecia desde sempre. Talvez porque eu não tava tentando comer ela kkkk. Enquanto a conversa avança, começo a contar sobre minha carreira e mostro uns cálculos matemáticos e coisas de informática que pra quem sabe é uma bobagem (converter decimal pra binário e vice-versa), mas pra quem não entende é como falar chinês. Enquanto explicava, via os olhos dela e juro, essa mina tava me devorando com o olhar. E eu devolvia o olhar. Ficava uns segundos a mais encarando e sorria pra ela. Depois disso, ela começou a brincar, rir das minhas piadas bestas e a me tocar. Eu já sabia, mas honestamente não queria nada porque tinha terminado feio feio uns 3 dias antes. Depois de um tempo, a noite caiu e eu falei: —Vamos ver um filme? Tenho Piratas do Caribe —Sim, bora! Assim que coloco o filme no celular, ela se deita bem confortável em cima de mim e eu correspondi. Mais ou menos uma hora depois, estávamos a meio centímetro e eu pensei: já foi, vou soltar a bomba —A essa distância quase dá pra te beijar —E por que não? — ela diz. E a gente se pegou com uma fúria, rapaz, Deus do céu. Ela sentou em cima de mim e a gente correu a cortininha do busão que mal tapa nada kkkk. A gente se beijou pra caralho, feio feio, ela quase arrancou minha língua da boca. Eu, nem perda tempo, meti a mão nos peitos dela e pra minha surpresa, eram gigantes. Literalmente não cabiam na minha mão. Ela desabotoou minha calça, tirou minha rola pra fora e começou a esfregar na buceta dela enquanto continuava me beijando com tudo. —Tem camisinha?? Falei —Não tenho... —... A verdade é que não queria arriscar, não conhecia ela —Nossa, que pena que não temos Aí ela, sem parar de me beijar, fez a MELHOR punheta da minha vida. Vale dizer que a gente tava no busão e nos bancos do lado tinha gente! A gostosa gemia e me masturbava ao mesmo tempo enquanto eu chupava o peito dela inteiro, sem dó. Ela me bateu tão bem que gozei igual um idiota e fiquei acabado. Tudo terminou BEM na hora que a gente chegava no ponto. meu destino. A gente se deu um beijo e ela foi embora pra nunca mais vê-la. Valeu, Alinka, coisas que nunca pensei que iam rolar comigo nessa porra de vida. Valeu a vocês também, se chegaram até aqui 🫂

3 comentários - Alinka, a Ucraniana do coletivo (História real)

Que buen viaje loco! No sé te dio por estalkearla? Seerecenun +10 estás letras
hola que buen relato,yo le pediria el celu para seguir la charla y cogerla bien como se merece
La verdad te felicito por el relato las ucranianas y rusas son lo más!! Te lo digo por experiencia 💪🏻🙏🏻