
Qual é a história mais "hardcore" que você já teve…
Bom, essa é uma das minhas. Eu tinha 25 anos na época. Quem já viu meus relatos sabe que sempre tive muita facilidade pra pegar mulher e transar. Num fim de semana, fui visitar minha avó e minhas tias (essa é outra história). A gente tava bebendo socialmente, enquanto isso eu joguei vários iscas e ninguém mordeu. Todo mundo tava ocupado. Aí fui embora pro meu apê…
Enquanto eu dirigia por uma avenida, tive uma ereção enorme e, sinceramente, não queria me masturbar. Continuei dirigindo e, a umas quadras de chegar, notei uma figura ao longe. Me aproximei e era uma mulher em situação de rua (suja, esfarrapada e meio viajandona) empurrando um carrinho cheio do que parecia lixo. Mil imagens passaram pela minha cabeça: um anjinho dizendo "não" e um diabinho dizendo "vai"…
Eu: "Oi, com licença, boa noite. Tô perdido. Me emprestaram um apartamento, mas não sei onde fica a rua… Pode me dizer onde é a rua tal?"
Ela se aproximou do carro. Olhando bem, vi que era uma pessoa de uns 45 anos, mais ou menos. Muito bonita, mas suja e enrugada pela idade. Com a roupa que tava usando, não dava pra ver o corpo, mas não era feia.
Ela: "Acho que é lá pra frente" (a voz dela parecia de alguém muito drogada, e isso me excitou porque era uma pessoa mais velha falando daquele jeito).
Eu: "Hmm, não entendi direito. Pode me levar? Me mostra onde é e te trago de volta. Deixa isso aí e vem comigo. Melhor ainda: se for, no apartamento tem comida e você come."
Ela começou a andar. Pensei que tinha acabado ali. Mas ela deixou o carrinho na esquina e veio até o carro.
Eu: "Entra."
Ela abriu a porta e entrou.
Eu: "Qual é o seu nome?"
Ela: "Maria."
Eu: "E o que você tá fazendo sozinha na rua?"
A resposta dela me deixou gelado.
Ela: "Saí pra procurar meu papai, porque minha mamãe tava procurando ele. E como amanhã eu vou pra escola, ele tem que me levar."
Olhei pra ela e fiquei frio. A mente dela era de uma criança de 10 anos ou menos. Ela tinha um pingente com anéis pendurado no retrovisor do carro e começou a brincar com eles.
Eu: Você gosta?
Ela: Sim
Eu: Ok, no apartamento tenho muitos, vou te dar alguns, ok
Chegamos e entrei na garagem
Ela: Minha mãe disse que não posso entrar com gente desconhecida
Eu: Mas você me conhece, sou seu amigo, além disso, lá dentro tem comida e surpresas
Ela não hesitou e entramos. Dei uma sopa pra ela e, quando terminou, ficou feliz, pulando de alegria na sala. Claro, eu já sabia que ela era meio doida.
Eu: Olha (mostrei meus anéis e correntes, claro, de bijuteria)
Ela: Que lindos, são pra mim?
Eu: Sim, só se você fizer umas coisinhas pra mim, ok. Primeiro, na minha casa não pode ter ninguém sujo, então você precisa tomar banho
A verdade é que lutei pra convencer ela. Peguei ela pela mão, levei até a banheira e me preparei pra ajudar a tirar a roupa dela. Ela ainda com vergonha, tirei a jaqueta, depois a blusa, os sapatos, as meias. Fiquei olhando ela de lingerie por um tempo. Minha surpresa, além do corpaço que ela tinha, foi que a lingerie dela combinava e não era de mendiga, era bem sexy… Abri a torneira e ela começou a hesitar. Usei meu “dom da lábia”, ofereci mundos e fundos, e ela aceitou. Senhores, ela não tinha um único pelo na buceta e os peitos dela estavam um pouco caídos, mas só isso. Tomei banho nela e esfreguei ela umas 1000 vezes. Enquanto lavava, lavei as partes íntimas dela. Terminamos e me preparei pra secar ela
Eu: Vamos brincar e você tem que me obedecer, ok. Eu vou ser seu papai e você, minha filha
Ela: Mas meu pai é outro
Eu: Eu sei, mas hoje vou ser seu papai e tal, vai ser tipo uma brincadeira
Ela: Ok
Deixei ela totalmente pelada sentada na beira da cama e mandei ela levantar os pés pra secar bem
Ela: Sim, Papai
Essas palavras me acenderam. Podem me chamar de louco, mas dava pra ver a ppk dela. Não acreditei, não aguentei. Meu pau ficou duríssimo
Eu: Agora que te sequei, vou tomar banho, ok
Ela: Ok, papai, vou te ajudar porque você me ajudou
Enquanto eu tomava banho, ela se aproximou, pegou a esponja e começou a me esfregar. Até que, em uma dessas, ela pegou no meu pau duro e começou a esfregar. Eu peguei a mão dela e comecei a... Me masturbar, fechei a chave, me sequei e voltamos pro quarto. Falei pra ela, por favor, me secar, e ela começou pelo meu pau. Tirei a toalha e ficou só na mão. Ela se ajoelhou pra "me secar".
Eu: Chupa.
Parece que ela não sabia o que tava rolando. Abri a boca dela, peguei pelo cabelo e empurrei devagar. Ela começou a chupar, continuou, continuou e continuou. Tirei ela, fui pegar uma camisinha e não aguentei. Joguei ela na cama, coloquei a camisinha e meti. Ela começou a chorar, não liguei e continuei. Quando gozei, dei uma pausa. Ela queria ir embora, mas eu ainda tava com vontade, e os dois pelados. Falei pra ela se deixava eu fazer de novo.
Ela: É que vai doer.
Eu: Na segunda vez já não dói. Se doer, a gente para, ok?
Ela: Ok.
Eu: Mas se não doer e você gostar, a gente continua.
Meti, e ela nem se mexeu. Na terceira enfiada, gemeu, mas não de dor. Perguntei se tava doendo e ela disse que não. Isso significa continuar. Fodi ela a noite toda. Já quase amanhecendo, dei quase toda a despensa, as roupas dela e ela foi embora.
0 comentários - Capítulo 7 - Vagabundo Sexual