**Aviso:** Tudo o que está narrado neste post é tão real quanto eu me lembro. Algumas datas, lugares e nomes foram alterados para proteger a privacidade de qualquer envolvido. Me apresento: meu nome é Stephania, atualmente tenho 27 anos e trabalho como professora em uma universidade. Depois que um amigo me contou sobre este site, achei que era um bom lugar para contar algumas das minhas histórias. Então, aqui vai a primeira: a história de como comecei a ser a pessoa que sou hoje.
Durante toda a minha infância e adolescência, fui uma menina muito solitária, otaku e afastada dos outros. Cresci sendo filha única; minha mãe trabalhava em turnos longos como gerente de um banco, o que, apesar de nos dar certa estabilidade financeira, só aumentava a solidão que comecei a enfrentar. Meu pai sumiu da nossa vida muito antes de eu conseguir me lembrar dele, então sempre fomos só nós duas — ou melhor, quando eu já não era mais uma criança que precisava de atenção 24 horas por dia, eu ficava sozinha.
Nunca fui uma santa, longe disso. Com tanto tempo livre, acabava me metendo em lugares obscuros da internet. Descobri pornô, masturbação e muitas outras coisas em idades em que uma menina não deveria estar exposta a essas coisas. E caí em umas comunidades que, por via das dúvidas, não vou mencionar o nome, mas terminam com "mino".
Esse aplicativo foi uma mudança enorme na minha vida. A garota que estava sempre sozinha, de repente, deixava de estar. Tinha amigos, gente com quem conversar. E foi ali também que tudo começou, quando conheci uma pessoa que aqui vamos chamar de "Akira" — o nome que ele usava no app.
Akira era o sonho de toda garota que cresceu sem um pai e que, naquela idade, além de hormonal, estava carente de afeto masculino e aprovação. Atencioso, amoroso, daqueles que mandavam 30 mensagens por dia e te presenteava com cosméticos em jogos e coisas na Steam. Obviamente, a minha versão daquela época estava em êxtase.
Mas, claro, nada é de graça nessa vida, né? A ilusão deve ter durado... umas 2 semanas, conversando às 3 da manhã, "Akira" começou com o que se tornaria algo comum entre nós: pedir fotos minhas. No começo, coisas simples, meus pés, depois de lingerie, depois nua. No início eu não queria, mas foi aí que as táticas de manipulação começaram. Ele jogava na minha cara cada coisa bonita, cada presente, cada momento. Acabei cedendo à pressão e, por algumas semanas, mandava de tudo pra ele. O tempo passou e, quando eu já me sentia "confortável" com toda a situação, veio algo importante. Acontece que "Akira" morava na mesma cidade que eu. Isso eu já sabia desde que o conheci, há cerca de um mês, e o que agora associo à preferência dele por mim naquela época: eu estava por perto. E, como era óbvio, ele pediu pra gente se encontrar. Nesse ponto, eu não era totalmente contra a ideia. Sugeri um cinema aqui no sul da cidade, ou um shopping, mas "Akira" foi bem insistente que a gente tinha que se ver na casa dele. Tanto que, em 3 dias, ele conseguiu me convencer. Numa quinta-feira à tarde de um mês de abril, a menininha certinha que eu mostrava pra todo mundo morreu. Naquela manhã, em vez de ir pra escola, falei pra minha mãe que não estava bem. Quando ela saiu, fui pra casa do "Akira". Naquele momento, meu coração batia a mil. Peguei um táxi com o dinheiro que deixaram pra eu comer e fui parar no lugar dele: um complexo de apartamentos, numa área mais nobre da cidade. Como ele me instruiu, me anunciei na recepção. "Ah, você é a sobrinha do 'Akira'?", o porteiro disse quando me deixou passar. Cagada de medo, eu disse que sim e segui em frente, sem entender ainda por que ele me anunciou assim. Mas entendi quando cheguei naquele apartamento 04 do 14º andar. Nunca vou esquecer. Vocês podem pensar que eu era ingênua. Akira se vendia como um jovem de uns 19 anos, cursando a faculdade, mas quem abriu a porta... Era diferente. Não falei muito sobre mim. Naquela época, eu era ainda menor, não devia ter mais que 1,55m, que é o que meço hoje. Sempre fui magra, peitos médios, e pele bem branca. O que encontrei quando aquela porta se abriu foi o suficiente pra qualquer um, menos eu que já me sentia culpada, sair correndo. "Akira" era um gordo, uns 1,80 de altura, também branco, claramente um adulto de uns 30 anos, não o jovem que eu esperava. Nervosa, não soube o que dizer, só entrei quando ele me convidou e ouvi a porta fechar. "Tá, fica à vontade" foram as primeiras palavras dele quando me ofereceu um cigarro. Não, não fumo, falei meio desconfortável porque desse hábito eu também tava descobrindo agora, e mais desconfortável ainda com o desgosto claro na voz dele quando recusei. Sentada no sofá da sala dele, tudo bem organizado, o que me chamou a atenção porque de um gordo desses você espera uma certa decadência... Depois de uns minutos de silêncio, já tendo terminado o primeiro cigarro, Akira levantou a voz. "Cê tá muito gostosa hoje, bom, você sempre é gostosa", disse com um tom bem seguro. Obviamente eu me sentia comida com os olhos... Não respondi nada, e aí "Akira" soltou outro suspiro frustrado e só falou: "vem, vamos pra cama". "Não tô pronta pra transar se é isso que cê tá pensando", respondi na hora, mais por não ter certeza, porque sendo sincera não me importaria de fazer se Akira tivesse sido o que foi prometido no começo... Ele respondeu com outro grunhido de frustração, dessa vez, no entanto, me pegou pela mão e com uma força contra a qual eu pouco podia fazer me puxou até o quarto do fundo. "Você sempre se faz de difícil, mas já tá aqui, que necessidade tem de se fazer de difícil se eu já sei que você é uma puta?" Quase que foi tudo que consegui ouvir das reclamações dele, e é que eu tava cagada de medo, sem oferecer resistência deixei ele me jogar na cama. E ele começou a tirar minha roupa. "Viu que veio pra isso? Até vem depilada e tudo pra mim, sua suja." Disse quando tirou a calcinha fio-dental, e ele não se enganava, na noite anterior eu tinha me depilado escondido porque... Pra isso que eu fui. Parece que eu já tava molhada, porque a próxima coisa que senti foi um dos dedos dele entrando em mim, sem dor, só aquela sensação estranha de quando enfiam. E que hoje em dia eu já tô mais que acostumada. As horas seguintes ainda parecem um sonho estranho, a língua dele passando pelas minhas pernas e, felizmente, ele colocou uma camisinha antes de subir em cima de mim e me desvirgar. Olhando pra trás, ele tinha uma pica bem grande e tal... Eu só abri as pernas e fiquei vendo o pau dele entrando e saindo de dentro de mim, me abrindo enquanto o gordo gemia igual um porco em cima de mim, babando na minha cara toda vez que violava minha boca com a língua dele... Acho que ficamos nessa por umas horas. Ele me colocou de quatro, me fez montar nele... Devagar, aquela sensação de que eu tava sendo abusada foi sumindo, e aos poucos percebi que eu tava curtindo cada segundo. Antes de me dar conta, já tava chupando ele pra fazer ele gozar uma última vez, recebendo na minha cara. Quando ele finalmente cansou, falou: "toma um banho", me deu uns 70 dólares e disse: "vai embora". Chamou um táxi e eu, recém-desvirgada, lá pelas 2 da tarde já tava em casa quase sem conseguir andar. Eu tinha gostado. E esse pensamento não saía da minha cabeça. E bom, é aqui que termina a parte 1. Se vocês gostaram, deixem comentários que logo sai a parte 2, contando como eu fui me aprofundando mais nesses desejos e nessa putaria.
Durante toda a minha infância e adolescência, fui uma menina muito solitária, otaku e afastada dos outros. Cresci sendo filha única; minha mãe trabalhava em turnos longos como gerente de um banco, o que, apesar de nos dar certa estabilidade financeira, só aumentava a solidão que comecei a enfrentar. Meu pai sumiu da nossa vida muito antes de eu conseguir me lembrar dele, então sempre fomos só nós duas — ou melhor, quando eu já não era mais uma criança que precisava de atenção 24 horas por dia, eu ficava sozinha.
Nunca fui uma santa, longe disso. Com tanto tempo livre, acabava me metendo em lugares obscuros da internet. Descobri pornô, masturbação e muitas outras coisas em idades em que uma menina não deveria estar exposta a essas coisas. E caí em umas comunidades que, por via das dúvidas, não vou mencionar o nome, mas terminam com "mino".
Esse aplicativo foi uma mudança enorme na minha vida. A garota que estava sempre sozinha, de repente, deixava de estar. Tinha amigos, gente com quem conversar. E foi ali também que tudo começou, quando conheci uma pessoa que aqui vamos chamar de "Akira" — o nome que ele usava no app.
Akira era o sonho de toda garota que cresceu sem um pai e que, naquela idade, além de hormonal, estava carente de afeto masculino e aprovação. Atencioso, amoroso, daqueles que mandavam 30 mensagens por dia e te presenteava com cosméticos em jogos e coisas na Steam. Obviamente, a minha versão daquela época estava em êxtase.
Mas, claro, nada é de graça nessa vida, né? A ilusão deve ter durado... umas 2 semanas, conversando às 3 da manhã, "Akira" começou com o que se tornaria algo comum entre nós: pedir fotos minhas. No começo, coisas simples, meus pés, depois de lingerie, depois nua. No início eu não queria, mas foi aí que as táticas de manipulação começaram. Ele jogava na minha cara cada coisa bonita, cada presente, cada momento. Acabei cedendo à pressão e, por algumas semanas, mandava de tudo pra ele. O tempo passou e, quando eu já me sentia "confortável" com toda a situação, veio algo importante. Acontece que "Akira" morava na mesma cidade que eu. Isso eu já sabia desde que o conheci, há cerca de um mês, e o que agora associo à preferência dele por mim naquela época: eu estava por perto. E, como era óbvio, ele pediu pra gente se encontrar. Nesse ponto, eu não era totalmente contra a ideia. Sugeri um cinema aqui no sul da cidade, ou um shopping, mas "Akira" foi bem insistente que a gente tinha que se ver na casa dele. Tanto que, em 3 dias, ele conseguiu me convencer. Numa quinta-feira à tarde de um mês de abril, a menininha certinha que eu mostrava pra todo mundo morreu. Naquela manhã, em vez de ir pra escola, falei pra minha mãe que não estava bem. Quando ela saiu, fui pra casa do "Akira". Naquele momento, meu coração batia a mil. Peguei um táxi com o dinheiro que deixaram pra eu comer e fui parar no lugar dele: um complexo de apartamentos, numa área mais nobre da cidade. Como ele me instruiu, me anunciei na recepção. "Ah, você é a sobrinha do 'Akira'?", o porteiro disse quando me deixou passar. Cagada de medo, eu disse que sim e segui em frente, sem entender ainda por que ele me anunciou assim. Mas entendi quando cheguei naquele apartamento 04 do 14º andar. Nunca vou esquecer. Vocês podem pensar que eu era ingênua. Akira se vendia como um jovem de uns 19 anos, cursando a faculdade, mas quem abriu a porta... Era diferente. Não falei muito sobre mim. Naquela época, eu era ainda menor, não devia ter mais que 1,55m, que é o que meço hoje. Sempre fui magra, peitos médios, e pele bem branca. O que encontrei quando aquela porta se abriu foi o suficiente pra qualquer um, menos eu que já me sentia culpada, sair correndo. "Akira" era um gordo, uns 1,80 de altura, também branco, claramente um adulto de uns 30 anos, não o jovem que eu esperava. Nervosa, não soube o que dizer, só entrei quando ele me convidou e ouvi a porta fechar. "Tá, fica à vontade" foram as primeiras palavras dele quando me ofereceu um cigarro. Não, não fumo, falei meio desconfortável porque desse hábito eu também tava descobrindo agora, e mais desconfortável ainda com o desgosto claro na voz dele quando recusei. Sentada no sofá da sala dele, tudo bem organizado, o que me chamou a atenção porque de um gordo desses você espera uma certa decadência... Depois de uns minutos de silêncio, já tendo terminado o primeiro cigarro, Akira levantou a voz. "Cê tá muito gostosa hoje, bom, você sempre é gostosa", disse com um tom bem seguro. Obviamente eu me sentia comida com os olhos... Não respondi nada, e aí "Akira" soltou outro suspiro frustrado e só falou: "vem, vamos pra cama". "Não tô pronta pra transar se é isso que cê tá pensando", respondi na hora, mais por não ter certeza, porque sendo sincera não me importaria de fazer se Akira tivesse sido o que foi prometido no começo... Ele respondeu com outro grunhido de frustração, dessa vez, no entanto, me pegou pela mão e com uma força contra a qual eu pouco podia fazer me puxou até o quarto do fundo. "Você sempre se faz de difícil, mas já tá aqui, que necessidade tem de se fazer de difícil se eu já sei que você é uma puta?" Quase que foi tudo que consegui ouvir das reclamações dele, e é que eu tava cagada de medo, sem oferecer resistência deixei ele me jogar na cama. E ele começou a tirar minha roupa. "Viu que veio pra isso? Até vem depilada e tudo pra mim, sua suja." Disse quando tirou a calcinha fio-dental, e ele não se enganava, na noite anterior eu tinha me depilado escondido porque... Pra isso que eu fui. Parece que eu já tava molhada, porque a próxima coisa que senti foi um dos dedos dele entrando em mim, sem dor, só aquela sensação estranha de quando enfiam. E que hoje em dia eu já tô mais que acostumada. As horas seguintes ainda parecem um sonho estranho, a língua dele passando pelas minhas pernas e, felizmente, ele colocou uma camisinha antes de subir em cima de mim e me desvirgar. Olhando pra trás, ele tinha uma pica bem grande e tal... Eu só abri as pernas e fiquei vendo o pau dele entrando e saindo de dentro de mim, me abrindo enquanto o gordo gemia igual um porco em cima de mim, babando na minha cara toda vez que violava minha boca com a língua dele... Acho que ficamos nessa por umas horas. Ele me colocou de quatro, me fez montar nele... Devagar, aquela sensação de que eu tava sendo abusada foi sumindo, e aos poucos percebi que eu tava curtindo cada segundo. Antes de me dar conta, já tava chupando ele pra fazer ele gozar uma última vez, recebendo na minha cara. Quando ele finalmente cansou, falou: "toma um banho", me deu uns 70 dólares e disse: "vai embora". Chamou um táxi e eu, recém-desvirgada, lá pelas 2 da tarde já tava em casa quase sem conseguir andar. Eu tinha gostado. E esse pensamento não saía da minha cabeça. E bom, é aqui que termina a parte 1. Se vocês gostaram, deixem comentários que logo sai a parte 2, contando como eu fui me aprofundando mais nesses desejos e nessa putaria.
3 comentários - Como virei uma tarada (Parte I)