Com o cara que me deu a buceta pela primeira vez, a gente se deu bem e começou a se ver com uma certa frequência pra transar. Praticamente eu era a mulher da relação, já que sempre fui o passivo, exceto de vez em quando. Não me incomodava, muito pelo contrário, nunca foi nada sério, a gente só se encontrava e, se pintasse—e sempre pintava—a gente fazia. Era quase uma rotina: ele me apalpava, tirava toda a minha roupa e, depois de me deixar todo excitado, já metia o pau. Isso rolou em cada canto daquele kitnet. Com o tempo, eu ia de fio dental, que ele rasgava. Eu reclamava pouco porque aguentava tudo pela qualidade da transa. Já entrava de uma vez, minha buceta já conhecia bem o pau dele. Ele sempre gozava dentro, do jeito que eu gostava. Nunca nos interessou ser nada além disso, a gente só era amigos com benefícios. Ele me chamava pra sair com o grupo de amigos dele, era uma galera bem dinâmica, sempre tinha gente nova. Um dia que ele faltou, conheci um cara que me caiu muito bem. A gente conversou bastante, e eu me deixei levar até convidar ele pra minha casa. A verdade é que foi meio decepcionante na cama. Nunca mais vi ele, e o pior é que briguei com o cara que transava bem comigo. Parece que, pra ele, o nosso rolê era bem sério.
2 comentários - Cómo segui entregando mi cola